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sábado, 20 de janeiro de 2018

ESCOLA DOMINICAL CENTRAL GOSPEL ESBOÇO - Subsídio da Lição 4

EDITANDO

AULA EM___DE______DE 2018 – LIÇÃO 4
(Revista: Central Gospel - nº 53)

Tema: A Grande Tribulação
Texto Bíblico Básico:


Mateus 24.21
21 - Porque haverá, então, grande aflição, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tampouco haverá jamais.

Sofonias 1.14-18
14 - O grande dia do Senhor está perto, está perto, e se apressa muito a voz do dia do Senhor; amargamente clamará ali o homem poderoso.
15 - Aquele dia é um dia de indignação, dia de angústia e de ânsia, dia de alvoroço e de desolação, dia de trevas e de escuridão, dia de nuvens e de densas trevas, 
16 - dia de trombeta e de alarido contra as cidades fortes e contra as torres altas.
17 - E angustiarei os homens, e eles andarão como cegos, porque pecaram contra o Senhor; e o seu sangue se derramará como pó, e a sua carne, como esterco.
18 - Nem a sua prata nem o seu ouro os poderá livrar no dia do furor do Senhor, mas, pelo fogo do seu zelo, toda esta terra será consumida, porque certamente fará de todos os moradores da terra uma destruição total e apressada.

Apocalipse 6.15-17
15 - E os reis da terra, e os grandes, e os ricos, e os tribunos, e os poderosos, e todo servo, e todo livre se esconderam nas cavernas e nas rochas das montanhas
16 - e diziam aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós e escondei-nos do rosto daquele que está assentado sobre o trono e da ira do Cordeiro,
17 - porque é vindo o grande Dia da sua ira; e quem poderá subsistir?

Texto áureo: Ap 3.10
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 PALAVRA INTRODUTÓRIA
- Professor(a), nesta lição procure se preparar bem, pois os alunos costuma fazer muitas perguntas, veja o que vai ser estudado mais a frente para não ter que explicar coisas que serão dadas futuramente.
"ocupa a maior parte do livro das revelações proféticas", devido a grande quantidade de fatos que vai se desenrolar nesse período de apenas sete anos foi necessário utilizar muitos capítulos e versículos do livro de Apocalipse.
"quando e como se dará o maior tempo de sofrimento na história", os eventos que ocorrerão na Grande Tribulação são muito misteriosos, não podem ser entendidos sempre literalmente, por isso é necessário muito bom senso por parte de quem ensina e aprende.
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1. EM QUE CONSISTIRÁ A GRANDE TRIBULAÇÃO?
- "período conhecido como a última das 70 Semanas Proféticas de Daniel", professor(a), acredito que seja necessário ler com a classe os versos do livro de Daniel que fazem referência a essa semana profética.
"chamada na Bíblia de Tribulação", alguns estudiosos já a chamaram de Pequena Tribulação, será o período em que se estabelecerá o governo do Anticristo.
"terá a mesma duração que a primeira (três anos e meio)", esse será o período de grande perseguição para os judeus, cristãos que não subiram no Arrebatamento e também um grande derramar da ira de Deus sobre a humanidade. 

1.1. Após o arrebatamento dos salvos
- "a contagem regressiva dos últimos dias", a época em que vivemos já chamamos de últimos dias, porém não há uma contagem de tempo para o fim, quando a Igreja for arrebatada então começará a contagem que vai durar 7 anos.
"especialmente com o desaparecimento de milhões de indivíduos", o mundo vai sentir grandemente a perda dessas pessoas, pois muitos deles desempenham funções importantes na sociedade, porém ao que parece as autoridades farão logo com que se esqueçam deles.

1.2. Justiça e ira divina
- "selos, das trombetas e das taças", nota-se que o apóstolo João usou figuras conhecidas na sua época, talvez não por não compreender o que estava vendo, mas porque o Senhor usou esses elementos na visão por ser elementos de fácil entendimento para aquela época.
"o Dia do Senhor, especificamente, focaliza os piores sofrimentos", a humanidade toda vai pagar por toda afronta que fez e tem feito o Senhor.

2. QUEM SERÃO OS PROTAGONISTAS DESTE TEMPO ESCATOLÓGICO?
- "o diabo, o Anticristo e o Falso Profeta constituem a trindade satânica", essa doutrina é nova e também não aparece na Bíblia, mas não deve ser considerada errada por isso.

2.1. O diabo

- "e utilizará todos os meios possíveis para arrastar milhões de seres humanos", o diabo sabe que já está condenado e como ele não pode fazer nada para reverter isso, então ele tentará arrastar a maior quantidade possível de pessoas com ele. Como ele não pode atingir Deus tentará atingir o que Deus mais ama.
"lago de fogo ardente, o inferno, lugar real e literal de tormento", quer dizer que esse lago de fogo onde os demônios e todos os ímpios passarão a eternidade deve ser entendido de forma literal.

                                        EDITANDO

Pr Marcos André

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ESCOLA DOMINICAL BETEL ESBOÇO - Subsídio da Lição 3

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AULA EM 21 DE JANEIRO DE 2018 - LIÇÃO 3
(Revista Editora Betel)

Tema: A oferta de manjares
Texto Áureo: Lv 2.11

INTRODUÇÃO
Querido professor(a), para esta lição o comentarista faz uma série de comparações entre a oferta e a vida de Jesus, aqui eu procuro acrescentar alguns aspectos.
"A oferta de manjares era voluntária", era de manjares porque era preparado para alimento, onde uma parte era queimada e a outra movida para o sumo sacerdote. Era voluntária porque o ofertante não era obrigado a oferecê-la.
"tinha o propósito de conduzir o povo até a presença do Senhor", ainda que tudo fosse feito pelo intermédio do sacerdote, mas poderia a pessoa se afastar por muito tempo da presença de Deus.

1. Os ingredientes da oferta.
- "em toda a perfeição de atitudes e palavras", assim como as palavras de Jesus alimentavam o povo, a oferta de manjares também era de alimento preparado.

1.1. Flor de farinha.
"era utilizado para a fabricação de bolo", o bolo e o pão eram os alimentos mais comuns entre o povo judeu naquela época.
"em quem não encontramos acepção de pessoas", Jesus entrava na casa de qualquer pessoa e falava com quem quisesse independente do que os outros pensariam Dele, as nossas orientações aos jovens e novos convertidos hoje é que falem e sejam cordiais com todos independente das religiões, práticas pecaminosas etc, mas que se guardem de se assentar à roda dos escarnecedores. 

