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quarta-feira, 20 de junho de 2018

ESCOLA DOMINICAL BETEL ESBOÇO - Subsídio da Lição 13

EDITANDO

AULA EM 24 DE JUNHO DE 2018 - LIÇÃO 13
(Revista Editora Betel)

Tema: Em Cristo somos mais do que vencedores

Texto Áureo: Tg 1.22

INTRODUÇÃO
- Professor(a), nessa lição inicie explicando aos alunos que estamos dentro de uma batalha espiritual entre as forças do Senhor e as forças das trevas, inclusive nós somos parte do exército de Deus.
"Enquanto aguardamos a bem-aventurada esperança (Tt 2.13)", se refere à segunda vinda de Cristo, também chamada de "Vinda em Glória" por isso Paulo fala:
"Aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo;" Tt 2.13
- "momentos difíceis e travamos ferrenhas lutas espirituais", são as adversidades a que estão sujeitas todos os homens e não só os crentes,também as tentações, que prejudicam somente os crentes e são muitas as tentações.

1. A realidade da batalha espiritual.

1.1. O início da batalha espiritual.- "a origem e realidade da batalha, o grande vencedor", o texto mencionado já previa o vencedor dessa batalha, que seria Jesus pisando a cabeça da serpente, no caso a batalha espiritual começou no jardim do Éden.
"Todo o restante da Bíblia é o registro progressivo do cumprimento desse versículo", essa batalha continuou após o jardim do Éden e perdurou até Jesus, que veio a seu tempo e derrotou as forças do mal.
"relatos de constante oposição e tentativas de exterminar o povo judeu", esse é reflexo da batalha, Satanás tentando exterminar o povo de onde ele sabia que um dia nasceria um que lhe pisaria a cabeça. 

1.2. Deus revela como terminará.- "até que chegue o glorioso dia, quando, então, não haverá mais lágrima, morte, dor ou maldição", isso se refere à vitória final sobre o inferno, Jesus já o venceu na cruz e o derrotará novamente, dessa vez de forma definitiva.
"a perspectiva de batalha, sofrimento e vitória é evidente", ou seja desde a Queda o ser humano está em constante luta, com Deus, com Satanás, com o mundo e com sigo mesmo. Na verdade o inimigo está por trás de tudo. 

1.3. Vivendo na esperança da vitória.
"No final, a vitória (como anunciada no início da peleja)", é a vitória anunciada em Gn 3.15 que iniciou na cruz e se consumará definitivamente no Armagedom.
"entrou pelos ouvidos das primeiras criaturas de Deus como uma bendita esperança", é a esperança de que estamos lutando do lado vencedor, pois já foi determinado a vitória do Senhor Jesus. Um crente nunca precisa temer as forças do mal.
"somente no Novo Testamento há mais ênfase quanto ao aspecto espiritual", porque o judeu não compreendia muito bem a operação nas regiões celestiais, que havia levado tantos homens de Deus cometerem pecados terríveis. Foi Jesus quem trouxe todo o conhecimento da batalha e suas consequências.
"há vislumbres deste aspecto já no Antigo Testamento", é interessante ler alguma dessas referências com os alunos e pode mencionar como consequência dessa batalha alguns fatos, como Davi ordenando a contagem do povo em:
"Então Satanás se levantou contra Israel, e incitou Davi a numerar a Israel.", 1 Cr 21.1

2. Princípios bíblicos da batalha espiritual.

2.1. Discernindo a natureza da batalha.
"Novo Testamento enfatiza o caráter espiritual da batalha", mostrando como ela se processa no campo espiritual e seus reflexos no mundo físico.
"mas usando armas espirituais", sempre a Bíblia está ensinando que algumas coisas que fazemos no campo material age diretamente na batalha que ocorre no mundo espiritual, é a oração, a intercessão, a imposição de mãos, a unção com óleo, o jejum, a leitura bíblica, a adoração, etc.
"Nossa luta não é contra seres humanos, mas contra as “hostes espirituais da maldade”, alguns crentes imaturos não recebem isso muito bem, ficam chateados com parentes, amigos e até irmãos em Cristo, alguns são enganados por Satanás com profecias mentirosas de que os irmãos em Cristo estão conspirando contra eles para lhes derrubar, "puxar seu tapete" Isso é cantado em louvores modernos incitando o povo a ficar contra e desconfiados dos próprios irmãos dentro da igreja.

