sábado, 28 de maio de 2016

ESCOLA DOMINICAL CENTRAL GOSPEL ESBOÇO - Subsídio da Lição 9 - Revista da Central Gospel


AULA EM___DE______DE 2016 – LIÇÃO 9
(Revista: Central Gospel - nº 46)

Tema: OS PRINCÍPIOS DA NOVA ALIANÇA

Texto Áureo: Mateus 7.28,29
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 PALAVRA INTRODUTÓRIA
- Professor(a), para esta lição tente tratar de forma prática veja se consegue exemplos de fatos ocorridos fora da sua congregação.
- “colina que ficava próxima às margens”, isso porque não se sabe o nome do monte ou qual era o nome na época.
- “centrada nas boas novas”, a palavra boas novas significa “boas notícias” aqui se pode dizer que o cerne da mensagem do desse sermão é amor ao próximo.
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1. CONTEXTO DO SERMÃO DO MONTE
- “início da preparação dos auxiliares”, os discípulos de Jesus foram chamados já nessa base doutrinária, assim até hoje os obreiros para serem consagrados devem entender e saberem colocar em prática essa mensagem em suas vidas.

1.1. O significado da expressão bem-aventurado
* Aqui trata de como devemos entender essa bem-aventurança que Jesus está mencionando.
- “abençoado, feliz”, o estilo de vida apresentado nesse sermão é trabalhosos e envolve grande esforço, Jesus está associando esse estilo à felicidade.
- “desfrutam da felicidade celestial”, essa felicidade é um conceito que poucos conheciam e até hoje muitos não alcançam, é a felicidade espiritual, constante e eterna.
- “gozar da benção da salvação”, o servo de Jesus se sente salvo, tem paz com Deus e é consolado pelo Espírito Santo, por isso possui uma alegria no interior.

1.2. As bem-aventuranças e os Dez Mandamentos
* Aqui o comentarista tenta traçar um paralelo entre as bem-aventuranças e os Dez mandamentos.
- “Dez Mandamentos sinaíticos”, sinaíticos, porque foram dados no monte Sinai, esse sermão possui oito bem-aventuranças. Enquanto os mandamentos possui dez ordenanças sendo uma com promessa, o Sermão do Monte possui oito promessas sendo uma com mandamento:
“Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós.”
Mt 5.12  
- Assim como os dez mandamentos constituem a base de toda a Lei no Antigo Testamento, as bem aventuranças constituem a base da maior doutrina do Novo Testamento, o amor. Se a os Dez Mandamentos falam de regras de relacionamento as bem aventuranças falam de recompensas da prática do amor.
- “princípios espirituais”, são observações que geram efeitos e consequências no campo espiritual.
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2. AS BEM-AVENTURANÇAS
- “foi enfatizado por Jesus”, quer dizer que Jesus deu uma maior atenção a esse conteúdo essencial do Sermão do Monte, que é o amor no trato com Deus e os homens.
- “elevados padrões espirituais”, são padrões impossíveis de serem alcançados sem a força do Espírito Santo, por isso são considerados tão elevados.

2.1. Bem-aventurados os pobres de espírito
* Aqui está se falando de uma pobreza no interior, ou seja, a pessoa se sentindo necessitada de Deus.
- “que reconhecem sua miséria espiritual”, é necessário que cada um reconheça ser pobre de espírito e assim dependente de Deus e da salvação em Cristo.
- “sem nada para oferecer-lhe”, pois o Senhor não precisa de nada, por isso a salvação não é por obras, mas pela fé.

2.2. Bem-aventurados os que choram
* Aqui é explicado que tipo de sofrimento está sendo mencionado por Jesus.
- “perseguições por causa da fé”, são os sofrimentos do povo de Deus para que o Evangelho seja pregado, nós sofremos para essa obra vá adiante, não recebemos recompensas humanas por isso.
- “o Consolador”, e referindo ao Espírito Santo, que recebe esse nome, porque nos ajuda a suportar todas as aflições por amor de Cristo.

2.3. Bem-aventurados os mansos
- “agem com amor, compreensão”, são manso porque amam e compreendem o próximo.
- “mesmo em momentos de grande incitação”, são momentos de provocação onde a pessoa precisa se segurar ao máximo.
- “princípio para se herdar a terra”, uma das interpretações para a referência “herdar a terra” que Jesus fez pode ser sobre os nervosos, que se explodem por nada, muito de deles morrem cedo vitima da violência no trânsito, briga de vizinhos, etc. Os que não são mansos pode acabar vítima da violência.

2.4. Bem-aventurado os que tem fome e sede de justiça.
- “alto padrão ético e moral”, os que tem fome e sede de justiça gostam de todo organizado,  tudo dentro da legalidade.
- “relações interpessoais”, são as relações entre pessoas.

2.5. Bem-aventurados os misericordiosos
...
2.6. Bem-aventurados os limpos de coração
- “felizes são os limpos de coração”, se referem aos que não possuem maldade em seus corações, por isso estão habilitadas a adentrarem à presença do Senhor.

2.7. Bem-aventurados os pacificadores
 - “paz com todos os homens”, essa é a luta do pacificador, ele evita a guerra, tenta aclamar os ânimos, apazigua os exaltados, não coloca lenha na fogueira. Recebem a classificação de “filhos de Deus”, porque fazem um tipo de obra que Deus ama, promovem a união do povo de Deus.

2.8. Bem-aventurados os que sofrem perseguição
- alguns irmãos, devido a tranquilidade de nossa nação, não suportam a perseguição, não estão acostumados. Outros querem responder a altura. Porém a forma correta de resposta é o silencio e deixar tudo nas mãos de Deus.  
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CONCLUSÃO
- “surpreenderam as multidões”, as ideias desse sermão surpreendem e surpreendem até hoje os que querem abraçar a causa do Evangelho.  
- Faça o seu resumo e exponha à classe.
- Corrija o questionário.

