sábado, 30 de julho de 2016

ATUALIDADE GOSPEL - Morre Cesino Bernardino, fundador dos Gideões Missionários da Última Hora

Morre Cesino Bernardino, fundador dos Gideões Missionários da Última Hora

O pastor Cesino Bernardino, 81 anos, conhecido por ter fundado os Gideões Missionários da Última Hora, é chamado por muitos de “Pai de missões”. No final de junho, após ter realizado uma cirurgia, ele entrou em coma profundo.

Foram feitas diversas campanhas de oração lideradas pelo seu filho, pastor Reuel Bernardino, na expectativa de um milagre. Cesino tinha sérios problemas nos rins e nos pulmões.

Na tarde deste sábado (30) ele entrou em óbito, após passar mais de um mês na UTI do hospital Santa Catarina, em Blumenau.

Pastor fez história

Os GMUH surgiram no final da década de 1970, idealizado por Bernardino, recém chegado para assumir a Assembleia de Deus em Camboriú, Santa Catarina. Devido às grandes dificuldades financeiras da congregação, ele iniciou uma campanha de oração para que Deus o orientasse.

Segundo a revelação dada aos membros da igreja, que faziam reuniões de oração em suas casas, anunciou-se que a pequena cidade se tornaria referência para o país. Seguindo a tradição pentecostal, o pastor Cesino pregava constantemente em sua igreja e nas cidades vizinhas sobre o batismo no Espírito Santo.

Logo, ele reuniu uma equipe que, compartilhando de sua visão começou a preparar encontros de avivamento. No início da década de 1980, Bernardino realiza um congresso para os membros da igreja de Camboriú, o 1º Encontro de Missões, na igreja sede.

Na ocasião, foi comissionada a primeira missionária do ministério, enviada para a Argentina. Em pouco tempo surgiram outros. Criou-se uma tradição, que continua até hoje de realizar a cada mês de abril um evento similar em Camboriú.

Em 2016, celebrou-se o 34º Encontro dos Gideões, considerado o maior evento do tipo no mundo. Seguindo um crescimento contínuo com o passar dos anos, o encontro sempre reúne pessoas de todo o Brasil e também exterior.

De acordo com a organização do evento, cerca de 150 mil pessoas participam do encontro.

Fonte: Gospel Prime

ESCOLA DOMINICAL BETEL ESBOÇO - Subsídio da Lição 5 - Revista Betel


AULA EM 31 DE JULHO DE 2016 – LIÇÃO 5
(Revista: Editora Betel)

Tema: O Ministério de Jesus Cristo na Região da Galileia

Texto Áureo: Mateus 4.18
  
INTRODUÇÃO
- Querido(a) professor(a), nesta lição procure mostrar aos alunos como fazer discípulos, usando o ensinamento de Jesus.
- “Jesus saindo do anonimato de uma carpintaria”, Jesus saindo do período de preparação, assim é o anonimato, um período de preparação para o chamado que o Senhor tem para cada um de nós.
- “até tornar-se extremamente popular”, e extremamente perigoso também, pois não tem como falar as verdades que Ele falava e não se tornar ameaçador. 
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1. O início do ministério público de Jesus
- “e com uma mensagem clara”, ninguém deve sair para uma tarefa com dúvidas no coração de qual é a obra que o Senhor tem para ele ou ela.

1.1. Jesus volta para a Galileia.
- “era governada por Herodes Ântipas”, esse Herodes Antipas era filho de Herodes, o grande, ele assumiu a Galiléia e a Peréia depois da morte de Herodes seu pai.
- “e judeus mistos”, eram estrangeiros que converteram ao judaísmo ou judeus que nasceram em outros países e foram morar em Israel tendo assim duas nacionalidades.
- “a Galileia das nações”, ou Galileia dos gentios como aparece em algumas versões inclusive na King James.
- “o Seu testemunho não foi aceito lá”, devido a incredulidade por causa de ele ter crescido ali. Quem viu a pessoa desde de criança tem mais dificuldade de aceitar quando Deus o usa para coisas grandes, essa é uma verdade factual.

1.2. A pregação de Jesus.
- “região considerada de trevas”, essa era a opinião dos judeus, eles a consideravam assim, os judeus de Jerusalém sempre discriminavam os de outras regiões, principalmente aquelas habitadas por povos mistos.
- “anunciou um novo dia por meio de Sua pregação”, era o começo de um novo tempo, um tempo de aceitação, de mudança da condenados para salvos em Cristo, de excluídos para incluídos.
- “veem de fato uma luz e se voltam para Deus”, até hoje ocorre dessa forma, os muitos se voltam para Jesus quando veem a luz no fim do túnel, quando estão na adversidade e observam que em Cristo há esperança.
- “e senso de urgência”, a nossa pregação segue esse modelo, damos o senso de urgência devido a iminente volta de Jesus.

1.3. Jesus e Sua equipe.
- “estar atento a possíveis discípulos”, Jesus é o modelo de liderança e nos ensina que devemos buscar pessoas para  nos ajudar nas obras que o Senhor colocou em nossas mãos.
- “procura de meros seguidores ou simpatizantes”, alguns crentes hoje querem ser apenas isso, por não dar muitos trabalho, não se comprometer muito, querem ser seguidores e não discípulos de Cristo.
- “aqueles que comporiam a Sua equipe de enviados”, Jesus iria para o Pai e enviaria o Espírito Santo, então a responsabilidade de anunciar o Reino ficaria com aquela equipe.
- “intelectuais ou pessoas de grande projeção”, apesar de não serem de grande projeção, havia alguns de elevada cultura, pois Evangelho é uma mensagem que deve atingir todas as classes, por isso necessita de indivíduos de variados níveis de educação, por isso Jesus reuniu um grupo de homens de variadas condições culturais, não eram pessoas da elite, mas haviam discípulos de conhecimento para falar à elite.  
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2.  Jesus chama ao discipulado
- “precisava de uma equipe que pudesse reproduzir a Sua mensagem”, a ideia era separar alguém para dar continuidade à obra e não somente isso, mas preparar outros discípulos.