1.2. Azeite.

- "através da ação do Espírito Santo no ventre de Maria!", Jesus é a divindade que foi gerada no ventre de Maria, sendo provido pelo Espírito de Deus.
"é um dos profundos mistérios que nos revela a Palavra de Deus", porém ainda que tenha sido revelado, se levanta muitas dúvidas acerca disso, perguntas do tipo, como seria o DNA de Jesus? Será que Ele é a mistura da divindade com o DNA de Maria? Isso não nos é revelado, mas podemos inferir que Jesus é a divindade sem o DNA humano, apesar de ser homem com um corpo vindo do pó da terra, sendo assim Maria foi uma barriga que trouxe o salvador ao mundo, apenas isso.

1.3. Incenso.
"ninguém poderia fazê-lo para seu próprio uso", uma das ideias é não banalizar aquilo que é sagrado, tornando comum e sem importância. Muitos fazem isso com as coisas do Senhor hoje, com os elementos da Santa Ceia, com a Palavra e com os demais rituais.
"Jesus nunca fez nada para Sua própria glória", não encontramos nem uma linha na Bíblia afirmando como Jesus bom carpinteiro ou como ele se destacava na sociedade por ser inteligente, etc. No período da vida social de Jesus até o momento em que começou a pregar, ele desapareceu dos holofotes. Diferente de pessoas que amam aparecer nas redes sociais e muitos quando entram para a igreja desejam continuar aparecendo, cuidado!

2. Trazendo a oferta aos sacerdotes.

2.1. Entregue aos filhos de Arão.
- "era entregue nas mãos dos filhos de Arão", no sacerdócio dessa ordem o ministério se passava de pai para filho, por isso os filhos de Abraão eram também sacerdotes.
"serem entregues nas mãos daqueles que estão com essa responsabilidade", esse é o aspecto religioso que muitos combatem, a administração dos recursos a disposição do Reino de Deus aqui na terra. Muitos dos nossos líderes deram maus exemplos e roubaram as ovelhas do Senhor, por isso os homens e mulheres de Deus verdadeiros são taxados de usurpadores e gananciosos. Deus não vai enviar anjos para administrar as finanças das igrejas locais, vai continuar sendo feito pelas mãos de líderes e equipes financeiras.
"que este mesmo princípio hoje seja um fundamento em Sua Igreja", se refere aos fundamento de se abençoar os que administram as finanças e a igreja, algumas igrejas dão prebenda, outras pagam salários, outras dão qualquer outra ajuda financeira. Deus instituiu isso no sacerdócio araônico e serve até os dias atuais. Há aqueles que pensam que os pastores devem administrar as coisas da igreja e ainda se virar com o sustento de suas casas, isso é um pensamento cruel.


2.2. Parte da oferta era queimada.
- "O serviço do salvo feito para o Senhor nesta vida está diante de Deus", a Bíblia fala da abertura dos livros das obras no dia juízo Ap 20.12 isso significa que tudo o que fazemos esta sendo registrado tanto obras boas como ruins. 
"perfeita recompensa, o galardão que está nas mãos do Senhor", nesse caso se refere as obras dos salvos que serão julgadas no dia da entrega dos galardões, no chamado tribunal de Cristo. Isso será antes do Juízo Final.


2.3. Parte da oferta era dos sacerdotes.
- "pois a oferta não pode ser profanada", ser profanada seria ser tocada por coisa impura ou mexida indevidamente.
"No entanto, aqueles que O servem também são abençoados", essa passagem reforça a ideia de que o obreiro é digno do seu salário, não é antibíblico alguém receber algo para seu sustento ao trabalhar no Reino de Deus, porém deve ser combatido a ganância. O texto a segui é usado para justificar a afirmação de que o obreiro não deve cobrar nada:
"Curai os enfermos, limpai os leprosos, ressuscitai os mortos, expulsai os demônios; de graça recebestes, de graça dai." Mt 10.8
Porém essa passagem é uma ordem expressa acerca do uso dos dons espirituais e não se refere aos dons ministeriais, portanto pastores líderes do povo de Deus devem receber algo por esse serviço, para sustento próprio, quanto aos cantores, pregadores, palestrantes, conferencistas também poderiam receber, porém sem avareza e com consentimento de seus pastores.


3. Preparando a oferta.



3.1. Uma oferta sem fermento.
- "simbolizava o homem perfeito, Jesus Cristo", o fermento é símbolo do pecado, por ser algo que corrompe a pessoa, faz inchar, faz crescer além do permitido, "um pouco de fermento leveda toda a massa" Gl 5.9 esse é um alerta de que um pecado por menor que pareça corrompe a pessoa por inteiro.

"Seu comportamento mostraram sempre a realidade", em Suas palavras Cristo foi verdadeiro e simples como convém aos santos, dessa forma temos Nele o maior exemplo de conduta cristã.


3.2. A oferta cozida no forno ou na caçoula.
- "no forno, na caçoula e na sertã.", a caçoula era um recipiente para prepara as misturas, era como uma panela. A sertã era um espécie de frigideira.

"oposição, perseguição e incompreensão", esses são os três tipos de sofrimento que o comentarista está dizendo que Jesus enfrentou: oposição ocorre quando as pessoas resistem e combatem aquilo que falamos ou pregamos. perseguição ocorre ocorre quando alguém intenta nos parar, nos fazer mal ou impedir a obra que realizamos e incompreensão ocorre principalmente entre os que amamos, pois não entendem o chamado de Deus na nossa vida e por isso não nos apoiam.


3.3. A oferta com sal.
- "Proporcionava sabor às oferendas", Jesus nos comparou a sal como símbolo de bom testemunho, uma oferta de sal era uma oferta saborosa, e como nós ofertamos nossas vidas a Deus, então precisamos ser como o sal que Jesus mencionou, que dá sabor à terra.


CONCLUSÃO
"sempre com um coração grato e acompanhado de louvor e oração", a oferta voluntária é a que agrada ao Senhor, oferta onde a pessoa faz por amor, não para agradar a terceiros, não por medo.
- Faça a revisão comentando os pontos mais importantes.
- Corrija o questionário.

