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terça-feira, 21 de novembro de 2017

ATUALIDADE GOSPEL - Apocalipse, da Record quer alertar o mundo sobre volta de Jesus






“Prepare-se para o início do fim”, diz a chamada que anuncia a estreia de “Apocalipse”, a nova novela da Record TV. A trama que estreia nesta terça (21) às 20h30 irá misturar relatos bíblicos e ficção para alertar o mundo, entre outras coisas, sobre volta de Jesus.

Recheada de efeitos especiais, fazendo um paralelo com a revelação de João no primeiro século e os dias atuais, o folhetim deverá gerar debates. Mas esse é um dos seus objetivos declarados. “Vamos trazer polêmica. Já vivemos os sinais do apocalipse hoje e é incrível ver que isso foi previsto há mais de dois mil anos”, destaca a autora Vivian de Oliveira, que fez sucesso quando escreveu “Os Dez Mandamentos” (2015).

A história contada pela novela se passa em quatro países: Brasil, Itália, Estados Unidos e Israel. A autora explica a opção: “Quis mostrar que o apocalipse vai acontecer em todo o mundo. Roma é mais ligada às tradições; Israel é muito retratada na Bíblia, o Oriente Médio tem vários conflitos. Nova York vem pelo fato de ser centro financeiro pulsante, além, claro, do nosso Rio”.

Programada para ter 170 capítulos, promete oferecer efeitos especiais inéditos em produções brasileiras. Ela será contada em três fases. No centro, as histórias de Zoe (Juliana Knust), Benjamin (Igor Rickli) e Ricardo (Sergio Marone). Enquanto os dois primeiros são os “mocinhos” e viverão um romance, Marone será o vilão: o Anticristo.

De acordo com a Folha de SP, entre os temas abordados estão os sinais do fim dos tempos, a apostasia da igreja e a volta de Cristo. As cenas do arrebatamento prometem ser um dos pontos altos da narrativa. Cerca de metade da trama se passará durante a Grande Tribulação.

Conheça os principais personagens:

FAMÍLIA SANTERO

ZOE SANTERO (GABRIELA SARAIVAH / JULIANA KNUST) Neta de Teresa, filha de Oswaldo e Letícia, meia irmã de Tiago. Repórter com carreira em ascensão, casa com Benjamin, com quem terá o filho Davi. Mesmo tendo conhecido o caminho da fé desde pequena, se acomodará a ele na vida adulta, o que lhe trará dor e sofrimento. Quando sua família for arrebatada, ela entrará em crise. Será nossa grande heroína e irá liderar, ao lado do amado Benjamin, os Santos da Resistência, que lutarão contra as forças malignas do Anticristo.

TERESA SANTERO (JOANA FOMM) Mãe de Oswaldo, Felipe e Raquel. Avó de Zoe, Eduardo, Tiago, Guto e Lorena. Criou os filhos sozinha pois ficou viúva quando eles ainda eram crianças. Já passou por todo tipo de dificuldade financeira e sofreu com a prisão do primogênito. Sente muita falta de Felipe – que mora fora do Brasil e terá orgulho da trajetória de Oswaldo. Vende quentinhas e depois passa a trabalhar como doméstica na casa de Lia Aisen. Enfrenta com dignidade e fé um grave problema de saúde.

OSWALDO SANTERO (GABRIEL REIF / MARCOS WINTER) Filho de Teresa, irmão de Felipe e Raquel. Casado com Letícia. Pai de Zoe e Tiago (de seu relacionamento com Sandra). Oswaldo foi uma dolescente revoltado e problemático. Começou a ler a Bíblia na prisão e se converteu. Abandonou os vícios, a bandidagem na carceragem, e tornou-se um exemplo de bom comportamento. Ao sair da prisão só quer reencontrar o filho. Sua transformação impactará a vida da mãe e da irmã Raquel, que também se convertem. Firme em sua fé, Oswaldo resiste ao dinheiro fácil e consegue trabalho como motorista da família Aisen. Oswaldo simboliza a igreja salva que será levada para junto de Deus no arrebatamento.

LETÍCIA SANTERO (JULIANA XAVIER / LUIZA TOMÉ) Vai se casar com Oswaldo e será mãe de Zoe. Trabalha como recepcionista no hospital da família Aisen e depois passa a ser a gerente hospitalar. Realiza trabalho voluntário com moradores de rua e seu amor e fé ajudam a salvar o enteado Tiago. Cristã, frequenta a igreja com Oswaldo e, mesmo orgulhosa da família que construiu, se preocupa com a falta de compromisso que Zoe tem com sua fé.

FELIPE SANTERO (MIGUEL RONCATO / JANDIR FERRARI) Filho de Teresa, irmão de Oswaldo e Raquel. Primo de Zoe e Tiago. Felipe nunca superou a morte do pai, que ocorreu na sua infância. Quando Oswaldo, a quem considerava um ídolo, é preso, se sente abandonado, traído. É o único que se mostra cético com a recuperação do irmão. Embarca para Nova York, Estados Unidos, e permanece por lá de maneira ilegal. Conhece Sabrina, por quem se apaixona e se casa. Os dois têm um filho, André. Quase é pego pela polícia de imigração algumas vezes. Na última vez, foge apavorado, sofre um acidente, fica em coma e é repatriado junto com mulher e filho. Ao sair do coma ele encontrará o mundo de outra forma.

SABRINA SANTERO (LAURA KUCZYNSK / FLÁVIA MONTEIRO) Assim como Felipe, Sabrina também foi tentar a vida nos EUA. Alegre, esperta e cheia de vida, vive de bicos em NY, entre eles o de babysitter de Benjamin. Sem ter um lugar fixo para morar, conhece Felipe e os dois passam a dividir um quarto e sala. Os dois começam a namorar e ela logo engravida de André. Fica devastada com o coma do marido e busca forças para seguir em frente quando é repatriada junto com André, que é americano. Firme e incansável, sabe que um dia o marido voltará a si. Sofre ao ver a mudança de André, que volta para os Estados Unidos e passa a ter uma relação cada vez mais fria com ela.

ANDRÉ SANTERO (KADU SCHON / SIDNEY SAMPAIO) André nasceu nos EUA e conviveu pouco com o pai que entrou em coma quando ele ainda era pequeno. Fera em tecnologia, consegue uma bolsa em uma faculdade de Nova York. Conhece Benjamin Gudman e passam a desenvolver projetos e startups juntos. Raramente vai ao Brasil e, aos poucos, se desliga da família. É dissimulado, falso, disfarça muito bem sua inveja. Ficará muito mexido quando reencontrar o pai que fará de tudo para conquistar seu amor e mostrar que ele também é muito amado.

RAQUEL SANTERO (MELISSA NÓBREGA / JULIANA SILVEIRA)Filha de Teresa, irmã de Oswaldo e Felipe, tia de Zoe. Vai se casar com o policial César Sardes e será mãe de Guto e Lorena. Raquel congrega na igreja de Jonas. Depois de muita batalha e estudo, tornou-se enfermeira chefe do hospital da família de Susana. Na igreja e na frente de todos, o marido é um santo, mas em casa a trata mal. Raquel leva um choque ao saber de suas traições.