2.1. O chamado.
- “conexão que Ele fazia daquele ambiente com a Sua missão”, Jesus usava os elementos do ambiente para ministrar, fazia analogias e contava parábolas do dia a dia deles.
- “viu nelas a mensagem do Reino”, os discípulos de hoje devem usar de estratégias semelhantes as de Jesus por serem extremamente eficazes.
- “ao treinamento de uma pescaria celestial”, professor(a), nesse momento você pode falar para a sua classe, que eles foram chamados a essa grande pesca e que o Senhor espera de cada um deles que se entregue totalmente e de uma vez por todas a essa importante missão.
- “morrem quando apanhados”, todos os peixes morrem do mesmo jeito, mas os que são apanhados e tratados são uteis para o alimento e os que não são cuidados apodrecem e para nada servem. As pessoas ganhas para Cristo ou morrem para o mundo e vivem para o Reino ou acabam não sendo cuidadas por igrejas que não tem compromisso com o Evangelho e apodrecem espiritualmente não servindo para mais nada. FORTE!

2.2. Os homens chamados ao discipulado.
- “chamou dois pares de pescadores”, se referindo a Pedro e André, irmãos de sangue, chamados em Mt 4.18
- “Deus vê em nós coisas boas”, o Senhor nos fez e sabe que cada ser humano, por mais dificuldade que tenha, pode ser grande nas mãos do Senhor, e nós nos julgamos sempre incapazes e por isso não acreditamos que poderemos faz coisas grandes.
- “Jesus estivera com os quatro pescadores antes”, isso explica o porque de eles atender prontamente ao chamado do Senhor, pois a semente já estava plantada em seus corações.
2.3. O preço do discipulado.
- “o seu sustento diário”, eles tinham uma difícil a tomar, ou ficar com o negocia da pesca e viver uma vida normal ou trabalhar para o Reino viver uma novidade de vida.
- “experimentaram a mensagem, o poder e a santidade”, embora eles não sabiam exatamente o que os esperava, eles sabiam que era algo grande e sublime. Assim muitos recebem a Jesus abandonando coisas essenciais em suas vidas, trocando por coisas do Reino.
- “questionaram o que receberiam em troca”, o interessante foi que a resposta de Jesus foi uma promessa de recompensa no Reino de Deus e não na Terra. Hoje uma resposta dessa frustraria muitas pessoas.
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3. As faces do ministério de Jesus
- “chamando outras pessoas para compor Sua equipe”, além dos doze Jesus tinha muitos outros, quase uns setenta.

3.1. Ministério da pregação e ensino.
- “desenvolveu um trabalho itinerante”, ministério que não é fixo ou que gira em torno de uma região.
- “ministério da Palavra através da pregação e ensino”, Jesus não fazia distinção entre pregação e ensino, Ele sempre estava ensinando, sempre ministrando para um ou para muitos.
- “instruía os Seus ouvintes”, naquela época não havia microfone e a preocupação de Cristo era em que as pessoas aprendessem verdades sobre o Pai e o Reino que eles não sabiam.

3.2. Ministério de cura e libertação.
- “as curas aconteciam”, eram os sinais que confirmavam a fé do povo, onde tem fé ocorre milagres,
- “resultado da palavra da fé ensinada e pregada”, Jesus ensinou que os sinais seguiriam aos que cressem no evangelho Mc 16.17, por entendemos que a operação de milagres está associada à pregação e ensino da Palavra de Deus.
- “coisa que ora causava admiração, espanto”, nem nas histórias que eles ouviam sobre os profetas do passado aconteciam tais maravilhas em larga escala.

3.3. A fama de Jesus em Seu ministério.
- “traziam os seus enfermos para serem curados”, a fama de Jesus correu longe devido às curas que realizava, dessa forma os que querem entrar no ministério de ensino devem saber que ele não atrairá muitas pessoas.
- “Decápolis”, era um conjunto de dez cidades.

CONCLUSÃO
- “raiz de uma terra seca para os religiosos”, raiz é a parte da planta que realiza a captação de água e nutrientes para seus frutos, dessa forma a raiz era a esperança de vida para a planta.
- “nem formosura por causa de Sua origem”, isso era porque eles julgavam Jesus por terem visto ele como carpinteiro aprendiz de José.  
- Faça o resumo e corrija o questionário.

QUESTIONÁRIO

1. Quem era o governador da Galileia?
R: Herodes Ântipas (Mt 14.1).

2. Como Mateus descreve a Galileia daqueles dias?
R: Como região de trevas (Mt 4.16).

3. O que significa Cafarnaum?
R: Vila de Conforto ou vila de Naum (Mt 4.21).

4. Quem era o pai de Tiago e João?
R: Zebedeu (Mt 4.13).

5. Qual foi a orientação de Jesus para os Seus discípulos?
R: Que não saíssem dos termos de Israel (Mt 10.6).

Marcos André – professor

Boa Aula!

quinta-feira, 28 de julho de 2016

ESCOLA DOMINICAL CPAD ESBOÇO - Subsídio da Lição 5 - Revista CPAD - ADULTOS


AULA EM 31 DE JULHO DE 2016 – LIÇÃO 5
(Revista: CPAD)

Tema: A Evangelização Urbana e suas Estratégias

Texto Áureo: Mateus 11.1
  
INTRODUÇÃO
- Professor(a), para esta lição é bom você ter em mente as técnicas para a evangelização em áreas urbanas.
- “estratégias a serem usadas na evangelização”, as estratégias atuais para a evangelização nas cidades foram extraídas das Escrituras, porém elas são interpretadas das ações de Cristo com seus discípulos.
- “desafios enfrentados pelo evangelista nessas áreas”, se referindo à função específica de evangelista, que vai organizar os trabalhos de evangelismo na localidade da igreja.
- “resultará na difusão integral”, difusão é a propagação, ainda que o evangelismo não ganhe muitas almas para Cristo é importante que seja difundido no mundo.
- “discipulado”, é o ensinamento da Palavra, uma forma de manter as almas ganhas no Reino de Deus.
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I - ESTRATÉGIAS URBANAS DE EVANGELISMO