                                      EDITANDO


Pr Marcos André

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ESCOLA DOMINICAL PALAVRA E VIDA - Conteúdo da Lição 1


LIÇÃO 1

RESGATANDO O CUIDADO COM A FAMÍLIA
Texto Bíblico: 1Timóteo 5.8


Todas as nossas lições tratarão de resgate de valores na família. Desta maneira, iniciaremos falando sobre cuidados, pois se não houver o entendimento sobre o cuidado que se deve ter para com a família, nenhum outro valor a ser resgatado despertará interesse. Creio que todos concordam que estudar maneiras de se viver melhor em família seja algo muito importante. Se levarmos em conta que nossas famílias estão, nesses últimos tempos, sob um ataque intenso e constante das trevas, perceberemos que tentar encontrar maneiras de protegê-las e fortalecê-las se torna uma tarefa urgente e constante. Jesus conta uma parábola para nos sensibilizar a respeito das “tempestades” que vêm contra nossa casa: “Caiu a chuva, vieram as enchentes, e o vento soprou com força contra aquela casa” (Mt 7.25 – NTLH). Essa previsão de Jesus está acontecendo em nossos dias de maneira intensa. Nossas casas, hoje, estão sendo açoitadas, sem tréguas, por fortes ventos de destruição. Há ataques contra a família vindo de todos os lados e o tempo todo. É urgente que nos posicionemos com firmeza, a fim de resistirmos às investidas das trevas contra nossas famílias. Essa parábola de Jesus tornou- -se perceptiva a todos. As “tempestades” estão batendo forte! Qual casa irá resistir? Muitas já foram destruídas. Quem teve seu lar destruído por uma “tempestade” lamenta a sua perda e a falta de prudência na sua construção e proteção. Precisamos cuidar de nossas famílias!

1. Cuidar da família é o primeiro testemunho de um crente
Todo crente em Jesus Cristo tem prazer em testemunhar do seu Senhor. Todo crente quer ser usado como um vaso de honra nas mãos de Deus. Porém, o que a Palavra deixa claro é que o testemunho do
crente começa dentro do seu lar, no cuidado com sua família. O texto básico desta lição é muito contundente, diz que se um crente não cuida da sua família é pior do que um não crente. Cuidar da família é algo tão importante que está relacionado diretamente com a fé, ou seja, quem não cuida da família está negando as orientações das Escrituras, logo, está negando a fé.

2. Como cuidar?
Quando se fala em cuidado da família, o primeiro pensamento que pode ocorrer é em relação à violência, principalmente nos centros urbanos. Naturalmente que este nível de proteção também é necessário, pois a Bíblia diz que o sensato se protege e o insensato acaba mal: “A pessoa sensata vê o perigo e se esconde; mas a insensata vai em frente e acaba mal.” (Pv 22.3 – NTLH). No entanto, há um nível de cuidado que se dá, não no plano físico, mas no emocional e espiritual. Todo membro de uma família, que já tenha maturidade suficiente para entender o valor da mesma e a consciência de que precisa fazer a sua parte para o bem do lar, deve se empenhar no cuidado para com a sua família.

