ESTUDOS TEOLÓGICOS, INTERPRETAÇÃO DA BÍBLIA, ESBOÇO PARA AULAS DA ESCOLA DOMINICAL, ETC

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quarta-feira, 20 de agosto de 2014

ESCOLA DOMINICAL - Conteúdo da Lição 8 - Revista da CPAD


O Cuidado com a Língua
24 de Agosto de 2014

TEXTO ÁUREO
"Porque todos tropeçamos em muitas coisas. Se alguém não tropeça em palavra, o tal varão é perfeito e poderoso para também refrear todo o corpo" (Tg 3.2).

VERDADE PRÁTICA
A nossa língua pode destruir vidas, portanto, sejamos cuidadosos com o que falamos.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Tiago 3.1-12

INTRODUÇÃO
Nessa lição veremos o quanto o crente deve ser cuidadoso na maneira de falar com os outros. Tema do terceiro capítulo da epístola, o meio-irmão do Senhor escreve sobre um pequeno membro do nosso corpo: a língua. Este acanhado, mas poderoso órgão humano, pode destruir ou edificar a vida das pessoas. Por isso, a nossa língua deve ser controlada pelo Espírito Santo a fim de sermos canais de bênçãos para aqueles que nos ouve. 

I. A SERIEDADE DOS MESTRES (Tg 3.1,2)

1. O rigor com os mestres.
A palavra hebraica para mestre é rabbi, cujo significado é "meu mestre". Os mestres eram honrados em toda a comunidade judaica, gozando de grande respeito e prestígio. Na realidade, o ofício rabínico era uma das posições mais almejadas pelos judeus, pois era notória a influência dos mestres sobre as pessoas (Mt 23.1-7). Daí o porquê de muitos ambicionarem tal posição. E é exatamente alarmado por isso que Tiago inicia então o capítulo três, referindo-se aos que acalentavam essa aspiração, visando obter prestígio, privilégio e fama, a que tivessem cuidado (v.1). Antes de almejarmos o ministério da Palavra devemos estar cônscios de nossa responsabilidade e de que um dia o Altíssimo nos pedirá conta dos atos e dos talentos a nós dispensados. 

2. A seriedade com os mestres na igreja (v.1).
Em Mateus 5.19 lemos sobre a advertência de Jesus quanto à seriedade e a fidelidade dos discípulos no ensino do Evangelho. Devido a sua importância, Jesus estabeleceu o ensino como um meio de propagar o Evangelho a toda criatura e, assim, ordenou a sua Igreja que fizesse seguidores do Caminho pelo mundo (Mt 28.19,20). É interessante notarmos o paralelo que Tiago faz em relação à advertência proferida por Jesus em tempo anterior: Quem foi vocacionado para ser mestre não pode ter o "espírito" dos fariseus, mas o de Cristo (Mc 12.38-40). 

3. Perfeição que domina o corpo (v.2).
Quem domina ou controla a sua língua, sem cometer delitos (excessos, descontroles, julgamentos precipitados, difamações, etc.), sem dúvida, é "perfeito". O controle da língua significa que a pessoa tem a capacidade de controlar as demais áreas da vida, pois a língua é poderosa "para também refrear todo o corpo". Quem tem domínio sobre a língua, tem igualmente o coração preservado, pois a boca fala do que o coração está cheio. Discipline-se! Faça um propósito com Deus e consigo mesmo: não empreste os seus lábios para fazer o mal.

II. A CAPACIDADE DA LÍNGUA (Tg 3.3-9)

1. As pequenas coisas no governo do todo (vv.3-5).
Tiago faz uma analogia acerca da nossa capacidade de usarmos a língua. Ele remete-nos ao exemplo do leme dos navios e do freio dos cavalos. Apesar de tais objetos serem pequenos, porém, são fundamentais para controlar e dirigir transportes grandes e pesados. Assim, o apóstolo nos mostra que, apesar de pequena, a língua é capaz de realizar grandes empreendimentos - edificantes ou destrutivos. Como um pequeno membro é capaz de "acender um bosque inteiro"?

2. "A língua também é um fogo" (vv.6,7).
Quantas pessoas não frequentam mais as nossas reuniões porque foram feridas com palavras? Você já se fez essa pergunta? É preciso usar nossa língua sabiamente, pois "a morte e a vida estão no poder da língua [...]" (Pv 18.21). Grande parte dos incêndios nas florestas inicia através de uma pequena fagulha. Todavia, essa faísca alastra-se podendo destruir grandes áreas de vegetação. Da mesma forma, são as palavras por nós pronunciadas. Se não forem proclamadas com bom senso, muitas tragédias podem acontecer. 

3. Para dominar a língua.
Ainda no versículo sete, Tiago faz outra ilustração em relação ao tema do uso da língua. Ele mostra que a natureza humana conseguiu domar e adestrar as bestas-feras, as aves, os répteis e os animais do mar. Mas a língua do ser humano até hoje não houve quem fosse capaz de dominar. Por esforço próprio o homem não terá forças para domar o seu desejo e as suas vontades. Mas quando Deus passa a nos governar, a língua do crente deixa de ser um órgão de destruição e passa a ser um instrumento poderoso e abençoador, usado para o louvor da glória do Eterno. A fim de dominar a nossa língua, devemos entregar o nosso coração inteiramente ao Senhor, "Pois do que há em abundância no coração, disso fala a boca" (Mt 12.34).