Pr Marcos André

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quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

ESCOLA DOMINICAL CPAD ESBOÇO - Subsídio da Lição 3

Resultado de imagem para REVISTA CPAD 1º trimestre dominical

AULA EM 21 DE JANEIRO DE 2018 - LIÇÃO 3
(Revista CPAD)

Tema: A Superioridade de Jesus em relação a Moisés

Texto Áureo: Hb 3.3


INTRODUÇÃO
- Professor(a), nesta lição note a comparação entre Moisés e Jesus e deixe bem claro que o que Moisés trouxe (a Lei) era só uma preparação para o que Jesus trouxe (a Graça), que é definitiva, por isso se afirma com toda propriedade que Jesus é superior a Moisés.
"fazendo um contraste entre Moisés e Cristo", quer dizer que o autor faz uma comparação entre um e outro com o objetivo de ressaltar pontos positivos de um deles, no caso Jesus.
"pela figura do grande legislador hebreu, Moisés", a carta aos Hebreus tem o objetivo de apresentar a autoridade e superioridade de Jesus em relação aos grandes nomes e as autoridades espirituais que o hebreus conheciam.
"um administrador da casa, Jesus como Edificador", obviamente quem edifica é maior do que quem administra, essa é a ideia aqui. Embora Jesus seja representado por Moisés numa tipologia, Ele com certeza é maior por ser edificador de uma nova Aliança.

I – UMA TAREFA SUPERIOR

1. Uma vocação superior.
"o autor e mediador da nossa salvação", quer dizer que Cristo tanto a consumou na cruz como também está fazendo mediação, ou seja, intercedendo por nós junto a Deus.
"um povo nômade pelo deserto escaldante à procura da Terra Prometida", se referindo ao que os hebreus foram no passado com Moisés no deserto, agora eles eram herdeiros do Reino do Senhor.

2 Uma missão superior.
"alguém que é comissionado como um representante autorizado", a palavra apóstolo significa "enviado" pode ser também aplicada a Jesus, pois Ele também é um enviado do próprio Deus.
"todavia, ele não foi o "apóstolo da grande salvação"", ou seja, ele não foi o "enviado de grande salvação" foi Jesus enviado para esse fim.
"a Canaã terrena; a missão de Jesus possuía uma vocação celestial", a terra de Canaã é um referência tipológica à Jerusalém celestial. Chamamos ela de uma terra que mana leite e mel, assim como era a terra de Canaã para o povo de Deus.

3. Uma mediação superior.
- "Ele é o "sumo sacerdote da nossa confissão", professor(a), explique aos alunos quem era o sumo sacerdote, era o maior dos sacerdotes e o único que tinha autoridade de sacrificar por toda a nação e também o único que poderia se apresentar a Deus diante da Arca do Concerto.
"sacerdócio de Cristo e o araônico", essa palavra não existe, o sacerdócio araônico era o que vinha sendo passado de pai pra filho na família de Arão, porém o de Jesus não seria passado de pai ra filho.
"que tem o sentido primeiro de "concordância"", ou seja, confessar Jesus como salvador significa concordar que Ele é o salvador da humanidade. Concordar com isso é honrar aquele que o enviou, Deus.  

II. UMA AUTORIDADE SUPERIOR

1. Construtor, não apenas administrador.
- "mostra o apreço que o autor possuía pelo legislador hebreu", os pregadores da Igreja primitiva sempre buscavam apresentar Jesus como o Messias que havia sido prometido desde a antiguidade, e para isso eles fortaleciam as pessoas que Deus usou para afirmar a vinda desse Messias, todos que pregavam sempre citavam os profetas, assim forma Estêvão, Pedro, Paulo e outros.
"que o mérito de Jesus era maior do que o de Moisés", notamos que o ensino do autor aos Hebreus era mais forte que todos, pois ele não busca somente apresentar a Jesus como o Messias de Deus, mas a destacar a superioridade Dele em relação a todos.
"e não apenas o mordomo, como fora Moisés", mordomo era um administrador contratado por alguém com muitos bens e sem tempo para administrar tudo, assim nós também somos mordomos do Senhor.
"que a glória de Moisés era desvanecente", quer dizer, que ia se apagando ao estar fora da presença de Deus, ou seja, enquanto Moisés falava com Deus no monte ou na tenda, seu rosto reluzia a glória do Senhor, mas sair ela ia se apagando.

2. Filho, não apenas servo.
- "é traduzida como servo ou ministro", esse é o tipo de servo que Deus procura, não devemos trabalhar para o Senhor só por medo ou para agradar aos pais ou ao pastor, precisamos desenvolver o amor para sermos semelhantes a Moisés, fiel porque servia a Deus por amor.
Muitos dos que se desviam são os que não alcançam esse ideal de amor na obra de Deus.

3. Uma igreja, não apenas tabernáculo.
"pode se referir ao tabernáculo como centro do culto mosaico", o tabernáculo era uma tenda onde se guardava os utensílios sagrados e a Arca do Concerto, um local de adoração. 
"à antiga congregação do povo de Deus do êxodo", era reunião do povo de Deus ao redor da tenda (tabernáculo) para ouvir as palavras por intermédio de Moisés. Isso tem mais a característica de igreja. 
O se entende aqui é o seguinte, quando fala em relação a Moisés está se referindo à congregação ou ao tabernáculo, mas quando se fala em relação à Cristo está se referindo à Igreja. 

III - UM DISCURSO SUPERIOR  

1. O perigo de ouvir, mas não atender.
"o autor cita o Salmo 95.7-11", é o autor da carta aos Hebreus, ele usou os textos da Septuaginta para as referências nessa carta. Os textos eram em grego.
"maior exortação precisava os que tinham maiores promessas.", e não somente pelo tamanho da promessa, mas pelos tipos de armadilhas que o inimigo armaria para eles nos últimos dias, atualmente as ciladas do diabo são sutis e dissimuladas, difíceis de serem detectadas por alguém sem conhecimento da Palavra.

