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domingo, 1 de fevereiro de 2015

ESCOLA DOMINICAL - Polícia invade estudo bíblico e prende vinte cristãos

Os religiosos tiveram seus celulares checados assim como suas identificações e foram orientados a não mais frequentarem a casa de estudo


A perseguição de cristãos na China ganhou um novo episódio este ano, no dia 11 de janeiro dez policiais invadiram uma casa e prenderam 27 cristãos que participavam de um estudo bíblico.

O caso aconteceu no distrito de Shunyi, em Pequim, em uma casa que recebe cristãos que trabalham na cidade. A reunião estava no começo quando os fiéis foram surpreendidos pelos policiais.

“Assim que terminamos nosso momento de louvor e adoração, um missionário tomou à frente a fim de nos guiar na leitura de passagens da Bíblia. Nós estávamos orando quando a polícia chegou”, disse um membro da igreja para fontes do ministério Portas Abertas.

Todas as pessoas que participaram do estudo foram levadas à delegacia e as bíblias e os hinários foram confiscados. A liberação dos cristãos só aconteceu depois das 10h30 da noite.

“A polícia queria que nós entregássemos tudo que tínhamos, incluindo os dados salvos em nossos celulares. Eles checaram nossos documentos de identificação, e depois de terem feito um registro por escrito, nos deixaram ir embora”, disse um dos cristãos que foram presos.

“Inicialmente, eles alegaram que nosso encontro era proibido por lei. Depois, quando chegamos à delegacia, eles disseram que o local é ilegal e que não devíamos ir lá novamente”.

Essa não é a primeira vez que os cristãos são levados à delegacia e seus materiais eletrônicos são confiscados. O mesmo delegado, Li Jincheng, já realizou operações semelhantes segundo as testemunhas.

“O diretor da delegacia é Li Jincheng, o mesmo policial que nos atacou no ano passado. Na última vez, ele e sua equipe tentaram apagar todas as informações de nossos computadores. Eles só não concluíram porque não houve tempo suficiente, mas muito conteúdo foi deletado. A polícia também disse que não estávamos autorizados a pegar os computadores de volta. Eles disseram que devíamos abandonar nossa igreja”, contou o cristão.

Fonte: Gospel Prime

sábado, 31 de janeiro de 2015

ESCOLA DOMINICAL - Lista de Esboços do 1º Trimestre de 2015


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ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 5 - Revista da CPAD

INCOMPLETO

AULA EM 01 DE FEVEREIRO DE 2015 – LIÇÃO 5
(Revista: CPAD)

Tema: Não Tomarás o Nome do Senhor em Vão

Texto Áureo: Levítico 19.12
  
INTRODUÇÃO
- Querido(a) professor(a), nesta lição note que o “tomar o nome do Senhor em vão”, é se referir a Ele em juramento.
- “juramentos triviais em coisas efêmeras”, é o juramento por motivos bobos, sobre assuntos sem importância. Isso tornava o nome sobre o qual foi jurado sem importância.
- “cada um deve falar a verdade”, quando a pessoa profere mentiras, logo é descoberta, e dessa forma a palavra da pessoa perde valor, quando ela diz a verdade ninguém acredita e isso o Senhor não quer para o seu povo.  
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1. O NOME DIVINO

1. O nome.
- “para mostrar o caráter e a índole”, geralmente os pais davam o nome mediante a alguma circunstância incomum que ocorria na gravidez ou no parto.
- “caso de mudança de nomes”, a pessoa poderia mudar o seu nome diante da sociedade, devido a alguma mudança em sua vida, como foi o caso de Saulo de Tarso que a após o envolvimento na obra de Deus, passou a ser chamado de Paulo.
- “revela suas obras e atributos”, os nomes de Deus foram dados na Bíblia de acordo com a forma de Deus agir.

2. Nomes genéricos.
- “nomes genéricos”, são chamados de genéricos por que eram usados para designar as divindades pagãs.
- “tradução do hebraico para a nossa língua”, é a tradução de João Ferreira de Almeida.

3. Nomes específicos.
- “nomes específicos”, são chamados específicos por serem usados somente para se referir a Deus.
- “YHWH, Yahweh, Javé ou Jeová”, do tetragrama se originou os nomes Yahweh, Javé ou Jeová. O tetragrama é o termo “Eu sou o que sou”, que foi a forma que Deus mandou Moisés o identificar para os filhos de Israel:


“Então disse Moisés a Deus: Eis que quando eu for aos filhos de Israel, e lhes disser: O Deus de vossos pais me enviou a vós; e eles me disserem: Qual é o seu nome? Que lhes direi?
E disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós.” Êxodo 3:13-14

Dessa identificação de Deus surgiu o tetragrama sagrado YHWH
- “emprega "SENHOR", com todas as letras maiúsculas”, professor(a), aqui é interessante pedir para os alunos abrirem as Bíblias em algum versículos onde aparecem o nome grafado dessa forma “SENHOR”. Ex.: Salmo 113.1, convém se lembrar que só a versão corrigida de Almeida aparece grafado dessa forma.
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2. O NOME QUE SE TORNOU INEFÁVEL
- “inefável”, é o que não se pode expressar com palavras.