III.NÃO PODEMOS AGIR DE DUPLA MANEIRA (Tg 3.10-12)

1. Bênção e maldição (v.10).
Tiago até reconhece a possibilidade de alguém usar a língua de modo ambíguo. Entretanto, deve a mesma língua que expressa o amor a Deus, deixar-se usar para destruir pessoas? Apesar de o meio-irmão do Senhor dizer que tudo que existe obedece sua própria natureza, se experimentamos o novo nascimento, tornamo-nos uma nova criação, isto é, adquirimos outra natureza. Esta tem de ser manifesta em nosso falar e agir. Portanto, se você foi transformado pela graça de Deus mediante a fé de Cristo, a sua língua não pode ser um instrumento maligno. A fofoca, a mentira, a calúnia e a difamação são obras carnais e não podem ter lugar em nossa vida.

2. Exemplos da natureza (vv.11,12).
O líder da igreja de Jerusalém usa dois exemplos da natureza para apontar a incoerência de agirmos duplamente. Tiago questiona a possibilidade de a fonte que jorra água doce jorrar igualmente água salgada. Para provar a impossibilidade natural deste fenômeno, o meio-irmão do Senhor pergunta, de maneira retórica, se uma figueira poderia produzir azeitonas, e a videira, figos. Naturalmente, a resposta é um sonoro não! Portanto, a pessoa que bendiz ao Senhor não maldiz o próximo. Se Deus é amor, como podemos odiar alguém? 

3. Uma única fonte.
Aquele que bebe da água da vida não pode fazer jorrar água para morte. Quem bebe da água limpa do Cristo de Deus não pode transbordar água suja. Portanto, a palavra proferida por um discípulo de Cristo deve edificar os irmãos, dar graça aos que ouvem e sarar quem se encontra ferido.

CONCLUSÃO
Uma vez Salomão disse que a boca do justo é manancial de vida (Pv 10.11), e que as palavras da boca do homem são águas profundas (Pv 18.4). Tomemos o devido cuidado com a maneira como usamos a nossa língua. Não esqueçamos que, no dia do Juízo, daremos conta a Deus de toda palavra ociosa proferida pela nossa boca (Mt 12.36).

terça-feira, 19 de agosto de 2014

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 6 - Revista da Central Gospel


AULA EM___DE______DE 2014 - LIÇÃO 6
(Revista: Central Gospel - nº 39)

Tema: JONAS, O MISSIONÁRIO DESCONTENTE
  
Texto Áureo: Jonas 3.10
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 PALAVRA INTRODUTÓRIA
- Professor(a), nesta lição mostre o tipo de servo que foi Jonas e tire ensinamentos para os alunos.
- “Jeroboão II”, ele recebe essa classificação por já ter existido um outro Jeroboão, no início da história do reino do Norte .
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1. A ORDEM DE DEUS E A DESOBEDIENCIA DE JONAS
- “somente para os eleitos de Israel”, isso é presunção, muitos judeus acreditavam assim.
- “igualmente tolerante com outra nação”, o objetivo do Senhor é estender a oportunidade de salvação a todas as pessoas do mundo.

1.1. Nínive.
- “transliteração”, ocorre quando a palavra é representada em outro idioma sem perder o sentido original.
- “relação com o deus Dagom”, Dagom era um ídolo dos filisteus na época de Samuel.
- “mais propensos a receber”, sugestão de que os ninivitas tivessem o coração mais  quebrantado devido a seus problemas. Isso é explicável, pois quando estamos cheio de situações difíceis nas mãos somos mais vulneráveis para receber as palavras do Senhor.

1.2. A fuga de Jonas
- “embarcou em um navio”, naquela época os navios faziam pequenas viagens, diferente do período das grandes navegações, em que as esquadras eram preparadas para permanecerem dias em alto mar.

1.3. A correção da rota
- “lançavam ao mar fazendas”, se refere à bens financeiro, esses navios carregavam produtos, de todas as partes do mundo daquela época.
- “lançadas sortes para descobrir a causa”, na verdade o que eles queriam saber é por intermédio de quem estava vinda aquela tempestade.
- “um grande peixe”, no texto do Novo Testamento aparece a palavra baleia, se referino ao peixe que tragou Jonas. Mateus 12.40

1.4. No ventre do peixe
- “encapelado mar”, encapelado significa encrespado, bravio.
- “Deus não havia desistido”, na verdade tudo que Jonas estava passando ali era um aprendizado para sua vida. Às vezes o Senhor nos permite ser um pouco rebelde para que possamos ver um lado da situação e adquirir experiências novas.

1.5. O reencontro com o Eterno
  
- “lembrou-se do Senhor”, aqui está uma possível explicação para o fato de alguns crentes nunca saírem da prova. Alguns crentes só aprendem ao passarem por provações.
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2. A MENSAGEM DE JONAS
- “há um espaço de tempo”, é nesse espaço de tempo que o Senhor aperfeiçoa o Seu profeta.

2.1. A posição geográfica de Nínive
- “a centenas de quilômetros do mar”, quer dizer que Jonas teve que sair do peixe e ainda caminhar até Nínive.
- “dessa vez o profeta não fugiu”, quando alguém adquiri uma maior intimidade com o Senhor ele fica mais firme nas dificuldades.
Essa intimidade é adquirida unindo-se três práticas importantes, oração, palavra e experiência!