2. O perigo de ver, mas não crer.
"Acaba ficando acostumado com o sobrenatural.", foi mais ou menos isso o que aconteceu com aquele povo no deserto, pois os magos no Egito faziam coisas "sobrenaturais" também, claro que não chegava nem perto das coisas que fez o Senhor, porém o povo chegou a um estado de costume com aquilo. Um milagre acontecia todo dia, que era o maná e eles já nem percebiam.
"mas isso não era suficiente para segurar os crentes", é impressionante como as pessoas se esquecem com tanta facilidade dos feitos maravilhosos do nosso Senhor, isso é um mistério, por isso a Bíblia afirma que a fé não se desenvolve nessas obras milagrosas, mas na Palavra. Rm 10.17



3. O perigo de começar, mas não terminar.
- "mas não chegar; de andar, mas se desviar", é uma frustração muito grande para uma pessoa começar e depois de ter se esforçado tanto não conseguir, tudo o que investiu terá sido em vão, veja alguém que passa quase a vida inteira no Evangelho e depois já adulto resolve abandonar a fé, alguns descobrem no mundo que não pertencem aquele lugar e retornam, mas outros se envergonham e não retornam por vergonha, porém há aqueles que até se adaptam muito bem ao mundo, parecem que nunca foram servos de verdade.

CONCLUSÃO
- "mas pôr em relevo a obra do Calvário"
, ou seja, mostrar a importância dela em relação a obra feita no deserto. A comunidade dos crentes hebreus tinham a tendência de se apegar à Lei e a seus símbolos, não entendendo e não dando a devida importância ao que Jesus ensinou.
- Faça sua revisão e corrija o questionário.

Pr Marcos André

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AVISO - Sequência dos Esboços da Próxima Aula

POSTAREMOS OS ESBOÇOS NESSA SEMANA NA SEGUINTE ORDEM:

PRÓXIMA LIÇÃO  CPAD CENTRAL GOSPEL 3º BETEL

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segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

ESCOLA DOMINICAL CPAD JOVENS - Conteúdo da Lição 3

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O BATISMO DE JESUS 
21 de janeiro de 2018


Texto do dia.
"E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo." (Mt 3.17)

Síntese.
Deus confirmou a filiação divina de Jesus por ocasião do seu batismo.

Interação
Prezado educador, sabemos da escassez de bons professores para o ensino na Escola Dominical, por isso precisamos investir em ações de capacitação e desenvolvimento de novos talentos. Observe bem os seus alunos e procure descobrir aqueles que possuem mais habilidades para o ensino. No decorrer do trimestre, crie oportunidades para que estes façam a apresentação de algum tópico da lição. Tenha como objetivo ensinar e formar novos talentos para a Educação Cristã.

Orientação Pedagógica
Depois de orar para iniciar a aula, convide um aluno ou aluna para falar a respeito de como foi o batismo dele(a). Você poderá fazer as seguintes perguntas: "Por que você decidiu se batizar?" "O que sentiu depois do batismo?" Para isso, reserve 5 minutos para cada aluno.
Dar a oportunidade para que os alunos falem a respeito de como foi o batismo deles, contribui para que percam a timidez e o medo de falar em público, contribuindo para a formação de novos docentes.

Texto bíblico
Mateus 3.13-17
13 Então, veio Jesus da Galiléia ter com João junto do Jordão, para ser batizado por ele.
14 Mas João opunha-se-lhe, dizendo: Eu careço de ser batizado por ti, e vens tu a mim?
15 Jesus, porém, respondendo, disse-lhe: Deixa por agora, porque assim nos convém cumprir toda a justiça. Então, ele o permitiu.
16 E, sendo Jesus batizado, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba e vindo sobre ele.
17 E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.

COMENTÁRIO

INTRODUÇÃO
Algumas pessoas não conseguem entender o motivo que levou Jesus, sendo o Deus encarnado, a se sujeitar a ser batizado pelo último dos profetas de Israel (Mt 11.13). No entanto, a narrativa de Mateus, apesar de resumida, mostra o que estava por trás desse gesto de Jesus. A história do batismo de Jesus não era para ser apenas mais um relato de batismo de João, o Batista. Ela teve um significado importante: revelar a divindade de Cristo e a confirmação escriturística de sua missão.
Nesta lição, estudaremos a respeito do gesto humilde de Jesus de vir até João para ser batizado. Veremos também os sinais que aconteceram naquele momento e a relação do batismo de João com o batismo cristão.

I - O PROFETA QUE BATIZOU JESUS

1. João, o batista.
Mateus descreve a aparição de João Batista diretamente no deserto. Ele faz uma conexão entre o texto de Mateus 3.3 com Isaías 40.3: "Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do SENHOR; endireitai no ermo vereda a nosso Deus". A profecia de Isaías 40.3 teve um significado especial para os exilados da Babilônia. A interpretação teológica do exílio era de que ele ocorreu devido à desobediência do povo e a libertação estava condicionada ao retorno a Deus. Essa interpretação influencia o discurso de João Batista.
João é comparado a Elias pelo seu estilo de vida e ousadia ao desafiar o povo de Israel a se converter a Deus (1 Rs 1.17,18-46). Mateus deixa claro que João tinha uma missão especial já prevista no Antigo Testamento: preparar o caminho para o Messias.

2. O batismo de João.
O batismo de João era com água e para arrependimento, um batismo de purificação precedido por uma confissão de pecados. O discurso realizado por João Batista antes do batismo era direto e firme. Uma temática profética semelhante a Moisés (Dt 30.2,10), Oseias (Os 3.5; 6.1), Amós (Am 4.6,8,9), Isaías (Is 9.13), Jeremias (Jr 2.27) e Ezequiel (Ez 14.6). A mensagem de João era de arrependimento para um batismo que realmente simbolizasse a morte do "velho homem". Se o batismo de João era para o arrependimento e precedido de um discurso duro, por que Jesus vai ao Jordão procurar João para ser batizado? De que teria Ele que se arrepender? Por que ouvir tal discurso? A atitude de João demonstrava que ele não via em Jesus necessidade de arrependimento, mas que tudo foi realizado para se cumprir as Escrituras.

3. João anuncia um batismo superior ao seu.
Antes de batizar Jesus, João anunciou que após ele surgiria alguém com um batismo superior ao seu. João estava se referindo a Jesus, pois Ele batizaria aqueles que cressem com o Espírito Santo e com fogo (Mt 3.11).
A missão de Jesus era salvar e purificar os que o aceitam pela fé e o recebem como seu único Salvador, crendo nas palavras do Evangelho.

Pense
Jesus e João, durante o batismo, demonstraram exemplos de humildade. Jovem, você é um exemplo de humildade?