Boa aula!

Marcos André – professor

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PREGAÇÃO VÍDEO - A Fé de Josafá - 2ª Parte

Mensagem gravada na Assembleia de Deus Ministério Maanaim em São João de Meriti-RJ, postada recentemente no Youtube:



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sexta-feira, 27 de maio de 2016

ESCOLA DOMINICAL BETEL ESBOÇO - Subsídio da Lição 9 - Revista da Betel




AULA EM 29 DE MAIO DE 2016 – LIÇÃO 9
(Revista: Editora Betel)

Tema: A Benignidade é a Disposição em Fazer o Bem a Todos

Texto Áureo: Lucas 10.35
  
INTRODUÇÃO
- Querido(a) professor(a), nesta lição você falará de uma característica que só pode ser apresentada na prática, não tem como mostrar benignidade só com palavras.
- “expõe o sentimento de quem expressa o verdadeiro amor”, o verdadeiro amor é o dom supremo, ele é a base para o fruto do Espírito em nossa vida, as características do fruto provem dele.
- “Benignidade é o amor sem medida”, podemos dizer também que é o amor em relação ao próximo colocado em prática.
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1. Benignidade: o amor sem medida
- “característica de quem engendra o bem”, engendrar significa gerar, formar, fazer surgir, assim a benignidade é a característica de quem gera o bem dentro de si.

1.1. A benignidade livra da condenação.
* Aqui nos fala o efeito da benignidade na vida de quem tem o fruto do Espírito Santo.
- “olhar os que estão a nossa volta de maneira diferente”, atualmente as pessoas se olham com desprezo, os mais miseráveis são vistos como bandidos ou como alguém que vai prejudicar os outros de alguma forma.
- “pensar sempre no que é melhor para o próximo”, o benigno respeita mais as pessoas a sua volta, trata melhor a todos.
- “não magoa e nem provoca dor em seu semelhante”, esse é o princípio do não matarás segundo o Senhor Jesus em Mt 5.21,22, quer dizer que matar alguém começa na ofensa.
- “cometendo assim pecado grave”, é o pecado da omissão, quando alguém sabe o bem que tem que fazer e não faz.

1.2. Vivendo contrário ao mundo.
* Aqui nos mostra como o mundo vai em uma direção totalmente oposta ao do povo de Deus.
- “afastar da centralidade da Palavra de Deus”, o mundo nos cerca de coisas e entretenimentos para nos distrair e desanimar.
- “apresenta como sendo o modo de vida ideal”, o estilo de vida cristão, a santidade, adoração e se resguardar do pecado são coisas antiquadas para os que são do mundo.
- “vida onde o fruto do Espírito está amadurecendo”, quando as atitudes do crente transparecem a benignidade, ele está amadurecendo esse fruto e amadurecendo como cristão.
- “não podemos prejudicar a coletividade”, seria como dizer: “sofra eu, mas não sofra a obra!”.

1.3. Agindo de forma benigna.
* Mostra está falando acerca da benignidade associada à pregação do evangelho.
- “o homem queria se matar”, o carcereiro achou que Paulo e os outros haviam fugido e sabia que a pena para isso era a morte, por isso ele pergunta o que fazer para ser salvo, então Paulo apresenta a salvação em Cristo.
- “nos prestamos a pregar o Evangelho”, o anúncio da Palavra de Deus é uma forma de demonstrar benignidade para com as pessoas, desde que façamos isso pelas vidas, porque atualmente há quem pregue por dinheiro, vaidade e reconhecimento.
- “desenvolvendo em si os atributos de Deus”, o ser humano foi expulso da presença de Deus e o pecado o corrompeu manchando a imagem e semelhança de Deus nos homens.
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2.  Agindo como servo de Deus


2.1. A fidelidade de Deus O torna benigno.
* Mostra como a fidelidade de Deus para conosco e para com Sua palavra, faz com que Ele seja benigno conosco.
- “Ele agiu com benignidade para com eles”, as atitudes do povo o levaria a morte diante de Deus, mas o Senhor continuou cuidando deles.
- “não sofreu com o abandono por parte do Senhor”, A Bíblia dá a entender que o maná não cessou de cair um único dia, apenas quando os filhos de Israel passaram o Jordão Js 5.12.
- “irá deixar de estender a Sua mão para os Seus”, existem muitas pessoas que entram ficam um tempo e saem da igreja de volta pro mundo, mas sempre o Senhor os está aceitando de volta.
- “não pode negar-se a si mesmo”, quer dizer que Deus mantém a Sua palavra, se ele afirmou que não nos deixaria, Ele cumpre isso, o ser humano.

2.2. Deus sempre quer o melhor para nós.
* Aqui no mostra como Deus nos abençoa mesmo sabendo o que se passa em nosso coração.
- “que não pode ser adquirido pela humanidade”, é um atributo que não é comunicado ao homem, é chamado de atributo imanente.
- “Onisciência”, significa “todo o conhecimento” só Deus possui esse atributo.
- “sentimentos do coração da Sua criatura”, muitas vezes alguém que está sendo abençoado hoje, já tem uma certa maldade em seu coração que irá aflorar mais cedo ou tarde. Deus também conhece o futuro e sabe que muitos que estão recebendo vitórias hoje irão abandoná-lo mais a frente.
2.3. Um plano de redenção através da benignidade.
* Mostra o preço que Deus pagou para ser benigno conosco, a humanidade inteira.
- “Ele alcançasse quem havia se perdido”, se referindo ao ser humano após a Queda, se perdeu da comunhão de Deus.
- “projetou um plano para que a humanidade tivesse uma nova chance”, convém lembrar que esse plano já estava projetado antes de a humanidade pecar. 1 Pe 1.20
- “o quanto está disposto a fazer para tê-lo de volta”, o plano da salvação envolve um sacrifício enorme da parte do Senhor e de Jesus, não podemos medir esforços para nos sacrificarmos em prol das pessoas.
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3. Lições práticas
- “pseudoverdades”, quer dizer falsas verdades, algo que parece verdade.