1.  A pronúncia do nome divino.
- “desde o período interbíblico”, foi o período entre o ultimo profeta do Antigo Testamento até o tempo de Cristo, aproximadamente uns 400 anos.
- “permanece impronunciável”, ele se tornou impronunciável porque os judeus perderam a pronúncia, hoje não se sabe como se pronuncia.
- “não violar o terceiro mandamento”, quando Deus deu os mandamentos os judeus logo entenderam que era a esse nome que se referia o terceiro mandamento, e por isso não o pronunciaram mais, apenas passaram a representá-lo pelas letras do tetragrama.
- “A escrita hebraica é consonantal”, quer dizer que não possui vogais, apenas consoantes.

2.  Jeová ou Javé?
- “a pronúncia antiga do nome é Yahweh”, é só uma questão de pronúncia, a forma correta seria Jeová (usada na tradução de Almeida), mas a pronúncia mais correta seria Iavé, ou Javé (que é usada na Bíblia católica).

3. O significado.
- “EU SOU O QUE SOU”, dessa frase surgiu o tetragrama YHWH, o nome de Deus surge de termos humanos por ordem do próprio Deus, pois Ele mandou Moisés apresentá-lo como o “EU SOU”, Ele quer ser reconhecido pelo que Ele é, e não somente pelo que pode fazer ou pelo que pode dar.

                                 INCOMPLETO

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 5 - Revista da Editora Betel


AULA EM 01 DE FEVEREIRO DE 2015 – LIÇÃO 5
(Revista: EDITORA BETEL)

A Crise de Fidelidade na Igreja
Texto Áureo: Efésios 1.4
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 INTRODUÇÃO
- Professor(a), nesta lição ensine a realidade, denuncie o erro e não esconda a verdade dos alunos.
- “se abateram sobre o Corpo de Cristo”, quer dizer que algo mudou na Igreja de Cristo. Na verdade podemos dizer nada mudou na Igreja de Cristo, mas sim que as igrejas ao redor do mundo é que estão mudando e que a Igreja de Cristo permanece dentro dessas milhares de igrejas, é um povo no meio de outro povo.
- “alteraram seu conceito diante da sociedade”, quer dizer que a sociedade hoje faz um conceito diferente da Igreja de Cristo, devido aos milhares de escândalos e tolerância com o erro, o mundo nos vê como hipócritas, caloteiros, falsos e outras coisas mais. Claro que ainda existem muitos fieis a Cristo, mas é assim a maioria das pessoas nos vêm.
- “Sua visão ficou ofuscada...comunhão fragmentada”, aqui está relatando uma séria de problemas que estão ocorrendo nas igrejas. Professor(a), note que o comentarista está se referindo a Igreja de Jesus, mas você pode fazer estas afirmações para as igrejas locais e não para a Igreja verdadeira. É importante os alunos entenderem que nas igrejas existem os religiosos e existem aqueles que além de religiosos são também salvos pelo sangue de Jesus.
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1. As dimensões da crise de fidelidade na Igreja
- “unidade”, seria a união em torno de uma mesma fé e mesmo propósito, falando a mesma língua.
- “comunhão”, é a união dos irmãos uns com os outros, se amando e se respeitando.
- “ética”, são os preceitos que regulam a boa convivência.

1.1.  A crise de unidade
- “deve ser um fator de identificação da Igreja”, são vários os fatores que nos identificam como crentes, alguns deles são: o amor, a capacidade de perdoar, a benignidade, a serenidade. E o principal deles é esse, a unidade em amor.
- “aqueles que se dividiam em grupos ou partidos”, é fácil de notar que esse problema ocorre muito hoje em dia.  Alguns irmãos se reúnem em grupos e isolam outros, fazem isso de forma bem sutil, mas vão excluindo aos poucos os outros irmãos.
- “a unidade é construída sobre o fundamento da verdade”, Essa afirmação não aparece na referência, mas no verso 3 ordena: “Procurando guardar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz” Efésios 4:3 então essa unidade é na fé pelo Espírito Santo.
- “Não se trata de unidade denominacional, mas espiritual”, não é fazer parte da mesma igreja ou ter o mesmo costume, mas sim ter o mesmo Espírito.