1. A estratégia de Jonas.
- “traçou uma estratégia simples”, a estratégia era a abordagem coletiva direta, ele saiu gritando pelas ruas principais.
- “Ele usou as vias principais da capital”, havia uma tradição de que os habitantes de Nínive acreditavam que surgiria um profeta de Deus vindo do mar e isso foi o que ajudou a aceitação da mensagem. Deus havia preparado esse ambiente.
- “evangelização de uma área urbana”, sabemos que Jonas foi sozinho, porém a situação dele era algo especial, não é recomendável evangelizar sozinho, Jesus enviou de dois em dois. Lc 10.1

2. A estratégia do Pentecostes.
- “israelitas de todas as partes do mundo”, o povo israelita havia sido espalhado por várias nações desde a época do cativeiro e quando fala de “todas as partes do mundo” se refere ao mundo conhecido naquela época que era somente Ásia e partes da Europa.
- “levaram a semente do Evangelho”, aproveitaram o ajuntamento de pessoas de várias partes, isso pode ocorrer durantes festas renomadas em alguns lugares do país.
- “eventos esportivos, artísticos e culturais”, as Olimpíadas do Rio de Janeiro é uma boa oportunidade para isso.
- “falantes de outros idiomas”, pode se treinar a abordagem simples nos idiomas mais conhecidos como o espanhol e o inglês.

3. A estratégia dos pioneiros.
- “Daniel Berg e Gunnar Vingren”, esses foram os dois missionários suecos que foram impactados pelo movimento pentecostal nos Estados Unidos e forma os pioneiros do pentecostalismo no nosso país.
- “escolheram a cidade de Belém, no Pará”, escolheram essa cidade por orientação do Espírito Santo em sonhos, se dependesse de qualquer pessoa seria escolhido o Rio de Janeiro ou São Paulo.
- “ore e estude detalhadamente a região”, eles também se esforçaram no aprendizado do idioma português, uma vez que nenhum dos dois sabia falar o nosso idioma.
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II - OS DESAFIOS DA EVANGELIZAÇÃO URBANA

1. Incredulidade e perseguição.
- “falsos obreiros anunciam um falso evangelho”, algumas pessoas veem no evangelho a oportunidade de ganhar dinheiro e usam isso com muita eficiência.
- “mercenários”, são os que estão na igreja somente a fim de ganhar dinheiro.
- “mensagem da cruz precisa ser pregada”, devido aos interesses mercenários, a mensagem da cruz tem sido substituída por outras de auto ajuda, prosperidade ou triunfalismo.
- “na virtude do Espírito Santo”, não com ferramentas humanas, como a eloquência, persuasão ou profundo conhecimento, mas pela revelação do Espírito Santo através da pregação de uma mensagem revelada.

2. Enfermos.
- “tomadas de enfermos e doentes terminais”, além de viciados, mendigos e outros tipos de enfermidades psicossomáticas.
- “funeral do filho único de uma viúva”, nessa ocasião Jesus ressuscitou o filho da viúva e salvou ela de se tornar uma pedinte, pois aquele filho era a garantia que ela tinha de sustento.
- “desenvolver capelanias hospitalares”, a operação de milagres e maravilhas é uma ferramenta da evangelização. A Igreja não pode ficar somente no campo da formalidade social.

3. Endemoninhados.
- “casos difíceis de possessão demoníaca”, conforme a Palavra alerta que existem castas de demônios que só são expulsos com jejum e oração Mt 17.21 e outros que são legiões de demônios.
- “jejuar e ter uma vida santa”, houveram diversas ocasiões em que os demônios envergonharam os servos de Deus por não estarem com a vida no altar, uma dessas ocasiões está registrada na Palavra de Deus At 19.15
- “não pode fazer da libertação dos oprimidos um espetáculo”, se referindo às ocasiões em que os ministros ficam conversando com os espíritos e fazendo perguntas sem necessidade.
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III - COMO FAZER EVANGELISMO URBANO

1. Treinamento da equipe.
- “já podia contar com uma equipe”, ninguém consegue fazer nada sozinho, é necessário que os líderes busquem no povo de Deus pessoas aptas para o trabalho de evangelização.
- “Acompanhava-os, também, Lucas”, esse Lucas foi o autor do livro de Atos, por isso a obra missionária com Paulo ficou tão conhecida, mas outras frentes missionárias existiam com Marcos, Barnabé e Apolo.
- “Filipos, a Tessalônica e a Bereia”, foram as primeiras cidades da Europa a serem evangelizadas.
- “por intermédio de outros obreiros”, com isso entendemos que a obra de Deus não é exclusiva de uns, mas todos podem ser usados. Uns semeiam e outros regam, mas é Deus dá o crescimento.

2. Estabelecimento de postos-chave.
- “Paulo buscava uma sinagoga”, em cada cidade sempre havia uma comunidade judaica que mantinha a tradição de leitura e estudo das Escrituras no dia do sábado.
- “de onde iniciava a proclamação do Evangelho”, Paulo tinha a facilidade para falar aos judeus e a partir daí poderia evangelizar também os gentios.
- “Pode ser a casa de um crente”, ao se chegar num local distante é interessante se apresentar a alguma família cristã ou igreja existente, para dar início à evangelização.

3. Acompanhamento do trabalho.
- “como responsável para cuidar dos novos convertidos”, era exatamente dessa forma que Paulo trabalhava e sempre ele organizava visitas a igreja estabelecida.
- “até que amadureçam o suficiente”, existem pastores que não investem no amadurecimento dos irmãos, não querem que eles aprendam a caminhar por si só, mas esperam que sejam sempre dependentes deles.
- “Fortaleça-os na fé, na graça e no conhecimento”, esse discipulado é atividade da evangelização,
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CONCLUSÃO
- “personalizadas”, que tenha a personalidade da zona urbana a ser atingida.
- Faça uma revisão da aula com os alunos.
- Não deixe de corrigir o questionário.

Respostas:
  
Qual a estratégia de Jonas?
O profeta não dispunha de tempo para percorrer toda Nínive, por isso, traçou uma estratégia simples, porém eficaz: “E começou Jonas a entrar pela cidade caminho de um dia, e pregava, e dizia: Ainda quarenta dias, e Nínive será subvertida” (Jn 3.4).