FAMÍLIA MONTANA

RICARDO MONTANA (LUIZ EDUARDO TOLEDO / SERGIO MARONE) Filho de Adriano e Débora, neto de Giancarlo e Verônica, ele é o Anticristo. É criado como uma criança arrogante, mimada e sedutora sobretudo pela mãe que o protege e desautoriza o pai. Bonito, atraente e charmoso, é vaidoso e faz questão de estar sempre alinhado em elegantes ternos italianos. Vai ter um relacionamento com Isabela, irmã de Benjamin, a quem vai influenciar e corromper. No meio da Tribulação, após ser dado como morto durante uma guerra, Ricardo será “ressuscitado” por Satanás. Esse “milagre” fará com que o mundo se curve a ele, adorando-o como se fosse um deus. Neste momento ele se transformará na Besta, dominando o mundo não mais através de carisma, mas de tirania e crueldade, exigindo, sob pena de morte, ser adorado como único Senhor.

ADRIANO MONTANA (FELIPE CUNHA / EDUARDO LAGO) Pai de Ricardo, casado com Débora, filho de Giancarlo e Verônica. Bonito charmoso, irresistível, rico, mulherengo e bon vivant. Forçado ase casar, passa a tratar Débora com frieza. Vive um casamento de fachada, deixando claro para Débora que tem suas amantes. Se não fosse pelo filho e pela milionária partilha de bens já teria se separado. Lamenta não conseguir chegar ao coração de Ricardo, pois Débora o joga contra o pai. Vai se envolver com Ariela Feld, amiga de Débora dos tempos da juventude, o que provocará a ira da esposa.

FAMÍLIA GUDMAN

BENJAMIN GUDMAN (PEDRINHO MELO / IGOR RICKLI) Filho de Susana e Alan, irmão de Isabela, neto de Ruben e Lia. Cresceu conhecendo o testemunho de sua mãe – de como Deus o salvou de um afogamento que o deixou entre a vida e a morte. É ateu. Formado em Engenharia de Computação, tem pós-graduação em Ciência da Computação e Robótica. Desde os tempos de estudante, tornou-se um hacktivista – um hacker do bem que invade sistemas para ajudar quem precisa. Por influência de Ricardo, irá fundar a Gudman Technology – empresa que investe na inteligência artificial. Vive uma linda história de amor com Zoe, com quem se casa e tem um filho Davi, que nasce no meio da tribulação.

OZIEL GUDMAN (CASTRINHO) Marido de Marta, pai de Saulo, irmão de Jonathan, tio de Alan e Uri. Judeu ortodoxo, é rigoroso quando se trata de religião. Atua no ramo de joias em Jerusalém. Honesto, trabalhador, rico, mas mão fechada.

ALAN GUDMAN (MAURÍCIO PITANGA / EDUARDO GALVÃO) Marido de Susana, pai de Benjamin e Isabela, irmão de Uri. Apesar de ser judeu, não segue os preceitos religiosos da Torá e nem frequenta sinagogas. Agnóstico, acredita que a religião criou o fim do mundo para apavorar o homem. Ama Susana, mas seu casamento entra em crise quando ela começa sua busca espiritual. Advogado especializado em direito internacional, faz a ponte entre empresários e políticos de várias partes do mundo, estabelecendo acordos comerciais entre eles, nem sempre éticos. Alan representa a apostasia dos últimos tempos, em que muitos perderão a fé.

ISABELA GUDMAN (PALOMA BERNARDI) Irmã caçula de Benjamin, filha de Alan e Susana. Estudante de Arqueologia e irmã amorosa é muito ligada a Benjamin seu sonho é conhecer suas raízes judaicas. É selecionada para integrar a equipe de escavação do professor arqueólogo Rodrigo Queiroz em Israel. Muda para Jerusalém e passa a morar com a parte ortodoxa da família os tios-avôs Oziel e Marta. Se encanta por Noah e passam a namorar. Conhece Ricardo e viverá um tumultuado e conflituoso triângulo amoroso.

URI GUDMAN (PHELIPE GOMES / EMILIO ORCIOLLO NETO) Irmão de Uri, tio de Benjamin. Cientista astrofísico ligado à Agência Espacial. Sofre com a separação de sua esposa Ariela. Mais tarde se encantará por Monique. Para Uri, todos os crentes são ignorantes. Para provar que a fé é uma farsa, vira um caçador de mitos/lendas. Sua tese é que todo milagre não passa de um fato cientificamente alicerçado. Depois que Monique for arrebatada, sua busca por respostas se intensificará. Também se envolverá com Tiatira.

FAMÍLIA KOHEG

TAMAR KOHEG (JUSSARA FREIRE) Mãe de Débora, Hanna e Noah. Judia ortodoxa, simpática, mandona, moralista, manipuladora, gosta que tudo seja feito à sua maneira.

No entanto, toma o cuidado de não revelar sua faceta controladora. Protege e acoberta a filha mais velha, Débora, mas não aprova sua gravidez, mais preocupada com a reputação da família do que qualquer coisa. Engravida de Noah aos 45 anos, sem planejar. Apesar de tudo, é amorosa com os filhos e compra qualquer briga por eles. Lamenta pela filha Hanna, que não consegue gerar um filho biológico. Irá incentivá-la a adotar uma criança não só para vê-la feliz, mas principalmente para calar o falatório na comunidade.

DÉBORA KOHEG (MANUELA DO MONTE / BIA SEIDL) Filha de Gideon e Tamar, irmã de Hanna e Noah. De família judia ortodoxa, Débora sempre sonhou sair de casa e se libertar da religiosidade opressora imposta por sua família em Israel estava prometida para Saulo Gudman. Convence o pai a deixá-la estudar nos EUA e lá respira sua almejada liberdade. Se encanta por Adriano, que a seduz completamente e ela, iludida, acredita em suas promessas de amor. Engravida e, orgulhosa, rompe com a família depois da atitude extrema do pai, que a expulsa de casa. Infeliz e traída por Adriano na noite de núpcias, jura se vingar do marido. Mima o filho ao extremo e o joga sempre contra o pai ensinando-o a sertão manipulador quanto ela. Não suporta a sogra, com quem sempre viveu às turras.

FAMÍLIA AISEN

LIA AISEN (LUCINHA LINS) Esposa de Ruben, mãe de Susana e Estela. Através de pesquisas e cases médicos, quer comprovar como a fé promove a melhora substancial dos pacientes. Para Lia, a oração e a experiência de “sentir” Deus promovem alterações na fisiologia do cérebro. Apesar dos estudos avançados, Lia, bem como seu marido, acredita em Deus, mas nunca teve um relacionamento real com Ele. Ama música e vive um casamento feliz com Ruben. Enfrenta o Alzheimer precoce com muita coragem – anotando em um diário suas memórias, gostos e hábitos. Apaixonada pelo neto Benjamim, incentiva sempre as invenções do menino.

SUSANA AISEN (CAROLINA OLIVEIRA / MONICA TORRES) Filha de Ruben e Lia, irmã de Estela, esposa de Alan, mãe de Benjamin e Isabela. Cientista biomédica e epidemiologista. A amizade com Alan se transforma em amor. Se casam e nasce Benjamin, um menino. Grávida de Isabela, Susana se desespera quando Benjamin quase morre afogado num passeio de canoa. Transtornada, clama a Deus por sua família. Sua oração é atendida, transformando sua vida. Se entristece ao ver Benjamin se afastar cada dia mais de Deus, tornando-se como o pai na vida adulta.