Ponto Importante
João batista não tinha inveja de Jesus. Ele realça as qualidades e virtudes do Salvador, mesmo correndo o risco de "perder" seus discípulos para Ele.

II - O BATISMO DE JESUS E OS SINAIS DIVINOS

1. Jesus foi batizado para que se cumprissem as Escrituras.
A narrativa de Mateus a respeito de Jesus não menciona a infância dEle. Do seu nascimento salta para a visita a João.
A atitude de João, seu primo, ao recebê-lo demonstra que ele conhecia Jesus e não via nEle necessidade de arrependimento e muito menos de ser batizado.
Mateus é o único evangelista que registra o fato de João, a princípio, ter se recusado a batizar Jesus. Sua recusa é consistente com sua humildade (Mt 3.11). Quando Jesus menciona que é para cumprimento de "toda a justiça", ele se rende e batiza o Salvador. O verbo cumprir que aparece também em textos de Mateus (Mt 1.22; 2.15; 4.14) significa concordância da vontade de Deus com o que está acontecendo no ministério de Jesus, que fora previamente declarado nas Escrituras.

2. Primeiro sinal: a descida do Espírito de Deus em forma de pomba (Mt 3.16).
Logo após a saída de Jesus das águas os céus se abrem para Ele. A abertura dos céus revela favor divino a pessoa que estava em consonância com Deus (Ez 1.1; At 7.56; Ap 19.11).
O evangelista afirma que ao sair Jesus das águas o Espírito de Deus desceu sobre Ele como uma pomba (Mt 3.16). O Espírito Santo que já estava ativo no nascimento de Jesus (Mt 1.18) continua presente no início de seu ministério terreno.
Jesus é o Filho de Deus que veio ao mundo para proclamar e libertar o oprimido, conforme a leitura que Ele mesmo fez de Isaías 61.1. Este também era o sinal de um novo governo, diferente do governo do Império Romano, em que os menos favorecidos não tinham quem os representasse.

3. Segundo sinal: uma voz dos céus.
Na sequência, Mateus afirma que "e eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo" (Mt 3.17). Mais uma vez Mateus recorre ao Antigo Testamento, fazendo uma alusão ao Salmo 2.7 e Isaías 42.1.
Mateus apresenta Jesus como o servo sofredor de Deus e como o Messias (Is 42.1-4). Ele demonstra que mesmo sendo Filho de Deus, Jesus tinha a humildade de servir, diferente dos governantes romanos. Mateus também apresenta a figura do Messias, que devia batizar com o Espírito e com fogo. A pomba é símbolo de suavidade e mansidão. Isso nos mostra que, dependendo da atitude do ser humano em relação à vontade de Deus, Jesus pode ser a verdadeira benignidade como também a severidade (Rm 11.22).

Pense
Jesus recebeu ao mesmo tempo o título de Filho de Deus e Servo Sofredor. Jovem, você sabe lidar com situações de glória e de humilhação?

Ponto Importante
A benignidade ou severidade de Jesus está condicionada à atitude do ser humano em relação à vontade de Deus (Rm 11.22).
Para a pessoa participar do batismo, é preciso crer na obra vicária de Cristo para ser justificada somente depois

III - O BATISMO DE JESUS E O BATISMO CRISTÃO

1. O modelo do batismo de João foi adaptado pelo cristianismo.
João Batista não foi o primeiro a praticar o batismo nas águas. Antes dele, os judeus batizavam os prosélitos como símbolo de uma natureza "purificada". João Batista propagava o batismo do arrependimento, todavia o significado de arrependimento para João não é o mesmo do batismo cristão (At 18.24-26; 19.1-7). O batismo de João era uma preparação para o batismo que Jesus iria instituir depois de sua morte e ressurreição. Jesus é o Cordeiro de Deus, para justificação de todo aquele que crê e depois da sua morte e ressurreição, todos que nEle creem devem ser batizados em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo (Mt 28.20).
Em Mateus, João Batista aparece pregando o "batismo de arrependimento para remissão de pecados", enquanto Jesus entra com um discurso do Reino: "Arrependei-vos, porque está próximo o Reino dos céus". Para a pessoa participar do batismo, é preciso crer na obra vicária de Cristo para ser justificada somente depois disso vem o batismo (At 2,41). O batismo é um símbolo da justificação já realizada por Jesus Cristo.

2. O batismo é uma ordenança de Cristo e não um sacramento.
Segundo a doutrina católica, as obras são essenciais para a justificação assim como o "sacramento do batismo". Tais argumentos repetem a mesma defesa dos judeus com relação à circuncisão como meio de justificação. Em Romanos 4.9-15, Paulo questiona tal prática e chama de hipócrita quem se gloria de obras e sinais externos. Paulo afirma que Abraão foi justificado antes da instituição da circuncisão, tornando irrefutável a afirmação de que a circuncisão não era requisito para a justificação.
O batismo cristão é a ordenança de Jesus proferida pouco antes de sua ascensão, mas a justificação se dá mediante a fé no Filho de Deus (Mt 28.19,20). Jesus deu orientações explícitas de que as pessoas convertidas devem ser batizadas em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Porém, somos salvos pela fé em Jesus, pela sua graça e não pelo batismo em si. O batismo sem fé nenhum valor tem.

3. O batismo cristão ilustra a morte e ressurreição de Cristo.
O crente, pela fé em Cristo, torna-se justo diante de Deus e o velho homem é com Jesus crucificado, fazendo surgir uma nova criatura (Rm 6.6; 2 Co 5.17). O batismo nas águas é um ato público para atender uma ordenança que formaliza, simbolicamente, o que já ocorreu: o sepultamento do velho homem (Cl 2.12). O batismo nas águas é uma bela representação da nova posição do salvo em Cristo, morto para o pecado (debaixo das águas), justificado e reconciliado com Deus (ao sair das águas). Portanto, o batismo cristão é um ato público que simboliza a justificação ocorrida por meio da fé em Cristo.

Pense
Se o próprio Jesus, que não tinha pecado, se submeteu ao batismo de João, por que ainda há jovens que resistem o batismo?

Ponto Importante
O batismo nas águas é a ordenança de Jesus, um ritual que simboliza que um pecador justificado está confessando, em público, sua fé em Cristo.

