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segunda-feira, 4 de março de 2013

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio - Lição 9 - Revista Central Gospel

AULA EM___DE______DE 2013 - LIÇÃO 9
(Revista: Central Gospel)

Tema:  AUTORIDADE DO FRUTO DO ESPÍRITO
  
Texto Áureo:  Jo 15.8
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 PALAVRA INTRODUTÓRIA
- Professor(a), nesta lição você ensinará o significado e o propósito do fruto do Espírito na vida do crente.
- “autoridade espiritual”, ter autoridade espiritual é ser respeitado nas questões espirituais, pelas pessoas que nos cercam e aqui na lição afirma que essa autoridade vem por meio de um testemunho cristão.
- “testemunho cristão”, é ter atitudes que nos colocam como servos de Cristo, que mostram às pessoas que somos seus discípulos.
- Quando as pessoas vêem um bom testemunho em um crente, esse crente passa a ter autoridade para falar em nome do Senhor, porém quando um crente tem, um mal testemunho ninguém aceita a sua palavra.
- “fruto do espírito”, é o fruto citado em Gl 5.16 que tem nove diferentes qualidades, porém é um único fruto. Por ser um único fruto, suas características não podem ser manifestadas separadamente.
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1. DE ONDE VEM O FRUTO?

1.1. Origem espiritual
- Atualmente a parte de comportamento tem estado muito em falta no povo de Deus, pois muitos irmãos desvincularam o “ser cristão” do “proceder cristão”, na verdade uma coisa não pode ser feita separadamente da outra, quem é de Cristo deve andar como Cristo quer. Muitas pessoas se contentam somente em dizer “sou crente” ou sou “cristão”, mas não buscam mudar o seu caráter, suas maneiras e seu linguajar. Encontramos facilmente hoje, crentes que mais parecem ímpios do que servos do Altíssimo, e não estou falando de novos convertidos.

1.2. Frutificação em meio a lutas interiores
- “frutificar espiritualmente”, se você já não falou então diga: frutificar espiritualmente significa produzir as qualidades do fruto do espírito, enumere com seus alunos:
As características do fruto:
1. amor
2. Alegria
3. paz
4.paciência
5. benignidade
6. bondade
7. fé
8. mansidão
9. domínio próprio

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2. FRUTOS OU FRUTO
            - Para ilustrar isso, a tangerina tem nove gomos, porém é um só fruto. Assim como fala em Gálatas é um fruto com nove características..
            - “os identifica com Deus”, faz com que as pessoas vejam em nós, algo de Deus, dessa forma alguns ímpios na hora do aperto e das suas lutas, procuram um cristão para orar por eles.
            - “diferencia-os do mundo”, um crente fiel logo é denunciado pelos seus atos,
            gestos e palavras, todos logo percebem que ele é diferente e muitos passam a admira-lo.
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            3. CONDIÇÕES PARA A FRUTIFICAÇÃO
            - “cuidar de sua vida espiritual”, essa aula é essência por conter esse tipo de mensagem, muitos são os irmãos que não cuidam de sua espiritualidade, não oram, não lêem a Bíblia, não jejuam.
           
            3.1. Decisão pela vida santa
            - “santificação do povo de Deus”, ensine que a santificação é a separação do pecado para dedicação exclusiva a Deus. Aqui está dizendo que é imprescindível, ou seja, o crente pode conhecer teologia, ter todos os dons espirituais e evangelizar milhares de pessoas, mas sem a santificação ele jamais frutificará nessa vida e jamais estará na presença de Deus na eternidade. Hb 12.14  

            3.2. Vida devocional ativa
           
            3.2.1. Jejum
- “jejum”, é o ato de se abster de comida por certo período de tempo, aparece pela primeira vez na Bíblia neste versículo, veja:
“E no dia dez deste sétimo mês tereis santa convocação, e afligireis as vossas almas; nenhum trabalho fareis.” Nm 29.7
- O termo sublinhado se refere ao jejum.

3.2.2. Oração
- “tudo que está em sua mente”, a oração é como uma conversa com um amigo íntimo, onde o crente não pode esconder nado do Senhor. Deve compartilhar tudo o que tem passado, o que tem planejado e as intenções mais profundas do coração.
- “ouvir a Deus”, além das diversas formas de Deus falar, Ele também fala em nosso interior quando estamos orando. Muitas respostas os crentes obtém no joelho.

3.2.3. Estudo bíblico
- “meditar na Palavra”, meditar compreende o estudo, não é apenas ler, é analisar, comparar, se corrigir, reler e fixar os pontos mais importantes.
- A melhor forme de se aprender a praticar essa meditação é na Escola Bíblica Dominical.

3.3. Obediência aos apelos do Espírito      
- “assenhoreie-se de sua vontade”, se torne senhor de sua vontade e passe a controlar suas decisões.