ESTELA AISEN (RAFAELA SAMPAIO / LISANDRA SOUTO) Filha de Ruben e Lia, irmã de Susana, esposa de Henrique e mãe dos adolescentes Bruno e Talita. Médica, especialista em clínica geral. Competente e workaholic assumida, quase não tem tempo para a família. Não desconfia que está sendo traída e é uma mãe permissiva. Não dá muita atenção aos filhos, que crescem sem orientação. Apesar de ser judia, não segue a religião. É esotérica e adora tudo que é ligado ao ocultismo.

FONTE : GOSPELPRIME

AVISO - Sequência dos Esboços da Lição 9

POSTAREMOS OS ESBOÇOS NESSA SEMANA NA SEGUINTE ORDEM:

LIÇÃO 9  CENTRAL GOSPEL BETEL - 3º CPAD

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ESCOLA DOMINICAL CPAD JOVENS - Conteúdo da Lição 9


EM TEMPOS DE VIOLÊNCIA CIBERNÉTICA
26 de novembro de 2017

TEXTO DO DIA
"Um divertimento é para o tolo praticar a iniquidade; para o homem inteligente, o mesmo é o ser sábio." Pv 10.23

Síntese
Numa época dominada pela criminalidade virtual, os discípulos de Jesus são instados a mostrar o diferencial pelo testemunho online.

Texto bíblico

Provérbios 10.11-14
11 A boca do justo é manancial de vida, mas a violência cobre a boca dos ímpios.
12 O ódio excita contendas, mas o amor cobre todas as transgressões.
13 Nos lábios do sábio se acha a sabedoria, mas a vara é para as costas do falto de entendimento.
14 Os sábios escondem a sabedoria, mas a boca do tolo é uma destruição. 

INTRODUÇÃO
Não bastasse a violência urbana tratada na lição anterior, outra forma comum de violência em nossos dias é aquela praticada na rede de computadores. Tal se deve à multiplicação da iniquidade, que faz com que a maldade esteja presente até mesmo no ambiente virtual. A lição deste domingo, portanto, é um alerta para os perigos que rondam a vida online. Os novos tempos exigem dos crentes vigilância constante para não cair nas ciladas dos homens maus.

I - A VIOLÊNCIA DIGITAL NA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO

1. Vivendo na sociedade da informação.
Depois das fases agrícola e industrial, o mundo encontra-se hoje no tempo da sociedade da informação. As frequentes e cada vez mais velozes inovações tecnológicas caracterizam o atual estágio da civilização, proporcionando ao ser humano maior comunicação, interatividade, agilidade e acesso ao conhecimento. Em virtude da ampla utilização de computadores, smartphones e tablets conectados à rede mundial de computadores, todo tipo de conteúdo está hoje somente a um clique!

2. Violência real no mundo virtual.
Mas, tal qual ocorre na sociedade comum, a rede de computadores é prova da multiplicação da iniquidade prenunciada pelo Senhor Jesus (Mt 24.12). Com o crescimento das novas tecnologias e o fácil acesso à internet, o mundo digital é palco de inúmeros atos de violência cibernética, ou seja: crimes praticados no ambiente virtual, envolvendo desde furto de informações, violência psicológica, ameaças, golpes a ataques pessoais. Certamente, você deve conhecer alguém, amigo inclusive, que foi vítima de algumas dessas ações na rede mundial de computadores, ou talvez até você mesmo tenha passado por isso.

3. Riscos na rede de computadores.
Se por um lado, o ato de navegar pela internet nos oferece vários benefícios, por outro, a rede contém perigos e ameaças que não devemos ignorar. As Escrituras afirmam que "o prudente prevê o mal, e esconde-se; mas os simples passam e acabam pagando" (Pv 22.3 - ARA). Nessa porção bíblica, "simples" não significa a pessoa humilde, mas aquela inexperiente que age com imprudência. Mais que em qualquer outro local, a internet exige cautela. É preciso ter cuidado para não cairmos nas redes e nos laços lançados pelas pessoas más, assim como nas ciladas dos homens ímpios (Sl 10.9).

Pense
"O prudente prevê o mal, e esconde-se; mas os simples passam e acabam pagando"
(Pv 22.3 - ARA).

Ponto Importante
Se por um lado o ato de navegar pela internet nos oferece vários benefícios, por outro a rede contém perigos e ameaças que não devemos ignorar.

II - OS MALES DO BULLYING VIRTUAL

1. O que é bullying virtual? 
Também chamado de cyberbullying, consiste na intimidação sistemática de outra pessoa, por meio de insultos, humilhação, depreciação e agressão verbal, de modo a provocar constrangimento perante os outros. Em virtude da facilidade do anonimato, a internet é um meio veloz de propagação de imagens e comentários depreciativos sobre a vida de alguém. É um problema grave, pois as palavras, não raro, ferem mais que a dor física (Pv 12.18). Assim como a língua, que serve para proferir palavras de bênção ou maldição (Tg 3.10), as publicações na rede de computadores podem devastar vidas como o fogo (Tg 3.6).

2. Brincadeira sem graça.
Na maioria dos casos essa prática inicia como uma brincadeira de péssimo gosto para divertimento dos envolvidos. Mas, vale aqui a advertência de Provérbios 26.18,19. Não há qualquer graça em tal brincadeira maligna e odiosa, afinal as consequências do bullying virtual são sérias; afeta os sentimentos e a imagem do ofendido perante a sociedade. Pesquisas indicam que esse tipo de agressão pode acarretar trauma psicológico, isolamento social, desenvolvimento de problemas relacionados à depressão, e até mesmo levar a vítima ao suicídio. Não é algo para rir, mas chorar!

3. A conduta do jovem cristão.
Em meio a uma cultura de "zoação" e escárnio (2 Pe 3.3), em que muitos encaram com naturalidade as brincadeiras e piadas que expõem a vida dos outros no ambiente virtual, o jovem cristão é instado a mostrar o diferencial pelo testemunho online, com conduta exemplar na palavra, no comportamento, no amor, no espírito, na fé e na pureza (1 Tm 4.12).
O ponto de partida é seguir a recomendação do salmista: "Bem-aventurado o varão que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes tem o seu prazer na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite" (Sl 1.1,2). Aquele que medita na Palavra de Deus não perde tempo com brincadeiras inúteis e destrutivas, compartilhando conteúdo produzido pelos escarnecedores virtuais.
Além de não praticar o bullying, o crente em Cristo deve intervir quando alguém, cristão ou não, estiver sendo vítima de intimidação virtual. Quebrar as correntes da maledicência e aconselhar seus autores para que cessem o desrespeito, são práticas que exprimem o amor divino.

Pense
O bullying não é uma prática condizente com a vida cristã.

Ponto Importante
Pesquisas indicam que bullying pode acarretar trauma psicológico, isolamento social, desenvolvimento de problemas relacionados à depressão, e até mesmo levar a vítima ao suicídio. 