1.2.  A crise de comunhão
- “A ideia básica inserida aqui é compartilhar”, isso porque ela foi a palavra usada para designar os primeiros crentes, pois eles compartilhavam tudo, até seus bens.
- “entendida pelos primeiros cristãos”, os primeiros crentes viviam em comunidade e o partir do pão que era a santa ceia deles, era uma obra social de distribuição de alimentos.
- “compromisso uns para com os outros”, cada um é responsável por manter a comunhão com seu irmão em Cristo.
1.3. A crise ética
- “é sal da terra e luz do mundo”, isso gera muitas interpretações, mas a mais comum é que assim como o sal dá um sabor, fazendo a comida ficar degustável também a Igreja faz o mundo ficar ainda aceitável à Deus. A ideia principal é de fazer a diferença no mundo.
- “negócios escusos com políticos desonestos”, essa é a grande realidade, existem pastores que liberam o púlpito para políticos que não tem nenhuma vida com Deus.
- “negociam, inclusive, o próprio rebanho”, existem pastores que repassam para políticos, o número dos títulos de eleitor de seus membros para conseguir certos benefícios. DA VONTADE DE VOMITAR!
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2.  A crise de fidelidade na missão da Igreja

2.1.  Sua missão com Deus
- “missão da Igreja com Deus”, nos primeiros anos da Igreja os crentes não cantavam muito devida à perseguição, por isso eles tiveram que entender que adoração não é só com cânticos, a verdadeira adoração está no coração, Jesus classificou como verdadeiros adoradores, aqueles adoram em espírito (com o coração) e em verdade (com sinceridade) Jo 4.23. Por isso a verdadeira adoração é aquela que mostra atitudes de gratidão a Deus por tudo o que Ele fez e que tem feito a Seu povo.
- “não é meramente um preparo para outra coisa”, nas cerimônias os cânticos vem antes de algum outro evento do protocolo, no culto primeiro se louva e depois se ouve a Palavra, alguns acabam pensando que o louvor é apenas um prepara para a Palavra, já não soa bem afirmar que a pregação é a melhor parte do culto.

2.2. Sua missão para consigo mesma
- “fortalecimento espiritual e da edificação”, para isso as práticas mais eficazes são a oração (fortalecimento espiritual) e o ensino da Palavra (edificação).
- “para o aperfeiçoamento dos santos”, significa fazer com que os santos melhorem a cada dia, crescendo na graça e conhecimento, isso é aperfeiçoamento. Muitas igrejas não se preocupam com os membros do corpo de Cristo, estão buscando quantidade, mas deixam de lado a qualidade.
- “estado de homem perfeito”, os teólogos admitem que essa perfeição que Paulo afirma seria uma perfeição do homem falho, seria aquele que alcançou a plenitude da maturidade cristã.

2.3. Sua missão para com o mundo
- “seja por meio de palavras”, seria evangelizando anunciando a Jesus, falando dele às pessoas.
- “seja por meio de atitudes”, é a forma de evangelismo considerada mais eficaz, onde os ímpios observam a atitude dos crentes e entendem que são homens e mulheres de Deus. As atitudes dos filhos de Deus no dia a dia é uma pregação sem palavras.
- “também em assistência aos pobres”, esse trabalho faz parte do evangelismo por atitudes, atualmente muitos órgãos mantém trabalhos assistenciais e a Igreja não deve fazer diferente. Há uma grande crise nessa área.
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3. As características de uma Igreja fiel

3.1. Uma Igreja frutífera
- “difundiam o Evangelho”, isso é divulgação, uma igreja frutífera é aquela que dá fruto, que produz salvação de almas, e só s divulgação do evangelho torna isso possível.
- “além de suas fronteiras físicas”, é a obra missionária de longa distância, hoje algumas igrejas mantém missionários na África, Haiti e Ásia. Essa obra deve ser levada a sério ainda hoje.
- “outras igrejas foram fundadas”, deixaram um legado, uma história, por isso o evangelho chegou a nós hoje. Qual história deixaremos para nossa posteridade? Será que nos seminários de teologia do futuro, vão estudar sobre um grande esfriamento espiritual nos anos de 2000 à 2020? Ou será sobre um avivamento?

3.2. Uma Igreja solidária
- “orientar...serviço à sociedade”, os crentes instruídos dentro das igrejas devem se destacar em seus empregos como fieis, honestos, bons profissionais, etc. É muito triste ver crentes no local de trabalho preguiçosos, reclamões, libertinos e escarnecedores e por ai vai.
- “através da conscientização”, é conscientizar as pessoas pelo nosso testemunho de fidelidade, onde as pessoas do mundo verão que os crentes são realmente um povo santo e de boas obras.
- “assembleia de santos”, ou assembleia de separados, estão no meio, mas são diferentes dos demais.

3.3. Uma Igreja missionária
- “Richard Mayhue”, escritor teólogo e professor de seminário americano, vive atualmente nos Estados Unidos.
- “princípios básicos e eternos”, quer dizer que servem para qualquer igreja em qualquer época. Apesar de muitos líderes tentarem inovar com adoção de métodos modernos, os princípios para que a obra de Deus cresça são os mesmo.
- “direcionada pelo espírito Santo”, encontramos alguns irmãos que traçam seus planos e querem que o Senhor se encaixe neles, mas na verdade eles é que devem se adequar ao plano de Deus. Não querem trabalhar para Deus, querem que Deus trabalhe para eles.
- “a igreja cedeu de boa vontade”, alguns líderes não aceitariam hoje essa visão, achariam que outros ministérios tomariam o irmão talentoso da igreja.