3.1. Igreja, distribuidora do fruto.
* Esse subtópico mostra como o fruto do Espírito é apresentado ao mundo através da igreja.
- “um instrumento de Deus na face da Terra”, a igreja pode ser considerada como uma embaixada de Deus na Terra e os crentes são os embaixadores.
- “estar sempre aberta aos que perseguem”, para que isso aconteça é necessário que os crentes tenham a benignidade, que não paguem o mal com o mal. Se os cristãos do passado não tivessem benignidade jamais o evangelho teria chegado até nós.
- “capacidade de expressarmos as características”, quer dizer, a capacidade de colocar em prática as características do fruto do Espírito Santo. Não adianta saber ou dizer que possui, é necessário colocar em prática.
3.2. Uma árvore boa dá bons frutos.
* Aqui nos mostra como a benignidade deve estar dentro do crente, não pode ser forçado ou fingido, deve ser verdadeiro.
- “ele deve demonstrar a essência de seus sentimentos”, essência se refere ao que a pessoa é, ao que está em seu interior.
- “árvore boa produzir frutos maus”, o alerta de Jesus é para o caso de pessoas fingirem ser o que não são, quer dizer que se alguém que parece ter o fruto do Espírito produzir obras da carne, então esse fruto é falso, não é do Espírito.
- “Amadurecer o fruto não é uma tarefa fácil”, requer tempo e esforço da nossa parte.

3.3. A manifestação do caráter de Deus.
* Aqui vemos nossa responsabilidade diante das pessoas da sociedade a nossa volta, como devemos nos conduzir na presença deles.
- “compromisso em relação à sociedade”, quer dizer que devemos fazer o bem não somente por nós mesmos, mas também porque a sociedade nos observa.
- “quando nos apresentarmos publicamente”, quando estivermos diante das pessoas do mundo ou da igreja devemos nos portar como verdadeiros cristãos cheios do Espírito Santo. Isso deve acontecer nos eventos que participamos ou nas reuniões familiares e no local de trabalho.

CONCLUSÃO
- “capacidade de entender o momento do próximo”, se refere à não fazer julgamentos precipitados, muitas vezes ao cumprimentarmos um irmão e ele não responde não significa que ele  nos odeia ou não simpatiza conosco.
- “não está bem e sujeito a atitudes extremas”, muitos de nossos irmãos podem estar passando por muitos problemas e requerem nosso apoio e não nosso prejulgamento.
- Faça o resumo e corrija o questionário.

QUESTIONÁRIO

1. O que podemos observar em Atos 16.24-34?
R: Uma expressão da benignidade (At 16.24-34).

2. O que Lucas 19.10 nos mostra?
R: Que a vinda do Filho do Homem se deu para que Ele alcançasse quem havia se perdido (Lc 19.10).

3. Qual é o projeto de Deus?
R: Nunca condenar, mas sempre salvar (Jr 29.11).

4. O que a Igreja é na Terra?
R: Um instrumento de Deus (2Tm 2.11).

5. O que Jesus ensina no Sermão do Monte?
R: Que não existe a menor possibilidade de uma árvore boa produzir frutos maus e uma árvore má produzir frutos bons (Mt 7.18)

Marcos André – professor

Boa Aula!

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VIDEO DE PREGAÇÃO - A Fé de Josafá - 1ª Parte

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quinta-feira, 26 de maio de 2016

ESCOLA DOMINICAL CPAD ESBOÇO - Subsídio da Lição 9 - Revista da CPAD - ADULTOS


AULA EM 29 DE MAIO DE 2016 – LIÇÃO 9
(Revista: CPAD)

Tema: A Nova Vida em Cristo

Texto Áureo: Romanos 12.1
  
INTRODUÇÃO
- Professor(a), nesta lição apresente os aspectos práticos da vida cristã, aquilo que devemos praticar a cada dia, dentro e fora da igreja.
- “traduzida em português como portanto”, a palavra “portanto” é uma conjunção coordenativa conclusiva, pois ela além de fazer a ligação entre as duas partes, estabelece uma conclusão.
- “se referir a tudo aquilo que o apóstolo havia escrito anteriormente”, dessa forma a próxima seção seria uma conclusão de todo o livro.
- “implicações práticas na nova vida”, quer dizer que a salvação vai produzir resultados na nossa nova vida, teremos atitudes novas e seremos pessoas diferentes. A pessoa que recebeu a nova fé e não tem atitudes renovadas não recebeu a salvação de verdade.
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I - EM RELAÇÃO A MORDOMIA DA ADORAÇÃO CRISTÃ (Rm 12.1,2)

1. Uma exortação em forma de apelo.
* Aqui mostra como Paulo fez uma exortação e um apelo usando o mesmo verbo “rogo-vos”, e apresenta a necessidade de o cristão ter uma vida prática na presença do Senhor.
- “Os léxicos destacam”, são dicionários que tratam de palavras antigas, estudando suas origens.
- “são, portanto, um apelo exortativo”, dessa forma Paulo começa a exortar sobre uma vida cristã, foi necessário falar dessa forma, pois a nova vida em cristo é uma obrigação e também uma necessidade.
- “mesmo aquelas mais complexas”, a doutrina da Triunidade Santa, por exemplo, é uma das mais complexas doutrinas da Bíblia.
- “fomentar no crente a piedade cristã”, quer dizer que deve estimular o crente ater uma nova vida em Cristo Jesus. Isso porque muitos crentes são bons em estudar as doutrinas, mas não refletem nada desse conhecimento nas suas vidas.

