AULA EM 29 DE MARÇO DE 2026 - LIÇÃO 13
(Revista Editora CPAD)
Tema: A consumação da Salvação

TEXTO PRINCIPAL
“E, assim como trouxemos a imagem do terreno, assim traremos também a imagem do celestial.” (1Co 15.49).
RESUMO DA LIÇÃO
A certeza da glorificação final nos impulsiona a viver como cidadãos celestiais, mesmo em um mundo em desordem.
LEITURA DA SEMANA
SEGUNDA — Rm 8.20,21 A criação foi sujeita à vaidade, mas espera ser libertada da corrupção
TERÇA — Jo 7.38,39 Do interior do que crê em Cristo fluirão rios de água viva
QUARTA — Hb 12.1-3 Jesus nos inspira a perseverar
QUINTA — Ef 1.4 Fomos escolhidos em Cristo
SEXTA — Rm 12.2 Seja transformado pela renovação da mente
SÁBADO — Gl 2.20 Uma vida centrada em Deus
OBJETIVOS
MOSTRAR as diferenças entre o homem terreno e o espiritual;
EXPLICAR que Deus consumará sua obra ao estabelecer novo céu e nova terra;
SABER que viver com Deus no centro de tudo é caminhar na contramão de um mundo antropocêntrico.
INTERAÇÃO
Professor(a), com a graça de Deus chegamos ao final de mais um trimestre. Durante os encontros dominicais você e seus alunos foram edificados, exortados e consolados mediante o estudo da salvação da humanidade: o plano perfeito de Deus. Estudar a Doutrina da Salvação nos faz entender a importância de mantermos os nossos olhos fixos no Céu, nas coisas futuras, porque a salvação tem um aspecto futuro e glorioso: a glorificação. É essa esperança da eternidade com Cristo que fortalece a nossa fé no presente, nos motivando a viver como cidadãos do Céu, com santidade, firmeza e esperança, mesmo em um mundo mergulhado em total desordem.
ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Prezado(a) professor(a), para explicar melhor o tópico I, sugerimos que apresente essa tabela comparativa entre Adão (alma vivente) e Cristo (espírito vivificante); corpo natural (descreve o corpo que é animado pela alma) e corpo espiritual (descreve o corpo que é animado pelo Espírito Santo).

Reafirme aos alunos que todas as pessoas recebem sua natureza da “alma” de Adão; compartilham sua origem terrena (o pó da terra). Os justos recebem a sua natureza “espiritual” de Cristo; compartilham sua origem celestial, de forma que são “celestiais”.
TEXTO BÍBLICO
1 Coríntios 15.42-49; Apocalipse 22.1-5.
1 Coríntios 15
42 — Assim também a ressurreição dos mortos. Semeia-se o corpo em corrupção, ressuscitará em incorrupção.
43 — Semeia-se em ignomínia, ressuscitará em glória. Semeia-se em fraqueza, ressuscitará com vigor.
44 — Semeia-se corpo animal, ressuscitará corpo espiritual. Se há corpo animal, há também corpo espiritual.
45 — Assim está também escrito: O primeiro homem, Adão, foi feito em alma vivente; o último Adão, em espírito vivificante.
46 — Mas não é primeiro o espiritual, senão o animal; depois, o espiritual.
47 — O primeiro homem, da terra, é terreno; o segundo homem, o Senhor, é do céu.
48 — Qual o terreno, tais são também os terrenos; e, qual o celestial, tais também os celestiais.
49 — E, assim como trouxemos a imagem do terreno, assim traremos também a imagem do celestial.
Apocalipse 22
1 — E mostrou-me o rio puro da água da vida, claro como cristal, que procedia do trono de Deus e do Cordeiro.
2 — No meio da sua praça e de uma e da outra banda do rio, estava a árvore da vida, que produz doze frutos, dando seu fruto de mês em mês, e as folhas da árvore são para a saúde das nações.
3 — E ali nunca mais haverá maldição contra alguém; e nela estará o trono de Deus e do Cordeiro, e os seus servos o servirão.
4 — E verão o seu rosto, e na sua testa estará o seu nome.
5 — E ali não haverá mais noite, e não necessitarão de lâmpada nem de luz do sol, porque o Senhor Deus os alumia, e reinarão para todo o sempre.
