AULA EM 8 DE FEVEREIRO DE 2026 - LIÇÃO 6
(Revista Editora CPAD)
Tema: O Filho como o Verbo de Deus

TEXTO ÁUREO
“E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.” (Jo 1.14).
VERDADE PRÁTICA
Jesus Cristo, o Verbo eterno, é a revelação plena e visível de Deus ao mundo, manifestando graça, verdade e a glória do Pai.
LEITURA DIÁRIA
Segunda — Jo 1.1-3 O Verbo eterno e divino
Terça — Jo 1.14 O Verbo se fez carne
Quarta — Êx 25.8,9 Deus habita entre o povo
Quinta — Jo 1.17 Graça e verdade por Cristo
Sexta — Jo 1.18 O Filho unigênito revelou o Pai
Sábado — Cl 1.15-19 Cristo, a imagem do Deus invisível
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
João 1.1-5,14.
1 — No princípio, era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.
2 — Ele estava no princípio com Deus.
3 — Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez.
4 — Nele, estava a vida e a vida era a luz dos homens;
5 — e a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam.
14 — E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.
HINOS SUGERIDOS
20, 175 e 182 da Harpa Cristã.
COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
Professor(a),
o evangelho escrito por João é o que mais revela a deidade de
Jesus, já no
seu
início aparece
essas verdades,
e toda esta lição vai mostrar a
deidade do Salvador com
base neste evangelho. E neste subsídio vou deixar acréscimos que o
ajudarão a ministrar uma aula com conteúdos relevantes, como, por
exemplo, a
forma como as Testemunhas de Jeová, distorcem a deidade de Jesus na
tradução do Novo Mundo da Bíblia Sagrada.
O
prólogo do Evangelho de João apresenta o Verbo eterno como Deus,
Criador e Revelador. Ele se fez carne e revelou de forma plena e
completa a glória do Pai. O apóstolo João afirma que viu a glória
do Deus Unigênito, cheia de graça e de verdade. Nesta lição,
veremos que essa revelação marca o clímax da encarnação do Verbo
— o Filho de Deus — onde o invisível se tornou visível, o
eterno entrou no tempo e o insondável foi manifestado em Cristo
Jesus.
Quando
João afirma no início do seu evangelho que viu a glória do Deus
Unigênito, estava se referindo à transfiguração de Cristo que
somente ele, Tiago e Pedro haviam testemunhado.
"E,
estando ele ainda a falar, eis que uma nuvem luminosa os cobriu. E da
nuvem saiu uma voz que dizia: Este é o meu amado Filho, em quem me
comprazo; escutai-o.", Mateus 17.5
João
escreve o seu evangelho no final do primeiro século, e não faz um
relato direto da transfiguração, apenas essa pequena nota:
"E
o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória,
como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de
verdade.", João 1.14
Convém
relembrar que, quando João escreve o seu evangelho, já havia entre
os irmãos muitos gnósticos espalhando ensinos errôneos que
afirmava que o Filho de Deus nunca poderia ter vindo em carne, pois
na ideia gnóstica Deus habitou o corpo de Jesus e o deixou no
momento da crucificação. Por isso, tanto o evangelho de João como
suas cartas vão combater essas heresias.
I.
O VERBO COMO DEUS ETERNO
1.
O Verbo preexistente.
O
prólogo de João (dezoito versículos iniciais) é chamado de “Hino
Logos”. Na abertura: “No princípio, era o Verbo” (Jo 1.1a), as
palavras “no princípio” lembram o texto introdutório da Bíblia
(Gn 1.1) e claramente ensinam que o Verbo sempre existiu. Esta é uma
maneira de referir-se ao atributo da Eternidade que só Deus possui.
O
atributo da eternidade divina afirma que Deus não teve início e nem
terá fim, e como Ele é criador do tempo, Ele não pode ser limitado
pelo tempo, vemos isso em algumas passagens:
"Mas,
amados, não ignoreis uma coisa, que um dia para o Senhor é como mil
anos, e mil anos como um dia.", 2 Pedro 3.8
A
eternidade é mais um atributo imanente de Deus, isto é, que somente
o Pai, o Filho e o Espírito Santo possui.
A
expressão “Verbo” (gr. lógos) designa Deus, referindo-se à
divindade do Filho. Enquanto os gregos pensavam em um princípio
impessoal e os gnósticos num ser intermediário, João apresenta o
Logos como o próprio Deus Eterno — Jesus Cristo, o Filho Unigênito
do Pai (Jo 1.14; 3.16). Antes de tudo o que existe, o Verbo já
existia. Jesus não começou a existir em Belém, pois Ele é Eterno,
coexistente com o Pai desde o princípio (Cl 1.17).
Para
os gnósticos Jesus recebeu o Cristo no momento do batismo nas águas,
e ali Ele passou a ser o Cristo de Deus, mas não poderia jamais ser
Deus, pois para eles, a divindade não viria em forma de criatura e
assim, Cristo seria apenas um ser iluminado e intermediário entre
Deus e as criaturas. Por isso, podemos perceber o esforço de João
em apresentar Jesus como o logos divino que atuou na criação de
tudo.
Para
saber mais sobre o gnosticismo: https://www.apologetica.pt/?p=135
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