CONCLUSÃO
- “repensar nossa espiritualidade”, significa que devemos analisar nossos motivos e ver se somos espirituais mesmo ou se somos só religiosos.
- “através de Sua Palavra”, não precisamos de profundas revelações para sabermos o que Deus quer, basta ler a Bíblia.
- Precisamos se mais fieis a Deus, para que o mundo veja em nós o reflexo da glória do Pai.
- Professor(a) prepare seu resumo e apresente aos alunos.
- Corrija o questionário. É importante

Paz de Cristo!

Boa aula!

Marcos André – editor
José Evaldo Barbosa - Colaborador

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e subsídio da lição 5 - Revista da Central Gospel



AULA EM___DE______DE 2015 - LIÇÃO 5
(Revista: Central Gospel - nº 41)

Tema: DEPOIS DE DIZER SIM

Texto Áureo: Mateus 19.6
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 PALAVRA INTRODUTÓRIA
- Professor(a), nesta lição será bom que você tenha uma experiência matrimonial para ministrar, todavia se você não tiver essa experiência, pode se preparar e pedir a graça de Deus que o Espírito Santo te capacitará.
- “Maridos não vem prontos”, o casamento é uma faze da vida da pessoa, onde ela adquiri experiências que não conseguiria em nenhum outro lugar. Essas experiências vem no dia a dia nas dificuldades próprias da vida de casado.
- “firmeza de um amor”, esse é o principal ingrediente de um casamento, obviamente que em um casamento há muitos outros itens a serem observados, mas o essencial é e sempre será o amor.
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1. OS EVENTOS SOMBRIOS E A ROCHA ETERNA
- “rocha da obediência”, esse nome surge da afirmação de Cristo: “todo aquele, pois, que escuta as minhas palavras e as pratica” Mt 7.24, isso é obediência, praticar as palavras de Cristo e não somente conhecê-las.

1.1. O vento da infertilidade
- “apesar de o Senhor não abrir a madre de todas”, existem razões que muitas vezes não entendemos, são os motivos de Deus que estão acima de nosso frágil conhecimento.
- “poderoso para fazê-lo”, existem muitos relatos de milagres desse tipo nos dias de hoje. Não podemos deixar de clamar pelo nosso milagre.

1.2. O vento da enfermidade
- “firme-se na rocha”, não se deve buscar a Cristo somente nas doenças, alguns crentes ficam assíduos na igreja, na oração e na Palavra durante os períodos de enfermidades, mas ao passar eles se tornam crentes domingueiros novamente, sem compromisso na oração e nem na Palavra.

1.3. O vento da perda de um ente querido
- “por meio da ressurreição”, com o mundo cada vez mais cético, está cada vez mais difícil ser operado esses milagres.
- “alívio nas promessas de vida eterna”, quando a família está edificada nas promessas de Jesus os membros tendem a suportar melhor a dor da perda. Devemos ter a certeza de que veremos de novo os nossos ente queridos que partiram para a glória.

1.4. O vento que se abate sobre os filhos
- “maior poder solapador”, solapar significa destruir com as bases de algo, os filhos quando estão em crise, acabam minando as bases do casamento.
- “experimentam sexo fora dos padrões”, se refere ao sexo antes do casamento, conhecido como fornicação.
- “podem promover uma reversão no quadro”, a família terá mais possibilidade de ajudar se a casa estiver edificada em Jesus, a Rocha.

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2. UM PROJETO DE VIDA À PROVA DO TEMPO E DAS ADVERSIDADES
- “sustentável”, é aquilo que tem condições de se manter. Um projeto de vida sustentável seria aquele que não precise de apoio financeiro de terceiros.
- “princípios da Palavra de Deus”, se refere aos princípios que a Bíblia fala sobre casamento, como os deveres para os maridos e para as esposas.
- “representações mentais esboçadas”, são os projetos de vida.

2.1. Foco
- “um modelo, para o lugar em que Ele se manifestaria”, assim como o tabernáculo, o casamento também tem um modelo a ser seguido. O de Cristo e a sua igreja. Ef 5.25
- No casamento o foco deve ser dos dois, ambos devem ter um único objetivo.

2.2. Planejamento
- “as adversidades”, adversidade é tudo aquilo que ocorre fora do comum e que por isso está fora do nosso controle.

2.2.1. A importância do grupo
- lista de prioridades”, quando se sabe o que quer evita-se os desperdícios e trapalhadas. Se o casal estabelece suas prioridades, eles focarão em seus objetivos.

