TEXTO PRINCIPAL
“Como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em amor.” (Ef 1.4).
RESUMO DA LIÇÃO
A compreensão da Eleição nos impulsiona a uma vida de entrega total a Deus, refletindo sua glória e cumprindo seu propósito no mundo.
LEITURA DA SEMANA
SEGUNDA — Ef 1.4,5 Deus nos escolheu em Cristo
TERÇA — 2Tm 1.9 A Eleição nos convida a viver segundo o propósito de Deus
QUARTA — 1Pe 1.2 Fomos eleitos para a obediência
QUINTA — 1Pe 2.9 A Eleição nos faz um povo de propriedade exclusiva de Deus
SEXTA — Ef 2.10 Fomos criados em Cristo Jesus para boas obras
SÁBADO — Rm 12.1,2 O propósito da nossa Eleição
OBJETIVOS
APRESENTAR o conceito bíblico de Eleição;
COMPREENDER a Eleição bíblica fundamentada em Jesus;
CONHECER as implicações da Eleição bíblica.
INTERAÇÃO
[...]
ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
[...]
TEXTO BÍBLICO
Efésios 1.3-14.
3 — Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo,
4 — como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em amor,
5 — e nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade,
6 — para louvor e glória da sua graça, pela qual nos fez agradáveis a si no Amado.
7 — Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a remissão das ofensas, segundo as riquezas da sua graça,
8 — que Ele tornou abundante para conosco em toda a sabedoria e prudência,
9 — descobrindo-nos o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em si mesmo,
10 — de tornar a congregar em Cristo todas as coisas, na dispensação da plenitude dos tempos, tanto as que estão nos céus como as que estão na terra;
11 — nele, digo, em quem também fomos feitos herança, havendo sido predestinados conforme o propósito daquele que faz todas as coisas, segundo o conselho da sua vontade,
12 — com o fim de sermos para louvor da sua glória, nós, os que primeiro esperamos em Cristo;
13 — em quem também vós estais, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e, tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa;
14 — o qual é o penhor da nossa herança, para redenção da possessão de Deus, para louvor da sua glória.
COMENTÁRIO DA LIÇÃO
INTRODUÇÃO
Professor(a), esta lição vai falar profundamente sobre uma obra que vem da misericórdia de Deus, é a chamada Eleição. E essa misericórdia foi feita a todos, pois todos foram escolhidos por Deus para uma grande obra, mas nem todos a desejam, como veremos.
A Salvação e a Eleição estão intimamente ligadas à obra redentora de Cristo, que, por meio de seu sacrifício na cruz, nos oferece o perdão e a vida eterna. Por isso, a Eleição é uma escolha de Deus, não fundamentada em determinismos e incondicionalidades, mas em sua infinita graça e amor. Deus nos escolheu porque, em Cristo, Ele decidiu misericordiosamente nos chamar para uma vida transformada, dependente de sua graça. Assim, nesta lição, veremos que a Eleição é um ato de amor que nos convida a nos entregar plenamente a Deus, vivendo conforme sua vontade.
Convém ensinar já nesse início que a Eleição é a escolha de Deus, assim como nós escolhemos, isto é, elegemos os nossos governantes para um mandato, mas no caso da Eleição, a escolha não não é por mérito humano e nem se quer por desejo de ser salvo, pois a humanidade estava tão perdida, que nem pensava em salvação.
Notemos que a Eleição produz em nós um efeito, que é o efeito da transformação pessoal.
I. O CONCEITO BÍBLICO DE ELEIÇÃO
1. A Eleição como parte do plano redentor de Deus.
A Doutrina Bíblica da Salvação é de grande importância. Ao refletirmos sobre ela, podemos nos perguntar: “Como Deus elege os salvos para a salvação?” A Eleição bíblica para a salvação não é incondicional, mas condicional, ou seja, ela faz parte do plano de Deus para salvar o pecador em que este deve respondê-la com arrependimento e fé. Assim, a eleição de Deus é condicional àqueles que ouvem e seguem a voz de Jesus, nosso Senhor (Jo 10.27). É essencial entender que a Eleição bíblica está fundamentada na obra de nosso Senhor Jesus, o verdadeiro Eleito, e em nossa total entrega a Ele. Deus escolheu um povo para si, com o propósito de ser testemunha de sua glória e de trazer salvação ao mundo. A Eleição aponta para a obra de Cristo, o Cordeiro escolhido, por meio do qual todos os crentes são eleitos para a salvação (Ef 1.4,5; Rm 8.29,30).