2. Uma palavra concernente ao corpo.
* Aqui mostra como devemos nos sacrificar em prol do serviço do Senhor e explica como é o sacrifício do nosso corpo.
- “o corpo deve ser oferecido em sacrifício”, assim como Isaque que ofereceu seu corpo em sacrifício perante ao Senhor em Genesis 22, assim nós devemos também nos oferecer em sacrifício ao nosso Deus.
- “deve ser apresentado vivo e não morto”, pois assim como o Senhor proveu um carneiro para ser imolado no lugar de Isaque, Ele também providenciou um Cordeiro para morrer pela humanidade.
- “que foi separado exclusivamente”, se o crente tiver duas vidas, uma dentro e uma fora da igreja, então ele não é consagrado para a obra de Deus.

3. Uma palavra concernente à mente.
* Mostra como nossa mente precisa ser transformada para que possamos adorar com perfeição.
- “a nossa mente também precisa ser”, esse é o lugar mais difícil de se trabalhar, porque é onde ninguém vê, somente Deus conhece.
- “precisa ser realizada por pessoas com a mente transformada”, a verdadeira adoração sai do coração e passa pela mente para assim ser expressada pelo corpo. Se a mente estiver corrompida a adoração será falsa.
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II - EM RELAÇÃO À MORDOMIA DO EXERCÍCIO DOS DONS (Rm 12.3-8)

1. Exercitá-los com moderação e humildade.
* Aqui fala do comportamento do crente em relação ao uso dos dons espirituais, praticando o amor e não se achando mais do que os outros.
- “charismata”, essa é raiz da palavra “carismático”, que se refere aos dons espirituais, assim uma igreja carismática é aquela onde se busca os dons espirituais.
- “que regulamentou o uso dos dons”, quer dizer que colocou sob regulamento, ou seja autorizou o uso dos dons desde que se observe o amor.
- “mordomia dos dons espirituais”, significa administração dos dons, assim como um mordomo administra as coisas de seu senhor, nós administramos os dons que são de Deus.
- “achar que era alguma coisa”, o nome disso é presunção, alguns crentes agem assim hoje, acham que porque falam em línguas são grandes vasos de Deus e exigem respeito e reconhecimento.

2. Exercitá-los respeitando sua diversidade.
* Aqui é expressado o equilíbrio no uso de dons na igreja para que todos possam trabalhar.
- “moderação e a humildade”, moderação é não ser extremista, sem exagero, quem tem algum dom deve se equilibrar para não deixar outras áreas em falta. Existem irmão que possuem dons espirituais e não leem a Bíblia, não vão à Escola Dominical e nem ao culto de doutrina.
- “Deus não quer exclusivismo”, significa que Deus não quer que alguém seja exclusivo, que faça tudo, pois na obra do Senhor há tarefas para todos, é comum ver alguém que trabalha mais ficar sobrecarregado de atribuições, isso faz mal para o ministério e para a pessoa.
- “A individualidade deve ser respeitada”, se refere à personalidade de cada um, não devemos nos intrometer na vida pessoal dos nossos irmãos em Cristo, isso é respeitar a individualidade.
- “o individualismo deve ser rejeitado”, individualismo ocorre quando alguém quer abraçar tudo para si, querendo se sobressair aos demais. Alguns ficam sobrecarregados porque buscam isso para si.
- “Todos têm seu lugar no corpo de Cristo”, a distribuição de tarefar á a melhor administração para manter uma equipe unida. Jesus fazia isso com seus discípulos.

3. Exercitá-los com esmero e regularidade.
* Aqui é falado a necessidade do uso dos dons, da dedicação e prática na igreja.
- “no contexto de uma igreja local”, ele está dizendo algo que podemos praticar em nossas congregações no dia a dia do serviço cristão.
- “dons espirituais”, se refere aos dons dados pelo Espírito de Deus para a pregação da mensagem do Evangelho, são nove ao todo.
- “dons ministeriais”, se refere aos dons para o serviço da liderança cristã.
- “precisam ser desempenhados no contexto da igreja”, os dons são importantes para a pregação do Evangelho, porém não estão ligados à salvação, por isso existem igrejas que não os buscam hoje.
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III - EM RELAÇÃO À MORDOMIA DA PRÁTICA DAS VIRTUDES CRISTÃS (Rm 12.9-21)

1. Exercitar o amor. 
* Nesse tópico é falado da prática do amor pelo indivíduo regenerado por Jesus.
- “o significado de ágape no Novo Testamento”, Agape é a palavra grega que foi traduzida por amor no Novo Testamento, o amor em 1 Co 13 não é o mesmo amor que se encontra em algumas pessoas no mundo. Ele foi traduzido inicialmente como “caridade”, por fazer isso com as pessoas, pois aquele que tem o amor de Deus em sua vida ajuda os que não podem retribuir.
- “brota de dentro, do caráter de uma pessoa regenerada”, é concedido pelo Espírito Santo habitando dento da pessoa, por isso flui do interior.
- “a moldar o seu comportamento”, a pessoa que é regenerada se admira ao tomar atitudes que antes não tomaria e ao deixar de fazer coisas que faria antes de receber Jesus.
- “fingido, isto é, praticado com hipocrisia”, alguns crentes não conseguem alcançar a Graça de Cristo, por isso não possuem esse amor, então elas começam a fingir amar e conseguem enganar até um certo ponto.

2. Exercitar o serviço cristão.
* Mostra a importância de viver no espírito, intensamente, continuamente não sendo relaxado com as coisas de Deus.
- “viverem a vida cristã com intensidade”, significa estarem ativos, trabalhando e praticando a atividade do evangelho constantemente.
- “sede fervorosos no espírito”, uma pessoa fervorosa anima os outros, por isso é importante para qualquer ministério que hajam servos fervorosos, ou seja, animados no serviço.
- “preguiçoso, descuidado e indolente.”, pode se dizer que se refere ao relaxado, que faz as coisas de Deus de qualquer maneira. Esses desanimam os outros.
- “significando nosso espírito humano”, se referindo ao espírito que foi soprado nas narinas do primeiro homem e daí passou a todos os homens.