Fale sobre a estratégia do Pentecostes.
E, quando da descida do Espírito Santo, eles ouviram a mensagem da cruz em sua própria língua. Ao retornarem aos seus lugares de origem, levaram a semente do Evangelho que, mais tarde, germinaria congregações e igrejas.

Qual a estratégia adotada por Daniel Berg e Gunnar Vingren?
Orientados pelo Espírito Santo, Daniel Berg e Gunnar Vingren escolheram a cidade de Belém, no Pará, como ponto de partida para a sua missão no Brasil.

Quais os desafios da evangelização urbana?
Incredulidade, perseguição, enfermos, endemoninhados.

Que providências podem tornar bem-sucedida a evangelização urbana?
Treinamento da equipe, estabelecimento de postos-chave e acompanhamento do trabalho.

Pr Marcos André – professor

Boa Aula!

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terça-feira, 26 de julho de 2016

ESCOLA DOMINICAL CPAD - Conteúdo da Lição 5 - Revista da CPAD - JOVENS

Predições de Juízo e Glória
31 de Julho de 2016



TEXTO DO DIA
“E haverá um tabernáculo para sombra contra o calor do dia, e para refúgio e esconderijo contra a tempestade e contra a chuva” Is 4.6.

SÍNTESE
Após o juízo divino avassalador, se estabelecerá um período de muita justiça, glória e beleza, em que o “renovo do Senhor”, Cristo, promoverá um período de bênçãos, proteção e prosperidade.

TEXTO BÍBLICO

Isaías 4.2-6.
2 — Naquele dia, o Renovo do Senhor será cheio de beleza e de glória; e o fruto da terra, excelente e formoso para os que escaparem de Israel.
3 — E será que aquele que ficar em Sião e que permanecer em Jerusalém será chamado santo: todo aquele que estiver inscrito entre os vivos em Jerusalém.
4 — Quando o Senhor lavar a imundícia das filhas de Sião e limpar o sangue de Jerusalém do meio dela, com o espírito de justiça e com o espírito de ardor,
5 — criará o Senhor sobre toda a habitação do monte de Sião e sobre as suas congregações uma nuvem de dia, e uma fumaça, e um resplendor de fogo chamejante de noite; porque sobre toda a glória haverá proteção.
6 — E haverá um tabernáculo para sombra contra o calor do dia, e para refúgio e esconderijo contra a tempestade e contra a chuva.

INTRODUÇÃO
Nesta lição você verá que o profeta mostra que, apesar de Deus ter de executar juízo contra seu povo, como consequência das escolhas erradas feitas por eles, o que prevalece é seu imenso amor, misericórdia e cuidado para com eles, demonstrado no envio do Messias (Is 4.5). Isaías deixa claro que o Deus executor de juízo age com justiça e equidade, mas que jamais deixará seu povo entregue ao sofrimento, demonstrando assim a grandeza dEle purificando, salvando e curando seu povo e ainda lhes prometendo que seriam muito abençoados.

I. O JUÍZO DE DEUS

1. As causas do juízo de Deus.
Antes de enviar seu juízo, Deus havia mostrado claramente ao povo que não deveriam agir de forma contrária ao seu amor. Por isso, alertou contra a corrupção dos governantes e a violência. Alertou sobre questões econômicas e sociais que promoviam a injustiça, foram denunciadas e advertidas as seguintes práticas: a substituição do Senhor pelas riquezas; a ganância; o suborno recebido pelo juiz; a exploração dos trabalhadores para a manutenção do luxo no palácio, do rei, da corte e do Templo; a concentração de riquezas nas mãos de poucos; o empobrecimento da população; a administração fraudulenta; a impunidade e a opressão. Tudo isso característica do afastamento sistemático do amor e do cuidado de Deus, dando as costas a Ele, e na prática querendo afirmar que não precisariam dEle nem de suas ordenanças para organizarem suas vidas.

2. Como um Deus bom pode agir com juízo.
Existem pessoas que não compreendem como um Deus de amor pode agir em juízo; alegam que as duas coisas são antagônicas e preferem achar que Ele é complacente com situações que ferem sua santidade, como no caso do povo de Judá e Jerusalém, mas a verdade é que o juízo de Deus se manifesta sempre que se viola o princípio de justiça estabelecido por Ele, e assim se viola seu próprio amor, ou seja, a própria criatura humana se expõe ao juízo de Deus ao rejeitar o seu amor, que é oferecido gratuitamente. No caso de Israel, esse amor foi rejeitado ao agirem com arrogância e autossuficiência, desprezando a provisão de Deus, e ao praticarem a injustiça de uns para com os outros, oprimindo e explorando os pobres, os órfãos e as viúvas.

3. A justiça estabelecida com juízo.
Para que houvesse o retorno da justiça no meio do povo de Deus era preciso que o juízo fosse feito com rigor pelo Justo Juiz. Deus lavaria e purificaria toda a sujeira e limparia Jerusalém da culpa do sangue inocente derramado. Para isso enviaria seu Espírito de justiça e seu Espírito purificador (Is 4.4). Quando o juízo fosse completado, a glória e a proteção do Senhor seriam estendidas sobre seu povo.
Atualmente, a igreja é o povo do Senhor na terra e atua como um arauto de justiça e um inibidor do juízo contra o pecado e todas as formas de injustiça. Por isso, ela não deve se omitir dos meios públicos, políticos e da justiça social, mas também não pode compactuar com políticas injustiças e corruptas. Precisa ocupar o espaço na sociedade que lhe compete e posicionar-se de forma profética e justa. Nessa posição, não há como aceitar troca de favores com os poderes constituídos, pois compromete a autoridade profética da igreja.

Pense!
Apesar da existência do juízo de Deus, a nossa relação de obediência a Ele não deve se basear no medo de sua punição, mas sim no amor que nos constrange a ser fiéis à sua Palavra e vontade sublime, entendendo-as como o melhor caminho possível para as nossas vidas.

Ponto Importante
Na teologia bíblica cristã, o juízo de Deus não se origina por uma intenção malévola de Deus. O juízo surge por consequência de nossos pecados, de nossa transgressão ao modelo de vida estabelecido por Deus.