Quando entendemos que a Eleição é condicional, entendemos que somente aqueles que a desejam podem alcançá-la, ou seja, Deus estendeu a todos essa Eleição, já sabendo que nem todos a desejariam, e Deus respeita isso, pois não é propósito do Senhor que o ser humano o sirva só por obrigação, ou por falta de opção, ou ainda como se fosse uma marionete controlada por Deus.
"Servi ao Senhor com alegria; e entrai diante dele com canto.", Salmos 100.2
2. A Eleição no Antigo Testamento: Israel como povo escolhido.
Quando observamos a eleição no Antigo Testamento, percebemos que se trata de uma eleição corporativa, ou seja, a eleição bíblica para salvar não diz respeito a indivíduos, mas a um povo — exceto quando se refere a uma eleição para um ministério específico, como nos casos de Abraão, Davi e Jeremias. Essa mesma perspectiva será encontrada no Novo Testamento. No Antigo Testamento, a eleição foi dirigida a Israel, não por méritos do povo, mas pela graça de Deus. O propósito da eleição de Israel era claro: ser a nação por meio da qual a promessa de salvação para o mundo seria cumprida, especialmente pela vinda do Messias (Dt 7.6-8; Is 45.4).
Com isso, entendemos que, no Antigo Testamento a Eleição possui o propósito de separar o povo pelo qual viria o Messias ao mundo. E o objetivo disso tudo era levar a salvação ao mundo inteiro, então, no geral, a Eleição de alguns tem sempre o propósito de salvar a humanidade inteira. Com isso entendemos que o Senhor não tem interesse apenas em um grupo seleto de pessoas, mas sim, em todas as pessoas, vejamos na Bíblia:
"Dize-lhes: Vivo eu, diz o Senhor Deus, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas em que o ímpio se converta do seu caminho, e viva. Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois, por que razão morrereis, ó casa de Israel?", Ezequiel 33:11
Entendemos aqui, que, embora no Antigo Testamento a Eleição tenha sido corporativa, ela tinha um propósito maior, que era de trazer o Messias para a salvação de toda a humanidade.
3. A Eleição no Novo Testamento: A Igreja como povo eleito em Cristo.
Agora, por meio da Aliança realizada no Calvário, a Eleição é cumprida em Cristo. A ênfase do Novo Testamento sobre a Eleição recai no fato de que todos os crentes que estão em Cristo foram eleitos para a salvação, por isso ela continua sendo corporativa. Nesse sentido, a eleição se estende aos gentios por meio da pregação do Evangelho. A Igreja, então, é chamada a viver conforme essa eleição, refletindo o caráter de Deus no mundo (Ef 1.4-6; 1Pe 2.9,10). Portanto, Deus chamou um povo para si, em Cristo, e aqueles que ouvem sua voz e seguem seus passos são eleitos para fazer parte de sua obra no mundo, vivendo em harmonia com sua vontade.
Note então que, no Novo Testamento o propósito da Eleição é levar a mensagem de salvação do Senhor Jesus ao mundo inteiro. Então, ela continua corporativa, mas sempre com um propósito maior, o de alcançar todas as pessoas. Ou seja, tanto no Antigo como no Novo Testamento a Eleição foi destinada à humanidade, mas obviamente só são eleitos aqueles que se renderem a Deus, por meio do Senhor Jesus Cristo.
SUBSÍDIO I
[...]
II. A ELEIÇÃO BÍBLICA FUNDAMENTADA EM JESUS
1. Jesus, o Eleito de Deus: O Cordeiro Escolhido.
Jesus é o “eleito” em um sentido único, pois Ele é o Cordeiro de Deus, escolhido antes da fundação do mundo para realizar a obra redentora da salvação (1Pe 1.19,20). Sua eleição inclui o sacrifício perfeito e definitivo que Ele ofereceu em nosso lugar, garantindo, assim, a eleição de todos os crentes. Ele é o primeiro eleito, cujo sacrifício na cruz assegura nossa própria eleição em Cristo. Para nós, na perspectiva bíblica pentecostal, a eleição é profundamente cristocêntrica, pois tudo gira em torno de Jesus e da sua obra redentora. Em passagens como 1 Pedro 1.19,20 e Apocalipse 13.8, vemos claramente que é em Cristo que nossa eleição se torna realidade.
Ou seja, dissemos que Jesus foi o primeiro eleito, porque Sua Eleição ocorre antes da fundação do mundo, veja na Bíblia:
"19 Mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado,
20 O qual, na verdade, em outro tempo foi conhecido, ainda antes da fundação do mundo, mas manifestado nestes últimos tempos por amor de vós;", 1 Pedro 1.19,20
Isso aconteceu porque Deus já sabia por Sua presciência que o ser humano iria pecar, então o Senhor providenciou um plano para a salvação, e escolheu (elegeu) o Filho para cumprir esse plano. Com isso, entendemos porque o Senhor permitiu que o ser humano pecasse, deixando a árvore da ciência do bem e do mal, desguarnecida no meio do jardim do Éden. Deus já sabia de tudo que iria acontecer e já providenciou tudo de antemão.