4. O FRUTO DO ESPÍRITO

4.1. Amor (ARA)
- “ARA”, abreviatura da versão Almeida Revista e Atualizada, isso porque a palavra “amor” aparece nessa versão, pois na versão corrigida o termo usado foi “caridade”.
            - “sentimento altruísta”, é o sentimento onde a pessoa busca beneficiar outra pessoa.

            4.2. Alegria
            - ...

4.3. Paz
- “reconciliada com Deus”, dessa forma temos paz com Deus, a paz no fruto do Espírito é a paz interior com Deus, pois nem sempre teremos paz com todos os homens.

4.4. Longanimidade
- É a junção dos termos “longo+ânimo”, é a pessoa de longo ânimo, ou seja, paciente.

4.5. Benignidade
- ...

4.6. Bondade
-...

4.7. Fé
-...

4.8. Mansidão
-...

4.9. Domínio próprio
- É a pessoa estar no controle de si próprio, não sendo descontrolado em vícios que prejudicam a vida espiritual.
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CONCLUSÃO
- “proposta de como devemos andar”, são metas de comportamento cristão, para a pessoa fazer tudo isso por si próprio é extremamente difícil, mas para quem é cheio do Espírito Santo isso frui naturalmente, pois o fruto é do Espírito em nós.
- “desígnios de Deus”, são os propósitos de Deus para seus filhos, objetivo para o qual ele nos criou.
- Procure ilustrar essa aula com exemplos de más atitudes que trazem escândalos para povo de Deus, e maus exemplos é o que não faltam. 
- Se puder apresente também bons exemplos.

Boa aula!

Marcos André - professor                                                

domingo, 20 de janeiro de 2013

ARTIGOS INTERESSANTES - O Super Pastor


  A muito tempo no nosso país existe uma figura que de vez em quando aparece nas igrejas é o "super pastor", esses imbatíveis homens se gabam de serem invencíveis espirituais, de terem mais espiritualidade do que os demais irmãos. Alguns tentam resolver o problema de todo mundo assumindo uma carga muito pesada, parece que nunca aprenderam com o conselho de Jetro a Moisés, veja:


"E tu dentre todo o povo procura homens capazes, tementes a Deus, homens de verdade, que odeiem a avareza; e põe-nos sobre eles por maiorais de mil, maiorais de cem, maiorais de cinqüenta, e maiorais de dez;
Para que julguem este povo em todo o tempo; e seja que todo o negócio grave tragam a ti, mas todo o negócio pequeno eles o julguem; assim a ti mesmo te aliviarás da carga, e eles a levarão contigo." 
Êxodo 18:21-22


  Outros pastores ensinam que eles estão acima de qualquer crítica, assustam o povo afirmando que terrível maldição virá sobre aquele que não cumprir fielmente o que eles falam.

  Você que é pastor deve ter a consciência de que você também é falho, não ensine ao povo que você está acima de qualquer fraqueza, pois se um dia você precisar de uma ajuda espiritual, não poderá contar com seus obreiros, pois eles ficarão decepcionados contigo, pela visão que você passou para eles. 

  Você que é obreiro respeite seus pastores, mas se eles se apresentarem como superpoderosos, ore para Deus lhe dar uma oportunidade de falar com ele, evite criticá-lo pelas costas, para não enfraquecer sua autoridade diante do povo, lembre-se que ele é um ungido do Senhor. 

Marcos André

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 2 - Revista Betel



AULA EM 13 DE JANEIRO DE 2013 – LIÇÃO 2
(Revista: EDITORA BETEL)

Tema: “A Importância do Ensino Cristão”
  
Texto Áureo: Dt 6.1
  
INTRODUÇÃO
            - Professor(a), essa é uma das matérias mais importantes da Escola Bíblica, pois trata do assunto de maior relevância para o povo de Deus, porque a falta do ensino no meio do povo de Deus tem causado muitos enganos e escândalos.
            - “vida como um todo”, os ensinamentos acerca do ensino servem tanto para a igreja como fora dela. Ex: se um aluno entende a necessidade do ensino para a obra de Deus, ele também entenderá a sua necessidade para a vida profissional.
           
            1. O ENSINO CRISTÃO E SUA NATUREZA
- “constante aprendizado”, comente que a nossa mente é como um gravador ligado constantemente, os dados vão sendo inseridos em nossa mente e sendo armazenados, para que sejam gravados dados de boa qualidade e para que esses dados sejam reutilizados depois, existe o processo do ensino.
- “inserção do indivíduo na sociedade”, quem não estuda fica de certa forma, excluído da sociedade, se sente separado dos demais.
- “incessante ato de aprender”, aprender deve ser uma atividade contínua na vida de alguém. Existe atualmente o “analfabeto funcional”, que é aquela pessoa que aprendeu a ler e parou de estudar ou estudou pouco, por isso sabe ler, mas não consegue entender o que lê.