3. Cuidamos da família quando a colocamos em primeiro lugar
A família é o bem mais importante que nós temos na vida. Apenas Deus vem antes da família, tudo o
mais vem depois. Quando um marido zela pelo seu casamento, tratando sua esposa como a pessoa mais importante de sua vida, ele está cuidando da família. Da mesma maneira, quando uma esposa dá atenção prioritária a seu marido, ela está cuidando da sua família, pois não há família segura se o relacionamento conjugal estiver fora dos trilhos. Um dos maiores cuidados que os pais devem ter para com os filhos é o bom exemplo na vida conjugal.
Quando os pais investem tempo na convivência com seus filhos, mesmo que tenham que sacrificar outros afazeres, eles estão cuidando da família. Os filhos vêm antes dos amigos. É lamentável quando
os pais sacrificam o relacionamento com os filhos para dar tempo aos amigos. Essa é uma inversão triste e perigosa, mas infelizmente, não rara. Os pais precisam compreender que seus filhos são prioridade. Precisam investir neles o melhor do seu tempo e o melhor de seus recursos.
Priorizar a família é tão importante que a Bíblia diz que, se um homem deseja ser pastor e dirigir uma Igreja, ele primeiro deve dar o exemplo no cuidado com sua família. “Este ensinamento é verdadeiro:
se alguém quer muito ser bispo na Igreja, está desejando um trabalho excelente... deve ser um bom chefe da sua própria família e saber educar os seus filhos de maneira que eles lhe obedeçam com todo o respeito. 
Pois, se alguém não sabe governar a sua própria família, como poderá cuidar da Igreja de Deus?” (1Tm 3.1,4 e 5 – NTLH).

4. Cuidamos da família quando respeitamos a individualidade de seus membros
Mesmo que saibamos que o cuidado com a família precisa ser prioridade de toda a sociedade, isso não impede que cada um cuide bem do ambiente interno de sua família. Esse cuidado parte do não exigir do outro a perfeição, saber equilibrar as expectativas em relação a cada um, sem querer fazer cumprir apenas a vontade pessoal.
Cada pessoa tem a sua maneira particular de ser, umas são mais extrovertidas, outras mais introvertidas, ambas merecem cuidado e respeito na sua maneira de ser.
Os filhos são diferentes uns dos outros. Os pais não devem exigir que reajam da mesma maneira, mas devem respeitar a cada um do seu jeito, inclusive respeitando as limitações de cada um. O cônjuge precisa ser tratado com respeito e cuidados especiais. Devemos ficar atentos porque há muita expectativa em torno do casamento. Homens e mulheres se casam esperando que o outro lhes atenda exatamente naquilo que desejam. Mas não se pode esquecer que cada pessoa tem seu perfil, suas virtudes, mas também seus limites. Os filhos devem respeitar a autoridade dos pais que foi dada por Deus e estes não devem irritar seus filhos na maneira de educá-los.

5. Cuidamos da família quando vivemos com moderação
Os excessos são perigosos. A moderação em toda a maneira de viver deve ser nosso alvo de vida.
A moderação tanto serve para os excessos, quanto para a postura e comportamento. Em relação aos
excessos, devemos evitá-los em todos os sentidos. Precisamos buscar o equilíbrio na vida em família. Vejamos alguns exemplos:
Mulheres muito exigentes com a limpeza da casa provocam nos filhos o interesse pela rua ou pela casa dos amigos; pais muito exigentes com as notas da escola provocam desânimo nos filhos que não conseguem atingir a nota máxima; cônjuges que exigem muito do outro provocam desinteresse em caminhar juntos. Pessoas muito nervosas, que perdem a paciência com facilidade, membros da família que gritam dentro de casa com os outros, pessoas que não relevam pequenos deslizes do outro, traz desarmonia na família.
Sem moderação no comportamento de seus membros, a família se sente desprotegida, pois o ambiente em que está instalada é o de medo ou de hostilidade. “Seja a vossa moderação conhecida de
todos os homens. Perto está o Senhor” (Fp 4.5 – ARA). Moderado, do grego epieikes significa razoável, cordato, tendo também ideia de gentil, não briguento. Pode conter também a ideia de paciência, de saber suportar adversidades sem perder a razoabilidade.
Cuidamos da família quando vivemos com moderação!

Para pensar e agir:
- O ambiente do seu lar transmite segurança nos relacionamentos?
- Você tem liberdade para ser quem é, sem sentir constrangimento no seu lar?
- Você transmite segurança aos demais membros de sua família com seu jeito de ser?
- Sua família é prioridade em sua vida?
- Acha que o cuidado com a família é algo a ser resgatado em sua casa?
- O que você tem feito, ou pretende fazer, para garantir que seu lar seja um ambiente de segurança e respeito para todos?