2. A Eleição em Cristo: Todos os crentes são eleitos nEle.
A Eleição e Jesus Cristo estão intrinsecamente ligados, pois é em Cristo que somos escolhidos para a vida eterna (Ef 1.4,5). A Eleição não acontece fora de Cristo, mas por estarmos unidos a Ele, somos chamados e eleitos para viver com Deus para sempre. Essa eleição está fundamentada na obra redentora de Cristo, que, ao sacrificar sua vida por nós, nos dá acesso à graça divina. Portanto, a Eleição é um ato de graça, feito por Cristo, que nos capacita a viver a vida eterna. Logo, todos os salvos da Igreja de Cristo são eleitos nEle, em conformidade com sua vontade (2Tm 1.9).
[...]
3. A Eleição em Cristo: Uma eleição com propósito.
A Eleição em Cristo não é arbitrária, mas está sempre voltada para o cumprimento de um propósito divino (Ef 1.11,12). O propósito da Eleição é que os crentes vivam para a glória de Deus, refletindo seu caráter e amor no mundo. No entanto, essa vivência deve ser tanto deliberada quanto espontânea, pois nossa resposta à chamada de Deus precisa ser intencional e genuína. A santidade e o serviço a Deus são aspectos essenciais dessa vivência, mas dependem da nossa disponibilidade de nos entregarmos totalmente a Ele (1Pe 1.2). A Eleição nos chama a viver de forma fiel e obediente ao plano divino, para que tudo seja feito para a glória de Deus.
Ou seja, o comentarista está afirmando aqui, que a Eleição em Cristo é uma dádiva de Deus, mas depende de nossa resposta. Isso porque o Senhor não deseja nos forçar a nada, para que a nossa resposta seja intencional e genuína. Veja um exemplo na Bíblia:
"19 Eu repreendo e castigo a todos quantos amo; sê pois zeloso, e arrepende-te.
20 Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei até ele, e com ele cearei, e ele comigo.", Apocalipse 3.19,20
Assim, Jesus bate à porta, mas quem deve abrir somos nós.
SUBSÍDIO II
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III. IMPLICAÇÕES DA ELEIÇÃO BÍBLICA
1. A Eleição e o Propósito Global: A missão de proclamar as Boas-Novas.
A Eleição divina não é uma escolha isolada, mas tem um propósito global, como vemos em Mateus 28.19,20, onde a missão de proclamar o Evangelho é dada a todos os crentes. Essa responsabilidade de participar ativamente dessa missão envolve levar as Boas-Novas de salvação a todas as nações, reunindo todos os eleitos em Cristo (At 13.47). Visto que participamos dessa missão, a Eleição nos coloca no centro do plano redentor de Deus, que visa a reconciliação de todas as coisas por meio de Cristo (2Co 5.18-20). Por consequência, a Igreja, como povo eleito, é chamada a ser luz para as nações, refletindo o caráter de Deus e proclamando sua salvação. Assim, nossa missão é levar a mensagem de Jesus aos confins da terra, cumprindo o propósito divino para a humanidade.
[...]
2. A Eleição e o chamado para viver em santidade.
A Eleição que Deus faz é o fundamento para a santidade, pois somos chamados para viver de maneira santa, assim como Ele é santo (1Pe 1.15,16). Já a Santificação é um processo contínuo, operado pela ação do Espírito Santo, que nos capacita a crescer em pureza e obediência (1Ts 4.7). Em síntese, a Eleição nos dá a capacidade de viver uma vida transformada, marcada pela conformidade à imagem de Cristo, refletindo seu caráter em nossas ações (2Co 7.1). Esse processo não é instantâneo, mas envolve uma entrega diária ao Espírito, que nos guia e molda. Em Cristo, somos eleitos para viver em santidade, como um reflexo da sua obra em nós.
Ou seja, o Espírito Santo é quem opera a santificação em nós. Claro que isso ocorre se nós assim o buscarmos, até mesmo porque, se o crente não desejar essa santificação, também ficará de fora da salvação. Porque a santificação é o único meio pelo qual podemos nos aproximar de Deus, veja dois versículos que comprovam isso:
"Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor;", Hebreus 12.14
"Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus;", Mateus 5.8
A santificação é o requisito fundamental para se aproximar de Deus, porque ela consiste na "separação do crente em relação ao mundo", e como Deus não está no mundo, então para que qualquer cristão se achegue a Deus, precisa também se separar do mundo:
"15 Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal.