3. Exercitar a resistência ao mal.
* Aqui é mostrado como devemos resistir o mal, pela prática do bem a todos aqueles que praticam o mal.
- “mas vence o mal com o bem”, se referindo ao mal que é praticado contra nós, por aqueles que se deixam ser usados pelo inimigo.
- “sinônimo da natureza adâmica pecaminosa”, quando a pessoa se deixa usar pelo Diabo, ele aguça nela o ódio contra os irmãos em Cristo.
- “Essa é a razão da guerra interior”, guerra do Espírito contra a carne travada dentro do campo de batalha da mente e do coração.
- ““vença o mal com o bem””, quer dizer basicamente, quando for feito o mal contra nós, devemos fazer o bem, pois essa atitude produzirá um efeito na pessoa que fez o mal.
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CONCLUSÃO
- “conjunto de exortações a respeito do viver”, se refere à prática da vida cristã, para que o mundo veja nossas boas obras:
“Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.”
Mt 5.16
- “envolvem a mordomia da adoração cristã”, mordomia é a administração das coisas do Senhor, que nessa lição se referiu principalmente aos dons.
- “como corpo ela deve viver”, deve estar em atividade, pois nenhum corpo resiste a falta de atividade.
- Faça o resumo falando dos pontos tratados na lição.
- Não deixe de corrigir o questionário.

Respostas:
  
Qual o sentido original da palavra “rogo-vos”?
Essa palavra tem no original o sentido de admoestar, encorajar e exortar.

O que são as palavras introdutórias de Paulo?
As palavras introdutórias de Paulo são um apelo exortativo.

Segundo a lição, o que é necessário para que a adoração seja verdadeira?
Para que a adoração seja verdadeira ela precisa ser realizada por pessoas com a mente transformada.

Segundo Paulo, o que é indispensável no uso dos dons?
A moderação e a humildade são indispensáveis no exercício dos dons.

Segundo a lição, o que significa ser fervoroso?
Ser fervoroso significa ser alcançado pela graça e andar segundo ela.

Pr Marcos André – professor
Boa Aula!


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quarta-feira, 25 de maio de 2016

ESCOLA DOMINICAL CPAD JOVENS - Conteúdo da Lição 9 - Revista da CPAD - JOVENS


Conflitos familiares
29 de Maio de 2016


TEXTO DO DIA
“Porque ainda sois carnais, pois, havendo entre vós inveja, contendas e dissensões, não sois, porventura, carnais e não andais segundo os homens?” 1Co 3.3.

SÍNTESE
A família é o campo de treinamento de Deus, por isso, não pode se transformar em um campo de batalha entre irmãos.

TEXTO BÍBLICO

Lucas 15.11-13,20,25-28.
11 — E disse: Um certo homem tinha dois filhos.
12 — E o mais moço deles disse ao pai: Pai, dá-me a parte da fazenda que me pertence. E ele repartiu por eles a fazenda.
13 — E, poucos dias depois, o filho mais novo, ajuntando tudo, partiu para uma terra longínqua e ali desperdiçou a sua fazenda, vivendo dissolutamente.
20 — E, levantando-se, foi para seu pai; e, quando ainda estava longe, viu-o seu pai, e se moveu de íntima compaixão, e, correndo, lançou-se-lhe ao pescoço, e o beijou.
25 — E o seu filho mais velho estava no campo; e, quando veio e chegou perto de casa, ouviu a música e as danças.
26 — E, chamando um dos servos, perguntou-lhe que era aquilo.
27 — E ele lhe disse: Veio teu irmão; e teu pai matou o bezerro cevado, porque o recebeu são e salvo.
28 — Mas ele se indignou e não queria entrar. E, saindo o pai, instava com ele.

INTRODUÇÃO
Os conflitos familiares são tão antigos quanto a própria raça humana. Eles começaram a partir do Éden, com a Queda, atingindo Adão e Eva e, posteriormente, Caim e Abel. Desde muito cedo, o homem natural é inclinado a pecar, o que pode ser visto já nas crianças de tenra idade, que são inclinadas ao egoísmo. Esse é o grande problema da humanidade. Na narrativa bíblica, os grandes homens de Deus enfrentaram sérios conflitos em suas famílias, como é o caso dos patriarcas Abraão, Isaque, Jacó, Davi... O único remédio para solucionar conflitos é o amor de Deus que foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo (Rm 5.5). A parábola do filho pródigo narra o epicentro dos conflitos familiares. Filho rebelde em atrito com irmão que não perdoa, e o Pai, que representa Deus, em busca da reconciliação familiar. Essa é a história de todos nós!

I. O GRANDE PROBLEMA

1. A maldade humana.
A natureza humana decaída é fonte primordial de todos os conflitos familiares. Jesus disse que é do coração do homem que saem os maus pensamentos, os adultérios, as prostituições, os homicídios (Mc 7.21). Assim, num agrupamento humano, seja a família, a escola ou a igreja, sempre haverá pessoas com maus pensamentos. Dessa forma, existe no homem natural a tendência ao pecado, que Paulo chama de inclinação da carne (Rm 8.6), por isso, no seio familiar sempre acontecem conflitos. Diante disso, cabe aos cristãos dispensarem às suas famílias uma educação que valorize o fruto do Espírito, que conduza à vida e à paz. A família é campo de treinamento de Deus e não pode se transformar em campo de batalha entre irmãos.

2. O início precoce.
A inclinação para o mal é bem clara na espécie humana, depois da Queda, e começa bem cedo. Deus disse que a imaginação do coração do homem é má desde a sua meninice (Gn 8.21) e que a estultícia (insensatez) está ligada ao coração do menino (Pv 22.15). Percebe-se claramente tal comportamento nas crianças ainda em tenra idade. O mundo pós-moderno, porém, ao invés de tentar melhorar o homem, ensinando-lhe valores morais, tem erguido métodos educacionais prejudiciais, tais como o construtivismo, baseado na ideia de que o conhecimento não é objetivo, mas uma construção social. Por conseguinte, não deveriam ser dadas respostas “certas” às crianças, pois estas deveriam ser ensinadas a criar suas próprias soluções. A educação cristã fará com que a insensatez da criança seja debelada.

