sábado, 23 de março de 2019

EDITANDO O COMPLEMENTO DO ESBOÇO DA LIÇÃO DA BETEL

ESCOLA DOMINICAL CENTRAL GOSPEL ESBOÇO - Subsídio da Lição 12


EDITANDO

AULA EM___DE______DE 2019 – LIÇÃO 12
(Revista: Central Gospel - nº 57)

Tema: João, as Declarações do Filho de Deus
Texto Bíblico Básico: João 8.50-59

Texto áureo: João 14.6
 _________________________________________
 PALAVRA INTRODUTÓRIA
- Professor(a), nesta lição apresente o aspecto soteriológico do evangelho de João, baseado nas declarações que o Senhor fez de si mesmo.
"foi escrito para produzir fé em todas as pessoas", esse evangelho foi escrito para a Igreja em todas as épocas, ou seja para o povo misto de nações e raças diferentes que compõem essa Igreja em todo mundo e todas as épocas.
"Jesus utilizou por sete vezes a expressão Eu Sou em autorreferência", Jesus se reconhece nesse Evangelho como o Filho de Deus, é assim que João nos apresente Ele para produzir fé em nós.   
_______________________________________________
1. AQUELE QUE SUPRE NOSSAS NECESSIDADES
- "Aprendemos com isto que os sinais completam-se na Palavra", a Palavra é que produz a fé, os milagres são para confirmação e edificação dessa fé.

1.1. Eu Sou o pão da vida
"no dia seguinte, a multidão foi em busca de Jesus, do outro lado do mar", isso porque o milagre da multiplicação dos pães foi marcante, agora Jesus não estava mais sendo visto como um curandeiro ou um profeta poderoso, mas como alguém capaz de resolver um dos maiores problemas daquela época, a dificuldade de se obter alimentos.
"que milagre Ele realizaria naquele momento para que pudessem crer", é o foco errado de sempre, as pessoas querem ver milagres e sinais para crerem, mas Jesus afirmou que Ele mesmo era o milagre, o pão da vida.

1.2. Eu Sou a luz do mundo
- "ocasião em que os átrios do templo de Jerusalém eram iluminados", dessa forma a afirmação de Jesus passa a ter um significado especial para eles, pois estava no contexto da festa.
"quem me segue não andará em trevas", a luz na festa servia para simbolizar a coluna de fogo que iluminava as noites do deserto, enquanto peregrinava do Egito para a terra prometida.

1.2.1. Um conceito ampliado
- "todas essas declarações veterotestamentárias", se refere às declaração do Antigo Testamento, pois a maioria das coisas que foram escritas nos livros do Antigo Testamento podem ser usados para simbolizar as coisas futuras, e como Jesus é o cumprimento da Lei, então essa Lei, os Salmos e também os profetas são os símbolos que apontam para Ele.
"Esta é uma revelação soteriológica", soteriológico é tudo que se refere à salvação em Cristo, a soteriologia é o estudo acerca da salvação.

                                      EDITANDO


Pr Marcos André


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sexta-feira, 22 de março de 2019

ESCOLA DOMINICAL CPAD ESBOÇO - Subsídio da Lição 12

EDITANDO

AULA EM 24 DE MARÇO 2019 - LIÇÃO 12
(Revista CPAD)

Tema: Vivendo em constante vigilância
Texto Áureo: 1Co 16.13

INTRODUÇÃO
- Professor(a), nesta lição você abordará uma prática na vida diária do servo de Cristo, a oração. Exorte a classe de necessidade dessa importante tarefa.
"diz respeito às palavras de Jesus na agonia em Getsêmani", naquela ocasião Jesus queria que eles vigiassem na oração, contra a fraqueza da carne.
"refere-se ao contexto escatológico no sermão profético", seria vigiar com os sinais dos tempos, para que a volta de Cristo não pegue ninguém desprevenido. 