1.1. É uma ordem superior
- É interessante ler a referência abaixo, e comentar que o ensino naquele período era de responsabilidade da família, era uma ordenança para o patriarca da família.
“E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração;
E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te. Também as atarás por sinal na tua mão, e te serão por frontais entre os teus olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas.” Dt 6:6-9
- “campo do discipulado”, a referência de Mt 28.20, é a mais completa em relação a questão do ensino. Por isso as igrejas que deixam de lado essa prática está desobedecendo a uma ordem do próprio Deus.

1.2. É transmissão de conhecimento
- “vida cristã sem instrução”, no mundo, quem não tem conhecimento é facilmente enganado pelos aproveitadores, na igreja também, pois existem muitos lobos devoradores dentro das igrejas.
- “teórico e prático”, é a responsabilidade de quem ensina. Atentar para a teoria e prática, lembrando que a teoria é adquirida na sala de aula, nos livros. E a prática é adquirida nos exercícios e nas situações reais.
- “ouvir e praticar”, essa é a responsabilidade de quem aprende, ouvir para aprender a teoria e praticar para adquirir a prática.

1.3. O desenvolvimento de um estilo social cristocêntrico
- “tal magistério”, magistério é a função de professor, aqui está se referindo a função de ensinar a Palavra de Deus.
- “os prejuízos são inevitáveis”, apesar de os prejuízos serem inevitáveis, eles são a médio e longo prazo, por isso muitos não estão se importando com o ensino, por não ver o resultado ruim de imediato.
- “aprendei de mim”, esse é o estilo de vida cristocêntrico, aprendendo com Jesus, nós sempre teremos uma vida cristocêntrica, ou seja, Jesus estando no centro da nossa vida.
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2. O ENSINO CRISTÃO E SEUS PROPÓSITOS

           2.1. Em seus aspectos relacionais
            - “aspectos relacionais”, são os aspectos do ensino que tratam do relacionamento entre indivíduos, são ensinamentos para a vida social.
            - “assumindo determinado prejuízo emocional”, isso é amar, esse é o principal aspecto relacional ensinado pela Bíblia, se esses aspectos da Palavra fossem largamente ensinado nas igrejas, nós teríamos menos problemas de relacionamento.
            - Esses aspectos relacionais são ensinados por Jesus no livro de Mateus no sermão do monte. Mt 5,6 e 7

2.2. Em relação ao método pedagógico
- “método bíblico pedagógico”, pedagogia é a ciência que estuda a educação, então o “método bíblico pedagógico” é o método que a Bíblia apresenta para que aja o discipulado no povo de Deus.
- “aspecto pessoal”, é o ensino direto que ocorre dentro do lar, mas pode ocorrer também na igreja, pelo aconselhamento cristão.
- “aspecto demonstrativo”, é onde se apresenta o exemplo pessoal daquele que ensina ou que tem a função de liderança, muitos irmãos que tem dificuldade para aprender, são melhor incentivados ao verem o bom exemplo de seus líderes. Do contrário um mal exemplo pode colocar a perder uma excelente aula, pensem nisso.
- “aspecto da saturação”, os filhos percebem o que é importante para os seus pais, e farão o que se requer simplesmente por que é importante para seus pais, dessa forma é necessário que aja constância, os pais nunca devem fraquejar no ensino e na cobrança do conhecimento da Palavra de Deus.

2.3. Em relação ao tempo e memória
- “geração vigente”, vigente é o que está em vigor, a “geração vigente” é a que está aparecendo e assumindo funções na sociedade, trabalhando e produzindo.
- “preterir”, deixar de lado, não dar preferência.
- “razão da fé aos infiéis”, a orientação para essa resposta está na seguinte referência: “Antes, santificai ao Senhor Deus em vossos corações; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós,” 1 Pedro 3:15
- Comente que a ordem na parte “a” do verso acima é “estar sempre preparado”
- “mnemônica”, é um recurso auxiliar para memorização, seria uma pequena palavra ou sinal para lembrar um texto grande.
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3. RESULTADOS DO ENSINO
- “é chamado de Mestre”, esse título nos mostra qual era o verdadeiro ofício de Jesus e nos motiva a ser o mesmo, Ele não é somente mestre, Ele é “o Mestre”.