II. A GLÓRIA DO RENOVO DO SENHOR

1. O Renovo do Senhor para Israel.
Segundo os estudiosos do texto bíblico, ao falar do Renovo do Senhor, Isaías está se referindo ao Messias que seria rejeitado pelo povo de Israel, mas aceito ao final de muito aperto. Novamente, aqui a profecia aponta para um contexto imediato, a invasão da Babilônia, e para um contexto remoto — o fim dos tempos, quando Israel estará novamente sitiada e será liberta milagrosamente quando reconhecer e aceitar a Cristo como o enviado de Deus. Esse tempo será após o período da grande tribulação, que durará sete anos, e o Anticristo quebrará o pacto feito com Israel e muitas nações da terra se voltarão contra o povo de Deus. Neste momento o socorro do Senhor virá por meio da intervenção divina encabeçada por Cristo em favor de seu povo.

2. O Renovo do Senhor para a Igreja.
Como Israel rejeitou a Cristo, abriu-se a grande porta da graça de Deus para todos os povos da Terra. Todos os que aceitam a Cristo como salvador, neste tempo da graça, serão espiritualmente revestidos de beleza e glória, através de Cristo nas suas vidas. Com isso todos os que estão em Cristo são chamados de santos (Is 4.3; 1Co 1.2). Além disso, o profeta promete que o Renovo do Senhor produzirá vida, Jesus se referiu a Ele mesmo como o doador da vida (Mt 20.28; Jo 3.15-16; 5.24), dizendo que “quem beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede. Ao contrário, a água que eu lhe der se tornará nele uma fonte de água a jorrar para a vida eterna” (Jo 4.14).

3. Cristo, o provedor de bênçãos para os salvos.
Por meio de Cristo, há abundante provisão para todos nós, os salvos. Através de sua Palavra Ele promete cura para o corpo físico (Mt 4.23), libertação do pecado e de situações de aflição e angústia (Rm 8.21), salvação do estado de morte e aproximação de Deus (Lc 3.6), renovação para a mente e no modo de pensar (Rm 21.2; 4.23), perdão completo para a culpa (Mt 26.28; Lc 24.47), e sobre nós repousa sua glória transformadora, como disse Paulo em 2 Coríntios 3.18.

Pense!
Em Cristo começamos a experimentar a glória de Deus em nossas vidas. Apesar de não ser de maneira plena, quando estamos em Jesus iniciamos a preparação para viver a glória eterna. Estar em Jesus é ter a garantia de que iremos experimentar a glória de Deus de maneira plena.

Ponto Importante
O objetivo final do juízo é sempre a renovação do bem-estar do povo de Deus e a manifestação da glória do Deus Altíssimo. Deus julga porque quer restabelecer a ordem da sua criação.

III. A PROTEÇÃO DO SENHOR

1. A proteção do Senhor para Israel.
O profeta faz o povo se lembrar do cuidado de Deus na travessia do deserto e afirma que, de forma mais gloriosa ainda, a mesma proteção será presente para o povo de Deus. Obviamente essas expressões estão em sentido figurado e remetem para um tempo futuro, no reinado messiânico, em que Deus protegerá seu povo de forma miraculosa contra todos os inconvenientes, tanto da natureza quanto de seus inimigos. Mas além dessa proteção, fornecerá provisões de calor durante a noite e sombra durante o dia (Is 4.6), ou seja, o povo se sentirá confortável como nunca em outro tempo esteve, pois a plenitude do reino messiânico será de uma glória indescritível (Is 4.5).

2. A proteção do Senhor para os salvos.
Embora as promessas de Deus para Israel quanto ao reino messiânico também se apliquem aos salvos, Jesus afirmou que aqueles que vivessem em seu Reino (Lc 8.1; 16.16; 17.20-21) que se estabelece nos corações, experimentariam antecipadamente as realidades desse Reino (Rm 14.17). Jesus não prometeu uma vida fácil, livre de tribulações, Ele mesmo disse: “no mundo tereis aflições; mas, tende bom ânimo; eu venci o mundo” (Jo 16.33). Porém, a sua provisão para o seu povo é a companhia, o consolo e o conforto do seu Espírito Santo, que atua como uma nuvem sobre seu povo, guardando-os do calor escaldante das aflições da vida e do fogo do Espírito que protege contra a frieza deste mundo e lhes provê sustento espiritual. O resplendor de fogo sobre o povo e o seu Espírito purificador (Is 4.4-5) é uma alusão ao batismo no Espírito com fogo (Mt 3.11) que se cumpriu no Dia de Pentecostes e se cumpre na vida de cada crente ao ser batizado no Espírito Santo, promovendo purificação e queimando interiormente aquilo que fere a santidade de Deus, permitindo vivermos em seu Reino de justiça, paz e amor.

Pense!
Apesar da proteção que Jesus dá para as nossas vidas, isso não significa que Ele nos isenta de qualquer situação difícil. Só teremos total transformação e descanso na manifestação plena do reinado futuro de Jesus.

Ponto Importante
A vinda do Messias remete à promessa de um renovo e cuidado de Deus pelo seu povo apesar de seus pecados. É símbolo de que Deus não desiste do seu povo ainda que este abandone seus caminhos. Deus sempre volta a ter compaixão.

CONCLUSÃO
Deus deseja para nós, o seu povo escolhido, os salvos em Cristo, que vivamos uma vida de plenitude desfrutando das muitas coisas boas disponíveis em seu Reino, estabelecido em nossos corações. A rejeição dessa oferta gratuita é uma afronta ao seu amor e misericórdia; por isso, vale a pena o esforço para permitir que o seu Espírito Santo instale em nossos corações o seu Reino, trazendo libertação das forças opressoras do mal e da miséria humana.

HORA DA REVISÃO

1. Que significado tinha a coluna de nuvem e fogo para o povo de Israel?
Proteção, conforto e consolo.

2. Por que Deus enviou juízo para o seu povo?
Porque o povo que não deveria agir de forma contrária ao seu amor.

3. Por que um Deus bom pode agir com juízo?
Porque quando se viola o princípio de justiça estabelecido por Ele, se viola Seu próprio amor, ou seja, a própria criatura humana se expõe ao juízo de Deus.