3. A insaciabilidade.
O homem é insaciável. Ele sempre quer ter mais e mais, o que pode ser visto, igualmente, no seio familiar. O campo de treinamento do Senhor — a família — deve refrear essa ânsia pelo possuir e impregnar o desejo pelo repartir, tarefa que não é fácil. Esse é mais um aspecto do grande problema: a cobiça. Está escrito que o homem natural nunca satisfaz a sua cobiça (Ec 6.7). A cosmovisão judaico-cristã, porém, possui condições de incutir no homem valores morais indispensáveis, como o altruísmo, a solidariedade, a bondade, a humildade, que combaterão essa terrível inclinação carnal (1Co 3.3), transformando-o num verdadeiro cidadão do céu.

Pense!
É possível ter esperança de que, um dia, o mundo será livre das mazelas que hoje são presenciadas em todos os lugares, e até na família?

Ponto Importante
O homem, enquanto estiver nesta casa terrestre, estará sujeito a inúmeras fraquezas, que geram conflitos; mas um dia, na eternidade a paz será perfeita.

II. FAMÍLIAS EM CONFLITO

1. Ingratidão e desprezo.
Há pessoas que não podem obter êxito em alguma área da vida, que logo tratam de menosprezar os outros. Tal circunstância aconteceu na família de Abraão, logo após Agar ficar grávida. Está escrito: “[...] e, vendo ela [Agar] que concebera, foi sua senhora desprezada aos seus olhos” (Gn 16.4). Diante disso, ela foi expulsa da casa. No deserto, Deus falou com Agar, chamando-a de serva de Sarai e mandou que ela se humilhasse diante de sua senhora (Gn 16.7,9). Deus é justo e fiel. Nunca, em tempo algum, o Senhor compactuou com ingratidão e desprezo dentro ou fora da família. Outro caso bem significativo foi o desprezo sofrido por Léia. Jacó, seu esposo, a desprezava e, por isso, Deus curou sua infertilidade, enquanto Raquel, sua irmã e concorrente, permaneceu estéril (Gn 29.31) por muito tempo (Gn 30.22).

2. Soberba e ciúme.
O sucesso alheio nem sempre foi bem digerido pelos membros da família. Moisés era um homem bem-sucedido e tinha uma família unida. Sua irmã Miriã salvou sua vida, quando ele era bebê. Seu irmão Arão era o seu porta-voz. Tudo estava tranquilo, até que a soberba e o ciúme entraram no seio familiar. Está escrito: “E falaram Miriã e Arão contra Moisés [...] E disseram: Porventura, falou o Senhor somente por Moisés? Não falou também por nós? E o Senhor o ouviu” (Nm 12.1,2). Miriã e Arão achavam que mereciam mais: soberba. E que Moisés tinha prestígio demais: ciúme. Não são essas as causas de muitos conflitos familiares? A situação foi resolvida somente quando Deus interveio, chamando os três para uma conversa na tenda da congregação. Os soberbos e ciumentos irmãos foram repreendidos. Infelizmente, muitas famílias são destruídas por permitirem que tais sentimentos prevaleçam. O amor não se ensoberbece (1Co 13.4).

3. O remédio sublime.
Em toda a Bíblia encontramos famílias em conflitos e, para todas elas, só houve um remédio: o amor. A prática do mal somente é vencida pela prática do bem. Se for pago mal com mal, o mal sempre prevalecerá. E não haverá vencedores. Se for pago, na família, olho por olho, é possível que, em breve, acabem todos cegos. José teve que amar seus irmãos (Gn 45.1-15) e, inclusive, os beijou (aliás, somente depois que os beijou foi que eles falaram com José); Davi também amou seus ingratos irmãos (1Sm 17.28,29; 22.1), dentre muitos outros. Como se sabe, amar não é um sentimento, mas uma decisão. É preciso decidir amar, ainda que os pais não cumpram seus papéis. Ainda que os irmãos enfrentem rivalidades. Está escrito que o amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta... e que ele nunca falha (1Co 13.7,8).

Pense!
A ideia de pagar olho por olho deve estar presente na família?

Ponto Importante
A lei de talião não leva em consideração aspectos espirituais, mas somente humanos. A lei de Cristo é: perdoe, que todos vencerão, e a justiça de Deus se estabelecerá.

III. A HISTÓRIA DE TODOS NÓS

1. O filho egoísta.
Jesus contou uma parábola que se parece muito com a história de todos nós, não apenas espiritualmente, mas também do ponto de vista familiar. É a parábola do filho pródigo (Lc 15.11-32). Nela todos os elementos dos conflitos familiares estão presentes. Há o filho egoísta, que pensa apenas em si e está enjoado da vida em família. Ele não precisa de mais ninguém para viver, por isso viaja para longe do aconchego do lar e desperdiça toda sua herança. Quando, por fim, chega ao fundo do poço, em desespero, ele se lembra da casa do seu pai. Essa é a história de muitos filhos que, mesmo sem partirem geograficamente, abandonaram o ideário familiar, buscando construir sua história relativizando os valores morais, com independência emocional e sem compartilhamento de vida. O fim, sempre, será a solidão, pois não há melhor lugar para estar que na companhia daqueles que Deus estabeleceu como família. Ainda há tempo de voltar!

2. O irmão que não perdoa.
Na mesma história, Jesus também narra a situação de outro filho que simplesmente não perdoa. Ele está aparentemente envolvido com a família, mas seu coração está muito longe. E o pior: ele que tanto erra, não admite que ninguém erre. Os conflitos passam sempre pela sua insensibilidade. Ele cumpre os rituais familiares, mas é tão ou mais egoísta que aquele que pode ser chamado de a ovelha negra da família (o pródigo). Este filho (mais experiente), que sempre está em conflito consigo e com os outros, também precisa cair em si, reconhecer seu erro e voltar à boa convivência da vida familiar.