3.1. Desfazendo equívocos
- “tempo oportuno”, no tempo certo, ou seja no tempo de Deus e se houver obediência do povo.
- “peca contra a unidade do Antigo Testamento”, a unidade do A.T. é característica que o A.T. tem em concordar com ele mesmo e com toda a Bíblia, o erro contra essa unidade aqui, seria dizer que as promessas são à Israel são terrenas, enquanto em muitas passagens mostram promessas para Reino Cristo.
- “indiferente e alienado quanto...atuação social”, essas são características de quem não interage nos acontecimentos sociais, ficando a parte das atividades sociais. Aqui o comentarista está afirmando que se o crente só tomar as promessas para o futuro da Igreja no céu, ele ficará alienado, deixando de estudar, de dar atenção à política e de investir em seu futuro profissional.
- “resultados a curto prazo”, podemos classificar os resultados que obteremos aqui, exemplo se você ensinar seus filhos no caminho em que devem andar, então eles serão servos de Deus, não se envolvendo na criminalidade, nem em vícios, esses são excelentes resultados a curto prazo.   
- “a longo prazo”, investindo no ensino cristão da nossa família, teremos melhores chances de todos alcançarem a salvação, esse é um excelente resultado a longo prazo.   

3.2. Longevidade
- Veja alguns textos que confirmam as afirmações feitas aqui:
“Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o SENHOR teu Deus te dá.” Êxodo 20:12
- Honrar o pai e a mãe é respeitá-los, pois eles sempre tem bons conselhos para a vida, muitos bandidos ao serem baleados, se lamentam por não terem ouvido e nem respeitados seus pais.

“Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra;” Mateus 5:5
- Uma das interpretações para “herdar a terra” seria ter uma vida longa e tranquila, pois os nervosos morrem cedo em brigas idiotas, acidentes de transito, mau entendidos, etc.

“Então Jesus disse-lhe: Embainha a tua espada; porque todos os que lançarem mão da espada, à espada morrerão.” Mateus 26:52
- A profecia sublinhada pode ser vista hoje assim: como a espada é uma arma, então entende-se que “quem vive pela arma, por uma arma morrerá.” Jesus estava certo, isso tem acontecido todo dia, os que andam com arma na cintura morrem de tiro e morrem cedo.

3.3. Prosperidade
- “prosperidade”, não se deve associar prosperidade com aquisição de bens materiais e riquezas. Os textos bíblicos não estão falando isso.
- “interesse pela educação”, não é possível concordar com o comentarista nessa parte, pois o bom momento do Brasil está diretamente ligado ao aquecimento da economia e estabilidade da moeda, a educação no nosso país é sucateada, e de baixa qualidade. No meio do povo de Deus que deveria fazer a diferença, há uma grande evasão escolar, os cultos de Escola Dominical geralmente tem pouca frequência, enquanto as campanhas da prosperidade estão cheias.
- “nunca se aprendeu tanto a Bíblia”, não concordo, eu diria que nunca se desrespeitou tanto a Bíblia sagrada como nesses últimos dias.
- Alguns pontos:
- Prosperidade é uma palavra com sentido amplo e que significa “ser bem sucedido no que faz.”
“Não se aparte da tua boca o livro desta lei; antes medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme a tudo quanto nele está escrito; porque então farás prosperar o teu caminho, e serás bem sucedido.” Josué 1:8
- Prosperar o caminho é conseguir seus objetivos.
- O que alcançará a prosperidade mencionada acima é aquele que coloca em prática a Palavra de Deus e não o que a conhece.
- Todos podem alcançar uma boa condição financeira, mas isso se faz com trabalho, dedicação ao estudo secular, aproveitamento de oportunidades. O crente pode se esforçar nestas coisas sem esquecer aquelas (a Palavra de DEUS) Conhecer a Bíblia não garante prosperidade financeira pra ninguém.
- Professor bata com força, mas deixe o aluno dar sua opinião também.
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CONCLUSÃO
- “Jesus Cristo viver através de nós”, pensamento parecido com uma afirmação de filosofia ateísta, que diz que Deus nem Jesus existem, mas são uma invenção da mente humana e dessa forma Cristo estaria vivo no coração dos crentes. Professor, recomendo que você risque essa afirmação.
- “de nós, a sua igreja, como está falando de algo que pertence a Jesus, então o “S” do pronome deveria estar maiúsculo. E como está falando da Igreja Universal lavada e remida pelo sangue do cordeiro o “I” deveria estar maiúsculo também.

Boa aula!
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Marcos André - professor

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

INTERPRETAÇÃO BÍBLIA - A Vinha de Nabote 1 Rs 21.1-9

Vamos tomar a passagem a seguir:

"E sucedeu depois destas coisas que, Nabote, o jizreelita, tinha uma vinha em Jizreel junto ao palácio de Acabe, rei de Samaria.
Então Acabe falou a Nabote, dizendo: Dá-me a tua vinha, para que me sirva de horta, pois está vizinha ao lado da minha casa; e te darei por ela outra vinha melhor: ou, se for do teu agrado, dar-te-ei o seu valor em dinheiro.
Porém Nabote disse a Acabe: Guarde-me o SENHOR de que eu te dê a herança de meus pais.
Então Acabe veio desgostoso e indignado à sua casa, por causa da palavra que Nabote, o jizreelita, lhe falara, quando disse: Não te darei a herança de meus pais. E deitou-se na sua cama, e voltou o rosto, e não comeu pão.
Porém, vindo a ele Jezabel, sua mulher, lhe disse: Que há, que está tão desgostoso o teu espírito, e não comes pão?
E ele lhe disse: Porque falei a Nabote, o jizreelita, e lhe disse: Dá-me a tua vinha por dinheiro; ou, se te apraz, te darei outra vinha em seu lugar. Porém ele disse: Não te darei a minha vinha.
Então Jezabel, sua mulher lhe disse: Governas tu agora no reino de Israel? Levanta-te, come pão, e alegre-se o teu coração; eu te darei a vinha de Nabote, o jizreelita.
Então escreveu cartas em nome de Acabe, e as selou com o seu sinete; e mandou as cartas aos anciãos e aos nobres que havia na sua cidade e habitavam com Nabote.
E escreveu nas cartas, dizendo: Apregoai um jejum, e ponde Nabote diante do povo." 
1 Reis 21:1-9

Esse texto parece narrar uma história simples, e parece ter sido escrito para expor toda a maldade de Acabe e de sua esposa Jezabel, porém os eruditos e pregadores em todas as épocas propõem uma mensagem interpretada a partir da tipologia dos elementos veja: 

Vinha – é o ponto central do texto, objeto de desejo de Acabe e protegido por Nabote por ser herança de família. Tipologicamente pode representar a nossa família, pois a vinha produz o vinho que simboliza “alegria” e é isso que a nossa família produz a alegria. Nabote tinha laço sentimental com a vinha, por ser ela herança, assim como temos com nossa família, pois é a nossa herança.  

Nabote – representa a cada pessoa que está produzindo na obra de Deus. O nome Nabote significa "frutífero", assim somos nós quando estamos servindo ao Senhor com toda nossa casa.

Acabe – representa o próprio Satanás, que propõe comprar a tua vinha (família), ele quer investir na sua casa, recomenda-se que cada um invista em seu lar, tempo, recurso, atenção, porque se não investirmos, Satanás investirá. Depois ele propõe dar uma vinha melhor, esta proposta tem sido aceita por muitos homens e mulheres, que trocam de conjugue, por acharem outro(a) aparentemente melhor. Melhor do ponto de vista do mundo, pois o melhor é o que Deus deu, melhor é a herança. 

Jezabel – representa os aliados de Satanás para armarem ciladas a fim de matarem e tomarem as vinhas dos Nabotes, pode vir em forma de sensualidade, em forma de armadilha, ou com acusações mentirosas. 

   Essa tipologia parece falar tudo, porém ainda tem mais, observe que no texto Nabote morre, parece não ter uma solução para que se evitasse a sua morte. Mas analisando os fatos que levaram a morte de Nabote encontramos algo que pode ser apontar para os dias atuais, veja: a sua vinha estava ao lado do palácio do rei Acabe (Satanás) ai está o elemento de comparação, o problema de Nabote foi estar com a sua colada no palácio do inimigo. O reino de Satanás não pode estar muito próximo da nossa família, pois ele com certeza tentará algo contra ela, pois ele odeia família, ele está cobiçando nossa casa. É necessário tirara a proximidade que a nossa família tem com o reino do adversário. Às vezes o reino de Satanás já está trabalhando dentro da casa de alguém. Para que o reino de Satã saia de dentro das nossas casas, primeiro, estabelecer a leitura da Palavra de Deus, adquirir um vida de oração, vigiar com a internet e a TV.

Marcos André - Professor

domingo, 25 de novembro de 2012

ESCOLA DOMINICAL - Conteúdo da Lição 9 - Revista da CPAD


Lição 9: Habacuque — A soberania divina sobre as nações
Data: 2 de Dezembro de 2012

TEXTO ÁUREO
“Tu és tão puro de olhos, que não podes ver o mal e a vexação não podes contemplar, por que, pois, olhas para os que procedem aleivosamente e te calas quando o ímpio devora aquele que é mais justo do que ele?” (Hc 1.13).

VERDADE PRÁTICA
A fim de cumprir os seus planos Deus age soberanamente na vida de todas as nações da terra.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Habacuque 1.1-6; 2.1-4.

Habacuque 1
1 - O peso que viu o profeta Habacuque.
2 - Até quando, SENHOR, clamarei eu, e tu não me escutarás? Gritarei: Violência! E não salvarás?
3 - Por que razão me fazes ver a iniquidade e ver a vexação? Porque a destruição e a violência estão diante de mim; há também quem suscite a contenda e o litígio.
4 - Por esta causa, a lei se afrouxa, e a sentença nunca sai; porque o ímpio cerca o justo, e sai o juízo pervertido.
5 - Vede entre as nações, e olhai, e maravilhai-vos, e admirai-vos; porque realizo, em vossos dias, uma obra, que vós não crereis, quando vos for contada.
6 - Porque eis que suscito os caldeus, nação amarga e apressada, que marcha sobre a largura da terra, para possuir moradas não suas.