SUBSÍDIO
"O batismo de Jesus marca o início de seu ministério. João Batista estava chamando os ouvintes para um batismo de arrependimento. Jesus, no entanto, não tinha pecados dos quais se arrepender. Mas Ele, graças à sua submissão ao batismo de João Batista, demonstrou sua identificação com a humanidade pecaminosa. A descida do Espírito Santo em forma de pomba e as palavras de aceitação do Pai que acompanharam o batismo representaram a aprovação de Deus do ministério que se seguiria. [...] No batismo de Jesus, Deus o confirmou como seu Filho e encheu-o com seu Espírito (Mt 3.13-17), capacitando-o para sua missão" (Guia Cristão de Leitura da Bíblia. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2013, p. 436).

ESTANTE DO PROFESSOR
MARK, Daver. A Mensagem do Novo Testamento: Uma exposição teológica e homilética. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009.

CONCLUSÃO
Jesus demonstrou sua humildade e obediência, ao que estava predito nas Escrituras, ao se submeter ao batismo de João Batista, mesmo não tendo pecado. O batismo de Jesus foi acompanhado de sinais, comprovando que Ele era o Filho de Deus. 

Hora da revisão

1. Como Mateus descreve a aparição de João Batista?
Mateus descreve a aparição de João Batista diretamente no deserto.

2. Qual o significado do verbo "cumprir" que aparece em alguns textos de Mateus, como exemplo, Mateus 1,22; 2.15?
O verbo cumprir que aparece também em textos de Mateus significa concordância da vontade de Deus com o que está acontecendo no ministério de Jesus, que fora previamente declarado nas Escrituras.

3. Segundo a lição, qual era a missão de Jesus?
A missão de Jesus era salvar e purificar os que o aceitam pela fé e o recebem como seu único Salvador.

4. Por que o batismo é considerado uma ordenança e não um sacramento?
Porque o batismo cristão é a ordenança de Jesus proferida pouco antes de sua ascensão, mas a justificativa se dá mediante a fé no Filho de Deus e não pelas obras.

5. De acordo com a lição, como relacionar o batismo nas águas e a nova posição do salvo em Cristo?
O batismo nas águas é uma bela representação da nova posição do salvo em Cristo, morto para o pecado (debaixo das águas), justificado e reconciliado com Deus (ao sair das águas).

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ESCOLA DOMINICAL CPAD ADULTOS - Conteúdo da Lição 3

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A Superioridade de Jesus em relação a Moisés

21 de Janeiro de 2018



TEXTO ÁUREO
"Porque ele é tido por digno de tanto maior glória do que Moisés, quanto maior honra do que a casa tem aquele que a edificou." (Hb 3.3)


VERDADE PRÁTICA

Cristo em tudo foi superior a Moisés na Casa de Deus, pois enquanto o legislador hebreu foi um mordomo, o Salvador foi o dono.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Hebreus 3.1-19
1 - Pelo que, irmãos santos, participantes da vocação celestial, considerai a Jesus Cristo, apóstolo e sumo sacerdote da nossa confissão,
2 - sendo fiel ao que o constituiu, como também o foi Moisés em toda a sua casa.
3 - Porque ele é tido por digno de tanto maior glória do que Moisés, quanto maior honra do que a casa tem aquele que a edificou.
4 - Porque toda casa é edificada por alguém, mas o que edificou todas as coisas é Deus.
5 - E, na verdade, Moisés foi fiel em toda a sua casa, como servo, para testemunho das coisas que se haviam de anunciar;
6 - mas Cristo, como Filho, sobre a sua própria casa; a qual casa somos nós, se tão somente conservarmos firme a confiança e a glória da esperança até ao fim.
7 - Portanto, como diz o Espírito Santo, se ouvirdes hoje a sua voz,
8 - não endureçais o vosso coração, como na provocação, no dia da tentação no deserto,
9 - onde vossos pais me tentaram, me provaram e viram, por quarenta anos, as minhas obras.
10 - Por isso, me indignei contra esta geração e disse: Estes sempre erram em seu coração e não conheceram os meus caminhos.
11 - Assim, jurei na minha ira que não entrarão no meu repouso.
12 - Vede, irmãos, que nunca haja em qualquer de vós um coração mau e infiel, para se apartar do Deus vivo.
13 - Antes, exortai-vos uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama Hoje, para que nenhum de vós se endureça pelo engano do pecado.
14 - Porque nos tornamos participantes de Cristo, se retivermos firmemente o princípio da nossa confiança até ao fim.
15 - Enquanto se diz: Hoje, se ?ouvirdes a sua voz, não endureçais o vosso coração, como na provocação.
16 - Porque, havendo-a alguns ouvido, o provocaram; mas não todos os que saíram do Egito por meio de Moisés.
17 - Mas com quem se indignou por quarenta anos? Não foi, porventura, com os que pecaram, cujos corpos caíram no deserto?
18 - E a quem jurou que não entrariam no seu repouso, senão aos que foram desobedientes?
19 - E vemos que não puderam entrar por causa da sua incredulidade.

HINOS SUGERIDOS:

295, 396, 620 da Harpa Cristã

INTERAGINDO COM O PROFESSOR

A Antiga Aliança apresenta Moisés como "apóstolo", isto é, o mensageiro de Deus da Aliança com o povo de Israel, e o seu irmão Arão, como sumo sacerdote do povo de Deus, respectivamente. Essa dispensação deu lugar a uma nova ordem, a um novo concerto em que Cristo Jesus se apresenta como executor desses dois ofícios. Agora, Ele é o apóstolo da Nova Aliança e o Sumo Sacerdote perfeito. Essa verdade é que permeia toda a lição.

COMENTÁRIO


INTRODUÇÃO
O autor dá início ao capítulo três fazendo um contraste entre Moisés e Cristo. Ele estava consciente da grande estima que seus compatriotas tinham pela figura do grande legislador hebreu, Moisés. Em nenhum momento desse contraste o autor deprecia a pessoa de Moisés, mas sempre o coloca como um homem fiel a Deus na execução de sua obra. Entretanto, mesmo tendo assumido a grande missão de conduzir o povo rumo à Terra Prometida, Moisés não poderia se equiparar a Jesus, o Autor da nossa fé. O contraste entre Moisés e Cristo é bem definido: Moisés é visto como um administrador da casa, Jesus como Edificador; Moisés é retratado como servo, Jesus como Filho; Moisés foi enviado em uma missão terrena, Jesus numa missão celestial, eterna.