4. Qual o propósito do juízo de Deus sobre Israel?
Deus lavaria e purificaria toda a sujeira e limparia Jerusalém da culpa de sangue inocente derramado; para isso enviaria seu Espírito de justiça e seu Espírito purificador através do juízo.

5. A quem o profeta se refere quando escreve sobre o renovo do Senhor?
Está se referindo ao Messias, ao Cristo.

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ESCOLA DOMINICAL BETEL - Conteúdo da Lição 5 - Revista da Editora Betel


O Ministério de Jesus Cristo na Região da Galileia
31 de julho de 2016



Texto Áureo

“E Jesus, andando junto ao mar da Galileia, viu dois irmãos, Simão, chamado Pedro, e André, os quais lançavam as redes ao mar, porque eram pescadores.” Mateus 4.18



Verdade Aplicada

Jesus escolheu homens simples para que, depois da Sua morte, através deles, o mundo fosse abalado.


Textos de Referência.


Mateus 4.23-25
23 E percorria Jesus toda a Galileia, ensinando nas suas sinagogas, e pregando o evangelho do Reino, e curando todas as enfermidades e moléstias entre o povo.
24 E a sua fama correu por toda a Síria; e traziam-lhe todos os que padeciam acometidos de várias enfermidades e tormentos, os endemoninhados, os lunáticos e os paralíticos, e ele os curava.
25 E seguia-o uma grande multidão da Galileia, Decápolis, de Jerusalém, da Judéia e dalém do Jordão.


Introdução

Nesta lição, estudaremos como Jesus deu início ao Seu ministério público. Veremos Jesus saindo do anonimato de uma carpintaria para depois de Seu batismo atuar pregando, ensinando e curando, até tornar-se extremamente popular.


1. O início do ministério público de Jesus.

Todo início de ministério profético ocorre a partir de um lugar e com uma mensagem clara. Com Jesus não foi diferente. Depois de vencer a tentação, derrotando o diabo no deserto, agora teria início o Seu ministério na Galileia.


1.1. Jesus volta para a Galileia.

Da Judeia, Jesus retorna para a Galileia, assim que soube que João Batista foi preso. A Galileia, que fica na região norte de Israel, era governada por Herodes Ântipas e sua população era constituída de muitos estrangeiros e judeus mistos. Por isso o profeta Isaías a chama de “a Galileia das nações”. Ao regressar, Jesus passa em Nazaré, mas, de acordo com Lucas, o Seu testemunho não foi aceito lá (Lc 4.16-30). Por isso, Ele foi habitar em Cafarnaum, dando início ao seu trabalho com êxito, exatamente no lugar profetizando e onde frutificou com um maravilhoso discipulado.


1.2. A pregação de Jesus.

Na Galileia, região considerada de trevas, cujo povo estava assentado na região e sombra da morte, a situação mudou, pois Jesus, a resplandecente Estrela da Manhã, anunciou um novo dia por meio de Sua pregação. Suas Palavras tocaram a muitas vidas cansadas, corações feridos e gente sem esperança. Dessa maneira, através de Suas pregações, muitos veem de fato uma luz e se voltam para Deus. Sim, as palavras de Jesus tocam com amor, fé e esperanças e senso de urgência para voltarem-se para Deus e muitos voltam até hoje.


1.3. Jesus e Sua equipe.

Ao chegar a Cafarnaum, que significa “Vila de Conforto” ou “Vila de Naum”, Jesus não perdeu tempo, pois logo passou a pregar e a estar atento a possíveis discípulos. Engana-se quem pensa que Jesus estava à procura de meros seguidores ou simpatizantes para Sua causa, porque Ele não estava. Seguidores Ele já tinha vários, porém Jesus estava atento a discípulos, isto é, aqueles que comporiam a Sua equipe de enviados. Esta equipe seria formada não por intelectuais ou pessoas de grande projeção social, porém de indivíduos com elevada devoção, firmes na decisão de servir a Deus (Jo 15.16).


2. Jesus chama ao discipulado.

Jesus já iniciara o Seu ministério entre os galileus e precisava multiplicar-se para ter maior alcance. Ele precisava de uma equipe que pudesse reproduzir a Sua mensagem e o que Ele era. Assim, convocou homens ao discipulado.


2.1. O chamado.

Dá para imaginar Jesus andando junto ao mar da Galileia e a conexão que Ele fazia daquele ambiente com a Sua missão? Para o Senhor Jesus o mundo era o mar e os grandes cardumes de peixes a sociedade humana sem Deus e perdida. Ao observar Pedro e André com suas redes, viu nelas a mensagem do Reino, a mensagem de vida que eles trariam aos homens. Dessa maneira, os chamou ao treinamento de uma pescaria celestial: “Vinde após mim e eu vos farei pescadores de homens”. Os peixes do mar morrem quando apanhados, mas nas redes do Reino ganham a vida.


2.2. Os homens chamados ao discipulado.

Inicialmente, Jesus chamou dois pares de pescadores para estar com Ele, para o aprendizado. Estes se tornariam grandes pescadores de almas para Deus. Notem que Deus vê em nós coisas boas, potenciais os quais nem sonhamos tomar parte. Deus deseja que nos tornemos pescadores de almas para o Seu Reino. É claro que Jesus estivera com os quatro pescadores antes. Por exemplo, André e João passaram uma tarde com Jesus (Jo 1.35-39). Assim como André logo apresentou Pedro a Jesus, João deve ter feito o mesmo com seu irmão Tiago e seu pai Zebedeu. Os chamados iniciais foram feitos a pessoas simples, como eu e você, mas com muita vontade de aprender e fazer a obra de Deus.


2.3. O preço do discipulado.

Aqueles homens, ao atenderem o convite de Jesus, logo deixaram as suas redes e os seus barcos. Eles eram profissionais da pescaria e tinham nesses instrumentos o seu sustento diário. O que esses homens tinham em mente quando deixaram a sua profissão? Na verdade, eles previamente experimentaram a mensagem, o poder e a santidade de Jesus, de modo que todos ficaram atemorizados (Lc 5.1-11). Eles sabiam que estavam diante de alguém mui sublime da parte de Deus, por isso adiante de tantas evidências não resistiram ao chamado do Mestre e deixaram tudo. Apenas algum tempo depois foi que eles questionaram o que receberiam em troca (Mt 19.27-30). Sempre valerá a pena atender ao chamado. O prêmio para os que obedecem é incomparavelmente maior do que o investimento!