2.2. A grande cidade
- “guardados por imensos touros”, eram touros de pedras, esculpidos para ornamentarem as entradas.
- “50 torres”, as torres nos muros serviam para abrigarem as sentinelas que montavam guardas.
- A cidade de Nínive não mais existe, hoje as suas ruínas estão na região de Moçul uma cidade do atual Iraque.

2.3. O teor e o resultado da mensagem
- “não falou em arrependimento”, Jonas havia conhecido no mar a poderosa ira de Deus , e descobriu que orrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo, mas não conhecia as muitas misericórdias do Senhor. Alguns aprendem o evangelho como Jonas, faltando o aprendizado final, a misericórdia e o perdão.
- “prática comum entre os assírios”, cogita-se que Jonas tivesse ficado com medo devido a fama de sanguinário que aquele povo tinha, e por isso teria fugido para Társis.
- “a população temeu”, mas o fato que mais chama a atenção aqui é que o povo acreditou! O que teria elevados eles a acreditarem prontamente no discurso de Jonas? Há suspeitas de que houvesse uma profecia acerca de um profeta que viria do mar e anunciaria uma destruição, não se sabe se essa lenda é verdadeira.
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3. O DESCONTENTAMENTO DE JONAS
- “preocupado com sua reputação de profeta”, o texto bíblico, na verdade nos leva a entender que Jonas achava que aquele povo deveria morrer, devido a todas as maldades que eles já haviam cometidos.

3.1. O desconsolo do profeta
- “picada por um parasita e morreu”, o estilo da narrativa nos leva a entender que tudo aconteceu de repente, mas o conteúdo do texto pode mostrar que tudo levou dias para ocorrer.

3.2. A remoção do castigo
- “Deus removeu o castigo”, existem certas atitudes que mechem com o coração de Deus, são o contritamento, o choro, o arrependimento, a humilhação, etc.
- “refletiam o quebrantamento”, eles souberam mostrar em obras, aquilo que estava em seus corações.
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CONCLUSÃO
- “Deus não predestina”, se referindo a predestinação fatalista que alguns pregam afirmando que Deus fez alguns predestinados a irem para o inferno.
- “o coração amoroso de Deus”, e revela também como alguém pode acabar ficando presunçoso e orgulhoso, mesmo tendo o dom de profeta.
- Professor(a), faça o seu resumo e repasse os principais pontos para a classe.

Boa aula!

Marcos André – professor

ESCOLA DOMINICAL - Conteúdo da Lição 8 - Revista da Editora Betel


O Líder e Sua Responsabilidade nas Decisões
24 de agosto de 2014

TEXTO AUREO
“Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao Senhor, escolhei hoje a quem sirvais; se aos deuses a quem serviram vossos pais, que estavam além do rio, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor.” Js 24.15

VERDADE APLICADA
É inevitável que surjam novos tempos e novos desafios. Mas é imprescindível que, antes das decisões, Deus seja consultado.

TEXTOS DE REFERÊNCIA
Js 1.1 - Sucedeu, depois da morte de Moisés, servo do Senhor, que este falou a Josué, filho de Num, servidor de Moisés, dizendo:
Js 1.2 - Moisés, meu servo, é morto; dispõe-te, agora, passa este Jordão, tu e todo este povo, à terra que eu dou aos filhos de Israel.
Js 1.3 - Todo lugar que pisar a planta do vosso pé, vo-lo tenho dado, como eu prometi a Moisés.
Js 1.6 - Sê forte e corajoso, porque tu farás este povo herdar a terra que, sob juramento, prometi dar a seus pais.
Js 1.7 - Tão-somente sê forte e mui corajoso para teres o cuidado de fazer segundo toda a lei que meu servo Moisés te ordenou; dela não te desvies, nem para a direita nem para a esquerda, para que sejas bem-sucedido por onde quer que andares.

INTRODUÇÃO
Os desafios, problemas e dificuldades de nossa época são tantos que não existe uma fórmula ou modelo para solucioná-los. Entendemos que, para cada caso, exista um tipo de tratamento e uma solução a descobrir. Todavia, há rumos seguros a tomar, e as Escrituras nos dão bases muito sólidas para resolvê-los. Não precisamos ficar à mercê da sorte, nem procrastinando, porque Deus tem dado aos seus servos um manual e um Espírito de sabedoria (1Jo 2.20). Na verdade, não há como dissecar todo o assunto nesta lição, mas lançaremos luzes para iluminar mentes criativas a seguir.

1. Prepare-se para tomar decisões
A iniciativa de uma decisão genuína tem suas bases na liberdade, na capacidade de discernir e na capacidade de escolher o melhor rumo a tomar (Jl 3.14). Qualquer ser humano com essas prerrogativas e, principalmente, os lideres, são capazes de tomar decisões. Para isso, ele precisará de entendimento e preparo prático para exercer sua liberdade e resoluções. Vejamos, a priori, que entendimento e preparo um líder deve ter.