III - A LEI E A PUNIÇÃO DOS CRIMES CIBERNÉTICOS

1. Crimes contra a honra.
Englobam as ações que ofendem a honra e a moral de uma pessoa: calúnia, difamação e injúria. A calúnia é a afirmação falsa de que alguém cometeu um determinado crime; difamação é associar uma pessoa a um fato que ofende sua reputação e injúria refere-se à ofensa que atinge a dignidade e o decoro do ofendido. A defesa da verdade e da honra das pessoas se fundamenta nas Escrituras (2 Co 13.8; Ef 4.25), por isso o servo de Deus não deve disseminar informações inverídicas e caluniosas que trafegam no mundo digital.

2. Crimes de pedofilia.
A troca de informações, imagens e vídeos envolvendo a sexualidade de crianças e adolescentes caracteriza o crime de pedofilia. Infelizmente, há no mundo virtual redes malignas de indivíduos sem afeição natural que aliciam menores e espalham conteúdo pornográfico. Tais atos são abomináveis para Deus, uma vez que expõem os frágeis pequeninos amados do Senhor (Mt 18.10). É dever do cristão denunciar essa prática pecaminosa e desumana.

3. Crimes informáticos.
Referem-se aos delitos de invasão de dispositivos informatizados, roubo de dados e fraudes financeiras por meios tecnológicos. Tais atos delinquentes normalmente são praticados mediante a disseminação de vírus e outras pragas virtuais. Devemos ter em mente que todo usuário da rede de computador é um alvo em potencial para essa espécie de crime. Assim, utilizar mecanismos de segurança, acessar páginas seguras e não compartilhar informações pessoais na internet são ações básicas para evitar ser vítima de ataques virtuais.

Pense
"O que segue a justiça e a bondade achará a vida, a justiça e a honra."
(Pv 21.21)

Ponto Importante
Infelizmente, há no mundo virtual redes malignas de indivíduos sem afeição natural que aliciam menores e espalham conteúdo pornográfico.

CONCLUSÃO
Concluímos a presente lição advertindo a respeito da importância de se ter cuidado ao navegar na internet. Embora seja uma ferramenta útil, a rede de computadores está cheia de pessoas mal intencionadas, cujo propósito é contribuir com as obras das trevas. Tome cuidado para que você não seja vítima, e muito menos autor, de qualquer crime cibernético. Embora o ambiente possa ser virtual, a fé que professamos deve sempre ser real!

Hora da revisão

Em que consiste o bullying virtual?
Consiste na intimidação sistemática de outra pessoa, por meio de insultos, humilhação, depreciação e agressão verbal, de modo a provocar constrangimento perante os outros.

Por que não há graça no bullying virtual?
Porque as suas consequências são sérias; afeta os sentimentos e a imagem do ofendido perante a sociedade.

Em meio a uma cultura de "zoação" e escárnio (2 Pe 3.3), em que muitos encaram com naturalidade as brincadeiras e piadas que expõem a vida dos outros no ambiente virtual, o jovem cristão é instado a fazer o quê?
A mostrar o diferencial pelo testemunho online, com conduta exemplar na palavra, no comportamento, no amor, no espírito, na fé e na pureza (1 Tm 4.12).

O que caracteriza o crime de pedofilia na internet?
A troca de informações, imagens e vídeos envolvendo a sexualidade de crianças e adolescentes.

Você já foi vítima de algum crime contra a sua honra? Como se sentiu?
Resposta pessoal.

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ESCOLA DOMINICAL CPAD ADULTOS - Conteúdo da Lição 9

Arrependimento e Fé Para a Salvação
26 de novembro de 2017

TEXTO ÁUREO
"E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para perdão dos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo." At 2.38

VERDADE PRÁTICA
O arrependimento do pecador é o primeiro passo para receber, pela fé, a graciosa salvação de Deus.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Atos 2.37-41
37 - Ouvindo eles isto, compungiram-se em seu coração e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, varões irmãos?
38 - E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para perdão dos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo.
39 - Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos e a todos os que estão longe: a tantos quantos Deus, nosso Senhor, chamar.
40 - E com muitas outras palavras isto testificava e os exortava, dizendo: Salvai-vos desta geração perversa.
41 - De sorte que foram batizados os que de bom grado receberam a sua palavra; e, naquele dia, agregaram-se quase três mil almas.

HINOS SUGERIDOS: 192,292, 484 da Harpa Cristã

INTRODUÇÃO
O arrependimento e a fé operam conjuntamente para a salvação. É o pecador arrependido que crê no sacrifício vicário de Cristo na cruz do Calvário. Essa fé leva o pecador arrependido a abandonar de vez a situação de pecado, para então ser perdoado e, experimentar assim, a paz de Deus em seu coração.

I - ARREPENDIMENTO, UMA TRANSFORMAÇÃO DO ESPÍRITO

1. A santidade de Deus.
Essa santidade é absoluta, pois Deus é santo em seu caráter e essência, conforme disse o profeta Amós, em duas ocasiões: "Jurou o Senhor Jeová, pela sua santidade" e "Jurou o Senhor Jeová pela sua alma" (Am 4.2; 6.8). A santidade é característica fundamental de Deus (Is 6.3; Ap 4.8). Ele é singular por causa de sua majestade infinita e também em virtude de se tratar de um Ser totalmente distinto e separado, em pureza, de suas criaturas (Sl 99.1-5). Essa santidade é a plenitude gloriosa da excelência moral de Deus, que existe nEle e que nEle se originou, não tendo sido derivada de ninguém: "Não há santo como é o SENHOR [...]" (1 Sm 2.2).

2. Significado.
O verbo hebraico qadash,"ser santo", e seus derivados "santo, santificar, dedicar, consagrar", no Antigo Testamento, significam "separar". Quando aplicado à religião de Israel, tem a ideia de "separar para Deus, retirar do uso comum", tal como pode ser visto em Levítico 10.10. Isso vale para lugares (Êx 3.5), casas e campos (Lv 17.14,16), utensílios e animais (Lv 8.10,11; 10.12,13,17), o ouro do Templo (Mt 23.17,19), pessoas (Êx 28.41) e muitas outras coisas, como dias santos, festas, etc. Assim, o sentido de santidade é de afastar-se de tudo o que é pecaminoso, de tudo o que contamina. A Septuaginta traduz qadosh,"santo", pelo termo grego hagíos, "santo", palavra adotada pelos escritores do Novo Testamento. Há outro termo menos comum, mas igualmente importante, taher, "purificar", e seu cognato katharizo, no grego, usado na Septuaginta e no Novo Testamento nos sentidos cerimonial e moral.

3. Exclusividade.
Dizer que qualquer coisa, objeto ou pessoa é consagrada, separada ou dedicada a Deus significa dizer que isso pertence a Ele (Êx 13.2) ou serve a Ele com exclusividade (Êx 30.30; Lv 20.26). O que é sagrado não pode ter uso comum; o azeite da unção e o incenso do santuário não podiam ter outro uso (Êx 30.33,38). O sagrado deve ser tratado como tal. Os antigos hebreus levavam a santidade a sério. Todos esses rituais de consagração são representações visuais de verdades espirituais reveladas no Novo Testamento (Cl 2.17; Hb 8.5; 9.9).