Habacuque 2
1 - Sobre a minha guarda estarei, e sobre a fortaleza me apresentarei, e vigiarei, para ver o que fala comigo e o que eu responderei, quando eu for arguido.
2 - Então, o SENHOR me respondeu e disse: Escreve a visão e torna-a bem legível sobre tábuas, para que a possa ler o que correndo passa.
3 - Porque a visão é ainda para o tempo determinado, e até ao fim falará, e não mentirá; se tardar, espera-o, porque certamente virá, não tardará.
4 - Eis que a sua alma se incha, não é reta nele; mas o justo, pela sua fé, viverá.

INTRODUÇÃO
No diálogo entre Habacuque e o Senhor, presenciamos uma singular beleza teológica e literária. Ao longo do livro de Habacuque, deparamo-nos com uma das mais notáveis declarações doutrinárias: “O justo, pela sua fé, viverá” (2.4). Este oráculo fez-se tão notório, que se tornou uma das mais importantes temáticas, em o Novo Testamento (Rm 1.17 cf. Gl 3.8). Séculos mais tarde, inspirou Martinho Lutero a deflagrar a Reforma Protestante.

I. O LIVRO DE HABACUQUE

1. Contexto histórico.
Habacuque exerceu o seu ministério quando os caldeus marchavam vitoriosamente pelo Oriente Médio (1.6). Tal marcha iniciou-se em 627 a.C. e foi concluída com a vitória sobre Faraó Neco, do Egito, na Batalha de Carquêmis, em 605 a.C. (Jr 46.2). Tempo em que, de fato, os caldeus tornaram-se um império pujante. Isso mostra que o profeta era contemporâneo de Jeremias e Sofonias (Jr 1.1; Sf 1.1). Ele menciona ainda a opressão dos ímpios sobre os pobres e o colapso da justiça nacional (1.2-4) e descreve também o cenário do reinado tirânico de Jeoaquim, rei de Judá, entre 605 e 598 a.C. (Jr 22.3,13-18).

2. Vida pessoal.
Não há informações, dentro ou fora do livro, sobre a vida pessoal de Habacuque. Apenas temos a declaração de que ele é profeta (1.1), detalhe este também encontrado em Ageu e Zacarias (Ag 1.1; Zc 1.1). A partir dessas poucas informações e pela finalização de seu livro (3.19), muitos estudiosos entendem que Habacuque era um profeta bem aceito pela sociedade e — há quem afirme — oriundo de família sacerdotal. A literatura rabínica apoia essa ideia.

3. Estrutura e mensagem.
No estudo passado, aprendemos que o termo “peso” indica uma “sentença pesada e profecia”. A exemplo do livro de Naum, esse oráculo foi revelado à Habacuque na forma de visão (1.1). A profecia divide-se em três capítulos. O primeiro denuncia a corrupção generalizada da nação e a consequente resposta divina (1.2-17); o segundo, outra resposta do Eterno (2.1-20); e a terceira, a oração de Habacuque (3.1-19). O oráculo divino, que possui a mesma estrutura dos Salmos, tem como principal ênfase a fé.

II. HABACUQUE E A SITUAÇÃO DO PAÍS

1. O clamor de Habacuque.
O que ocorria em Judá ia de encontro ao conhecimento que Habacuque possuía a respeito do Deus de Israel. Mas como é possível Aquele que é justo e santo tolerar tamanha maldade? O profeta expressa sua perplexidade na forma de lamentos: “Até quando, SENHOR[...]?” (1.2; Sl 13.1,2); “Porque[...]?” (1.3; Sl 22.1). Essas perguntas indicam que, há tempos, Habacuque orava a Deus em busca de solução.

2. A descrição do pecado.
Assim, o profeta resume o quadro desolador do seu povo: iniquidade e vexação; destruição e violência; contenda e litígio (1.3). A Bíblia ARA (Almeida Revista e Atualizada) emprega o termo “opressão”. A Bíblia TB (Tradução Brasileira) usa “perversidade” no lugar de “vexação”. A estrutura poética nessa descrição revela a falência da justiça e o abuso opressor das autoridades em relação aos pobres.

3. O colapso da justiça nacional.
A frouxidão da lei era consequência da corrupção generalizada. Na esfera judiciária, a sentença não era pronunciada, ou quando dado o veredicto, este sempre beneficiava os poderosos (1.4). A sociedade sequer lembrava-se da lei. Esta era o poder coercitivo para manter a ordem pública, garantir a segurança e os direitos do cidadão (Dt 4.8; 17.18,19; 33.4; Js 1.8). Mas a influência das autoridades piedosas não foi suficiente para mudar o estado das coisas. Somente o Senhor onipotente de Israel é quem pode fazer plena justiça.