16 Não são do mundo, como eu do mundo não sou.", João 17.15,16
E note aqui, pelo verso 15, que a nossa separação do mundo é estando nós, dentro do mundo.
3. A Eleição e o chamado para o serviço no Reino de Deus.
A Eleição é, acima de tudo, um chamado para o serviço no Reino de Deus, como vimos em Efésios 2.10, onde somos criados em Cristo para boas obras. Fomos eleitos para participar ativamente da obra de Deus, seja no ministério, no ensino, na evangelização ou em qualquer outro campo de serviço, como indicado em 1 Pedro 2.9. Essa disposição para servir é uma manifestação dessa eleição, pois, sendo escolhidos, somos chamados a viver não para nós mesmos, mas para cumprir os propósitos de Deus (Rm 12.1,2). Portanto, a verdadeira Eleição nos leva a uma vida de serviço, refletindo a graça de Deus em todas as áreas de nossa vida. Enfim, devemos ser diligentes em nossa entrega ao serviço de Deus, pois, como eleitos, estamos aqui para fazer a diferença no seu Reino.
Ou seja, todos os eleitos estão aptos ao serviço na obra de Deus, e com base nesta informação podemos acrescentar o seguinte, não é necessário grandes cargos para se começar a trabalhar para Deus de alguma forma, basta ter vontade. Não precisa ser teólogo, nem um grande comunicador, nem precisa ter dons do Espírito Santo, basta ter o Espírito Santo. A obra de Deus precisa de mais trabalhadores.
Vamos considerar a seguinte analogia: Se adquirirmos um aparelho de ar-condicionado e deixarmos ele guardado na caixa, depois de um certo tempo, ele vai enferrujar, as borrachas vão ressecar e o gás perderá as propriedades, com isso, esse aparelho perderá a sua serventia, pelo fato de não ter sido utilizado para o fim a que foi destinado. Algo semelhante acontece com o crente, pois ele foi chamado para uma finalidade, veja na Bíblia:
"Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas.", Efésios 2.10
E se o crente não se colocar à disposição para trabalhar nessa finalidade, então logo vai perder a serventia e se tornar inútil para a obra e assim como o ar-condicionado que estragou e se tornou em sucata para descarte, também esse crente se estragará e se tornará em sucata para descarte.
Por isso, todos devem trabalhar na obra do Senhor.
CONCLUSÃO
A Salvação e a Eleição, em última análise, são uma demonstração do amor imensurável de Deus por nós, como visto em sua escolha soberana em Cristo. A Eleição bíblica está centrada na obra redentora de Cristo, que nos oferece a salvação por sua graça e sacrifício. Não somos apenas salvos, mas, por meio da Eleição, somos chamados a viver uma vida de santidade, comprometidos com a evangelização e o serviço ao Reino de Deus. Portanto, a Eleição não é um fim em si mesma, mas um convite para sermos instrumentos de transformação no mundo. Assim, somos escolhidos para cumprir o propósito divino de proclamar o Evangelho e viver em conformidade com a sua vontade.
Professor(a), de todos os ensinamentos passados, sugiro uma ênfase no último subtópico, pois trata de algo prático, que é o serviço da obra de Deus.
Após essa conclusão, se desejar siga estas instruções:
- revise, com a classe, os pontos e ideias mais importantes comentados;
- elabore e faça as perguntas se houver tempo;
- convide os alunos para a próxima aula falando da próxima lição, mencionando algo interessante que vai ser tratado.
ESTANTE DO PROFESSOR
ZUCK, Roy B. (Ed.). Teologia do Novo Testamento. 4ª Edição. Rio de Janeiro: CPAD, 2010.
HORA DA REVISÃO
1. Em quem a Eleição bíblica está fundamentada?
A Eleição bíblica está fundamentada na obra de nosso Senhor Jesus, o verdadeiro Eleito, e em nossa total entrega a Ele.
2. O que é eleição corporativa?
É a eleição bíblica para salvar que não diz respeito a indivíduos, mas a um povo.
3. Como a Eleição se estende aos gentios?
A eleição se estende aos gentios por meio da pregação do Evangelho.
4. Quem é o “eleito” em um sentido único?
Jesus é o “eleito” em um sentido único, pois Ele é o Cordeiro de Deus, escolhido antes da fundação do mundo para realizar a obra redentora da salvação (1Pe 1.19,20).
5. Onde a Doutrina Bíblica da Eleição nos coloca?
A Eleição nos coloca no centro do plano redentor de Deus, que visa a reconciliação de todas as coisas por meio de Cristo (2Co 5.18-20).
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