II - A FÉ COMO UM DOM DE DEUS E COMO RESPOSTA DO SER HUMANO

1. A fé natural.
É a aceitação intelectual de certas verdades acerca de Deus, mas não acompanhada por um compromisso com o Evangelho (Tg 2.17). Essa fé é vivenciada pelas pessoas que até acreditam em Deus, aceitam que Ele fez todas as coisas, concordam que o sol se levanta pela manhã por provisão dEle, todavia, não dão o passo decisivo para a salvação. A Bíblia afirma que até os demônios creem e estremecem diante de Deus (Tg 2.19), o que significa que ter uma fé apenas teórica não representa muita coisa. As pessoas podem estar até cientes da vida eterna, mas ainda assim, não aceitar o sacrifício vicário de Cristo Jesus para lhes proporcionar a salvação.

2. A fé salvífica.
É uma atitude do intelecto e do coração para com Deus em que o homem abandona a vida de pecado para confiar exclusivamente na obra salvadora de Cristo na cruz (At 16.30,31; Gl 2.16). Logo, a fé salvífica não consiste somente em crer em algumas coisas, mas confiar na pessoa de Cristo (Jo 3.18). Ela é um dom de Deus (Ef 2.8), cujo autor é Cristo (Hb 12.2) e que se origina do ouvir a Palavra de Deus (Rm 10.17), algo imprescindível para se obter a salvação (Jo 5.24). Embora um dom de Deus, a fé precisa ser exercida pelo crente para confirmar a sua salvação.

3. Os benefícios da fé.
A salvação é pela graça, mas a fé é o elemento indispensável (Ef 2.8-9) para obtê-la. É a porta de entrada das bênçãos oriundas da salvação, tais como: a justificação, a regeneração, a adoção, a reconciliação, o perdão, a santificação, a glorificação e a vida eterna. Além dos benefícios inerentes à salvação, a fé ainda abre as portas para a cura de enfermidades (Mc 16.18; Tg 5.15), o batismo no Espírito Santo (Mc 16.17; At 2.1-4), a vitória contra o mundo (1 Jo 5.4), contra a carne (Gl 2.20), contra o Diabo (1 Pe 5.8-9), a paciência (Tg 1.3) e a proteção contra os dardos inflamados do Maligno (Ef 6.16).

III - O ARREPENDIMENTO E A FÉ SÃO AS RESPOSTAS DO HOMEM À SALVAÇÃO

1. Arrependimento - condição para a salvação.
Jesus afirmou que para fazer parte do Reino de Deus é necessário o arrependimento (Mt 4.17). Zaqueu, o publicano, teve um arrependimento tão genuíno que prometeu dar aos pobres metade de seus bens e devolver quatro vezes mais caso houvesse roubado alguém (Lc 19.8). De modo que ele pôde ouvir do Senhor: "Hoje, veio salvação a esta casa" (19.9). Assim, o arrependimento é diferente do remorso; este é momentâneo e passageiro, aquele atinge o lugar mais recôndito do coração humano.

2. Salvação por meio da fé.
A salvação é pela graça mediante a fé (Ef 2.8), uma condição necessária para se obtê-la, pois sem a fé não se pode crer no sacrifício vicário de Cristo. Assim, o arrependimento produzido pelo convencimento do Espírito Santo e a fé, como dom divino, exercida pela pessoa, operam conjuntamente para a glória de Deus.

3. Arrependimento e conversão.
O arrependimento faz parte do processo de conversão e abrange o ser humano por inteiro: o intelecto (Mt 21.29), as emoções (Lc 18.13) e a vontade (Lc 15.18,19). Portanto, a conversão é uma ruptura com antigas tradições e modos de vida abomináveis e pecaminosos. Agora, tudo se torna novo, surge outra pessoa nascida de novo (Jo 3.3). Isso significa que todas as esferas da vida humana assumem a virtude e a ética do Reino de Deus ensinadas por Cristo Jesus (Mt 5-7).

CONCLUSÃO
Como nova criatura, "as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo" (2 Co 5.17). Ao crente que experimentou essa conversão cabe esforçar-se para manter-se afastado do que outrora causou-lhe tanta dor, sendo o motivo de sua perdição. Agora, tudo é novo! Tudo faz sentido!

PARA REFLETIR
A respeito de arrependimento e fé para a salvação, responda: 

O que significa arrependimento no Antigo Testamento?

Qual é a ação do Espírito Santo no arrependimento do ser humano?

O que é a fé natural?

O que é a fé salvífica?

Qual é a abrangência do arrependimento?

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ESCOLA DOMINICAL BETEL - Conteúdo da Lição 9


A fé que nos une a Deus e nos torna produtivos
26 de novembro de 2017


Texto Áureo
“Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá da fé”. Rm 1.17

Verdade Aplicada
A fé é a virtude pela qual acreditamos em Deus e em tudo o que Ele disse e revelou, porque, sendo Ele a própria verdade, jamais falhará.

Textos de Referência.

Romanos 1.17; Hebreus 11.1-3, 6

Romanos 1.17
17 Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá da fé.
Hebreus 11.1-3, 6
1 Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que se não veem.
2 Porque, por ela, os antigos alcançaram testemunho.
3 Pela fé, entendemos que os mundos, pela palavra de Deus, foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente.
6 Ora, sem fé é impossível agradar-lhe, porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que é galardoador dos que o buscam.

Hinos sugeridos.
126, 331, 594

Introdução
A fé é imprescindível em nosso relacionamento com Deus (Hb 11.6). A vida cristã não se baseia no que vemos, mas no que cremos. É por esse motivo que a fé é tão importante para todos nós.

1. O firme fundamento.
A única forma de se viver uma vida que agrade a Deus é pela fé. A fé agradável observa duas coisas importantes: ela primeiro acredita que Deus existe, depois acredita que Deus recompensa os que dEle se aproximam (Hb 11.6).

1.1. Conceito bíblico de fé.
A palavra fé vem do latim “fides”, que significa: crer. Considerando a relevância desta doutrina bíblica, é importante conhecer os termos e sentidos da palavra “fé” na Bíblia, para não confundirmos com os vários conceitos populares, principalmente no Brasil, onde é comum a expressão: “fé não se discute”. Assim uma das principais ideias transmitidas dos diversos significados das palavras hebraica e grega é “certeza” ou “firmeza”. O termo hebraico “emunah” tem como significado básico “fidelidade”, traduzido por “fé” em Habacuque 2.4. Ao mencionar este texto, o apóstolo Paulo usou a palavra grega “pistis” (Rm 1.17; Gl 3.11), aprofundando o significado da mensagem transmitida por Habacuque e desenvolvendo a doutrina da justificação pela fé.

1.2. Alguns tipos de fé.
É importante estarmos atentos para não confundirmos a fé que salva e sustenta a vida cristã com outros tipos de fé (conforme os diversos sentidos utilizados se referindo ao termo estudado). Existe a “fé natural”: a pessoa semeia na terra crendo que vai colher; é possuída por todos em diferentes graus e situações do cotidiano. Existe a “fé exclusivamente intelectual” (crê na existência de Deus, acredita que Jesus Cristo é o Filho de Deus). Não é suficiente apenas conhecer pois os demônios também conhecem a Pessoa e as obras de Deus (Tg 2.19). Há pessoas que professam a “fé utilitária”, baseada somente nos desejos e interesses humanos (Jo 2.23-24; 12.42-43). É a fé que não conduz ao comprometimento e à renúncia. A pessoa crê, mas não está disposta a se arrepender e passar a viver de acordo com a vontade de Deus.