COMENTÁRIO DA LIÇÃO
INTRODUÇÃO
Professor(a), chegamos à última lição do trimestre e vamos encerrar com chave de ouro as lições que falam de salvação da alma humana. Pois os assuntos que serão tratados são escatológicos, isto é, fazem parte da doutrina das últimas coisas, e neste subsídio espero deixar acréscimo relevantes para a sua ministração da lição.
A salvação não se limita à justificação, regeneração e santificação. Ela será plenamente consumada na glorificação final — esta é a gloriosa esperança da Igreja de Cristo. Por isso, concluiremos este trimestre contemplando o novo começo de Deus como a consumação do plano redentor. A Palavra de Deus revela que nosso corpo será completamente transformado, toda a criação será restaurada, e estaremos para sempre com o Senhor. Essa certeza deve orientar a nossa vida no presente, levando-nos a viver como verdadeiros salvos em Cristo.
Aqui já podemos perceber que a consumação que se fala aqui, trata da finalização da obra de Cristo, ou seja, momento que a Igreja se encontrará com o Senhor Jesus e todos serão transformados. Finalizando assim o tempo da Igreja, iniciando a eternidade com Deus. E com base nessa esperança futura, podemos receber benefícios espirituais no tempo presente.
I. DO TERRENO AO CELESTIAL
1. A corrupção dará lugar à incorrupção.
A glorificação é a última etapa da salvação. Quando ela ocorrer, os salvos terão seus corpos transformados. O corpo, hoje, está sujeito à finitude: ele envelhece, adoece e morre. Essa é a corrupção de que o apóstolo Paulo trata em 1 Coríntios 15: a condição física limitada que herdamos desde o Éden. Na glorificação, nossos corpos não envelhecem, não adoecem nem morrem (1Co 15.42-44). Não por acaso, o apóstolo Paulo compara o corpo atual ao corpo glorificado, mostrando a transição do terreno para o celestial. Viveremos, então, em uma nova dimensão de existência.
Convém ressaltar que o apóstolo Paulo utilizou o termo "incorruptibilidade", para descrever como será o nosso corpo após a transformação:
"Porque convém que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade, e que isto que é mortal se revista da imortalidade.", 1 Coríntios 15.53
Ou seja, nosso corpo não sofrerá dano pelo envelhecimento ou por feridas. E podemos presumir que essa natureza foi criada perfeita em Adão, no entanto o pecado a decaiu:
"Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram.", Romanos 5.12
No entanto a nossa natureza se transformará em algo superior, veja como Paulo classifica o nosso futuro corpo:
"Semeia-se corpo natural, ressuscitará corpo espiritual. Há corpo natural, e há também corpo espiritual.", 1 Coríntios 15.44
2. Alma vivente e espírito vivificante.
Para aprofundar ainda mais essa transição, o apóstolo apresenta outro contraste: agora entre Adão e Cristo. O primeiro, como “alma vivente”, foi aquele que recebeu a vida diretamente de Deus (1Co 15.45). O segundo, nosso Senhor, é o “espírito vivificante”, ou seja, aquEle que concede vida, anima, transforma e renova o ser humano pecador. Assim como herdamos a natureza adâmica, inclinada ao pecado, também herdaremos, para sempre, a natureza redimida que procede de Cristo (1Co 15.45-47). Portanto, a finitude dará lugar à infinitude; a corrupção, à incorrupção; e a morte, à vida eterna.
Pela comparação de Paulo entre Adão e Cristo, podemos comprovar a divindade de Jesus:
"Assim está também escrito: O primeiro homem, Adão, foi feito em alma vivente; o último Adão em espírito vivificante.", 1 Coríntios 15.45
Jesus é a fonte da vida para todo cristão. O comentarista fala que nós herdaremos a natureza redimida. No entanto, convém acrescentar que enquanto estamos nessa terra, podemos receber a essência da natureza de Cristo, veja como isso é ensinado na Palavra:
"E se alguns dos ramos foram quebrados, e tu, sendo oliveira brava, foste enxertado em lugar deles, e feito participante da raiz e da seiva da oliveira.", Romanos 11.17
Quer dizer que fomos "enxertados" na Oliveira verdadeira, que é Jesus, e assim como acontece com o enxerto das plantas, nós passamos a receber da ceiva divina, isto é, da essência de Cristo.