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terça-feira, 19 de junho de 2018

ESCOLA DOMINICAL CENTRAL GOSPEL ESBOÇO - Subsídio da Lição 13

EDITANDO


AULA EM___DE______DE 2018 – LIÇÃO 13
(Revista: Central Gospel - nº 54)

Tema: A Bendita Esperança
Texto Bíblico Básico:

Romanos 8.16-25
16 - O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus.
17 - E, se nós somos filhos, somos, logo, herdeiros também, herdeiros de Deus, e coerdeiros de Cristo; se é certo que com ele padecemos, para que também com ele sejamos glorificados.
18 - Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada.
19 - Porque a ardente expectação da criatura espera a manifestação dos filhos de Deus.
20 - Porque a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa do que a sujeitou,
21 - na esperança de que também a mesma criatura será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus.
22 - Porque sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora.
23 - E não só ela, mas nós mesmos, que temos as primícias do Espírito, também gememos em nós mesmos, esperando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo.
24 - Porque, em esperança, fomos salvos. Ora a esperança que se vê não é esperança; porque o que alguém vê, como o esperará?
25 - Mas, se esperamos o que não vemos, com paciência o esperamos.

Texto áureo: Tt 2.13
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 PALAVRA INTRODUTÓRIA
- Professor(a), nesta lição exorte os alunos a não deixarem a esperança enfraquecer, é interessante orar nesse sentido no início da aula e depois no fim, passe a aula toda levando os alunos a isso.
"a esperança do cristão em relação à vida futura", ou seja, ao que ocorrerá no futuro, o Arrebatamento da Igreja, o nosso destino final. Atualmente existem um número grande de crentes que não aguardam a volta de Cristo, alguns pregadores não pregam sobre o assunto, por não ser assunto do interesse dos grandes congressos.
"é uma caminhada em direção ao céu, onde passará a eternidade", se entendemos que o céu é o lugar da eternidade e que aqui a vida passa rápido, então deveríamos dar uma maior atenção a ele.

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1. DESCREVENDO A ESPERANÇA


1.1. O que é esperança?
- "a glória futura que há...não é comparável às aflições deste mundo", Paulo ao ensinar isso, chama a atenção para os crentes firmarem a esperança em algo melhor, porque o mundo tem muitos atrativos que disfarçam toda a maldade que ocorre no mundo inteiro. Nesse exato momento crianças estão sendo aliciadas ao tráfico, moças estão sendo estupradas, homens estão sendo mortos nas guerras, jovens estão morrendo de fome e tantas outras atrocidades que ocorrem por aí.
"não deve deixar sua esperança desvanecer quando os sofrimentos ou adversidades se apresentam com grande vulto", para alguns que já alcançaram a maturidade, são nesses momentos que a esperança se torna forte, mas para aqueles que ainda são imaturos ainda carece de alguém estar cuidando para que não se perca essa esperança.

1.2. Como obter a esperança?
- "É a comunhão com Deus que faz o crente entender os mistérios ocultos ao homem natural", conforme o crente vai entendendo, e aqui entra a importância do estudo e da vivência na obra de Deus, ele fica mais firme na sua esperança e mais confiante na sua fé, as provas e adversidades não o abalam na carreira que Cristo o colocou. 

1.2.1. A esperança é o alento do cristão
- "quando a tribulação bate à pota, a fé arrefece", quer dizer que a fé esfria, lembrando que esses são os crente imaturos falado anteriormente, que não conhece ainda o significado da salvação. Quando um crente adquire o conhecimento do Senhor, a revelação da cruz, passa a ocorrer o contrário, a fé dele se fortalece nas adversidades.

1.2.2. Visando a um objetivo eterno
- "Pedro comparou-nos a peregrinos e forasteiros neste mundo", não somos proibidos por Deus de fazer planos nessa vida e de lutar por eles, mas devemos estar conscientes de que Jesus pode voltar a qualquer momento e teremos de deixar tudo pra trás.
"porquanto estamos sujeitos a tentações, fraquezas e a outros tantos empecilhos", os dias atuais são muito complicados as tentações tiram mais crentes da Igreja do que as perseguições, é necessário que os crentes tenham intimidade com Deus para que não se esqueçam da promessa do Senhor, "vou preparar lugar...".