1.3. A fonte de fé.
Considerando sua grande importância na salvação e no sustento da vida de discípulo de Cristo, não podemos ignorar que a fonte da fé é o próprio Deus. Nem todos a têm, ou creem ou crerão (2Ts 3.2). É uma das dádivas de Deus que torna acessível ao ser humano a tão grande salvação (Ef 2.8). Notar as expressões: “pela graça criam” (At 18.27); e “...vos foi concedido...crer” (Fp 1.29). O texto sagrado esclarece que a fé é produzida pela Palavra de Deus (Rm 10.17). Para tanto, requer interesse e atenção por parte do ouvinte. Vide o exemplo de Raabe. Ela ouviu, creu e agiu (Js 2.9-12).

2. A fé que faz a diferença.
Encontramos na Palavra de Deus diversos exemplos do exercício da fé que faz a diferença. Trata-se da fé que tem fundamento e que move quem a possui. Afinal a vida cristã não é estática, mas dinâmica e repleta de desafios (Hb 11.32-39). Meditemos em algumas das características da fé que faz a diferença.

2.1. Baseada na revelação de Deus.
Não é movida e estimulada por desejos e caprichos pessoais, e nem alimentada e mantida por pensamentos positivos, frutos da mente humana. A fé que faz a diferença não aceita qualquer coisa, mas apoia -se na revelação de Deus ao homem (Rm 10.14-17). Note o exemplo de Abraão, que recebeu a promessa divina de que seria “pai de muitas nações”. Interessante as expressões referentes a este relato: “creu contra a esperança”, “corpo amortecido”, “amortecimento do ventre” (Rm 4.17.21). Todavia, mesmo diante de tantos fatores contrários, ele manteve a fé na promessa divina.

2.2. Move a obediência.
Indo na contramão da fé que muitos professam nos dias de hoje, apenas como instrumento para alcançar bênçãos, sem interesse em transformação pessoal e submissão ao senhorio de Cristo, a fé que faz a diferença move a pessoa a ser obediente e submissa aos propósitos de Deus, mesmo que num primeiro momento não compreenda plenamente. Porém, obedece por que crê! Não é uma fé manipulada pelo homem, mas o meio que conduz o homem a ser um instrumento de Deus.

2.3. Fé singular.
Uma das características da pós-modernidade é a pluralidade também do campo religioso e da espiritualidade, assinalada pelo surgimento e expansão de várias crenças. A fé cristã tem sido considerada como simplesmente mais uma opção para se chegar ao mesmo fim. No entanto, sob a perspectiva da verdade bíblica e salvífica, não há lugar para uma fé pluralista. Os estudiosos e pensadores das religiões acusam a fé cristã de considerar-se superior às demais crenças, taxando-a de arrogante e intolerante. Porém, a exclusividade da salvação de Jesus Cristo não é sinônimo de intolerância ou arrogância (Jo 4.7-9; Mt 15.21-28; 11.28-30). A fé que faz a diferença é singular, pois Jesus Cristo é o único mediador entre Deus e os homens (1Tm 2.5), é o único caminho de salvação para o homem chegar a Deus (Jo 14.6; At 4.12), e a Bíblia é a única regra de fé e conduta (2Tm 3.14-17).

3. Efeitos da fé que faz a diferença.
Esta fé não se limita a conhecimento, concordar, aprovar e declarar. Vai muito além. Não se trata de uma fé temporal, baseada em emoções e na busca da satisfação pessoal, pois logo sucumbiria às angustias, perseguições, aos cuidados deste mundo e às seduções das riquezas (Mt 13.20-22). Vejamos, então, alguns resultados da fé que faz a diferença.

3.1. Produz obras.
A fé que faz a diferença é produtiva. É uma fé que manifesta através das obras (Tg 2.14-26). Não há contradição entre fé e obras, pois são complementares. Como pode uma pessoa que diz ser motorista não saber dirigir? Outro se diz pedreiro, mas não consegue executar trabalhos em alvenaria? “...que aproveita se alguém disser que tem fé e não tiver obras?...” (Tg 2.14a).

3.2. Produz resistência.
A fé que faz a diferença produz no discípulo de Cristo consciência da necessidade de buscar constantemente fortalecimento no Senhor e revestimento da armadura de Deus para resistir e ficar firme Ef 6.10-16). Notemos que a ênfase na batalha espiritual é “resistir” (Ef 6.13; 1Pe 5.9; Tg 4.7). A fé, comparada a um escudo, é indispensável para apagar ou extinguir todos os dardos do diabo lançados contra nós.

3.3. Produz vitória.
O texto sagrado registra: “...pela fé, venceram...” (Hb 11.33). A fé que faz a diferença produz vitória, pois é uma fé cristocêntrica (1Jo5.4-5). Não significa que o discípulo de Jesus Cristo não passe por momentos difíceis e trabalhosos. Enquanto estivermos debaixo do sol, estaremos sujeitos a privações, dores, tentações diversas, oposição e outras adversidades. Mas significa que a fé em Cristo não atua apenas para salvação, mas, também, para sustento e provisão durante nosso viver neste mundo.

Conclusão.
A Palavra de Deus revelada é dirigida aos que creem. Sem fé é impossível entender o agir de Deus e agradá-Lo. Tomemos posse deste tão precioso dom divino: a fé. A fé que conduz a uma transformação pessoal, frutificação e perseverança na vida do discípulo de Cristo, para a glória de Deus.

Questionário.

1. Qual o significado básico do termo hebraico “emunah”?

2. Em que se baseia a “fé utilitária”?

3. Mesmo diante de tantos fatores contrários, o que Abraão manteve?

4. Qual é o único mediador entre Deus e os homens?

5. Cite um dos efeitos da fé que faz a diferença?

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sábado, 18 de novembro de 2017

ESCOLA DOMINICAL BETEL ESBOÇO - Subsídio da Lição 8


AULA EM 19 DE NOVEMBRO DE 2017 - LIÇÃO 8
(Revista Editora Betel)

Tema: A ordenança da Ceia do Senhor

Texto Áureo: 1 Co 11.26

INTRODUÇÃO
Querido professor(a), para esta lição ensine a importância da Ceia do Senhor, mostre que ao darmos importância a ela, estamos passando um mensagem aos mais novos para no futuro terem o mesmo cuidado.
- "para nossa união com o Senhor em Sua morte", o batismo por imersão se assemelha ao renascimento de uma pessoa.
"a continuidade de nossa comunhão", apesar de a Santa Ceia fazer menção ao corpo e sangue do Senhor, ela faz também alusão à comunhão dos santos com o Senhor e entre si, já que a ceia é um evento familiar.

1. A Ceia do Senhor e seu significado.
"para uma refeição comemorativa", aquela refeição era um ritual comemorativa da Páscoa instituída desde a saída do Egito. O Senhor determinou a ordenança na ceia de Páscoa fazendo uma referência à saída do Egito simbolizando a nossa saída do mundo.

1.1. O contexto da instituição da Ceia.
"perfeita obra da redenção consumada por Jesus", a obra que reúne libertação do mundo e caminhada com Deus. Quando o servo toma o cálice ele deve se lembrar do sacrifício de Cristo através do corpo e do sangue de Jesus e de sua comunhão com o Pai pela morte do Filho.
- "através do Seu sacrifício, Ele nos liberta", no início os crentes de Corinto não entenderam muito bem o real significado da Santa Ceia, mas com a carta de Paulo tudo ficou esclarecido e até hoje esse é o modelo que seguimos.
1.2. A primeira celebração da Ceia do Senhor.