2.3. Trabalho em equipe
- “dois extremos”, após ler sobre esses extremos podemos identificar que deve haver equilíbrio entre os conjugues.
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CONCLUSÃO
- “continuação biológica”, se refere à nossa herança genética que é passada para os nossos filhos.
- Prepare o esboço e corrija o questionário. 

Boa aula!

Marcos André – professor

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

ESCOLA DOMINICAL - Conteúdo da Lição 5 - Revista da Editora Betel


A Crise de Fidelidade na Igreja
01 de fevereiro de 2015


Texto Áureo
“Assim como nos escolheu, nele, antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor” Ef 1.4


Verdade Aplicada
A crise de fidelidade tem afetado vários setores da Igreja, ocasionando a perda da unidade, dificuldades na adoração e a perda de sua identidade ética e missionária.


Textos de referência

Ef 4.20, 21, 25, 32
20 Mas não foi assim que aprendestes a Cristo,
21 se é que, de fato, o tendes ouvido e nele fostes instruídos, segundo é a verdade em Jesus.
25 Por isso, deixando a mentira, fale cada um a verdade com o seu próximo, porque somos membros uns dos outros.
32 Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo vos perdoou.


INTRODUÇÃO
Ultimamente, a Igreja vive dias difíceis, pois estamos passando por um momento dramático e angustiante. Alguns acontecimentos se abateram sobre o Corpo de Cristo e alteraram seu conceito diante da sociedade. Sua visão ficou ofuscada, sua missão comprometida, sua unidade abalada e sua comunhão fragmentada. É bem certo que enfrentamos crises em várias dimensões, porém, a área mais atingida é a da fidelidade.


1. As dimensões da crise de fidelidade na Igreja
Atualmente, percebe-se que a Igreja enfrenta crise em várias áreas e os princípios mais prejudicados são: a unidade, a comunhão e a ética.

1.1 A crise de unidade
De acordo com a mente de Cristo e Seus ensinos deixados nos evangelhos, a unidade deve ser um fator de identificação da Igreja (Jo 13.34, 35; 15.12). Entretanto, é exatamente a falta de unidade que mais ocorre nesses dias. Isso indica que estamos em crise, pois somos um povo dividido. A igreja de Corinto representa tipicamente o comportamento de uma igreja sem unidade (1Co 1.10). Eles tinham problemas no culto, nas relações entre os irmãos, nas relações familiares e a igreja ainda tinha aqueles que se dividiam em grupos ou partidos (1Co 1.11-13). Em Filipenses 2.1-5, Paulo escreve sobre a importância vital da unidade cristã. Ele afirma que a unidade espiritual da Igreja é produzida por Deus. Para a igreja em Éfeso, ele confirma que a unidade é construída sobre o fundamento da verdade (Ef 4.1-6). Essa unidade não é externa, mas interna. Não se trata de unidade denominacional, mas espiritual, pois fazemos parte da família de deus e estamos ligados ao Corpo de Cristo (1Co 12.27). Ainda exortando os irmãos filipenses, o apóstolo aponta que, para vencer a crise da unidade, devemos nos afastar do partidarismo e da vanglória.

1.2 A crise de comunhão
A palavra grega “Koinonia” significa comunhão. A ideia básica inserida aqui é compartilhar. As escrituras sempre enfatizam a necessidade da Igreja ser um espaço de vivência comunitária, fraterna e amiga. Essa prática foi entendida pelos primeiros cristãos como de importância tal que faz parte do indispensável Credo apostólico luterano – “Creio na comunhão dos santos”. Essa comunhão envolve o no Corpo de Cristo os salvos de todos os lugares e de todas as épocas. O sentido básico de “Koinonia”é compartilhar alegrias e tristezas (Rm 12.15). Associada a essa noção está a ideia de responsabilidade, isto é, membros do Corpo de Cristo que têm compromisso uns para com os outros viverão a comunhão dos santos.

1.3 A crise ética
Provavelmente é no campo da ética em que vivemos nossa maior crise. Muitos líderes e crentes em geral estão se esquecendo que a Igreja é sal da terra e luz do mundo e estão se deixando levar pelo espírito de corrupção que domina este mundo (Mt 5.13-16). Líderes que se corrompem, compram e não pagam, envolvem-se em negócios escusos com políticos desonestos e negociam, inclusive, o próprio rebanho. Seguramente, deriva-se dessas ações a nossa recente falta de credibilidade. Oque antes era referência de confiança, hoje é visto com outros olhos. O mundo passou a ver a Igreja como um lugar de exploradores por causa de uns poucos que nos envergonham. No entanto, a Igreja de Cristo, salva e remida, é formada de homens honestos.

2. A crise de fidelidade na missão da Igreja
A missão da Igreja é tríplice: ela deve ministrar a Deus, aos seus membros e ao mundo. Compreendemos então sua missão para com Deus, sua missão para consigo mesma e sua missão para com o mundo.