3. As faces do ministério de Jesus.

Ao longo do ministério público do Senhor Jesus, Ele foi chamando outras pessoas para compor Sua equipe. Depois os preparou e os enviou às ovelhas perdidas da casa de Israel (Mt 10.1). Enquanto isso não acontecia, o Mestre desenvolvia as várias facetas de Seu ministério público que se revelava em outros ministérios como veremos.


3.1. Ministério da pregação e ensino.

Jesus desenvolveu um trabalho itinerante, tornando a Galileia o Seu circuito, ou seja, Jesus rodeava toda a Galileia desenvolvendo o ministério da Palavra através da pregação e ensino (Mt 4.23). Mateus é bem enfático quanto a isso, pois ele informa que Jesus percorria cidades e povoados (Mt 9.35). O Senhor Jesus ensinava, ou seja, instruía os Seus ouvintes, expondo acerca do Reino de Deus. Às vezes, esse ensino era em tom de conversação e outras em discursos didáticos, mas também de pregação. O Seu auditório era formado de frequentadores das sinagogas e pessoas que se reuniam em casas ou debaixo de uma árvore nos povoados.


3.2. Ministério de cura e libertação.

Enquanto Jesus ensinava e pregava acerca do Reino de Deus, as curas aconteciam. As curas são resultado da palavra da fé ensinada e pregada. Isso era algo novo para todos os galileus e demais judeus, coisa que ora causava admiração, espanto e, com o tempo, muitos ciúmes nos chefes das sinagogas. Tanto a cura das enfermidades físicas como a libertação de possessões demoníacas eram vistas como cura também (Lc 13.10-17), pois os demônios são causadores de desordens psicológicas (Mt 17.14-18; 8.28-34). Quando vamos até Jesus, somos curados e libertados de toda sorte de enfermidade, seja que procedência for (Mt 4.24)!


3.3. A fama de Jesus em Seu ministério.

Jesus foi possuidor de uma fama que extrapolou os limites da Galileia. Ele veio especificamente para os filhos de Israel e orientou que Seus discípulos não saíssem dos termos de Israel (Mt 10.6). Note, porém, que as pessoas do extremo norte de Israel e também dos termos da Síria traziam os seus enfermos para serem curados (Mt 4.24). Não apenas grupos de pessoas iam e vinham a Jesus, mas o acompanhavam grandes multidões originadas de vários lugares: Galileia, Decápolis, Jerusalém, Judeia e lugares de além do Jordão. A fama de Jesus atravessou não só os lugares de origem, mas também milênios!


Conclusão.

O ministério do Senhor foi como a raiz de uma terra seca para os religiosos contemporâneos. Seu labor não tinha parecer e nem formosura por causa de Sua origem. Jesus, porém, brilhou muito além da carpintaria e das praias da Galileia, visto que Seu brilho é eterno.


Questionário.


1. Quem era o governador da Galileia?


2. Como Mateus descreve a Galileia daqueles dias?



3. O que significa Cafarnaum?



4. Quem era o pai de Tiago e João?



5. Qual foi a orientação de Jesus para os Seus discípulos?


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ESCOLA DOMINICAL CPAD - Conteúdo da Lição 5 - Revista da CPAD - ADULTOS


A Evangelização Urbana e suas Estratégias
31 de Julho de 2016





TEXTO ÁUREO
“E aconteceu que, acabando Jesus de dar instruções aos seus doze discípulos, partiu dali a ensinar e a pregar nas cidades deles”Mt 11.1.

VERDADE PRÁTICA
A evangelização urbana é o primeiro desafio missionário da igreja e o estágio inicial para se alcançar os confins da terra.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Atos 2.1-12.
1 — Cumprindo-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar;
2 — e, de repente, veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados.
3 — E foram vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles.
4 — E todos foram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem.
5 — E em Jerusalém estavam habitando judeus, varões religiosos, de todas as nações que estão debaixo do céu.
6 — E, correndo aquela voz, ajuntou-se uma multidão e estava confusa, porque cada um os ouvia falar na sua própria língua.
7 — E todos pasmavam e se maravilhavam, dizendo uns aos outros: Pois quê! Não são galileus todos esses homens que estão falando?
8 — Como pois os ouvimos, cada um, na nossa própria língua em que somos nascidos?
9 — Partos e medos, elamitas e os que habitam na Mesopotâmia, e Judeia, e Capadócia, e Ponto, e Ásia,
10 — e Frígia, e Panfília, Egito e partes da Líbia, junto a Cirene, e forasteiros romanos (tanto judeus como prosélitos),
11 — e cretenses, e árabes, todos os temos ouvido em nossas próprias línguas falar das grandezas de Deus.
12 — E todos se maravilhavam e estavam suspensos, dizendo uns para os outros: Que quer isto dizer?

INTRODUÇÃO
Nesta lição, veremos algumas estratégias a serem usadas na evangelização de uma cidade. Trataremos também dos desafios enfrentados pelo evangelista nessas áreas e, finalmente, mostraremos como efetivar a conquista de uma área urbana. Esta, se bem conduzida, resultará na difusão integral da Palavra de Deus.
Por esta razão, é urgente coordenar todas as nossas ações na abordagem de uma cidade, para que sejam implementados os pontos básicos do evangelismo autenticamente bíblicos: discipulado, estabelecimento de igrejas e missões.

I. ESTRATÉGIAS URBANAS DE EVANGELISMO
Na evangelização urbana, levemos em conta a estratégia de Jonas, do Pentecostes e dos pioneiros pentecostais.

1. A estratégia de Jonas.
O profeta não dispunha de tempo para percorrer toda Nínive com o juízo de Deus. Por isso, traçou uma estratégia simples, porém eficaz: “E começou Jonas a entrar pela cidade caminho de um dia, e pregava, e dizia: Ainda quarenta dias, e Nínive será subvertida” (Jn 3.4). Ele usou as vias principais da capital assíria para apregoar a mensagem divina que, dessa forma, não demorou a chegar ao rei (Jn 3.6).
Na evangelização de uma área urbana, escolha pontos estratégicos: avenidas, praças, terminais de ônibus, trens e metrôs para o evangelismo pessoal. Se possível, também faça uso de outdoors, programas de rádio e serviço de som para anunciar a Cristo.