- "o próprio Jesus instituiu e celebrou a primeira Ceia do Senhor", Jesus iniciou celebrando a Páscoa, mas logo deu ordenanças para seus filhos para que fizessem em memória a Ele e ao seu sacrifício.
"seguindo Suas instruções, o fazem “em memória” dEle", dessa forma o grande propósito da Santa Ceia é se lembrar do que Jesus fez por nós na cruz. Por isso algumas igrejas estão retirando o pedido de perdão antes da Santa Ceia, por ser uma parte da cerimônia que não havia no início e que não está no principal objetivo da Ceia.

1.3. Os elementos da Ceia do Senhor.
- "são o pão e o vinho"
, esses são alimentos quase que universais na culinária mundial.
- "Desceu, encarnou e foi crucificado", encarnar, significa vir em carne, é Deus vindo não numa teofania, mas numa forma natural pelo nascimento.
"O suco de uva simboliza o sangue de Jesus derramado", se uma determinada cultura não tiver o costume de tomar vinho e nem suco de uva, então poderá realizar com outra bebida, pois o texto de Co 11.23-32 faz referência ao cálice e seu simbolismo, não ao que há dentro do cálice. 

2. A importância do discernimento.
"O termo “discernindo”, neste versículo, tem os significados de “distinguir”, a ideia é entender o que significa cada elemento, se a pessoa tomar a ceia como uma refeição qualquer estará tomando indignamente.

2.1. Pão e vinho: diferentes interpretações.

"participar da Ceia do Senhor com solenidade", isso é, tomando com respeito protocolar cada parte da liturgia, demonstrando que há um grau elevado de importância em cada ação.
"prévio auto exame", o auto exame deve ser antes, e não pode ser impeditivo de participar, pois ao identificar o erro a pessoa deve pedir o perdão da ofensa, se foi contra Deus deve se concertar com Deus, se foi com alguém deve se concertar com esse alguém, se foi em público é bom que seja feito em público, etc.
"não são mais coisas comuns", a partir da oração, se os elementos forem tratados como coisas comuns então estará desqualificando a oração feita e isso inadmissível no Reino de Deus.

2.2. “Examine-se a si mesmo”.
- "nos mostra que se trata de uma ação antes de participar da Ceia", isso não está expresso, mas podemos entender pela ordem das ações, veja:
"Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma deste pão e beba deste cálice.1 Co 11.28 Primeiro se examina e depois come! entendemos que é uma ordem, O Mestre não disse: examine-se e se puder então coma. Nesse caso a pessoa deve se examinar e se consertar.
"Não devemos considerar a Ceia como uma coisa natural", quando a pessoa não se examina ela está considerando a Ceia do Senhor apenas como mais uma cerimônia qualquer.
"um procedimento que deve ser constante", apesar de a ordenança sobre o auto exame está ligada a Ceia, ela deve ser como uma prática diária.

2.3. Participação na Ceia.
- "indignamente, condenação, fracos, doentes, dormem, julgados, repreendidos", essas expressões causam confusão por não ser feita uma análise hermenêutica sobre elas, vejamos:
indignamente, aqui se refere a comer sem entender o significado, e não por estar empecado, se bem que o pecado também é uma forma de mostrar que não se importa com o significado da Ceia;
condenação, se refere à perdição eterna, reservada para todos os que fazem pouco caso das coisas de Deus.
- "fracos, doentes", é possível que se refira a doentes físicos pois os que já dormem se refere aos que morreram fisicamente, provavelmente por muitos tratarem com desdem a Ceia do Senhor também não eram curados. Na verdade o texto também pode ser entendido espiritualmente.
julgados, esse se refere a ser julgado quando a pessoa não se julga no auto exame, caso a pessoa não se julgue então ela será julgada e repreendida pelo Senhor.
"sem considerar o contexto, alguém pode pensar", sem considerar o contexto a pessoa pode pensar que o indignamente significa que ninguém deveria comer, pois todos pecaram, mas pelo contexto notamos que indignamente se refere a não discernimento.

3. Lições da Ceia do Senhor.

3.1. A comunhão.
- "para realizar a “festa do amor”, Corinto era uma cidade grega e por isso a festa se chamava "ágape". Nesta festa era celebrada a Santa Ceia.
"só haviam contendas, disputas e espírito partidário", essas contendas ocorriam devido ao caráter da festa, eles faziam com o objetivo de se fartarem e beberem, assim ficava ofuscado o lado espiritual. Por isso hoje o pão e o cálice são simbólicos, apenas uma pequena porção de cada.

3.2. A nova Aliança.
- "novo e melhor concerto", é também o ultimo concerto, não haverá outro depois desse, só poderemos ser unidos a Deus em Jesus Cristo.
"sancionada pelo sangue de Cristo", o sangue de animais era apenas para encobrir o pecado, mas o sangue de Jesus purifica a pessoa do efeito do pecado. Sempre que se pegar o cálice deve-se lembrar disso em memória Dele.

3.3. Os três tempos da Ceia do Senhor.
- "Passado: “anunciais a morte do Senhor”, quer dizer que fazemos uma lembrança de um fato ocorrido no passado, fazendo essa lembrança estamos anunciando que Ele morreu por nós.
"as duas ordenanças deixadas pelo Senhor enfatizam a Sua morte", as duas ordenanças são, o batismo e a Santa Ceia, tantos uma como a outra relembram a morte do Senhor.
"Lembra continuidade na observância", como é costume falar, é mais difícil manter do que conquistar, manter a continuidade com perseverança é muito difícil no mundo que vivemos hoje.
"É a antecipação do banquete messiânico", Jesus deixou claro que somente no céu Ele beberia de novo o fruto da videira, o vinho. Mc 14.25  

Conclusão
- "comunhão vertical e horizontal", na vertical com Deus e na horizontal com o próximo, formando a cruz, uma madeira maior no vertical simbolizando a comunhão mais importante e uma menor na horizontal.
Corrija o questionário.
Faça o resumo apresentando os pontos mais importantes.

Questionário.
1. Quais eram as três grandes festas dos judeus?
R: Páscoa, Pentecostes e Tabernáculos (Êx 12).

2. Quem instituiu e celebrou a primeira Ceia do Senhor?
R: O próprio Jesus (Mt 26.26-28).

3. Quais são os elementos da Ceia do Senhor?
R: O pão e o vinho (Lc 22.20).

4. O que o suco de uva simboliza?
R: O sangue de Jesus derramado no Calvário para nos redimir de nossos pecados (Mt 26.29).

5. O que o texto bíblico de 1 Coríntios 11.28 nos mostra?
R: Que examinar-se a si mesmo se trata de uma ação antes de participar da Ceia do Senhor (1Co 11.28).