                                         EDITANDO


Pr Marcos André

ÁUDIO DO SUBSÍDIO



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AVISO - Sequência dos Esboços da Lição 13

POSTAREMOS OS ESBOÇOS NESSA SEMANA NA SEGUINTE ORDEM:

PRÓXIMA LIÇÃO  CENTRAL GOSPEL BETEL - 3º CPAD

SOLICITAMOS QUE O AMADO USUÁRIO CLIQUE NESSA PROPAGANDA ABAIXO! Enquanto isso estamos trabalhando aqui nos esboços!

AVISO - Novos conteúdos para a Escola Dominical

Um bom dia e a paz de Cristo a todos os leitores e professores que acompanham o CLUBE DA TEOLOGIA. Já alcançamos a marca de 4 milhões de acessos, e estamos passando por melhoramentos no blog, com a ideia de reforçar os conteúdos e ampliar a área de abrangência mantendo sempre no foco do blog que está na área do ensino aprendizagem.

Com isso estaremos lançando as publicações de uma nova revista de escola dominical, a revista Palavra e Vida da Convenção Batista Fluminense. 



 A revista Palavra e Vida tem se mostrado um excelente material de Escola Dominical e o 2º trimestre desse ano traz o estudo para a família. 
O CLUBE DA TEOLOGIA espera poder colaborar com o ensino nas igrejas batista que adotam essa revista, queremos ser mais uma ferramenta no já exemplar ensino das igrejas batistas. Como sempre todo conteúdo será inteiramente grátis, pois o CLUBE DA TEOLOGIA não dispõe de sistema de recolhimento de valores para seus materiais publicados.

Deus abençoe a todos!

Pr Marcos André - Editor 

Gostaria de saber a opinião dos amados leitores!

segunda-feira, 18 de junho de 2018

ARTIGO - O que significa denário, talento, dracma e mina na Bíblia


Nos tempos antigos, antes do desenvolvimento do dinheiro em moedas e papel, os homens realizavam trocas ou pagamentos em mercadorias e serviços. O gado, por exemplo, era tão usado nessas transações comerciais, que literalmente significada dinheiro!

Curiosamente veja: a palavra latina pecunia(dinheiro, donde vem “pecuniária”) vem de pecus (gado, donde vem “pecuária”). Até mesmo no hebraico, segundo o Dicionário Wyclife, a palavra comum para gado é miqneh,que pode significar “preço de compra” ou “posse (adquirida por meio de compra)”.

Posteriormente, metais de valor como bronze, prata e ouro passaram também a ser utilizados como meio de transações comerciais. Mas somente por volta de 700 a.C., na região de Lídia (Ásia Menor), é que moedas cunhadas começam a ser utilizadas, simplificando e facilitando trocas e pagamentos. Daí surgem algumas moedas citadas especialmente no Novo Testamento, como denário, dracma, darico, asse e estáter. É impossível precisar o valor de cada uma destas moedas; podemos apenas inferir um valor aproximado.

DENÁRIO (Mt 20.2; 22.19)

O denário era a principal moeda romana de prata. Era, geralmente, o salário que um homem recebia pelo trabalho de um dia. Seu nome latino era denarius, e o grego, denarion.

DRACMA (Lc 15.8,9)

Moeda grega de prata e que tinha quase o mesmo valor de um denário romano.

DARICO (1Cr 29.7)

A palavra darico é de origem incerta, podendo remeter ao rei persa Dario I ou estar relacionada à moeda grega, a dracma. Era uma moeda de ouro da Pérsia, com formato oval e que valia aproximadamente quatro a cinco dólares.

ASSE (Mt 10.29; Lc 12.6)

O asse ou ceitil era uma moeda de cobre que valia algo em torno de um sexto de um denário. Ou seja, um valor irrisório.

ESTÁTER (Mt 17.27)

Moeda de ouro grega que valia quatro dracmas (ou seja, quatro dias de trabalho). Foi a moeda encontrada por Pedro na boca de um peixe e equivalente ao imposto do Templo em Jerusalém para duas pessoas.