1.1. Atitude na vontade de Deus
Como servir a Deus é uma sábia escolha, logo quem o escolheu deve dispor-se com dedicação. Deus exige uma atitude séria de seu servo-líder Josué. Percebemos isso na expressão, “dispõe-te” (Js 1.2) que significa levante-se, ponha-se em pé, esteja pronto a fazer a minha vontade. Para se tomar decisões acertadas, o servo de Deus deve estar, acima de qualquer coisa, na vontade de Deus, seja na função, seja no lugar, ou seja, no ponto crítico a enfrentar. Por mais incrível e ilógico que possa parecer, para alguns, estar na vontade específica de Deus é o lugar mais cômodo, interessante e próspero de encontrar-se (Rm 12.2).

1.2. Os problemas dão sentido à vida
Um sábio filósofo comentava certa vez que o único obstáculo que uma águia precisava vencer para voar com mais velocidade e maior facilidade era o ar. Todavia, se o ar lhe fosse tirado e a orgulhosa ave tivesse que voar no vazio cairia instantaneamente, totalmente sem possibilidades de voar. Os mesmos elementos que oferecem resistência ao voo são, ao mesmo tempo, a condição indispensável para voar. Uma vida livre de obstáculos e dificuldades reduziria todas as suas possibilidades e poderes a zero. Elimine os problemas, e a vida perderá sua tensão criativa. A vida cristã não nos isenta das tempestades da vida (Mc 4.38). Deus não diz a Josué apenas para ser forte, mas para ter coragem (Js 1.6-7). Deus não isentou sua vida de problemas, mas cada conquista ensinava que existe uma saída para cada problema.

1.3. Arme-se das promessas de Deus (Js 1.3-5,13)
Um homem chamado por Deus também receberá suas promessas. A decisão de suceder a Moisés por mais honrosa que fosse era envolta em riscos para si e todos os demais. Apenas alguém determinado por Deus de fato traria o cumprimento das promessas para si e seus liderados. Estar de pé, e disposto, é essencial. Porém, necessário é ser guiado pelas Escrituras; elas ditam os limites que podemos alcançar. Tomar decisões é pensar e decidir antes. Desse modo, alguns questionamentos podem ser feitos como: O que a Bíblia diz a respeito desse assunto? Como o personagem encontrou solução para essa crise? Se Jesus Cristo estivesse em meu lugar, como decidiria? É também muito importante a busca de conselhos, é na multidão de conselhos que nascem os sábios (Ex 18.17; Pv 11.14).

2. Seja versátil ao tomar decisões
A grande aprovação de um líder está em sua capacidade de reconhecer um problema antes que este se converta em uma emergência. Numa liderança eficaz é raridade quando um problema adquire proporções gigantescas, isso porque a maioria dos problemas são reconhecidos e solucionados logo nas etapas iniciais.

2.1. Transforme problemas em soluções
Existe uma diferença enorme entre uma pessoa que tem um grande problema e uma pessoa que faz um problema ser grande. As estatísticas mostram que as pessoas que são aconselhadas nos gabinetes não são as que possuem os maiores problemas, mas as que estão conscientes de seus problemas e permanecem ocultando (Pv 28.13). Por que os vencedores superaram os problemas quando milhares de pessoas foram oprimidas por eles? Simplesmente porque se recusaram a usar as desculpas mais comuns para o fracasso. Eles transformaram as grandes armadilhas em pequenas pedras sobre as quais cruzaram os rios. Eles perceberam que não poderiam evitar todas as circunstâncias de uma vida, mas poderiam escolher que atitudes tomar diante de cada circunstância.

2.2. Se ajuste as mudanças
“Moisés, meu servo, é morto; dispõe-te, agora, passa este Jordão, tu e todo este povo, à terra que eu dou aos filhos de Israel” (Js 1.2). A morte de Moisés foi a oportunidade de Josué. Assim aprendemos uma lição: “líderes passam, a visão continua” (2 Tm 2.2). Josué deveria se ajustar aos novos tempos, antes ele era liderado, agora deveria ser o líder. E a pergunta é: se Josué não fosse constante, não aprendesse com Moisés, não fosse confiável, será que Deus o veria como um sucessor à altura? Aqui cabe outra pergunta: o que os nossos ouvintes estão aprendendo? Será que estão prontos para assumir novas lideranças ou vão ser liderados até morrer? Josué dormiu servo e acordou líder. Será que estamos prontos para sermos surpreendidos?

2.3. Domine seus medos e seja ousado
Josué estava incrivelmente cômodo, mas agora com a morte de seu líder tinha que tomar decisões. Deus fala que ele deve dispor-se e reiteradamente ordena para que ele seja “forte e corajoso”. Todos os anos anteriores serviram de treinamento para aquele momento, e o povo o reconhecia como líder. Ele estava pronto, mas era necessário que dominasse algum tipo de medo e ousasse conquistar as promessas de Deus (lJo 4.18; S1 91.5). Este é um princípio importantíssimo, o de dominar os próprios medos a cada situação. Para cada situação existe um líder, e com Josué não foi diferente, precisava vencer para avançar. Por esse motivo, o Senhor insistiu em dizer-lhe: seja forte e muito corajoso, não se desvie do livro da lei, sejas bem-sucedido por onde quer que andares (Js 1.7).

3. Decisões em situações difíceis
Selecionamos intencionalmente três episódios críticos da vida de Josué e as soluções por ele encontradas. Embora nesta lição, tenhamo-nos concentrado em Josué, há muitos outros exemplos dignos de estudo.

