quinta-feira, 29 de setembro de 2016

ESCOLA DOMINICAL - Esboços para a Revista da Escola Dominical Revista CPAD - 4º Trimestre de 2016 - JOVENS


Lição: 1 - 4º Trimestre
Data: 2 Outubro 2016
Tema: O Real Significado da Adoração e do Louvor
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CONTEÚDOS ANTIGOS:
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3º Trim 2015.  4º Trim 2015. 1º Trim 2016. 2º Trim 2016. 2º Trim 2016. 
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ESCOLA DOMINICAL - Esboços das Lições da EBD da Revista da Central Gospel 4º Trimestre de 2016



Revista 
Central Gospel Nº 48 - 4º Trimestre 2016

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Lição 1: A DITADURA DO ORGULHO - Clique aqui!
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Conteúdos Anteriores:

ESCOLA DOMINICAL CENTRAL GOSPEL ESBOÇO - Subsídio da Lição 1

EDITANDO

AULA EM___DE______DE 2016 – LIÇÃO 1
(Revista: Central Gospel - nº 48)

Tema: A DITADURA DO ORGULHO

Texto Áureo: 1 Coríntios 4.7b
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 PALAVRA INTRODUTÓRIA
- Professor(a), nesse início de trimestre comece apresentando o tema da revista e os temas das lições.
- “mais emblemáticos”, quer dizer que a sua vida e atitudes caracterizam um tipo de pessoa, como um emblema ou rótulo.
- “alcançou grande sucesso por seus feitos”, isso porque estava em integridade, assim como muitos obreiros, começam bem e depois desabam.
- “orgulho que permitiu entrar”, aqui está um grande problema, ele deixou entrar um sentimento que não era de Deus pra sua vida.
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1. OS DOIS SENTIDOS DA PALAVRA ORGULHO
- “quase que de forma inseparável”, é algo comum da natureza humana, que dentro do controle pode ser percebido na nossa vida.

1.1. Considerado positivamente
- “determinados objetivos alcançados”, depois de algumas lutas e privações o servo de Deus tem o direito e até mesmo o dever de se alegrar com seus irmãos e honrar o nome do Senhor pela vitória.
- “senso de dignidade”, saber que é digno de estar com o Senhor no Seu Reino. A um tempo atrás haviam uns líderes que conduziam o povo a acreditar que não poderiam ter nada e que humildade era sinônimo de pobreza.

1.2. Considerado negativamente
- “sentido em que o termo é aplicado”, quer dizer que sempre que o termo aparecer na Bíblia é usado com esse significado.
- “superior aos outros, em algum sentido”, o orgulhoso ao perceber que possui uma área onde ele é destaque, ele começa a tentar se aparecer mais.
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2. A BÍBLIA TRATA O ORGULHO COMO UM PECADO ABOMINÁVEL
- “primeiro pecado na esfera humana”, na verdade esse foi o primeiro pecado a ser originado na criação de Deus ele surgiu no coração de Satanás, enquanto estava ainda no céu.

2.1. Foi elemento principal na queda de Lúcifer na esfera angelical  
- “sua elevada condição”, ele era um querubim ungido, o que indica que estava mais alto do que os outros anjos.
- “Lúcifer”, o nome significa “luzeiro”, ou “o que traz a luz”.
- “presunção”, significa “julgar ser algo que não é”. É definido pela expressão “estar se achando.”

2.2. Foi o fator predominante na queda de Adão e Eva
- “se tornaria tão conhecedores...quanto Deus”, e de fato se tornaram conhecedores, porém isso não traria qualquer benefício a eles. As ciladas do inimigo são para atiçar nosso orgulho, fazendo-nos pensar que certas situações nos beneficiarão.

2.3. Leva ao desejo de tomar para si a glória que é exclusiva de Deus
- “riquezas, beleza ou cargos”, essas coisas, ainda que a pessoa tenha se esforçado grandemente para conseguir, deve sempre reputá-las como dádivas de Deus.
- “desejo de usurparem a posição que Deus reserva”, quando essas pessoas começam a acreditar que são alguma coisa, começam a ficar displicentes com suas vidas e correm o sério risco de perder essas coisas ou outras.
Existem coisas na vida que são muito importantes, mas as pessoas não se dão conta, até o momento que perdem, como Adão e Eva perderam a presença de Deus, alguns perdem famílias, empregos e também a presença do Espírito Santo. 

                                 EDITANDO

terça-feira, 27 de setembro de 2016

ESCOLA DOMINICAL - Esboços para a Revista da Escola Dominical Editora Betel - 4º Trimestre de 2016


Lição: 1 - 4º Trimestre - Editora Betel 
Data: 2 Outubro 2016
Tema: Entendendo o que é Adoração

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segunda-feira, 26 de setembro de 2016

AVISO - Sequência das Publicações dos Esboços

POSTAREMOS OS ESBOÇOS NESSA SEMANA NA SEGUINTE ORDEM:

LIÇÃO 1 CENTRAL GOSPEL BETEL 3º CPAD  

Enquanto isso pedimos a ajuda clicando no anúncios. Basta um único clique! É um anúncio seguro, livre de vírus e se você não gostar pode fechar a tela que vai abrir. 
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ENTÃO CLIQUE NESSA PROPAGANDA ABAIXO! Enquanto isso estamos trabalhando aqui nos esboços!