III. A RESPOSTA DIVINA

1. O juízo divino é anunciado.
Antes de Habacuque perceber a gravidade da situação, Deus, que está no controle de todas as coisas, apenas aguardava o tempo oportuno para agir e mostrar a razão de sua intervenção. Tudo estava nos planos do Senhor. O profeta e todo o povo de Judá precisavam prestar mais atenção aos acontecimentos mundiais, pois o Eterno realizaria, naqueles dias, uma obra que eles não creriam, quando lhes fosse contada (1.5). Essa obra era um novo império que Deus estava levantando no mundo. Não obstante, esse oráculo também diz respeito à vinda do Messias (At 13.40,41).

2. Os caldeus e a questão ética (1.6).
O império dos caldeus crescia e agigantava-se sob a liderança do rei Nabucodonosor. Ele estava a caminho de Jerusalém para invadir a província de Judá. No entanto, Habacuque ficou desapontado com essa resposta. Como um povo idólatra, sem ética e respeito aos direitos humanos, poderia castigar o povo de Deus? Ele pergunta: “por que, pois, olhas para os que procedem aleivosamente e te calas quando o ímpio devora aquele que é mais justo do que ele?” (1.13). Trataria o Senhor os filhos de Judá como os animais? (1.14). Permitiria à Babilônia fazer o que desejasse com o povo? (1.15-17).

IV. DEUS RESPONDE PELA SEGUNDA VEZ

1. A espera de Habacuque (2.1).
Sabedor de que Deus lhe responderá, o profeta prepara-se para ser arguido por Deus. Ele se posiciona como uma sentinela — figura comumente empregada para descrever os profetas bíblicos. Sua função era ficar alerta para escutar a palavra de Deus e transmiti-la ao povo (Is 21.8; Jr 6.17; Ez 3.17).

2. A visão.
A resposta divina veio ao profeta através de uma visão transmitida com agilidade e nitidez, dispensando a necessidade de que alguém lesse e a interpretasse (2.2), pois se tratava de uma mensagem que, apesar de futurística, era claríssima: A Babilônia desaparecerá da terra para sempre! No entanto, Judá, apesar do castigo, sobreviverá (Jr 30.11). O desafio era crer na mensagem! Ainda que seu cumprimento tardasse, Deus é fiel para cumprir a sua palavra (2.3; Jr 1.12). Assim como naquele tempo, o mundo permanece no pecado por causa da incredulidade e por isso não crê na pregação do Evangelho (Jo 9.41; 15.22; 16.9; 2 Co 4.4).

3. O justo viverá da fé.
A expressão “alma que se incha” (2.4) refere-se ao orgulho dos caldeus (1.10; Is 13.19). O justo é aquele que crê no julgamento de Deus sobre a Babilônia (2.8). Ele sobreviverá à devastação de Judá pelo exército de Nabucodonosor: “o justo, pela sua fé, viverá” (2.4b). Mas ao mesmo tempo é uma mensagem de profundo significado para a fé cristã (Rm 1.17; Gl 3.8; Hb 10.38). Em o Novo Testamento, o “justo” é quem, proveniente de todas as nações, acolhe a mensagem do Evangelho e é justificado pela fé em Jesus.

CONCLUSÃO
A Palavra de Deus é suficiente para corrigir o caminho tortuoso de qualquer pessoa. Apesar de a resposta divina nem sempre ser o que esperamos, ela é sempre a melhor. Quem não se lembra do fato ocorrido na vida de Naamã? (2 Rs 5.10-14). Isso acontece porque os caminhos e os pensamentos de Deus são infinitamente mais elevados que os nossos (Is 55.8,9). Vivamos, pois, pela fé!
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domingo, 21 de outubro de 2012

INTERPRETAÇÃO BÍBLICA - Recalcitrar Contra os Aguilhões



Considere o texto a seguir e a sentença sublinhada:


"E, caindo em terra, ouviu uma voz que lhe dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues? 
E ele disse: Quem és, Senhor? E disse o Senhor: Eu sou Jesus, a quem tu persegues. Duro é para ti recalcitrar contra os aguilhões
Atos 9:4-5

  Convém primeiro entender o significado: "recalcitrar" significa confrontar, resistir, e "aguilhão" era uma espécie de espeto de ferro, de bronze ou até de prata, com o qual os carroceiros picavam (cutucavam) o gado para puxar a carroça. Porém quando o boi era muito bravo ele se debatia contra os aguilhões e acabava se ferindo.


   Paulo era como esse "boi bravo" que estava lutando contra algo que para ele era errado, como um boi bravo ele lutava contra a nova religião que estava surgindo, porém Jesus estava lhe ensinando que não adiantaria ele lutar contra aquele aguilhão, pois era mais forte do que ele. Quem sabe se Paulo considerando em seus pensamentos talvez já não tivesse alguma dúvida acerca da autenticidade divina daquela nova religião?