3.1. Conheça o terreno onde vai pisar (Js 2.22-24)
Como líder das tribos dos filhos de Israel, Josué decidiu iniciar a conquista da terra prometida. Já fazia tempo que ele e Calebe haviam espiado a terra juntamente com mais dez príncipes tribais. Todavia, apenas eles dois se mantiveram fiéis à missão de Moisés. Depois de muitos anos, era necessário que fosse feita uma nova expedição secreta, mas de maneira mais específica, em Jericó. Mediante o relatório, puderam saber todo o possível, para então iniciarem a arte do cerco e a extinção da cidade, exceto o de Raabe e sua família. É imprescindível que o líder conheça, investigue todo o possível para que possa então realizar suas conquistas. Conheça bem a igreja, conheça seus membros, conheça em oração e ajude-os a superar seus desafios.

3.2. Discipline quem precisar com sabedoria
Há certas coisas que um líder espiritual terá de enfrentar em sua prática ministerial. Terá de aconselhar, enfrentará antagonismos, terá de dizer “não” e terá também que disciplinar. Com certeza, este é um dos momentos mais delicados de uma liderança. Este servo-líder de Deus não terá escolha, apenas estará bem preparado ou despreparado para o momento. Há certas decisões que, se forem adiadas, toda a congregação sofrerá retrocesso (Js 22.20), o caso de Acã é um clássico exemplo disso. Disciplinar com sabedoria é ser justo e misericordioso, sempre tentando recuperar a ovelha que se desgarrou. Há vários níveis de disciplina que os que desempenham liderança devem conhecer, para trabalharem com justiça: admoestação, repreensão, suspensão e desligamento. Disciplina nunca visa destruir, por isso, ela deve ser aplicada na medida certa e cada caso é um caso.

3.3. Busque a aprovação de Deus acima de tudo
Nunca tome decisões que não estejam de acordo com as Escrituras Sagradas e sem consultar ao Dono da obra. A liderança de Josué diante dos filhos de Israel estava consolidada, e algumas vitórias eles haviam conquistado sob direção de Deus. Os Gibeonitas sabiam que o destino que lhes aguardava era o mesmo de Jericó e Ai, por isso, elaboraram um estratagema para escaparem da mira dos hebreus. A terra distava três dias de caminhada, mas se fingiram de pobres e de uma terra remota. Assim solicitaram aliança, e Josué e seus líderes, sem consultarem a Deus, decidiram poupá-los sob juramento. Mas, ao descobrirem o engano, Josué e os demais príncipes os pouparam, tomando-os rachadores de lenha. Esse é um exemplo clássico da necessidade de se consultar sempre a Deus em cada questão, situação difícil ou crise (Js 9.1-27).

CONCLUSÃO
Deus tem sempre uma saída, um escape, uma provisão para um servo-líder por Ele vocacionado. Não tenha medo, porque os tempos mudam e as situações também. Creia e seja ousado em aplicar soluções adequadas a cada problema.

sábado, 16 de agosto de 2014

AGENDA


O culto da festividade da Escola Dominical na Assembleia de Deus do Ministério de Madureira em Uberlândia foi uma glória.  2 almas aceitaram a Cristo como Salvador.
Não há valor financeiro que pague o choro das irmãs que se renderam aos pés do Senhor

Aqui está um pouco frio, mas o Espírito Santo aqueceu o povo de Deus rsrs

Ev Marcos André

ESCOLA DOMINICAL - Lista de Esboços do 3º Trimestre de 2014



ACESSAR AS LIÇÕES DO 1º TRIMESTRE 2013
ACESSAR AS LIÇÕES DO 2º TRIMESTRE 2013
ACESSAR AS LIÇÕES DO 3º TRIMESTRE 2013
ACESSAR AS LIÇÕES DO 4º TRIMESTRE 2013
ACESSAR AS LIÇÕES DO 1º TRIMESTRE 2014
ACESSAR AS LIÇÕES DO 2º TRIMESTRE 2014

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sexta-feira, 15 de agosto de 2014

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 7 - Revista da CPAD


AULA EM 17 DE AGOSTO DE 2014 – LIÇÃO 7
(Revista: CPAD)

Tema: A Fé se Manifesta em Obras

Texto Áureo: Mateus 5.16
  
INTRODUÇÃO
- Amado(a) professor(a), nesta lição você pode tornar a aula bem prática, levando os aluns a buscarem viver as verdades ensinadas. Exorte-os nisso!
- “imprescindível à vida cristã”, essencial, quer dizer que não há nem vida cristã se não houver fé e obras.
- “reafirmar que o crente é salvo pela graça”, isto é, afirmar de novo, para que ninguém acabe achando que pode ser salvo por muitas obras que fizer.
- “não é uma fuga da realidade”, ter fé não significa viver o tempo todo falando em mistério ou manifestando algum dom espiritual.
- “não há antagonismo algum entre ambas”, antagonismo é a oposição de ideias, fé e obras não estão em oposição, mas em acordo, pois uma deve vir acompanhada da outra. Fé acompanhada de obras. Resumindo: obras não produz fé, mas fé produz obras.
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1. DIANTE DO NECESSITADO, A NOSSA FÉ SEM OBRAS É MORTA (Tg 2.14-17)

1.   Fé e obras.
- “ler desavisadamente”, quer dizer, ler sem estar a atento a certos assuntos.
- “pode afirmar que ela contradiz”, isso porque parece haver contradição entre os dois temas: o de Tiago: “a fé sem obras é morta” e o de Paulo, “a pessoa é justificado pela fé e não pelas obras.”
- “orgulho nos rituais judaicos”, os judeus acreditavam que a prática dos muitos rituais poderiam justificá-los diante de Deus e se orgulhavam disso.
- “frutos de arrependimento”, são as obras que mostram para todos que verdadeiramente somos arrependidos e convertidos.