MINA (Lc 19.13-25)

Unidade monetária igual a 100 dracmas, ou seja, o equivalente a quase cem dias de trabalho.

TALENTO (Mt 25.14-30)

Esta palavra é muito usada hoje como sinônima de habilidade ou dom, mas originalmente não significa nenhuma das duas coisas (embora haja uma razão par este uso). Originalmente era uma medida de peso, a maior usada pelos hebreus: para quantificar ouro, prata, chumbo, ferro e cobre. Como peso, equivalia a aproximadamente 34 quilos (mas podendo varia entre 40 e até 60 quilos, dependendo da região e da época). Nos tempos do Novo Testamento, o talento era uma grande medida de dinheiro, e que deveria valer hoje em torno de 1600 dólares. Portanto, é uma medida de grande valor!
Questões práticas

Agora, mais do que informações sobre moedas dos tempos bíblicos, as informações acima de algum modo contribuem para a nossa compreensão da Palavra de Deus, e não só da cultura dos tempos bíblicos.

Por exemplo, a parábola da dracma perdida (Lc 15.8,9), que a dona de casa procurou insistentemente até achar e depois que a encontrou chamou as amigas para celebrar, é uma forma de Jesus nos ensinar sobre o amor de Deus, que não cansa de nos buscar ainda que nos julguemos de tão pouco valor como aquela dracma. Para Deus temos um grande valor! E toda vez que um perdido é achado por Deus, o céu entra em festa!

A parábola do homem que devia “dez mil talentos” (Mt 18.24) é outro exemplo de como estudar esse assunto ilumina nosso estudo da Palavra de Deus. Aquele homem possuía uma dívida extrema que jamais conseguiria pagar, ainda que ele tenha prometido fazê-lo. Os dez mil talentos de dívida é uma forma de Jesus nos dizer que nossa dívida altíssima foi perdoada por Deus em Cristo Jesus. A dívida do pecado que nenhum de nós poderia pagar!

E a famosa parábola dos talentos (Mt 25.14-30) que o senhor entregou aos seus servos, fala-nos dos dons e das ferramentas de alto valor moral e espiritual com as quais Deus nos dotou para podermos multiplicar o bem onde estivermos e realizarmos a vontade de Deus. Ou seja, a riqueza que temos hoje em Cristo pode crescer ainda mais a depender do nosso bom uso das dádivas que já recebemos de Deus. Por isso Jesus diz: “juntai tesouros nos céus…” (Mt 6.20)

“tudo o que dantes foi escrito, para nosso ensino foi escrito…” (Rm 15.4)

Fonte: Gospel Prime

ESCOLA DOMINICAL BETEL - Conteúdo da Lição 13


Em Cristo somos mais do que vencedores
24 de junho de 2018


Texto Áureo
“Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo.” 1 Coríntios 15.57

Verdade Aplicada
Enquanto estamos no mundo, vivenciamos um conflito espiritual, mas, em Cristo, somos mais do que vencedores.

Glossário
Hostilidade: Atitude agressiva;
Martírio: Morte como castigo, em decorrência da devoção a uma causa ou fé;
Vislumbre: Clarão de fraca intensidade; indício de uma ocorrência.

Textos de Referência.

Romanos 8.37
37 Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou.
1 João 4.4
4 Filhinhos, sois de Deus e já os tendes vencido, porque maior é o que está em vós do que o que está no mundo.
Apocalipse 1.8; 17-18
8 Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim, diz o Senhor, que é, e que era, e que há de vir, o Todo-poderoso.

17 E eu, quando o vi, caí a seus pés como morto; e ele pôs sobre mim a sua destra, dizendo-me: Não temas; eu sou o primeiro e o último
18 E o que vive; fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre. Amém. E tenho as chaves da morte e do inferno.

Hinos sugeridos.
108, 212, 225

Introdução
Enquanto aguardamos a bem-aventurada esperança (Tt 2.13), é certo que vivenciamos momentos difíceis e travamos ferrenhas lutas espirituais para permanecermos na fé em Cristo Jesus.