3. O Pai que reconcilia.
Por fim, a parábola do filho pródigo traz a figura do reconciliador — o Pai. Aquele que tenta, por todos os meios, trazer a união para a família, porque ali o Senhor ordena a bênção e a vida para sempre (Sl 133.3). O pai, nessa parábola, simboliza Deus, que sempre busca que a família esteja junta, em unidade.
A Bíblia nos conta uma linda história de amor entre Deus e os homens. Nela o Criador está em busca da reconciliação com sua obra-prima — a raça humana (Leia Oseias 11.1-4). Essa linguagem figurada que Deus usa nesse texto retrata bem o seu esforço em ver as famílias unidas, cheias de graça e do Espírito Santo. O Senhor busca as famílias que estão perdidas em seus conflitos intersubjetivos de interesses, que transformaram o campo de treinamento do Reino em um verdadeiro campo de batalha terrenal. Ciúme, brigas, agressões, infidelidades, e uma grande quantidade de males se multiplicam inexplicavelmente. Falta paciência. Falta perdão. Falta amor. Esse não foi o propósito do Criador — o Pai. Ele quer que as famílias vivam felizes, refletindo a glória do Seu Reino.

Pense!
Não havia outra coisa para o filho pródigo fazer, a não ser voltar para casa? Ele não deveria buscar, doravante, seu próprio caminho e sofrer pela escolha que fizera?

Ponto Importante
O pródigo poderia fazer o que quisesse: morrer de fome ou retornar para seu pai e recomeçar de novo. Ele preferiu recomeçar e não seguir na loucura.

CONCLUSÃO
Não adiantam medidas psicológicas paliativas para resolver os conflitos familiares. Deus deve ser convidado para fazer parte do ambiente familiar, para que a história mude e o mal ceda. A família, o laboratório que Deus usa para forjar homens de fé, não pode ser objeto de manipulação maligna, onde os membros são concorrentes, oponentes, inimigos. Ela é o farol que traz luz para as nações, por amor a Jesus Cristo.

QUESTIONÁRIO

1. Mencione um versículo na Bíblia que apresenta um dos problemas do Construtivismo.

2. Qual é o remédio sublime, segundo a lição?

3. Conforme a lição, quais foram os pecados de Agar em relação a Sara?

4. Conforme a lição, quais foram os pecados de Miriã e Arão em relação a Moisés?

5. Segundo a lição, na parábola do filho pródigo, o pai, que representa Deus, sempre busca o quê entre seus filhos?

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terça-feira, 24 de maio de 2016

ESCOLA DOMINICAL BETEL - Conteúdo da Lição 9 - Revista da Editora Betel


A Benignidade é a Disposição em Fazer o Bem a Todos
29 de maio de 2016


Texto Áureo
“E, partindo ao outro dia, tirou dois dinheiros, e deu-os ao hospedeiro, e disse-lhe: Cuida dele, e tudo o que de mais gastares eu to pagarei, quando voltar”. Lucas 10.35

Verdade Aplicada
A benignidade nos capacita a fazer o bem sempre com candura e compaixão.

Textos de Referência.

Lucas 10.30-33
30 E, respondendo Jesus, disse: Descia um homem de Jerusalém para Jericó, e caiu nas mãos dos salteadores, os quais o despojaram e, espancando-o, se retiraram, deixando-o meio morto.
31 E, ocasionalmente, descia pelo mesmo caminho certo sacerdote; e, vendo-o, passou de largo.
32 E, de igual modo, também um levita, chegando àquele lugar e vendo-o, passou de largo.
33 Mas um samaritano que ia de viagem chegou ao pé dele e, vendo-o, moveu-se de íntima compaixão.

Introdução
Nesta lição, estudaremos a benignidade, uma característica do fruto do Espírito Santo que expõe o sentimento de quem expressa o verdadeiro amor de Cristo. Benignidade é o amor sem medida pelo próximo.

1. Benignidade: o amor sem medida.
Assim como a malignidade é uma característica de quem engendra o mal, a benignidade é uma característica de quem engendra o bem, isto é, o benigno não consegue pensar em fazer mal a ninguém e muito menos praticar tal afronta (Sl 103.8).

1.1. A benignidade livra da condenação.
Quando começamos a desenvolver a benignidade, passamos a olhar os que estão a nossa volta de maneira diferente, pois começamos a aumentar em nós o que chamamos de capacidade de pensar sempre no que é melhor para o próximo (Cl 3.12). Isto quer dizer que aquele que é benigno não magoa e nem provoca dor em seu semelhante, pois não consegue conviver com o sofrimento alheio sem tomar uma atitude, visando o bem-estar do próximo. O benigno age. Ele não espera que o pior aconteça (Lc 10.33-34). Ao relatar a parábola do bom samaritano, Jesus mostrou ao seu inquiridor que nem sempre aqueles que devem fazer o bem o fazem (Lc 10.25-32), cometendo assim pecado grave (Tg 4.17).

1.2. Vivendo contrário ao mundo.
Hoje temos visto através dos meios de comunicações todo tipo de informação. Têm como objetivo nos afastar da centralidade da Palavra de Deus, nos levando em direção ao que o mundo apresenta como sendo o modo de vida ideal (Rm 12.2). Contudo, quando percebemos que não podemos pensar em nada que nos será vantajoso com o prejuízo de outrem, estamos nos aproximando de uma vida onde o fruto do Espírito está amadurecendo. Mesmo sabendo que podemos ter algum prejuízo pessoal, não podemos prejudicar a coletividade. Devemos sempre assumir o prejuízo produzido por nossas ações negativas (Jn 1.11-12).