2.  O cristão e a caridade.
- “atitudes que integram a religião”, que fazem parte, para que se possa dizer que há religião de verdade, então deve haver essas atitudes.
- “quando não produz tais frutos, é morta”, infelizmente não é difícil encontrar pessoas que vivem uma religião morta, pois afirmam serem convertidos a Deus, mas não praticam nenhuma das obras citadas.
- “inquire retoricamente”, inquirir significa “perguntar”, e “retoricamente” significa fazer uso de expressões retóricas, que são expressões eloquentes, incisivas, de boa argumentação. Aqui está dizendo simplesmente, que ele pergunta de maneira eloquente, ou bem argumentada.

3. A "morte" da fé.
- “expressão da vontade de Deus”, significa que as obras de ajuda aos necessitados são coisas que o Senhor quer que sejam feitas. Quando só anunciamos o evangelho e não buscamos ajudar socialmente os ouvintes, então fazemos a obra incompleta.
- Importa que o mundo veja pelas nossas obras de fé, que o nosso Deus é um Deus que ajuda ao necessitado.
- “nossas concupiscências”, nossos desejos carnais e egocêntricos.
- “independentemente de quem ele seja”, quando amamos somente aqueles que nos ajudam, ou aqueles que são da nossa família, não estamos fazendo grande diferença no Reino de Deus.
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2. EXEMPLOS VETEROTESTAMENTÁRIOS DE FÉ COM OBRAS (Tg 2.18-25)

1. Não basta "crer".
-“demônios, igualmente, creem e estremecem”, está ensinando que quem se orgulha em acreditar em Deus, na verdade não está fazendo mais do que os demônios. Lembremos que os demônios pelo menos estremecem, mas infelizmente alguns crentes praticaram tanto a fé morta, que nem estremecem mais diante do Senhor.
- “a fé não consiste em um discurso”, a fé não é para ser debatida ou argumentada, mas vivida. Satanás cegou o entendimento de alguns irmãos para viverem uma vida vazia, pensando que estão cheios.
- “convicção autêntica, seguida da prática de obras de amor”, seria interessante perguntar a classe: você recebeu esse ensinamento? Você está nesse estado? Se o amado professor(a) achar conveniente, poderia parar a aula só para orar nesse propósito.


2. Abraão.
- “pai da fé”, por ser o primeiro a demonstrar a fé nos moldes que nos é ensinada hoje. Por isso Abraão é considerado o pais da fé, mesmo tendo outras manifestações de fé antes dele.
- “quando o Senhor lhe pediu seu amado filho”, naquele momento Abraão considerou que Deus podia ressuscitar a Isaque Hebreus 11.18, sendo esse um ato de fé.
- “imolar o seu filho amado”, o melhor ensinamento dessa situação que ocorreu com Abraão é a pergunta que fica na nossa mente: O que somos capazes de sacrificar, eliminando da nossa vida, por Deus?

3. Raabe.
- “mulher gentia”, gentio, significa “estrangeiro”.
- “Na certeza de que Deus daria aquela cidade ao Seu povo”, Raabe creu nas notícias que ouviu sobre Deus e decidiu ajudar os espias de Israel.
- “constituída na linhagem do nosso Salvador”, Raabe foi bisavó de Jessé, pai de Davi. Não importa o passado, se hoje tivermos atitudes de fé verdadeira, o Senhor muda a nossa história.
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3. A METÁFORA DO CORPO SEM O ESPÍRITO PARA EXEMPLIFICAR A FÉ SEM OBRAS (Tg 2.26)
1  Uma analogia do corpo sem espírito.
- “ser espiritual”, se referindo a sua alma e espírito, que são elementos de sua natureza tricotômica.
- “físico”, se referindo ao corpo que é o elemento do homem que tem contato com o mundo através dos cinco sentidos humanos.
- “social”, se referindo à capacidade do ser humano se relacionar com seu semelhante.
- “quando as esferas espiritual, física e social estão inseparáveis”, quer dizer, atuando em conjunto, interagindo no mundo.

2. Da mesma maneira: fé sem obras é morta.
- “expressarmos uma fé verbalmente”, é expressar por meio das palavras, na segunda carta aos coríntios encontramos Paulo defendendo sua fé e posição eclesiástica e apresentando as obras que a comprovam.
- “medida que os meus atos em relação a elas revelarem”, infelizmente algumas pessoas adquiriram habilidades em manter um imagem de grande fé, sem apresentarem, contudo, as devidas obras.
- “Credo Apostólico”, é a declaração de fé cristã que inicia com as palavras: “Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso, Criador do céu e da terra, etc.” a palavra “credo” vem do latim e significa “creio”.
- “ignomínia”, significa vergonha.
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CONCLUSÃO
- “uma fé sem obras está morta”, podemos ter os melhores argumentos que existem para defender nossa fé, mas se não apresentarmos as obras, nossa argumentação não adiantará de nada.
- Estamos vivendo um tempo de muitos argumentos e pouca prova prática.
- Professor(a) faça seu resumo e apresente o tema da próxima aula, isso ajudará a exortar os alunos a lerem a lição.