1. A realidade da batalha espiritual.
Nesta lição não focaremos nos detalhes dos diferentes tempos do povo de Deus na história bíblica (sejam as lutas espirituais travadas no tempo do início da igreja ou a batalha dos dias de hoje ou aquelas retratadas nos diversos capítulos do Apocalipse). No entanto, ressaltaremos a realidade da batalha espiritual, os princípios bíblicos a serem observados (pois são válidos para qualquer tempo), a certeza e as promessas de vitória.

1.1. O início da batalha espiritual.
Encontramos em Gênesis 3.15: a origem e realidade da batalha, o grande vencedor (Jesus Cristo), a promessa e a garantia da vitória. É relevante notar como esse versículo já ressalta, antes de promessas e condições ao ser humano, a vinda de jesus Cristo, a derrota do inimigo (Cl 2.15; Hb 2.14) e a vitória garantida. Todo o restante da Bíblia é o registro progressivo do cumprimento desse versículo. Ao longo do Antigo Testamento há relatos de constante oposição e tentativas de exterminar o povo judeu, de onde veio Jesus, o grande vencedor.

1.2. Deus revela como terminará.
A realidade da batalha, os princípios e a certeza da vitória são relevantes em todos os períodos vivenciados pelo povo de Deus, até que chegue o glorioso dia, quando, então, não haverá mais lágrima, morte, dor ou maldição (Ap 21.4-5; 22.3). A Bíblia afirma que aquele que vencer irá vivenciar o novo céu, a nova terra e todas as coisas novas que Deus fará (Ap 21.7). Interessante que logo no início da história da humanidade, quando Deus anunciou a sentença ao inimigo (Gn 3.15), a perspectiva de batalha, sofrimento e vitória é evidente.

1.3. Vivendo na esperança da vitória.
No final, a vitória (como anunciada no início da peleja) é de Cristo e Seu povo (Mt 16.18). No Comentário Bíblico Moody, encontramos: “Esta certeza entrou pelos ouvidos das primeiras criaturas de Deus como uma bendita esperança de redenção”. Pelo fato da revelação divina ter um aspecto progressivo, somente no Novo Testamento há mais ênfase quanto ao aspecto espiritual desta batalha. Contudo, há vislumbres deste aspecto já no Antigo Testamento, como nos textos a seguir, entre outros: Gênesis 32.22-32; Daniel 10.10-21.

2. Princípios bíblicos da batalha espiritual.
Princípios bíblicos são verdades encontradas nos textos bíblicos acerca de determinado assunto, que devem nortear o entendimento e a conduta do discípulo de Cristo. No que se refere à batalha espiritual, não é diferente.

2.1. Discernindo a natureza da batalha.
Num primeiro momento é importante lembrar que o Novo Testamento enfatiza o caráter espiritual da batalha (2Co 10.3-4; Ef 6.12). O termo “andando na carne”, descrito em 2 Coríntios 10.3, se refere à nossa participação na existência humana normal nesta terra (“vasos de barro” – 2Co 4.7) e não à questão de viver movido pela natureza pecaminosa. Contudo, mesmo na terra, não guerreamos segundo os padrões deste mundo, confiando nos recursos humanos, mas usando armas espirituais (Ef 6.10-18). O texto de Efésios nos adverte quanto a hostilidade das forças demoníacas e nos instrui sobre como vencê-las. Nossa luta não é contra seres humanos, mas contra as “hostes espirituais da maldade”.

2.2. Na força e no poder do Senhor.
De nós mesmos somos fracos e ingênuos. Por isso dependemos do Senhor, da força do Seu poder e de toda a armadura de Deus (Ef 6.10-11). Encontramos no Senhor a força e o poder para resistirmos. No último livro da Bíblia, antes da revelação sobre o estado espiritual de muitas igrejas e do relato sobre as manifestações do juízo divino e ações de Satanás e seus anjos fazendo guerra contra Deus e o Seu povo, primeiro é apresentado Jesus Cristo: quem Ele é, o que fez por nós e quem somos para Deus (Ap 1.4-8). Na batalha contra o mal tenhamos sempre em mente essas três revelações.