   A dúvida que paira na cabeça de muitos estudiosos, é por que a parte sublinhada não aparece nas versões mais atuais da Bíblia?

Façamos uma crítica textual:

Essa parte aparece nas versões mais tradicionais e renomadas:
- Almeida Revista e Corrigida 
- King James (inglesa)
- Reina Valera (espanhola)

Não aparecendo nas mais atuais:
- Almeida Revista e Atualizada
- Nova Versão Internacional

   O que ocorreu foi o seguinte: ao serem editadas as novas versões, essa parte não entrou por não se encontrar nos manuscritos gregos. O pequeno "erro" ocorreu porque o texto usado para as traduções mais tradicionais de Almeida, King James e Reina Valera, foi o de Erasmo de Roterdã em grego, e como Erasmo não dispunha de todo o texto em grego, ele usou partes do texto em latim.  

CONCLUSÃO
   Devemos entender que não há nenhum problema aqui, pois de fato o Senhor disse aquelas palavras a Paulo, pois ele mesmo registrou em At 26.14 ao narrar a sua história para o rei Agripa e Berenice.

"E, caindo nós todos por terra, ouvi uma voz que me falava, e em língua hebraica dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues? Dura coisa te é recalcitrar contra os aguilhões." 
Atos 26:14

   Provavelmente na tradução para o latim, alguém entendeu que se Paulo disse em At 26:14 que foi desse jeito, então em At 9.5 deveria estar do mesmo jeito (essa é minha especulação).

Paz a todos em Cristo.

Marcos André - Professor

VÍDEO PARA ESSA INTERPRETAÇÃO: Clique Aqui!

sábado, 11 de agosto de 2012

INTERPRETAÇÃO BÍBLICA - O Véu nos Corações

Considere a passagem:


"E não somos como Moisés, que punha um véu sobre a sua face, para que os filhos de Israel não olhassem firmemente para o fim daquilo que era transitório.
Mas os seus sentidos foram endurecidos; porque até hoje o mesmo véu está por levantar na lição do velho testamento, o qual foi por Cristo abolido;
E até hoje, quando é lido Moisés, o véu está posto sobre o coração deles.
Mas, quando se converterem ao Senhor, então o véu se tirará."
                                                                           2 Coríntios 3:13-17


Tomemos alguns elementos de comparação:

A Glória refletida.
    Nesta passagem o apostolo Paulo faz uma comparação entre nós (todos os crentes do Novo Testamento salvos pelo sangue de Cristo) e Moisés intermediador da Antiga Aliança, entre a glória de Deus no Antigo Testamento e a glória dEle em nós. 

   Aqui mostra que a Glória do Senhor no Antigo Testamento brilhava transitoriamente na face daquele que esteve em sua presença, era um reflexo de algo que estava impregnado na face de Moisés, como certos objetos florescentes que estando em contato com a luz, brilha por um certo tempo após a luz ser tirada. Era um fenômeno físico a partir de algo sobrenatural. 

  Quer dizer que no Antigo Testamento apenas refletia na pessoa que teve contato com Ele. Não somos como moisés, pois na Nova Aliança, o Espírito de Deus foi derramado sobre nós, então a Glória do Todo Poderoso frui de dentro de nós, não é mais um fenômeno físico para não assustar ninguém, mas somente sobrenatural dentro de nós.

O Véu.
    Moisés colocava um véu no rosto, pois a glória refletida em seu rosto incomodava os pecadores, então era colocado o véu para que não vissem a face do intermediador da Lei.
  Significa dizer que eles pela lição do Antigo Testamento não poderiam conhecer o intermediador da Antiga Aliança, quanto mais o Criador.
   Paulo afirma que não somos como Moisés, pois a Glória de Deus manifestada em nós é discernida espiritualmente e mostra a revelação de Deus em nós. A mensagem é passada conduzindo o pecador ao intermediador da Nova Aliança (Jesus).
   Paulo afirma ainda, que ao aprenderem os ritos do Antigo Testamento, o véu se levanta em seus corações, de modo que eles não podem chegar ao pleno conhecimento do Senhor, e só será tirado o véu, se eles se converterem.

Abolido.
   Significa que o ensino das práticas do Antigo Testamento foi abolido, pois existe um novo Mediador de uma Nova Aliança, não de sangue de animais, como ensina o Antigo Testamento, mas pelo sangue do Mediador, Jesus Cristo.
   O Antigo Testamento permanece como referencial, como fonte de conhecimento da origem das dispensações e da simbologia da Nova Aliança, da história do mundo e do conhecimento das obras e das promessas do Senhor.

Marcos André - Professor