ESCOLA DOMINICAL BETEL - Conteúdo da Lição 1 - Revista da Editora Betel



Entendendo o que é adoração
02 de outubro de 2016



Texto Áureo

Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade. João 4.24



Verdade Aplicada

Adorar em espírito e em verdade é obedecer ao padrão de Deus para a adoração.


Textos de Referência.


João 4.19-23
19 Disse-lhe a mulher: Senhor, vejo que és profeta.
20 Nossos pais adoraram neste monte, e vós dizeis que é em Jerusalém o lugar onde se deve adorar.
21 Disse-lhe Jesus: Mulher, crê-me que a hora vem em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai.
22 Vós adorais o que não sabeis; nós adoramos o que sabemos porque a salvação vem dos judeus.
23 Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade, porque o Pai procura a tais que assim o adorem.


Introdução

Em 2 Reis temos a narrativa de pessoas sendo estraçalhadas por leões pelo fato de não saberem cultuar a Deus. A solução foi chamar um sacerdote do Deus de Israel para que os ensinasse a adorar ao Senhor.


1. Definindo adoração.

Toda a cadência do texto bíblico é registrada pelo compasso da adoração. A Bíblia é um livro de adoração. Para alcançarmos uma visão clara sobre a adoração, é necessário examinar cuidadosamente as Sagradas Escrituras.


1.1. Adorar significa render-se.

O Novo Testamento destaca 58 vezes a palavra “adorar” (proskynéo), bem como suas correspondentes dentre cinco mil termos relacionados com o culto. Originalmente significa “beijar”. Entre os gregos era um termo técnico que significava “adorar aos deuses”, dobrando os joelhos ou prostrando-se. Beijar a terra ou a imagem em sinal de adoração acompanhava o ato de prostrar-se no chão. Colocar-se nessa posição comunicava a ideia básica de submissão. O gesto de curvar-se diante de uma pessoa e ir até o ponto de beijar seus pés quer dizer: “reconheço a minha inferioridade e a sua superioridade; coloco-me à sua inteira disposição.” (2Cr 7.3).


1.2. Adorar significa servir.

O culto implica em serviço (latreia), termo usado por Jesus para responder ao diabo (Mt 4.1). Esse segundo termo é empregado frequentemente na Septuaginta (90 vezes), especialmente em Êxodo. Deuteronômio, Josué e Juízes, mas apenas uma vez nos profetas. Moisés várias vezes pediu a permissão da parte de Faraó para deixar os israelitas partirem para servir a Deus. Trata-se de cultuar e oferecer atos de adoração que agradem ao Deus da aliança (Êx 4.23; 8.1; 20; 9.1).


1.3. Adorar requer atos de reverência.

Em terceiro lugar, o Novo Testamento utiliza o vocábulo “sebein” (reverenciar). As palavras que derivam desta raiz (seb) são muito frequentes na língua grega fora da Bíblia. Transmitem o quadro característico do grego como homem religioso devotado a seus deuses para evitar as nefastas consequências do azar (At 17). A conotação religiosa grega impediu que esses vocábulos fossem muito usados para designar o culto, na tradução do Antigo Testamento. A adoração requer uma reverente preocupação com o que agrada a Deus (2Tm 3.12). Consequentemente, devemos reconhecer que a vida de temor a Deus não pode ser isolada duma piedade (eusebeia) prática de seguir a Cristo, como não vale qualquer culto separado do sacrifício do Filho.


2. Os pré-requisitos da adoração.

É necessário que aquele que se aproxima de Deus, comporte-se adequadamente, isto é, esteja imbuído pelo ato de adorar (Jo 4.23). Isto requer experiência e conhecimento. Para entrar na presença de Deus, supõe-se que o adorador saiba o que esta fazendo e tenha legitimidade para isto. Basta lembrar-se de Uzias, que entrou no templo sem legitimidade e sem competência levando sobre si a lepra como fruto da desobediência e rebeldia contra Deus (2Cr 26.16-21).


2.1. O novo nascimento.

A experiência pessoal do novo nascimento é requisito fundamental para os que procuram adorar (Jo 3.3). Em hipótese alguma a adoração dispensa esse encontro com o Calvário. É preciso submeter-se a uma experiência com Jesus Cristo, a quem dirigimos o louvor. A experiência não se compra, não se vende, não se negocia; experiência se vive. É isso que ocorre na vida do adorador genuíno. Ele teve uma experiência transformadora com Deus, cujo resultado foi uma mudança em toda a sua forma de ser e agir.