2.1 Sua missão com Deus
A adoração é essencialmente a missão da Igreja com Deus. Em Colossenses 3.16, Paulo encoraja a Igreja a cantar “salmos, hinos e cânticos espirituais, louvando a Deus com gratidão no coração”. A adoração na Igreja não é meramente um preparo para outra coisa; ela é em si mesma o cumprimento de um dos grandes propósitos da Igreja, cujos membros foram criados para o louvor e glória de deus (Ef 1.20).

2.2 Sua missão para consigo mesma
O ministério da Igreja a seus membros é realizado por meio do fortalecimento espiritual e da edificação destes para que ela possa apresentar “todo homem perfeito em Cristo” (Cl 1.28). Em Efésios 4.12, 13, os líderes com dons na igreja foram dados para o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério e para edificação do Corpo de Cristo até que cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus; ao estado de homem perfeito, à medida da estatura da plenitude de Cristo.

2.3 Sua missão para com o mundo
A missão da Igreja para com o mundo é realizada pela pregação do Evangelho a todas as pessoas no mundo, seja por meio de palavras, seja por meio de atitudes. Em Mateus 28.19, Jesus ordena aos Seus seguidores que façam discípulos de todas as nações. Para vencer a crise de fidelidade a essa missão, a Igreja deve envolver não somente no evangelismo, mas também em assistência aos pobres e oprimidos (Gl 2.10; Tg 1.27), e, consequentemente, todos os membros devem fazer o bem a todos.

3. As características de uma Igreja fiel
A Igreja que supera as crises de unidade, comunhão e ética, e tudo aquilo que compromete sua missão, certamente possui características de uma Igreja fiel, que vence as influências mundanas.

3.1 Uma Igreja frutífera
Um exemplo marcante de Igreja frutífera são os cristãos tessalonicenses (1Ts 1.5-8). Eles levaram a grande comissão de Cristo a sério (Mt 28.18-20). Serviram de exemplo para outros cristãos, pois difundiam o Evangelho por onde quer que fossem (1Ts 1.7-8). Levaram o Evangelho para toda a cidade, e, muito além de suas fronteiras físicas, para a região da Macedônia até a região da Acaia. Certamente esses cristãos discipulavam outros crentes e evangelizavam os incrédulos. Sem dúvida, outras igrejas foram fundadas graças à propagação do Evangelho que brotou daqueles irmãos.

3.2 Uma Igreja solidária
A Igreja é um enorme celeiro e um grande depositário de vocações, talentos, recursos e potenciais. Neste sentido, seu papel deve ser o de orientar os membros para o serviço à sociedade. Refletindo o nosso chamado para sermos sal e luz. Temos de avançar na questão da solidariedade através da conscientização. Como no sentido original da palavra “igreja” (que vem do grego “ekklesía” e significa “assembleia de santos”), precisamos recuperar a nossa vocação histórica de agentes de transformação e esperança.

3.3 Uma Igreja missionária
Segundo o escritor cristão Richard Mayhue, salvo a igreja de Jerusalém, nenhuma outra igreja esteve tão intimamente ligada à expansão missionária quanto a de Antioquia (At 13.1-4). Ele aponta alguns princípios básicos e eternos que contribuíram para o sucesso da referida igreja. Primeiramente, a partida de Paulo e Barnabé foi motivada e direcionada pelo espírito Santo (At 13.2), isto é, estava de acordo com o chamado e vontade de Deus, e não de homens. Em segundo lugar, a igreja confiou os dois obreiros a Deus e os encarregou de promover a expansão do Evangelho, ou seja, foram enviados pelo Espírito Santo e pela igreja local. Entendemos aqui que Paulo e Barnabé estavam debaixo de cobertura espiritual (At 13.3). Outro ponto a ser observado é que a igreja cedeu de boa vontade seus melhores homens, Paulo e Barnabé, em obediência à orientação do Senhor (At 13.4). Ela não foi mesquinha nem individualista em reter ou limitar a obra de Deus na vida dos seus servos e permitiu que o processo no campo missionário tivesse continuidade. Ela não tentou, de forma egoísta, segurá-los para si. Sendo assim, é preciso que a igreja atual reflita e repense sua recente prática missionária. O nosso Mestre já direcionou o caminho a ser trilhado e não podemos pensar em missões de forma diferente. Missões, que inclui o evangelismo local e às nações (At 1.8), não é o título, nem cargo. É trabalho sério. Desse modo, sempre debaixo da orientação do Espírito Santo, urge para pregarmos a Palavra a todo o mundo (Mc 16.15), a tempo e fora de tempo (2Tm 4.2).

CONCLUSÃO
Para vencermos a crise de fidelidade instaurada na Igreja, precisamos repensar nossa espiritualidade, nossa ética e nossa unidade. Devemos redescobrir a vontade de Deus através de Sua Palavra e sermos uma Igreja verdadeira, capaz de superar todos os seus desafios e vencer seus dilemas contemporâneos.