I – O SIGNIFICADO DE VIGILÂNCIA

1. Vigiar, estar alerta.
"ficai aqui e vigiai comigo” (v.38)", nesse contexto significa vigiar com os olhos físicos para perceber a chegada de alguém, ou do inimigo.
- "Mas gregoréo é usado para denotar uma vigilância mais geral", depende sempre do contexto da frase onde o verbo é empregado, veja:
"Vigiai, estai firmes na fé; portai-vos varonilmente, e fortalecei-vos.", 1 Co 16.13 neste contexto se refere a uma vigilância contra as tentações.
2. Vigiar, guardar, cuidar.
- "duas delas no sentido escatológico no sermão profético", quer dizer no sentido de observar os sinais da volta de Cristo, veja: 
"Olhai, vigiai e orai; porque não sabeis quando chegará o tempo.", Mc 13.33

- "é usado para indicar a vigilância nas orações e súplicas", quer dizer, estar trabalhando na obra do Senhor fazendo o que Ele mandou para não ser surpreendido.

3. Vigiar, ser sóbrio.
...

II. JESUS NO GETSÊMANI

1. Getsêmani.
"um termo aramaico que parece significar “prensa de azeite”.", embora a origem do nome seja ainda uma dúvida, por haver outras definições, essa parece ser a mais provável, esse nome "prensa de azeite", faz mais sentido porque ali era o monte das Oliveiras, onde havia muitas oliveiras, que é a árvore que produz a azeitona (oliva), que após prensada libera o azeite.

                                      EDITANDO
   
Pr Marcos André

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ESCOLA DOMINICAL BETEL ESBOÇO - Subsídio da Lição 12



AULA EM 24 DE MARÇO DE 2019 - LIÇÃO 12
(Revista Editora Betel)

Tema: Conhecendo e Lidando com os transtornos alimentares
Texto Áureo: 1Co 6.20

INTRODUÇÃO
- Professor(a), esta lição falaremos de mais um problema muito comum na sociedade aqui e no exterior, e no início não se parece com uma doença, mas vai se agravando até ser percebido pela família e daí se buscar um tratamento.
"são os transtornos alimentares mais conhecidos e comuns", isso se deve aos padrões modernos e pós-modernos, pois a sociedade atual impõe certos padrões de beleza, que eva jovens a se esforçarem para manterem o corpo nesses padrões e muitos deles desenvolvem a doença a partir disso.

1. O QUE É A ANOREXIA NERVOSA?

1.1. Anorexia, enfermidade da alma.
- "questões genéticas e a fatores culturais, sociais e ambientais", note que é um conluio de vários fatores que podem levar a esse distúrbio. Não sendo necessário a presença de todos esses fatores para que ocorra o distúrbio.
"A ditadura do corpo perfeito tem levado muitos", as pessoas seguem o que a sociedade impõe, não se preocupam em estar bem consigo mesmo no que diz respeito ao corpo. Se preocupam com o que outros dizem, mais do que o que Deus diz.
"atenta a comportamentos extravagantes relacionados à aparência", as lideranças devem estar atentas ao comportamento dos jovens e pré adolescentes, o problema ocorre também dentro das igrejas devido aos padrões mundanos estarem presentes também nas comunidades cristãs.

1.2. Observando a anorexia de perto.
"está sofrendo com perturbações em relação ao seu peso", algumas vezes não se percebe facilmente porque a pessoa se oculta, não deixando que os outros percebam seu comportamento estranho. Alguns desejam que o emagrecimento pareça uma coisa mais natural.
"nos aproximar para observar de perto", a falta de proximidade entre os membros da igreja tem sido um problema recorrente e tem levado a muitos outros problemas, entre eles, está esse aqui do nosso estudo.

1.3. nos aproximar para observar de perto
- "exercitar-se o tempo todo, mesmo com tempo ruim ou com alguma lesão", a atividade física que deveria ser prazerosa se torna em uma agonia, pois o indivíduo se cobra ao máximo e parece nunca estar bom para ele, ainda que outros digam o contrário.

2. O QUE É A BULIMIA NERVOSA?


2.1. A bulimia e a compulsão alimentar.
- "ingira uma quantidade de alimentos acima do normal para este período", como a pessoa passa a comer pouco ou fica muito tempo sem comer, acaba exagerando no consumo quando resolve comer e por isso recorre ao método da bulimia.

"uso indevido de laxantes e diuréticos, exercícios em excesso e jejum", o uso de laxantes e diuréticos é extremamente prejudicial a saúde por mexer com as funções normais fisiológicas. Já os exercícios e jejuns podem ser benéficos se forem feitos dentro de certos limites.