I - UMA TAREFA SUPERIOR


1. Uma vocação superior.
O autor introduz a seção vv.1-6 tomando como ponto de partida o que havia dito anteriormente - Jesus era o autor e mediador da nossa salvação (Hb 2.14-18). Tomando por base esse conhecimento, seus leitores, a quem ele chama afetuosamente de irmãos santos, deveriam ficar atentos ao que seria dito agora (Hb 3.1). Eles não eram apenas um povo nômade pelo deserto escaldante à procura da Terra Prometida, mas herdeiros de uma vocação celestial. Eles deveriam se lembrar de quem os fez aptos e idôneos dessa vocação. Nesse aspecto, os leitores de Hebreus a Moisés, a quem coube a missão de conduzir o povo à Canaã terrena.

2. Uma missão superior.
O autor pela primeira vez usa a palavra apóstolo em relação a Jesus (Hb 3.1). A palavra apóstolo se refere a alguém que é comissionado como um representante autorizado. Não havia dúvida de que Moisés havia sido um enviado de Deus em uma missão, todavia, ele não foi o "apóstolo da grande salvação". A missão de Moisés foi tirar o povo de dentro do Egito e conduzi-lo à Terra Prometida, mas a missão de Jesus é a de conduzir a Igreja à Canaã celestial. A missão mosaica era daqui, a Canaã terrena; a missão de Jesus possuía uma vocação celestial. Cristo não foi apenas um enviado em uma missão, mas acima de tudo, o apóstolo da nossa confissão, alguém com autoridade na missão de nos conduzir ao destino eterno.

3. Uma mediação superior.
Depois de afirmar que Jesus era "o apóstolo", o autor também diz que Ele é o "sumo sacerdote da nossa confissão". Jesus era superior a Moisés, não apenas em relação à missão, mas também em relação à função que exercia. O autor fará um contraste mais detalhado entre o sacerdócio de Cristo e o araônico mais adiante, mas aqui os crentes deveriam ter em mente que a mediação de Jesus era em tudo superior ao sistema mosaico e levítico. Cristo era o mediador da nossa confissão. A palavra "confissão" traduz o termo original homologia, que tem o sentido primeiro de "concordância". Quando confessamos Jesus como Salvador, concordamos que Ele em tudo tem a primazia. Ele é o Senhor. Ele é maior do que tudo e do que todos; Ele, e somente Ele, é a razão do nosso viver.

SUBSÍDIO DIDÁTICO

Prezado(a) professor(a), inicie a aula desta semana fazendo as seguintes perguntas:
a) O que Moisés representou para o povo de Israel?
b) Qual foi o papel de Moisés no estabelecimento da Antiga Aliança de Deus com o seu povo?
c) Por que Moisés é uma autoridade respeitada na história de Israel?
Ouça as respostas dos alunos e em seguida faça um resumo abordando as respostas das três perguntas a fim de amarrar as informações. A ideia dessa atividade é familiarizar a classe com Moisés a fim de, a partir da importância dele para o povo judeu, destacar a magnitude de Jesus Cristo como o mediador da Nova Aliança.

CONHEÇA MAIS

*A possibilidade de não chegar ao fim da caminhada
"O livro de Hebreus considera a possibilidade de permanecer firme na fé ou de abandoná-la como uma escolha real, que deve ser feita por cada um dos leitores; o autor ilustra as consequências da segunda opção referindo-se à destruição dos hebreus rebeldes no deserto após sua gloriosa libertação do Egito." Leia mais em "COMENTÁRIO Bíblico Pentecostal Novo Testamento", CPAD, p.1557-59. 

II - UMA AUTORIDADE SUPERIOR


1. Construtor, não apenas administrador.
O autor destaca que tanto Moisés como Jesus foram fiéis na "casa de Deus" (Hb 3.2). Eles foram fiéis na missão que lhes foram confiada. Isso mostra o apreço que o autor possuía pelo legislador hebreu. Todavia, ao se referir a Jesus, o autor usa a palavra grega aksioô, traduzida como "digno", "valor", "mérito". Duas coisas precisam ser destacadas no uso desse vocábulo pelo autor. Primeiramente ele quer mostrar que o mérito de Jesus era maior do que o de Moisés. Nosso Senhor era o construtor do edifício, da casa de Deus, e não apenas o mordomo, como fora Moisés. Os crentes precisavam enxergar isso e, assim, valorizarem mais a sua salvação. Por outro lado, ao usar o pretérito perfeito (tempo verbal grego), ele demonstra que a glória de Moisés era desvanecente, enquanto a de Jesus era permanente.

2. Filho, não apenas servo.
O autor sabe da grande estima que Moisés possuía dentro da comunidade judaico-cristã e por isso é extremamente cuidadoso no uso das palavras. “E, na verdade, Moisés foi fiel em toda a sua casa, como servo, para testemunho das coisas que se haviam de anunciar; mas Cristo, como Filho, sobre a sua própria casa; a qual casa somos nós, se tão somente conservarmos firme a confiança e a glória da esperança até ao fim” (Hb 3.5,6). Em vez de usar o termo doulos(servo), vocábulo usado para se referir a um escravo ou serviçal, ele usa outro vocábulo, therápôn. Essa palavra só aparece aqui no Novo Testamento e é traduzida como servo ou ministro. A ideia expressa é de um serviço que é prestado de forma voluntária entre duas pessoas que se relacionam bem. Assim era Moisés com o seu Deus. Mas o autor deixa claro que esse relacionamento de Moisés com Deus não podia se equiparar ao de Deus com o seu Filho, Jesus.

3. Uma igreja, não apenas tabernáculo.
Alguns autores entendem que a expressão “casa de Deus” usada em relação a Moisés pode se referir ao tabernáculo como centro do culto mosaico no deserto, enquanto outros veem como uma referência à antiga congregação do povo de Deus do êxodo. Em todo caso, a ideia gira em torno do povo de Deus que adora na Antiga Aliança. Moisés foi um ministro de Deus no culto da congregação do deserto. Mas Jesus, como Filho é o ministro da Igreja, o povo de Deus na Nova Aliança, “a qual casa somos nós” (Hb 3.6).