Marcos André – Superintendente e professor
Gustavo Matos – Cooperador

Boa Aula!

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 7 - Revista da Editora Betel.


AULA EM 17 DE AGOSTO DE 2014 – LIÇÃO 7
(Revista: EDITORA BETEL)

A Visão de Um Líder Chamado por Deus
Texto Áureo: Habacuque 2.2
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 INTRODUÇÃO
- Professor(a), nesta lição procure exortar aos líderes ou futuros líderes, à adquirirem sua visão da parte de Deus.
- “deu-lhe um encargo”, encargo é aquilo que está sob a responsabilidade de alguém para ser realizado. No caso, o encargo de Abraão era de deixar a sua parentela e se dirigir a uma terra que lhe seria mostrada.
- “tornar-se clara com a experiência do tempo”, quer dizer que Abraão foi aprendendo, com o passar do tempo, a conhecer o propósito de Deus e a lidar com isso.
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1. A aquisição de uma visão
- “Visão é a habilidade de enxergar além”, existem dois sentidos do termo visão para se levar em consideração: 1º pode ser a capacidade sobrenatural de ver uma imagem de algo oculto ou futuro. 2º pode ser um conjunto de metas a serem alcanças, esse ultimo é o significado para a visão analisada nessa lição.
- “A capacidade de não apenas ver o que é”, para que isso ocorra temos que enxergar com nossa mente, focalizando possíveis possibilidades, isso implica em olhar com os olhos da Fé.

1.1.  Deus a fonte da visão
- “seus caminhos sejam desconhecidos”, embora o pronome possessivo “seu” esteja com “s” minúsculo se refere aos caminhos de Deus.
- “Sempre perfeitas em seus propósitos”, a visão vinda e Deus não traz confusão Rm 10;11.
- “modifica o futuro de seus filhos”, o Senhor não veda o livre arbítrio de seus filhos, qualquer crente pode sair fora da visão de Deus a hora, porém depois de conhece ao Senhor mais intimamente, o crente se envolve de forma que não pode mais largar a visão de Deus.
- “A visão cria prioridades”, prioridade é a classificação daquilo que deve vir antes, ou em primeiro lugar.
- “Sem visão o povo perece (Pv 29.18)”, essa referência se refere às profecias dadas de forma sobrenatural.

1.2. A visão de uma realidade futura (Gn 15.5)
- “Deus é quem projeta em nós a visão”, porém muitos tem perdido a esperança, por não ter suas vontades atendidas por que todos sabemos que a vontade de Deus nem sempre é a vontade do homem Is 55.8, a partir daí então eles mesmo projetam suas próprias visões convenientes de seus anseios.
- “realidade futura preferível”, é a realidade que Deus prefere que ocorra, mas que nem sempre acontece, porque existe o livre arbítrio, nem todos .
- “seguem e são influenciadas”, e influenciam outras pessoas também. Aquele que tem uma visão dada por Deus, consegue influenciar outros crentes na obra de Deus.
- “visionário”, aquele que tem a visão.
- “desafia o natural”, veja no texto de referência, a visão passada a Abraão parecia absurda, mas o Senhor a realizou.
- “porque ele inspirava seus seguidores”, aqui está a essência desse estudo, pois se um líder tiver uma visão, ele conseguirá conduzir pessoas.

1.3.  Visão transformadora (Gn 15.6)
- “ausência de um herdeiro na família”, essa reclamação não demonstra perda de esperança, mas sim uma conformação em algo menor do que o prometido. Ele julgou que seu servo seria quem herdaria a promessa feita por Deus.
- “damasceno”, natural de Damasco.
- “Lhe mostra as estrelas do céu, os grãos de areia do mar” ele podia ver as estrelas e interpretar como sendo a nação de Israel, os grãos de areia do mar apesar de não poder ver lá no fundo (á menos que o Senhor revelasse a ele), se interpreta que somos nós os gentios.
“embora hoje temos em mãos a Bíblia a qual tem esse conteúdo e sabemos o final de Abraão, ele porém não tinha nenhum livro que lhe indica-se nada, apenas tinha que crer a confiar”.
- “poderosa para mudar o nosso íntimo”, na prática as visões para o futuro provocam mudanças hoje, animando, fazendo a pessoa mudar as atitudes em relação ao ministério e a si próprio.

2.  O conteúdo de uma visão
- “devaneio”, é o sonho com coisas impossíveis.
- “embora se pareça utópica”, a utopia é a crença em coisas irrealizáveis. Às vezes a visão de um líder parece utópica, como a que Deus fez a Abraão.
- “resultado de fantasia mental”, pode ocorrer até mesmo no ministério, quando um líder recebe de Deus, então ele tem uma visão, mas se Deus não falou com ele, então não passa de um devaneio.    