2.2. A quebra dos ídolos.

Existe um teste que pode avaliar muito bem o nosso culto: ele está projetando Deus ou o homem? Desta resposta dependerá toda a validade de nossa adoração. Esse homem pode ser qualquer personagem que esteja ocupando o lugar de Deus, ou talvez um objeto que estamos colocando acima dEle, mas esse homem pode ser ainda você próprio. Infelizmente, não são poucos os que têm caído na egolatria. São pessoas que estão a idolatrar o seu próprio ego. Além dos glutões, dos depravados e dos sensuais, que são homens “cujo fim é a perdição; cujo Deus é o ventre; e cuja glória é para confusão deles, que só pensam nas coisas terrenas.” (Fp 3.19), existem aqueles que fazem de sua aparência, do seu intelecto e mesmo dos seus dotes naturais o seu próprio deus. Afinal, o que é um ídolo? Tudo que desvia nossa atenção de Deus torna-se um ídolo. Somos propensos, em razão de nossa natureza adâmica, a idolatrar até mesmo os nossos sentimentos mais nobres. Por certo, foi pensando nisto que João, o discípulo amado, exortou: “Filhinhos, guardai-vos dos ídolos. Amém.” (1Jo 5.21). Um louvor absoluto a Deus exige a quebra dos ídolos.


2.3. Um coração sincero.

Na bagagem do adorador não pode faltar um coração sincero. O louvor é para os retos de coração (Sl 32.11; 119.7). O que não proceder de um coração sincero não encontrará aceitação divina. O louvor deve envolver o coração por ser ele o centro de nossas emoções e uma adoração comovida comoverá o coração de Deus muito mais facilmente. Por outro lado, somente com um coração sincero é que poderemos prestar um culto de forma lógica, equilibrada e racional.


3. Elementos indispensáveis à adoração.

Adoração não é um estilo musical. É o resultado do encontro da alma com seu Criador, exposto na forma de música ou não. Muitas vezes uma oração é uma tremenda adoração (Sl 90). Outras vezes, o silêncio se transforma no lugar da adoração mais intensa.


3.1. Contemplação: a dádiva esquecida.

No Salmo 8.3-4, Davi diz: “Quando vejo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que preparaste; que é o homem mortal, para que te lembres dele? E o filho do homem, para que o visites?”. Numa época de tanta confusão, correrias e ansiedades, contemplar é quase loucura. Poucos ainda ousam adorar a Deus através da contemplação de Sua obra. Poucos meditam. Esquecem que o silêncio nos leva para o lado de dentro de nossa intimidade, onde habitam nossos medos e inquietações.


3.2. Alegria: o sorriso que não termina no final da música.

Muitos “adoradores” não conseguem fazer a conexão certa entre o domingo e a segunda-feira; entre o culto e a vida. O que exprimem no altar termina quando sentam em seus lugares. Seus sorrisos só se abrem quando soam os acordes. A adoração vai muito além de um sorriso profissionalmente fabricado. Ela invade a vida. Ela restaura a alegria que não é apenas sorriso. Ela restaura a alegria como aspecto do fruto do Espírito Santo (Gl 5.22). 


3.3. Entrega: a adoração incondicional.

Incondicional significa que, ainda que no silêncio, somos chamados a adorar. Nossa adoração não pode ficar refém de alguns minutos de um culto semanal. Ela precisa ter vida em casa, na rua, na alma. Se a adoração ficar restrita ao som das bandas, fecha-se numa sufocante cela do costume. Naqueles dias onde nenhuma música consegue fluir através da angústia, a adoração consegue brotar como lágrima, como oração embargada, como abraço amigo no aflito, como olhar para a esperança.


Conclusão.

A adoração reconhece a majestade de Deus, engrandece-O, exteriorizando este reconhecimento através de uma rendição completa à Sua vontade, servindo-o com atitudes corretas em um viver santo, cultivando o amor, regado com reverência à Sua Pessoa.


Questionário.


1. Como Uzias entrou no templo?


2. Qual é o requisito fundamental para os que procuram adorar?



3. O que o louvor absoluto a Deus exige?



4. Para quem é o louvor?



5. O que a adoração restaura?

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ESCOLA DOMINICAL - Esboços para a Revista da Escola Dominical da Editora CPAD - 4º Trimestre de 2016 - ADULTOS


Lição: 1 - 4º Trimestre
Data: 2 Outubro 2016
Tema: A Sobrevivência em Tempo de Crise
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CONTEÚDOS ANTIGOS:

2º Trim 2012. 3º Trim 2012. 4º Trim 2012.1º Trim 2013. 2º Trim 2013. 3º Trim 20134º Trim 20131º Trim 2014. 2º Trim 2014. 3º Trim 20144º Trim 2014.1º Trim 20152º Trim 2015.
3º Trim 20154º Trim 2015. 1º Trim 20162º Trim 20163º Trim 2016. 
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