SUBSÍDIO TEOLÓGICO

"[...] Pedro apresenta Jesus como o Profeta semelhante a Moisés (vv.22,23). Moisés havia declarado: 'O SENHOR, teu Deus, te despertará um profeta do meio de ti, de teus irmãos, como eu; a ele ouvireis' (Dt 18.15). Seria natural dizer que Josué cumpriu essa profecia. Josué, o seguidor de Moisés, realmente veio depois deste e foi um grande libertador de seu tempo. Surgiu, porém, outro Josué (na língua hebraica, os nomes Josué e Jesus são idênticos). Os cristãos primitivos reconheciam Jesus como o derradeiro cumprimento da profecia de Moisés.
No final do capítulo (vv.25,26), Pedro lembra aos ouvintes a aliança com Abraão, muito importante para se entender a obra de Cristo: 'Vós sois os filhos dos profetas e do concerto que Deus fez em nossos pais, dizendo a Abraão: Na tua descendência serão benditas todas as famílias da terra. Ressuscitando Deus a seu Filho Jesus, primeiro o enviou a vós, para que nisso vos abençoasse, e vos desviasse, a cada um, das vossas maldades'. Claro está que, agora, é Jesus quem traz a bênção prometida e cumpre a aliança com Abraão - e não apenas a Lei dada por meio de Moisés" (HORTON, Stanley (Ed.). Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 1996, pp.307,08).

III - UM DISCURSO SUPERIOR


1. O perigo de ouvir, mas não atender.
Seguindo a redação da Septuaginta (tradução grega da Bíblia Hebraica), o autor cita o Salmo 95.7-11 para trazer uma série de advertências. Se o povo de Deus no Antigo Pacto precisou ser exortado, maior exortação precisava os que tinham maiores promessas. Primeiramente havia o perigo de ouvir e não atender (Hb 3.7,8). No passado, o povo de Deus tinha ouvido a mensagem divina; entendido, mas não atendido! O mesmo erro estava se repetindo. O Espírito Santo, falando profeticamente pela boca do salmista, advertia os o leitores para que seus corações não se endurecessem. É um apelo atual, porque o povo de Deus muitas vezes demonstra ser tardio para ouvir.

2. O perigo de ver, mas não crer.
“[...] E viram, por quarenta anos, as minhas obras” (Hb 3.9). Erra quem pensa que só acredita quem vê. Parece que quem muito vê, menos acredita. Acaba ficando acostumado com o sobrenatural. O sobrenatural se naturaliza. É exatamente isso o que aconteceu no deserto e era exatamente isso o que estava acontecendo com a comunidade do autor de Hebreus. Tanto Moisés, como Jesus, foram poderosos em obras, mas isso não estava sendo suficiente para segurar os crentes. É preocupante quando o cristão se acostuma com o sobrenatural e nada mais parece impactá-lo.

3. O perigo de começar, mas não terminar.
“Estes sempre erram em seu coração e não conheceram os meus caminhos” (Hb 3.10b). Com estas palavras o autor mostra o perigo de começar, mas não chegar. De andar, mas se desviar. Alguns do antigo povo de Deus haviam começado bem, mas terminaram mal. Muitos caíram pelo caminho, desistiram da estrada. O mesmo risco estava ocorrendo com os cristãos neotestamentários — haviam começado bem, mas estavam correndo o risco de caírem e perderem a fé. O alerta é para nós também.

SUBSÍDIO BIBLIOLÓGICO

"SE OUVIRDES HOJE A SUA VOZ Citando Salmos 95.7-11, o escritor se refere à desobediência de Israel no deserto, depois do êxodo do Egito, como advertência aos crentes sob o novo concerto. Porque os israelitas deixaram de resistir ao pecado e de permanecer leais a Deus, foram impedidos de entrar na Terra Prometida (ver Nm 14.29-43; Sl 95.7-10). Semelhantemente, os crentes do Novo Testamento devem reconhecer que eles, também, podem ficar fora do repouso divino, se forem desobedientes e deixarem que seus corações se endureçam.
NÃO ENDUREÇAIS O VOSSO CORAÇÃO
O Espírito Santo fala conosco a respeito do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.8-11; Rm 8.11-14; Gl 5.16-25). Se formos indiferentes à sua voz, nossos corações se tornarão cada vez mais duros e rebeldes a ponto de se tornarem insensíveis à Palavra de Deus ou aos apelos do Espírito Santo (v.7). A verdade e o viver em retidão já não serão prioridades nossas. Cada vez mais, buscaremos prazer nos caminhos do mundo e não nos caminhos de Deus (v.10). O Espírito Santo nos adverte que Deus não continuará a insistir conosco indefinidamente se endurecermos os nossos corações por rebeldia (vv.7-11; Gn 6.3). Existe um ponto do qual não há retorno (vv.10,11; 6.6; 10.26)" (Bíblia de Estudo Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 1995, p.1902).

CONCLUSÃO

Ao mostrar a superioridade de Jesus sobre Moisés, o autor da Carta aos Hebreus não tencionava exaltar o primeiro e desprezar o segundo, mas pôr em relevo a obra do Calvário, bem como esclarecer como os crentes devem valorizá-la. Ora, se Moisés que não era divino, que não se deu sacrificalmente em lugar de ninguém, merecia ser ouvido, então por que Jesus, o Filho do Deus bendito, Senhor da Igreja e superior aos anjos, não merecia reconhecimento ainda maior?

PARA REFLETIR

A respeito da Superioridade de Jesus em relação a Moisés, responda:

Qual o ponto de partida para o autor aos Hebreus introduzir o assunto sobre a vocação superior de Jesus?

Que Jesus era o autor e mediador da nossa salvação (Hb 2.14-18).

Em que concordamos quando confessamos Jesus como Salvador?

Quando confessamos Jesus como Salvador, concordamos que Ele em tudo tem a primazia. Ele é o Senhor. Ele é maior do que tudo e do que todos; Ele e somente Ele é a razão do nosso viver.

O que devemos destacar quando o autor usa aksioô, isto é, "digno", "valor" e "mérito"?

Diferente de Moisés, o mérito de Jesus era maior e sua glória era permanente.

Se Moisés foi um ministro de Deus no culto da congregação do deserto, o que foi Jesus?

O ministro da Igreja, o povo de Deus na Nova Aliança, "a qual casa somos nós" (Hb 3.6).

Qual risco corria os cristãos neotestamentários?

O perigo de ouvir, mas não atender, o perigo de ver, mas não crer e o perigo de começar, mas não terminar.

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