3. O homem terreno e o homem celestial.
Nesta era, carregamos a imagem do homem terreno. Lutamos contra a natureza pecaminosa enquanto não experimentamos plenamente a redenção eterna. Por isso, enfrentamos as complexidades e contradições da nossa própria natureza. A Palavra de Deus revela que o Senhor Jesus suportou as contradições dos pecadores (Hb 12.1-3). Contudo, temos a promessa de que seremos conformados à imagem celestial, sem pecado e em comunhão eterna com Deus. As contradições humanas desaparecerão. Viveremos, enfim, aquilo que Deus planejou para nós desde o princípio.
[...]
SUBSÍDIO I
Professor(a), explique que mesmo no corpo de carne, lutamos contra essa natureza e somos orientados por Paulo a pensar nas coisas que são de cima (Cl 3.2). “Pelo fato de nossas vidas e identidades como cristãos estarem agora entrelaçadas em nosso relacionamento com Cristo (v.3), temos de ocupar nossas mentes com assuntos espirituais e deixar que nossas atitudes sejam determinadas pelas coisas que são de cima. Nossos maiores afetos e prioridades devem estar centrados em coisas que vão durar para sempre, e os nossos maiores esforços devem ser para armazenar ‘tesouros no céu’ (Mt 6.19,20). Devemos avaliar, julgar e considerar todas as coisas a partir de uma perspectiva eterna e celestial. Nossas metas e objetivos devem consistir em buscar as coisas espirituais (vv.1-4), resistir ao pecado (vv.5-11) e desenvolver o caráter de Cristo (vv.12-17). Em nossa busca por objetivos eternos, Cristo disponibilizou-nos os recursos do céu, os quais Ele irá proporcionar para aqueles que sinceramente pedirem, buscarem e baterem em sua porta com persistência (veja Lc 11.1-13; 1Co 12.11; Ef 1.3; 4.7,8). Se nos mantivermos fiéis a Cristo, podemos estar confiantes da glória, honra e recompensa supremas com Ele no céu (Mt 25.21; 2Tm 2.12)”. (Bíblia de Estudo Pentecostal para Jovens. Rio de Janeiro: CPAD, 2023, p.1675).
II. UMA NOVA ORDEM DO COSMOS (Ap 22.1-5)
1. O rio puro de água viva.
A salvação não será consumada apenas no ser humano, mas também em toda a criação. A Bíblia mostra que o pecado trouxe caos não apenas ao homem, mas a toda a ordem criada (Rm 8.20,21). Contudo, Deus consumará sua obra ao estabelecer novo céu e nova terra (Ap 21.1). Nessa perspectiva, o apóstolo João nos apresenta a cena gloriosa da cidade eterna. Nela, há um rio que flui do trono de Deus. Esse rio, além de seu sentido literal, simboliza a presença contínua do Espírito Santo (Jo 7.37-39). Sua presença produz uma restauração completa, na qual pulsa a vida de Deus. São as doces águas do Espírito, em contraste com as águas amargas do tempo presente (Ap 22.1; Rm 8.18).
Acreditamos pela Palavra de Deus, que haverá um reequilíbrio da natureza após a segunda vinda de Cristo, vejamos:
"Porque, eis que eu crio novos céus e nova terra; e não haverá mais lembrança das coisas passadas, nem mais se recordarão.", Isaías 65.17
Veja que até os animais deixarão de ser hostis:
"O lobo e o cordeiro se apascentarão juntos, e o leão comerá palha como o boi; e pó será a comida da serpente. Não farão mal nem dano algum em todo o meu santo monte, diz o Senhor.", Isaías 65.25
Nesse contexto, a promessa de Deus para nós é de um tempo de bênção, prosperidade e paz junto ao nosso Criador.
Por isso, às vezes, o Senhor permite que alguns irmãos passem por dificuldades aqui, para que não se apegue à aparente tranquilidade e prosperidade dessa vida. Pois a verdade, é que muitos não focam nessas bênçãos futuras porque estão agarrados à essa terra. Meditemos nesta Palavra:
"Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens.", 1 Coríntios 15.19
2. Produção de vida verdadeira.
Apocalipse 22 também nos apresenta a imagem de uma árvore — a Árvore da Vida. Diferentemente do relato de Gênesis, agora ela está acessível a todos os salvos, dentro de um contexto de redenção consumada. Essa árvore simboliza a verdadeira vida, em que não haverá mais sofrimento físico, emocional ou espiritual. Experimentaremos cura, plenitude e alimento eterno que procedem diretamente de Deus (Ap 22.2,3). Tudo terá sido completamente redimido. Trata-se de uma forma de vida que, para muitos hoje, não passa de um imaginário, de um anseio por um mundo melhor. No entanto, essa realidade não é fruto da imaginação humana, mas faz parte do plano de redenção do Deus Altíssimo, preparado desde antes da fundação do mundo (cf. Ef 1.4; Ap 13.8).
