AULA EM 15 DE FEVEREIRO DE 2026 - LIÇÃO 7
(Revista Editora CPAD)
Tema: A Obra do Filho

TEXTO ÁUREO
“Pelo que também Deus o exaltou soberanamente e lhe deu um nome que é sobre todo o nome.” (Fp 2.9).
VERDADE PRÁTICA
A humilhação voluntária de Cristo, sua obra redentora e sua exaltação gloriosa revelam que somente Ele é digno de toda adoração e obediência.
LEITURA DIÁRIA
Segunda — Rm 12.2 O cristão precisa viver na vontade de Deus
Terça — Jo 17.5 Jesus renunciou sua glória celestial
Quarta — Hb 12.2 Cristo está glorificado à direita do Pai
Quinta — Jo 19.30 Jesus completou a obra que o Pai lhe confiou
Sexta — Hb 1.3 Cristo é Rei e Sacerdote
Sábado — Hb 9.28 Cristo voltará glorioso para buscar sua Igreja
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Filipenses 2.5-11; Hebreus 9.24-28.
Filipenses 2
5 — De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus,
6 — que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus.
7 — Mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens;
8 — e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte e morte de cruz.
9 — Pelo que também Deus o exaltou soberanamente e lhe deu um nome que é sobre todo o nome,
10 — para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra,
11 — e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai.
Hebreus 9
24 — Porque Cristo não entrou num santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para agora comparecer, por nós, perante a face de Deus;
25 — nem também para a si mesmo se oferecer muitas vezes, como o sumo sacerdote cada ano entra no Santuário com sangue alheio.
26 — Doutra maneira, necessário lhe fora padecer muitas vezes desde a fundação do mundo; mas, agora, na consumação dos séculos, uma vez se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo.
27 — E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo, depois disso, o juízo,
28 — assim também Cristo, oferecendo-se uma vez, para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para a salvação.
HINOS SUGERIDOS
39, 277 e 491 da Harpa Cristã.
COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
Professor(a),
esta lição fala da maior obra do Senhor em benefício da
humanidade, uma obra capaz de transformar a vida de uma pessoa, por
isso, a nossa fé propõe uma mudança de vida que não é proposta
em nenhuma outra religião do mundo. Neste subsídio apresento um
conteúdo além do que o que está na revista. Como, por exemplo, a
decisão do papa Leão XIV acerca dos títulos de Maria no tópico
II, subtópico 2.
Jesus
Cristo é o Filho eterno de Deus, que assumiu a forma humana, viveu
uma vida sem pecado, morreu em nosso lugar e ressuscitou
vitoriosamente. Sua missão abrange não apenas o perdão dos
pecados, mas a revelação do caráter do Pai e a restauração de
toda a criação. Esta lição visa apresentar a profundidade da obra
do Filho em três dimensões: sua humilhação, sua redenção e sua
exaltação.
Convém
já informar aos alunos que, a obra de Jesus é a salvação da
humanidade, e para que essa salvação ocorra, Jesus realizou e
realiza essas ações, humilhação, redenção e exaltação. Então
vamos ver como Ele se humilhou, como Ele nos redime e como o Pai o
exaltou. É com base nessas ações que esta lição foi construída.
I.
A HUMILHAÇÃO VOLUNTÁRIA DO FILHO
1.
A submissão de Cristo.
Paulo
exorta a igreja de Filipos à unidade e à humildade (Fp 2.1-4). O
apóstolo adverte aqueles irmãos a terem a mente de Cristo: “De
sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo
Jesus” (Fp 2.5). O termo grego traduzido como “sentimento” é
phroneō, que também pode significar “modo de pensar” e
“disposição mental”. Dessa forma, os crentes devem assumir o
mesmo modo de pensar e viver que foi demonstrado por Cristo (1Jo
2.6).
A
ideia do apóstolo Paulo é apresentar Jesus como o modelo a ser
seguido, mas não significa seguir de forma forçada, mas sim
modificar a própria forma de pensar, como vimos pelo termo grego
utilizado, ou seja, é mudar a mente. Isso é tão difícil que só
com a ajuda do Espírito é possível conseguir.
Refere-se
a uma consciência moldada pela humildade, amor e obediência (Jo
13.15). Imitar a mente de Cristo significa renunciar ao egoísmo,
buscar o bem do próximo e viver para a glória de Deus (Rm 12.2).
Como cristãos, somos chamados não apenas a crer em Cristo, mas a
pensar e agir como Ele (Mt 11.29).
No
caso específico que Paulo menciona, há um sentimento de Cristo a
ser imitado por nós, que é a humildade. Sabemos que Paulo cuidava
para que a Igreja tivesse unida, e ele sabia que somente com a
humildade, semelhante a de Jesus, isso seria possível. Veja:
"Porque
eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós
também.", João 13.15
Quando
Jesus falou isso, Ele havia acabado de lavar os pés dos apóstolos,
num sinal de humildade e cuidado. A humildade entre os membros de uma
congregação fortalece a união entre eles e assim fica mais difícil
para o inimigo atacar algum cristão dessa igreja. Ou seja, essa
igreja tem mais chance de sucesso.
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