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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

ESCOLA DOMINICAL CENTRAL GOSPEL ESBOÇO - Subsídio da Lição 8

Resultado de imagem para revista central gospel nº 52

AULA EM___DE______DE 2017 – LIÇÃO 8
(Revista: Central Gospel - nº 52)

Tema: A Soteriologia Reformada

Texto Bíblico Básico:

Romanos 9.9-21

9 - Porque a palavra da promessa é esta: Por este tempo virei, e Sara terá um filho.
10 - E não somente esta, mas também Rebeca, quando concebeu de um, de Isaque, nosso pai;
11 - porque, não tendo eles ainda nascido, nem tendo feito bem ou mal (para que o propósito de Deus, segundo a eleição, ficasse firme, não por causa das obras, mas por aquele que chama),
12 - foi-lhe dito a ela: O maior servirá o menor.
13 - Como está escrito: Amei Jacó e aborreci Esaú.
14 - Que diremos, pois? Que há injustiça da parte de Deus? De maneira nenhuma!
15 - Pois diz a Moisés: Compadecer-me-ei de quem me compadecer e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia.
16 - Assim, pois, isto não depende do que quer, nem do que corre, mas de Deus, que se compadece.
17 - Porque diz a Escritura a Faraó: Para isto mesmo te levantei, para em ti mostrar o meu poder e para que o meu nome seja anunciado em toda a terra.
18 - Logo, pois, compadece-se de quem quer e endurece a quem quer.
19 - Dir-me-ás, então: Por que se queixa ele ainda? Porquanto, quem resiste à sua vontade?
20 - Mas, ó homem, quem és tu, que a Deus replicas? Porventura, a coisa formada dirá ao que a formou: Por que me fizeste assim?
21 - Ou não tem o oleiro poder sobre o barro, para da mesma massa fazer um vaso para honra e outro para desonra?

Texto Áureo: Rm 11.33,34
 _________________________________________
 PALAVRA INTRODUTÓRIA
- Professor(a), nesta lição procure se concentrar nesses dois sistemas de crenças acerca da salvação, pois são fonte de muitos debates, estude eles separadamente, suas diferenças e quais movimentos e igrejas concebem cada um. Esclareça os alunos.
"dois sistemas soteriológicos", seriam dois sistemas pelos quais se recebe a salvação. Na verdade são teorias acerca da mesma salvação em Cristo Jesus.
"calvinismo e arminianismo", já pode adiantar pra classe que o calvinismo é a crença e defesa das teses de Calvino e que o arminianismo é a crença e defesa das teses de Arminio, dois teólogos que elaboraram entendimentos conflitantes acerca da doutrina da salvação. 
_______________________________________________
1. SOTERIOLOGIA: A DOUTRINA DA SALVAÇÃO

1.1. No Antigo Testamento
“Yahweh é o Ser soberano que...", Yahweh se pronuncia iavé, essa é uma forma do Senhor extraído do tetragrama sagrado.
"toma a iniciativa de restabelecer", se refere à cruz de Cristo, onde o Senhor tomou a iniciativa de nos salvar. 

1.2. No Novo Testamento
- "rudimentos e exterioridades mencionadas no Antigo Testamento", se refere às práticas que demonstram a salvação na vida de alguém, no Antigo Testamento era obrigatório demonstra-las, já no Novo Testamento não se torna tão necessário, um exemplo disso é o ladrão da cruz, que recebeu a salvação sem nada ter feito de obra. 

2. OS SISTEMAS SOTERIOLÓGICOS PROTESTANTES
- "os quais partem desse entendimento primordial", quer dizer que essa é a base para o entendimento da salvação: somente pela fé, somente em Cristo, somente pela Graça, não mediante as boas obras, os sistemas que serão mencionados aqui são somente teorias que usam essa base.

2.1. Considerações prévias
- "somos predestinados à salvação ou escolhemos ser salvos", alguns estudiosos afirmam que somos todos predestinados a sermos salvos, mas podemos escolher se seremos salvos ou não fazendo uso do livre arbítrio, outros afirmam que apenas alguns foram predestinados a salvação enquanto outros teriam sido predestinados a perdição.
"ocorreram polarizações entre ambos os pensamentos", quer dizer que os estudiosos se dividiram em quem acredita na predestinação e quem acredita no livre arbítrio. 

2.2. O calvinismo e a predestinação

"independente do desejo ou de qualquer ato da vontade humana.", essa predestinação chamamos de "fatalista", ou seja, ela é fatal, não importa o que a pessoa fizer, ou ela está predestinada a salvação ou a perdição. Essa doutrina nega a existência do livre arbítrio.


2.2.1. As cinco teses centrais do calvinismo
- "resumidas no acrônimo TULIP", quer dizer que cada letra é o início de uma frase, isso serve como ferramenta para fixar na memória uma sequência.


2.2.2. Questões a serem respondidas pelo calvinismo
- "capaz de limitar-se em áreas de Sua escolha", quer dizer que Deus coloca regras sobre si mesmo, como por exemplo a de não poder mentir. Tt 1.2
- "o que a obra expiatória de Cristo poderia fazer por eles?", dessa forma a obra de Cristo não seria eficiente para todas as pessoas, apenas para alguns privilegiados, não é coerente anunciarmos que o sacrifício de Cristo é completo e para todas as pessoas se em seguida falarmos que alguns já estariam destinados a salvação e outros à perdição.


2.3. O arminianismo e o livre-arbítrio

- "apregoa que o homem pode tomar suas próprias decisões", no arminianismo apregoa-se que embora Deus saiba de todas as coisas ele não compartilha com o ser humano e nem lhe obriga a nada, mas deixa cada um tomar suas próprias decisões.


2.3.1. As teses centrais do arminianismo

-"depende da maneira de a pessoa corresponder ao chamado da salvação", nesse caso a predestinação só ocorrerá de fato se a pessoa receber a Jesus como seu salvador.
"mas somente as que creem são salvas", essa é a presciência que Deus usa para comunicar ao ser humano, Ele não revela especificamente sobre uma pessoa ou família, mas fala de forma genérica a todos, mostrando o que vai ocorrer nos últimos dias à humanidade.


2.4. Adendo necessário

- "resulta da liberdade de consciência", quer dizer que cada um pode fazer seu juízo dos ensinamentos cristãos desde que não invente heresias para forçar o texto a afirmar algo que não fosse da intenção do autor.


3. O POSICIONAMENTO DAS IGREJAS DE CONFISSÃO PENTECOSTAL
- "igrejas de confissão pentecostal, dentre elas as Assembleias de Deus", são as igrejas que surgiram após o avivamento nos Estados Unidos em 1906. Dessa forma professor declare para a classe qual é a linha teológica da tua igreja.
"e são essas que Ele predestina à salvação", dessa forma no arminianismo o Senhor predestina depois que a pessoa recebe a Jesus como salvador.


3.1. Quem são os predestinados à salvação?
- "pode conduzir a grandes paradoxos", o paradoxo é a exposição de ideias que contrarie princípios básicos, no caso da predestinação contraria o princípio de que Deus não faz acepção de pessoas.
"migrando, progressivamente, para um ponto de equilíbrio", um ponto de equilíbrio é a ideia de que existe a predestinação, porém não tão fatalista como prega o calvinismo e existe o livre arbítrio com o peso das consequências de cada decisão.


CONCLUSÃO
- "Deus não se limita a sistematizações e/ou a epistemologias, ao tempo e/ou ao espaço", quer dizer que as muitas teorias e teses sobre os assuntos de teologia não poderá mudar muitas vidas, o Evangelho deve ser desenvolvido na prática, as pessoas precisam receber Jesus e ter suas vidas transformadas pelo Espírito Santo de Deus.
- Corrija a atividade proposta e faça o resumo com a classe. 

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