1.3. Agindo de forma benigna.
Em Atos 16.24-34, observamos uma expressão da benignidade quando Paulo apresenta ao carcereiro uma oportunidade de salvação. Enquanto o homem queria se matar, o apóstolo lhe apresentou a vida (At 16.28,31). Não uma vida passageira, mas a vida eterna em Cristo. Toda vez que nos prestamos a pregar o Evangelho, estamos agindo de forma benigna, pois o Evangelho para o homem é uma oportunidade de mudança para uma vida melhor (2Co 5.17). Estar com Jesus proporciona ao indivíduo uma experiência diferente de tudo o que ele já viveu, inclusive, desenvolvendo em si os atributos de Deus que foram perdidos no ato do pecado (Rm 3.23).

2. Agindo como servo de Deus.
As características do fruto do Espírito representam os atributos divinos. A benignidade é expressa pelo Criador e precisamos saber como deve agir o servo de Deus com o fruto amadurecido.

2.1. A fidelidade de Deus O torna benigno.
Em todo o tempo que o Senhor se relacionou com o povo de Israel, Ele agiu com benignidade para com eles. Sempre que podia, parte do povo transgredia em relação a Jeová, entretanto, Deus não cessou de cuidar do Seu povo. Mesmo o povo desobedecendo, não sofreu com o abandono por parte do Senhor (Sl 106.43-45). No Salmo 106, o salmista nos mostra o quanto dura a benignidade do Senhor: para sempre. Em nenhum momento, o Senhor irá deixar de estender a Sua mão para os Seus (Sl 106.7-10). Este fato se dá devido à Sua fidelidade, pois não pode negar-se a si mesmo (2Tm 2.13). Se temos em nós o fruto, devemos imitá-lo em tudo (Ef 5.1), expressando a nossa benignidade.

2.2. Deus sempre quer o melhor para nós.
Um dos atributos de Deus em relação a Ele mesmo, isto é, que não pode ser adquirido pela humanidade através de Cristo, é a Onisciência. Isto deveria tornar muito mais difícil para Ele ser benigno para com o homem, pois o fato de ser Onisciente faz com que conheça os pensamentos e os sentimentos do coração da Sua criatura (Sl 39). Mesmo assim, o Senhor está sempre agindo de benignidade para com o indivíduo. Podemos dizer que ser benigno é estar sempre disposto a fazer o bem. Este é e sempre será um posicionamento a ser tomado pelo Senhor em relação à humanidade. Os pensamentos de Deus em relação ao homem sempre serão os melhores possíveis (Jr 29.11).

2.3. Um plano de redenção através da benignidade.
O texto de Lucas 19.10 nos mostra que a vinda do Filho do Homem se deu para que Ele alcançasse quem havia se perdido. O homem se perdeu por escolha própria, mas ainda assim o Criador, por Sua infinita benignidade, projetou um plano para que a humanidade tivesse uma nova chance de salvação (Jo 3.16). Este plano demonstra o tamanho amor de Deus expresso pela Sua tremenda benignidade. Ao entregar Seu único Filho para morrer pelos pecados de toda humanidade, o Senhor demonstrou o quanto é benigno para com o homem e o quanto está disposto a fazer para tê-lo de volta à comunhão com Ele (Jo 3.16-17). O projeto de Deus nunca é condenar, mas sempre salvar (Jr 29.11).

3. Lições práticas.
O fruto do Espírito foi entregue à Igreja para que essa fosse educada e orientada acerca do seu posicionamento em relação à sociedade. Sendo assim, a Igreja não pode se deixar influenciar por pseudoverdades apresentadas pelo diabo (Jo 10.10).

3.1. Igreja, distribuidora do fruto.
A Igreja de Cristo, através de seus membros, deve ser um canal, isto é, um instrumento de Deus na face da Terra, para que todas as características do fruto do Espírito sejam expressas em favor da sociedade. Por mais perseguida que seja, a Igreja deve estar sempre aberta aos que perseguem (Rm 12.14). A nossa glorificação depende da nossa capacidade de expressarmos as características do fruto em sua totalidade (2Tm 2.11).

3.2. Uma árvore boa dá bons frutos.
A benignidade é uma característica de quem deseja o bem. Ela é um sentimento profundo que habita o interior do servo fiel. Sempre que um servo do Senhor for confrontado, ele deve demonstrar a essência de seus sentimentos. No Sermão do Monte, vemos Jesus ensinando que não existe a menor possibilidade de uma árvore boa produzir frutos maus e uma árvore má produzir frutos bons (Mt 7.18). Logo, se recebemos o fruto do Espírito, cabe a nós buscar o seu amadurecimento para que possamos fornecer o que existe de melhor da parte do Senhor para a humanidade (Ef 4.12-13). Amadurecer o fruto não é uma tarefa fácil, por isso devemos cada vez mais estreitar a nossa comunhão com o Criador através da oração e da leitura da Palavra de Deus.

3.3. A manifestação do caráter de Deus.
Ao recebermos o fruto do Espírito, passamos a ter compromisso em relação à sociedade (2Ts 3.13). O fruto do espírito no cristão é a manifestação do caráter de Deus. Sendo assim, quando nos apresentarmos publicamente, principalmente diante dos indivíduos que ainda não se decidiram em seguir a Cristo, devemos expressar toda a magnitude do fruto através de nossos atos, presenteando a todos com essa maravilhosa dádiva do Criador (1Jo 3.18).

Conclusão
Ser benigno é ter a capacidade de entender o momento do próximo sem agir com intolerância. É saber que em muitas situações o indivíduo não está bem e sujeito a atitudes extremas. Entretanto, a postura do cristão deve ser sempre digna de admiração, assim como Jesus disse que deveria ser (Mt 5.16).

Questionário.
1. O que podemos observar em Atos 16.24-34?

2. O que Lucas 19.10 nos mostra?

3. Qual é o projeto de Deus?

4. O que a Igreja é na Terra?

5. O que Jesus ensina no Sermão do Monte?

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