ESCOLA DOMINICAL - Conteúdo da Lição 5 - Revista da CPAD


Não Tomarás o Nome do Senhor em Vão

1º de Fevereiro de 2015

TEXTO ÁUREO
"Nem jurareis falso pelo meu nome, pois profanaríeis o nome do vosso Deus. Eu sou o SENHOR." (Lv 19.12)

VERDADE PRÁTICA
O terceiro mandamento proíbe o juramento indiscriminado e leviano, pois o voto é um tipo de compromisso que deve ser reservado para uma solenidade excepcional e incomum.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Êxodo 20.7; Mateus 5.33-37; 23.16-19


INTRODUÇÃO
A dificuldade humana para dizer a verdade e cumprir com os seus compromissos na antiguidade eram motivos de juramentos triviais em coisas efêmeras da vida. Deus é santo e exige santidade de seu povo. Assim, o relacionamento de todas as pessoas deve ser honesto e cada um deve falar a verdade. A lei estabelece limites, pois Deus está presente nos relacionamentos pessoais de seu povo.

I. O NOME DIVINO

1. O nome.
Nos tempos do Antigo Testamento, o nome era empregado não simplesmente para distinguir uma pessoa das outras, mas também para mostrar o caráter e a índole do indivíduo. Houve caso de mudança de nomes em consequência de uma experiência com Deus como Abraão (Gn 17.5), Sara (Gn 17.15) e Jacó (Gn 32.28). O nome de Deus representa o próprio Deus, é inerente à sua natureza e revela suas obras e atributos. Não é um apelativo, nem simplesmente uma identificação pessoal ou uma distinção dos deuses das nações pagãs. A Bíblia revela vários nomes divinos que podemos classificar em dois grupos: genéricos e específicos.

2. Nomes genéricos.
São três os nomes genéricos que o Antigo Testamento aplica além do "Deus de Israel". Na sua tradução do hebraico para a nossa língua só aparecem dois nomes, "Deus" e "Altíssimo". O nome "Deus" em nossas bíblias é tradução do hebraico El (Nm 23.8) ou Eloah (Dt 32.15), ou seu plural, Elohim (Gn 1.1). O outro nome genérico é Elyon, "Altíssimo" (Dt 32.8), às vezes acompanhado de "El", como em El-Elyon, "Deus Altíssimo" (Gn 14.19,20).

3. Nomes específicos.
São três os nomes específicos que o Antigo Testamento aplica somente para o Deus verdadeiro: Shadday, Adonay e YHWH. El-Shadday, "Deus Todo-poderoso", é o nome que Deus usou ao revelar-se a Abraão (Gn 17.1; Êx 6.3). Adonay, "Senhor", é um nome próprio e não um pronome de tratamento (Is 6.1). O outro nome é o tetragrama (as quatro consoantes do nome divino, YHWH, Yahweh, Javé ou Jeová). A versão Almeida Corrigida, nas edições de 1995 e 2009, emprega "SENHOR", com todas as letras maiúsculas, onde consta o tetragrama no Antigo Testamento hebraico para distinguir de Adonay (Jz 6.22).

II. O NOME QUE SE TORNOU INEFÁVEL

1. A pronúncia do nome divino.
O tetragrama é inefável no judaísmo desde o período interbíblico e permanece impronunciável pelos judeus ainda hoje. Isso para evitar a vulgarização do nome e assim não violar o terceiro mandamento. A escrita hebraica é consonantal; as vogais são sinais diacríticos* que os judeus criaram somente a partir do ano 500 d.C. Assim, a pronúncia exata das consoantes YHWH se perdeu no tempo. Os judeus religiosos pronunciam por reverência Adonay cada vez que encontram o tetragrama no texto sagrado na leitura da sinagoga.

2. Jeová ou Javé?
Na Idade Média, especificamente no século XIV, foram inseridas no tetragrama as vogais de Adonay (o "y" é semiconsoante no alfabeto hebraico). O resultado é a pronúncia "YeHoWaH". Isso para lembrar, na leitura, que esse nome é inefável e, dessa forma, pronunciar "Adonai". Esse enxerto no tetragrama resultou na forma "Jeová", que não aparece no Antigo Testamento hebraico. Estudos acadêmicos confirmam o que a maioria dos expositores do Antigo Testamento vinham ensinando, que a pronúncia antiga do nome é Yahweh, e na forma aportuguesada é Iavé ou Javé.

3. O significado.
Esse nome vem do verbo hebraico hayah, "ser, estar". O significado desse verbo em Êxodo 3.14, "EU SOU O QUE SOU", indica que Deus é imutável e existe por si mesmo; é autoexistente, autossuficiente e que causa todas as coisas. Deus se revela pelo seu nome. O terceiro mandamento é um resumo e ao mesmo tempo uma recapitulação daquilo que Deus havia dito antes a Moisés (Êx 3.14; 6.3).