 2.1.  A visão coloca os liderados em consonância com o líder(Jo 15.15)
- “tem muitos sonhos”, a maior dificuldade do sonhador é trabalhar no seu sonho, isso porque ele não tem uma visão, mas apenas sonhos.
- “sabe como os converter em realidade”, não somente o saber, mas principalmente o ânimo.
- “de onde vêm seus recursos e sua força”, se um crente ao se analisar e descobrir que está sendo impulsionado por seus próprios sonhos, deve retornar as suas origens e descobrir a visão correta.
- “visão divina e o interesse em realizá-la”, quando o servo está na mesma visão do seu Senhor ele estará agradando a Deus e o Senhor o livrará de todo o mal.

2.2. Deus trabalha para o cumprimento da visão (Gn 15. 9-10)
- “terra de sua peregrinação”, se refere a terra onde Abraão peregrinou logo após deixar a sua parentela com seu sobrinho Ló. É a terra de Canaã que o povo Hebreu conquistou após a saída do Egito.
- “receita específica de adoração”, Deus ensinou ele a sacrificar de uma forma que agradasse ao Senhor. Importantíssimo ler essa referência.
- “Deus completou com fogo divino”, se refere ao fato de o Senhor ter acendido fogo no sacrifício que Abraão havia feito.
- “hostes malignas”, dentro da tipologia apresentada, as hostes malignas são as aves que atrapalhavam Abraão a sacrificar.
- “Ele corroborada”, corroborar significa “confirmar”, aqui está dizendo que Deus confirma a Sua visão dada ao líder. Na tipologia do sacrifício de Abraão essa confirmação foi feita quando o Senhor apareceu a ele a noite, versículos 12 e 13.

2.3.  Líderes protegem a visão (Gn 15.11)
- “consistiu em ele obedecer”, essa é a primeira atitude de um líder, ele deve começar agindo conforme o ordenado pelo Senhor.
- “maneira de Deus confirmar”, da mesma forma o Senhor confirma a visão dada a Seus líderes dando-lhes a unção espiritual e os dons.
- “um líder deve proteger a visão”, interessantíssima conclusão, proteger a visão é providenciar para que ela venha acontecer, pode-se elaborar um projeto, escrever as metas, jejuar por ela, etc.
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3. Relacionando-se com a visão
- “para todo possuidor”, isso porque nem todos os que estão liderando nas igrejas, estão debaixo de uma visão de Deus, não que Deus não tenha dado, mas porque o tal líder quer fazer do jeito dele e não do jeito de Deus.
- “se estende além do globo ocular”, as imagens da visão são conduzidas ao cérebro pelo sistema nervoso, para serem processadas e armazenadas.
- “um alvo e um destino a chegar”, ele enxerga lá na frente, visualizando o cumprimento da promessa.

3.1. Um líder deve amar a visão, mas priorizar a fonte
- “desconhecido em possibilidade”, seria ele crer que é possível, mesmo diante de situações desconhecidas.
- “amigo de Deus”, ser amigo denota “intimidade”, só é amigo de Deus aqueles que tem intimidade com Ele.
- “pelo convívio com o que prometera”, ninguém consegue ter amizade com quem não se convive, assim um líder nunca terá intimidade com Deus se não conviver com Ele, se não for amigo Dele.

3.2.  Um líder fala sem o uso de palavras
- “prioridades”, são objetivos principais, coisas que estão em primeiro lugar para Deus. Seria muito importante se os líderes descobrissem esta verdade, assim deixariam as suas prioridades pessoais e passariam a executar as metas contidas nos planos de Deus.
- “aqueles que desejam desenvolver e equipar a outros”, está se referindo aos líderes que Deus chamou. Pois eles não lutam por eles próprios.
- “aprender a comunicar isso”, comunicar a visão que nos foi dada, saber transmiti-la, nem sempre com o uso de palavras e sim com ações.
- “através de seu exemplo de fé”, o exemplo é capaz de fazer com que alguém se anime, o exemplo é a principal ferramenta do ensino. Mostrar na prática é a forma de tornar a instrução eficaz na vida do aluno.

3.3. Um líder deve se manter fiel a visão
- “teve motivos de sobra para abandonar a visão”, assim como muitos líderes hoje tem seus motivos, porém existem motivos maiores para que possamos continuar.
- “Ele deixou tudo para trás”, isso fala da superioridade do tesouro que ele encontrou. Esse é um fator diferencial na vida de um líder, com certeza aquele que tomou esse tipo de atitude tem mais chance de obter sucesso na liderança.
- “desapontamento suportáveis”, diante de uma situação de desapontamento é muito difícil aguentar, mas para aqueles que tem visão de Deus há uma fonte de energia extra para conseguir suportar.
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CONCLUSÃO
- “são etapas que todo líder deve passar”, pular etapas pode ser prejudicial para a saúde de todo grupo.
- “passá-la adiante e não morrer com ela”, a visão que Deus dá a um líder não é particularmente dele, mas é parte de um projeto maior de Deus, por isso deve ser passado à frente.
- “Líderes geram filhos”, metáfora que se refere à pessoas que adquirem a mesma visão e propósito.
- Relembre à classe, os pontos mais importantes da aula.

Boa aula!

Marcos André – editor
Gustavo Matos – colaborador
Juliane Souza – colaboradora

Luiz Evaldo Barbosa - colaborador