2.3. Deus estabelece limites.
Todas as manifestações estrondosas relatadas a partir do capítulo 6 de Apocalipse estão em no pleno controle do que está assentado sobre o trono: 1) Ap 7.3 – “Não danifiqueis...até que...” – Indica controle; 2) Ap 11.7 – A besta só poderá fazer guerra e matar as duas testemunhas, “quando acabarem o seu testemunho”. Ou seja, nada pode frustrar os planos de Deus na vida daqueles que permanecem em Cristo e fiéis no cumprimento da missão que receberam do Senhor – indica que a ação maligna está debaixo de controle, limite e permissão; 3) Ap 12.12; 13.7 – O diabo sabe que tem pouco tempo; ele não atuará para sempre. Breve não mais terá permissão para guerrear; 4) Ap 20.10 – O destino do inimigo já está determinado.

3. Princípios e promessas aos vencedores.
Em Gênesis há o registro de uma contínua luta, mas em Apocalipse há a consumação e a vitória de Jesus Cristo e Seu povo. Em diversos textos no Apocalipse encontramos a expressão vencer (Ap 2.7, 11, 17, 26; 3.5, 12, 21; 21.7; entre outros).

3.1. É possível vencer.
A palavra vencer tem alguns sentidos, são eles: superar; prevalecer; obter a vitória. Portanto, podemos afirmar, fundamentados na Palavra de Deus, que é possível o discípulo de Cristo ser um vencedor. Em Cristo somos “mais do que vencedores” (Rm 8.37). Craig S. Keener, em seu Comentário Bíblico, escreveu: “Os estoicos valorizavam a capacidade de não se deixar abater pelo sofrimento. Os judeus louvavam esse tipo de coragem em suas narrativas sobre os mártires. Os israelitas acreditavam que triunfariam no dia do juízo porque Deus era por eles. Paulo garante aos cristãos que eles vencem as provações atuais por aquilo que Deus já realizou em favor deles (Rm 8.31-34)”.

3.2. As causas da vitória.
Em Apocalipse 12.11 são identificadas três causas para a vitória do cristão. A primeira é que os discípulos de Cristo, na batalha contra o inimigo; vencem pelo sangue do Cordeiro (Ap 12.11). Por Sua morte, Cristo aniquilou o que tinha o império da morte, isto é, o diabo (Hb 2.14-15). Apocalipse 7.14 menciona vestes que foram branqueadas, não pelo sangue dos mártires, por mais cruel que tenha sido o martírio, mas unicamente pelo sangue do Cordeiro. As outras duas causas são: testemunho sobre a obra completa de Cristo e amar a Cristo mais do que a própria vida.

3.3. Promessas e recompensas.
A Palavra de Deus nos revela não somente a realidade do conflito espiritual e os princípios que devem nos nortear nesta batalha, como, também, promessas e recompensas aos vencedores. A Bíblia é repleta de promessas divinas. E os discípulos de Cristo podem confiar que Deus as cumprirá, pois Ele é fiel e não mente (Hb 10.23; Tt 1.2). Digno de nota de que em todas as cartas endereçadas às igrejas na Ásia há a expressão: “Ao que vencer”. O verbo expressa uma ação continuada. Envolve perseverança diante do conflito e da dificuldade.

Conclusão.
Aproveitemos o estudo desta lição para equilibrar a atual tendência com o resgate do ensino de que este mundo não é um parque de diversões para os discípulos de Cristo, mas um campo de batalha. Há lutas, mas é possível vencê-las em Cristo e há promessas aos vencedores.

Questionário.
1. O que encontramos em Gênesis 3.15?
R: A origem e realidade da batalha, o grande vencedor (Jesus Cristo), a promessa e a garantia da vitória (Gn 3.15).

2. O que o texto de Efésios 6.10-18 nos adverte e nos instrui?
R: O texto nos adverte quanto à hostilidade das forças demoníacas e nos instrui sobre como vencê-las (Ef 6.10-18)..

3. O que somos em Cristo?
R: “Mais do que vencedores” (Rm 8.37).

4. Em qual texto são identificadas três causas para a vitória do cristão?
R: Apocalipse 12.11.

5. A Bíblia é repleta de quê?
R: De promessas divinas (Hb 10.23; Tt 1.2).

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