III. TOMAR O NOME DE DEUS EM VÃO

1. O terceiro mandamento (Êx 20.7; Dt 5.11).
O termo hebraico lashaw, "em vão, inutilmente, à toa", indica algo sem valor, irreal no aspecto material e moral. A Septuaginta emprega a expressão grega epimataio, "impensadamente". O substantivo shaw (pronuncia-se "chav") significa "vaidade, vacuidade". Corresponde a usar o nome de Deus de forma superficial, em conversas triviais, e faltar com a verdade em seu nome, como ao pronunciar um juramento falso (Lv 19.12) ou fazer um voto e não o cumprir (Ec 5.4).

2. Juramento e perjúrio.
O juramento é o ato de fazer uma afirmação ou promessa solene tomando por testemunha algum objeto tido por sagrado; o perjúrio é o falso juramento. As palavras do Senhor Jesus, "ouvistes que foi dito aos antigos" (Mt 5.33), não se referem ao Antigo Testamento, mas aos antigos ensinos dos rabinos, às suas interpretações peculiares das passagens da lei que falam sobre o tema (Êx 20.7; Lv 19.12; Dt 6.13). Isso fica claro, pois as palavras seguintes, "Não perjurarás, mas cumprirás teus juramentos ao Senhor", não aparecem em nenhum lugar no Antigo Testamento.

3. Modalidades de juramentos.
As autoridades israelitas escalonavam o juramento em diversas modalidades: pelo céu, pela terra, por Jerusalém (Mt 5.34-36), pelo Templo e pelo ouro do Templo; pelo altar e pela oferta que está sobre o altar e assim por diante (Mt 23.16-22). Segundo essa linha de pensamento, os juramentos se classificavam em obrigatórios e não obrigatórios. Jurar pelo Templo não seria válido; mas, se alguém jurasse pelo ouro do Templo, estava obrigado a cumpri-lo. Tais crenças e práticas eram condenadas nas Escrituras Sagradas. Tudo isso era uma forma de ocultar o pecado.

IV. O SENHOR JESUS PROIBIU O JURAMENTO?

1. Objetivo do terceiro mandamento.
A finalidade é pôr um freio na mentira, restringir os juramentos e assim evitar a profanação do nome divino (Lv 19.12). O Senhor Jesus nos ensinou na oração do Pai Nosso a santificar o nome divino (Mt 6.9). Ninguém deve usar o nome de Deus nas conversas triviais do dia a dia, pois isso é misturar o sagrado com o comum (Lv 10.10). O Senhor Jesus condenou duramente essas perversões farisaicas, práticas que precisavam ser corrigidas ou mesmo substituídas. Este mandamento foi restaurado sob a graça e adaptado a ela na nova dispensação, manifesto na linguagem do cristão: "sim, sim; não, não" ( Mt 5.37).

2. A proibição absoluta.
Há os que entendem que a expressão "de maneira nenhuma" (Mt 5.34) é uma proibição de toda e qualquer forma de juramento. Entre os que defendem essa interpretação estão os amish e os quakers, que nos Estados Unidos se recusam a jurar nos tribunais de justiça. Eles acreditam que o Senhor Jesus não fez declaração sob juramento diante do Sinédrio (Mt 26.63,64). De igual modo, o apóstolo Paulo evitava fazer juramentos em afirmações solenes (Rm 9.1; 1 Co 1.23).

3. A proibição relativa.
Outros afirmam que a proibição de Jesus se restringe aos juramentos triviais, e por essa razão o Senhor Jesus foi específico: "de maneira nenhuma, jureis nem pelo céu, [...] nem pela terra, [...] nem por Jerusalém, [...] nem jurarás pela tua cabeça (Mt 5.34-36). Outro argumento é que homens de Deus no Antigo Testamento faziam juramentos em situação solene e o próprio Deus jurou por si mesmo (Gn 24.3; 50.6,25; Hb 6.13,16). Consideram, ainda, como juramento a resposta de Jesus e as declarações solenes de Paulo (Mt 26.63,64; Rm 9.1; 1 Co 1.23). Essas últimas passagens bíblicas não parecem conclusivas em si mesmas; entretanto, a proibição relativa nos parece mais coerente. Mesmo assim, devemos evitar o juramento e substituir o termo por voto solene em cerimônias de casamento.

CONCLUSÃO
A linguagem do cristão deve ser sim, sim ou não, não. Não há necessidade de jurar, pois o testemunho, como crente em Jesus, fala por si mesmo. Se alguém precisa jurar para que se acredite em suas palavras, tal pessoa precisa fazer uma revisão de sua vida espiritual. Por essa razão, devemos viver o que pregamos e pregar o que vivemos.