[...]
3. Deus como centro para sempre.
Apocalipse 22 também revela que o trono de Deus e do Cordeiro estará no centro da cidade, no meio do seu povo. É Deus como o centro da vida. Ele será o sol e a luz que ilumina eternamente. Seremos sustentados por sua presença contínua. Então, o serviremos para sempre e contemplaremos, de forma gloriosa, a sua face (Ap 22.3-5). Essa esperança é o que move a vida do verdadeiro salvo. Quem foi justificado, regenerado e santificado anseia por ser glorificado, a fim de adentrar no Reino Celestial e contemplar a face do Senhor por toda a eternidade.
Podemos acrescentar aqui o seguinte: Quando o Senhor criou o ser humano, o propósito era criar um ser para se relacionar com Ele, por isso, Deus fez um ser diferente de todos antes dele, o fez conforme a Sua imagem e dotado de livre-arbítrio. Porém, o pecado afastou o ser humano do Senhor, e como Deus já sabia de tudo que iria acontecer, elaborou também um plano para trazer esse ser humano de volta para a Sua presença. Por isso, no final de tudo, o Senhor conseguirá o Seu grande propósito, que é de ter a Sua criação junto dEle para sempre, veja:
"E ouvi uma grande voz do céu, que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus está com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles, e será o seu Deus.", Apocalipse 21.3
Hoje nós temos o habitar de Deus em nosso interior pelo Seu Espírito Santo, mas chegará o dia em que estaremos juntos com o Pai, o Filho e o Espírito para sempre.
III. VIVENDO O FUTURO GLORIOSO NO PRESENTE TRABALHOSO
1. Vivendo como glorificados.
A esperança cristã em relação à glorificação final nos convida a agir no presente com um estilo de vida coerente com o Reino de Deus. Não se trata de um chamado à inatividade, muito menos a uma vida alienada, desconectada das questões reais da existência. Pelo contrário, essa esperança nos motiva a viver com um propósito que procede de Deus — é uma realidade do céu que já se manifesta em nós (cf. Rm 8.23). Assim, se essa esperança molda a nossa fé, somos desafiados a viver como se já fôssemos glorificados: que morremos com Cristo, ressuscitamos com Ele, ascendemos com Ele aos céus e agora vivemos no mundo como cidadãos celestiais (Cl 3.1-3). O Reino de Deus já opera em nós!
[...]
2. Sendo canais da água da vida.
O mundo vive em desordem e, como reflexo da desordem da Criação, as pessoas também vivem em desordem interior e exterior. Contudo, nós temos “rios de água viva” que correm no coração do salvo por intermédio do Espírito Santo (Jo 7.38,39). Assim como esse rio cura, restaura e renova, somos chamados a levá-lo àqueles que se encontram no profundo deserto espiritual. Somos os canais pelos quais o Espírito Santo deseja saciar a sede do sedento, curar as feridas do ferido e fluir na vida de quem perdeu o propósito (Is 55.1; Ap 22.17). Somos esses canais divinos para esse tempo!
Essa é a parte mais prática da lição, isto é, o momento de o jovem refletir que tipo de cristão ele é. Porque o mundo é como um vasto deserto espiritual, e como em todo deserto, qualquer "oásis" é percebido de longe. E se um jovem tem uma fonte de água viva em seu interior, todos à sua volta irão perceber. Pois enquanto outros maquinam maldades, o jovem de Cristo pensa coisas boas; enquanto outros se vestem com roupas escandalosas, o jovem cristão anda decentemente; enquanto outros tem o linguajar torpe e irreverente, o jovem de Cristo fala um linguajar puro e edificante. A sociedade percebe logo quem são os cristãos de verdade e quem são os falsos.
Professor(a), deixe essa pergunta para meditação da classe: será que você está sendo canal da obra do Espírito na vida de outros, ou você é somente mais uma planta comum do deserto semelhante as outras?