2. A estratégia do Pentecostes.
Não foi sem motivo que Deus escolheu o Pentecostes para fundar a sua Igreja. Nesse evento judaico tão importante, achavam-se em Jerusalém israelitas de todas as partes do mundo (At 2.1-12). E, quando da descida do Espírito Santo, eles ouviram as maravilhas de Deus em sua própria língua. Ao retornarem aos seus lugares de origem, levaram a semente do Evangelho que, mais tarde, germinaria congregações e igrejas.
A Igreja pode aproveitar a realização de eventos esportivos, artísticos e culturais para divulgar o Evangelho. Se possível, deve montar uma equipe com falantes de outros idiomas para apresentar o Evangelho aos representantes de outras nações.

3. A estratégia dos pioneiros.
Orientados pelo Espírito Santo, Daniel Berg e Gunnar Vingren escolheram a cidade de Belém, no Pará, como ponto de partida para a sua missão no Brasil. Logo em sua chegada, em 19 de novembro de 1910, constataram que a capital paraense era geograficamente estratégica para se alcançar o país em todas as direções. Por isso, ore e estude detalhadamente a região que você quer alcançar.

II. OS DESAFIOS DA EVANGELIZAÇÃO URBANA
Na evangelização urbana, há desafios e imprevistos que podem ser convertidos em oportunidade.

1. Incredulidade e perseguição.
Vivemos tempos trabalhosos, em que falsos obreiros anunciam um falso evangelho. É preciso anunciar a Cristo com sabedoria, poder e eficácia (2Tm 4.17). Nossa mensagem não pode ser confundida com a dos mercenários e falsos profetas. A mensagem da cruz precisa ser pregada na virtude do Espírito Santo (1Co 1.18).
Diante das perseguições, não podemos desistir ou nos calar. Jesus também foi perseguido em sua própria cidade, mas levou a sua missão até o fim (Lc 4.28-30).

2. Enfermos.
As áreas urbanas acham-se tomadas de enfermos e doentes terminais. No tempo de Jesus, não era diferente. Ao entrar em Jericó, Ele deparou-se com um cego que lhe rogava por misericórdia (Lc 18.35). E, às portas de Naim, encontrou o funeral do filho único de uma viúva (Lc 7.11-17). Ungido pelo Espírito Santo, curou o primeiro e ressuscitou o segundo. A Igreja deve desenvolver capelanias hospitalares, e visitar os enfermos e moribundos.

3. Endemoninhados.
Quem se dedica à evangelização urbana deve estar preparado, também, para casos difíceis de possessão demoníaca. Muitos são os gadarenos espalhados pela cidade (Mt 8.28-34). Por isso, o evangelista precisa orar, jejuar e ter uma vida santa (Mc 9.29).
A igreja não pode fazer da libertação dos oprimidos um espetáculo. Mas deve, no poder do Espírito Santo, orar pelos enfermos e pelos cativos de Satanás (Mt 10.8).

III. COMO FAZER EVANGELISMO URBANO
A evangelização urbana só será bem-sucedida se tomarmos as seguintes providências: treinamento da equipe, estabelecimento de postos-chave e acompanhamento do trabalho.

1. Treinamento da equipe. 
Antes de chegar à Macedônia, o apóstolo Paulo já podia contar com uma equipe altamente qualificada, para implantar o Evangelho na Europa. Primeiro, tomou consigo a Silas e, depois, o jovem Timóteo (At 15.40; 16.1,2). Acompanhava-os, também, Lucas, o médico amado (At 16.11). Com este pequeno, mas operoso grupo, o apóstolo levou o Evangelho a Filipos, a Tessalônica e a Bereia, até que a Palavra de Deus, por intermédio de outros obreiros, chegasse à capital do Império Romano (At 16.12; 17.1,10).

2. Estabelecimento de postos-chave.
Sempre que chegava a uma cidade gentia, Paulo buscava uma sinagoga, de onde iniciava a proclamação do Evangelho (At 17.1-3). Embora o apóstolo, na maioria das vezes, fosse rejeitado pela comunidade judaica, a partir daí expandia sua ação evangelística urbana até alcançar os gentios.
É necessário que sejam encontrados postos principais para a evangelização urbana. Pode ser a casa de um crente, ou a de alguém que está se abrindo à Palavra de Deus (At 16.15). Na evangelização, as bases são muito importantes.

3. Acompanhamento do trabalho.
Procure estar atento à nova frente evangelística. Ao partir para uma nova área urbana, alguém deve ser deixado como responsável para cuidar dos novos convertidos que foram alcançados, como fazia o apóstolo Paulo (At 17.14). E, periodicamente, devem haver visitas até que amadureçam o suficiente para caminhar por si próprias (At 18.23).

Não descuide do trabalho de discipulado. Fortaleça-os na fé, na graça e no conhecimento da Palavra de Deus. Quem se põe a evangelizar as áreas urbanas deve estar sempre atento. Por isso mesmo, tenha uma equipe amorosa, competente e disponível.

CONCLUSÃO
A evangelização urbana é o grande desafio do século 21. As cidades tornam-se cada vez maiores e mais complexas, exigindo da Igreja de Cristo ações específicas, personalizadas e efetivas. Se, por um lado, lidamos com as massas, por outro lado, temos de tratar particularmente com cada pessoa, para que todos venham a ter um encontro pessoal com Deus.
Seguindo o exemplo de Jesus e de Paulo, façamos da evangelização urbana a base para alcançarmos os confins da Terra. As cidades são estratégicas na proclamação mundial do Evangelho.

PARA REFLETIR

A respeito da evangelização urbana, responda:

Qual a estratégia de Jonas?

Fale sobre a estratégia do Pentecostes.

Qual a estratégia adotada por Daniel Berg e Gunnar Vingren?

Quais os desafios da evangelização urbana?

Que providências podem tornar bem-sucedida a evangelização urbana?

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segunda-feira, 25 de julho de 2016

PEDIDO - Colaboração

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