3. Uma mentalidade teocêntrica em um mundo antropocêntrico.
Viver com Deus no centro de tudo é caminhar na contramão de um mundo que coloca o ser humano numa posição que deve pertencer somente ao nosso Deus. Por isso, os valores do mundo são outros, suas prioridades são diferentes, seu estilo de vida é distinto, e suas decisões seguem outra lógica (Rm 12.2). Em contraste com um mundo centrado no ego, o salvo vive centrado em Deus, por meio de seu Filho, na força do Espírito Santo. Seus valores refletem os de Cristo, suas prioridades estão alinhadas com as de Cristo, seu estilo de vida imita o de Cristo, e suas decisões são guiadas pela vontade de Cristo (Gl 2.20; Cl 3.1-3). Neste mundo centrado no homem, Deus é o nosso centro!
Aqui, pode-se acrescentar o seguinte: Satanás tenta tirar o ser humano para longe da presença do Senhor, e a mensagem satânica no mundo é antropocêntrica, ou seja, é a mensagem de que o homem deve cuidar de si mesmo, valorizar a si mesmo e tomar decisões que beneficiem a si. Satanás sabe que esse tipo de pensamento afasta o ser humano de Deus e quem denunciou isso foi Jesus, veja:
"22 E Pedro, tomando-o de parte, começou a repreendê-lo, dizendo: Senhor, tem compaixão de ti; de modo nenhum te acontecerá isso.
23 Ele, porém, voltando-se, disse a Pedro: Para trás de mim, Satanás, que me serves de escândalo; porque não compreendes as coisas que são de Deus, mas só as que são dos homens.", Mateus 16.22,23
Jesus agiu assim, porque ouviu as palavras de Satanás na boca de Pedro. Ou seja, o antropocentrismo é uma ideia satânica para afastar o indivíduo da presença do Senhor.
PROFESSOR(A), “O Deus que iniciou a boa obra em cada um de nós continuará a realizá-la durante toda a nossa vida e a concluirá quando o encontrarmos face a face. A obra de Deus por nós começou quando Cristo morreu em nosso lugar na cruz. Sua obra dentro de nós começou quando cremos nEle pela primeira vez. Agora, o Espírito Santo vive em nós e nos permite ficar, a cada dia, mais semelhantes a Cristo. Paulo está descrevendo o processo do crescimento e da maturidade do cristão, que se iniciou quando aceitamos a Jesus, e que continuará até a sua volta.” (Extraído de Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, 2004, p.1661).
CONCLUSÃO
A salvação não é apenas uma realidade passada ou presente, mas também uma promessa futura gloriosa. Ela será plenamente consumada na glorificação do crente e na renovação de toda a criação. Isso nos impulsiona a viver com propósito, santidade e esperança. Jovens cheios do Espírito Santo vivem com os olhos voltados para a eternidade e os pés firmes no presente. Mesmo em meio às lutas, dúvidas e desafios, sabemos para onde estamos indo. Nossa caminhada tem direção: estamos indo ao encontro da glória que nos está prometida em Cristo.
Professor(a), após essa conclusão, se desejar, siga estas instruções:
- revise, com a classe, os pontos e ideias mais importantes comentados;
- elabore e faça as perguntas se houver tempo;
- elabore e faça as perguntas se houver tempo;
- convide os alunos para o próximo trimestre e próxima aula falando da próxima lição, mencionando algo interessante que vai ser tratado.
ESTANTE DO PROFESSOR
Bíblia de Estudo Holman. Rio de Janeiro: CPAD, 2018.
HORA DA REVISÃO
1. Quais são as características da finitude humana?
O corpo, hoje, está sujeito à finitude: ele envelhece, adoece e morre.
2. Qual o contraste que o apóstolo Paulo faz para ensinar a respeito da transição entre “alma vivente” e “espírito vivificante”?
O contraste entre Adão e Cristo.
3. Segundo a lição, o que a Árvore da Vida simboliza?
Essa árvore simboliza a verdadeira vida, em que não haverá mais sofrimento físico, emocional ou espiritual.
4. Qual é o convite da esperança cristã em relação à glorificação final?
A esperança cristã em relação à glorificação final nos convida a agir no presente com um estilo de vida coerente com o Reino de Deus.
5. Em contraste com um mundo centrado no ego, como o salvo vive?
Em contraste com um mundo centrado no ego, o salvo vive centrado em Deus, por meio de seu Filho, na força do Espírito Santo.
Fonte: Revista CPAD Jovens
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