2.2. Como avaliar?
- "uma vez por semana e no período de três meses", só a família consegue identificar essas ocorrências, por isso a igreja deve manter um contato bem próximo com as famílias dos membros.
"a orientação de um profissional é indispensável", apesar dessa a ajuda profissional ser indispensável para essas situações, o ideal é sempre a prevenção, e a prevenção para o povo de Deus, está na educação familiar, a fim de tirar o foco na estática corporal, ensinando os membros o é realmente importante. 

2.3. Avaliando a gravidade.
...

3. TRANSTORNOS ALIMENTARES: COMO LIDAR?

3.1. Vários estudos realizados.
"na sua maioria, em mulheres jovens de camadas mais privilegiadas", são as mais afetadas pelos ditames da moda, as modelos que apresentam as roupas são magérrimas e as atrizes e atores dos filmes são geralmente magros, os jornalistas que apresentam os telejornais são magros, dessa forma a sociedade ocidental determina que o padrão de beleza é o magro.

3.2. O perigo das pressões culturais.
...

3.3. Tratando com equilíbrio.
"equilibrar o peso ideal, segundo as tabelas médicas", atualmente o peso ideal é um conceito muito amplo, que não envolve somente os dados de tabela de índice de massa corporal, a ideia é que se a pessoa se sente bem com o seu peso, então esse é o peso ideal, porém o difícil é introduzir esse conceito na mente das pessoas.
"exige que o acompanhamento seja feito por uma equipe multiprofissional", existe clínicas especializadas nesse tipo de doença, e existe também clínicas que tratam de vários transtornos psicológicos incluindo este.
"manter o enfermo em comunhão, fortalecendo a sua fé", o trabalho da igreja não pode ser limitado a auxiliar os enfermos, é bem mais amplo, deve começar na educação cristã, ensinar os membros a valorizarem a mensagem da cruz e não se apegarem aos modelos que o mundo impõe.

CONCLUSÃO
- Faça a revisão;
- Corrija os questionário.


Pr Marcos André



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quinta-feira, 21 de março de 2019

ESCOLA DOMINICAL BETEL - Conteúdo da Lição 12


Conhecendo e Lidando com os transtornos alimentares 
24 de março de 2019


Texto Áureo
"Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus.", 1Co 6.20

Verdade Aplicada
O cuidado exagerado com a aparência pode nos afastar de Deus e nos levar à morte.

1Co 3.16-17; 10.31-36
1 Co 3.16 – Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?
1 Co 3.17 – Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá; porque o templo de Deus, que sois vós, é santo.
1 Co 10.31 – Portanto, quer comais quer bebais ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus.
1 Co 10.32 – Portai-vos de modo que não deis escândalo nem aos judeus, nem aos gregos, nem à igreja de Deus.
1 Co 10.33 – Como também eu em tudo agrado a todos, não buscando o meu próprio proveito, mas o de muitos, para que assim se possam salvar.

INTRODUÇÃO
Nesta lição, abordaremos a anorexia nervosa e a bulimia nervosa, que são os transtornos alimentares mais conhecidos e comuns. Embora tenham alguns sintomas semelhantes, cada um segue padrões diferentes.
 
1. O QUE É A ANOREXIA NERVOSA? A anorexia nervosa é um distúrbio alimentar que leva a pessoa a ter uma visão distorcida do seu corpo. Este distúrbio é caracterizado pelo medo que o indivíduo tem de ganhar peso, passando a viver uma vida focada na restrição à ingestão de alimentos. Este transtorno pode levar a graves consequências físicas e emocionais.

1.1. Anorexia, enfermidade da alma. A anorexia é uma doença, a qual classificamos como enfermidade da alma, por estar ligada às questões emocionais. As causas são atribuídas a questões genéticas e a fatores culturais, sociais e ambientais. Surge pelo receio do indivíduo em ganhar peso e por vontade exagerada de ser magro. A ditadura do corpo perfeito tem levado muitos indivíduos a assumirem uma conduta perigosa em relação à sua aparência. A Igreja
deve estar atenta a comportamentos extravagantes relacionados à aparência física. Muitos estão deixando de lado o ensino bíblico, que nos revela o propósito de Deus de que cada discípulo de Cristo chegue à estatura de varão perfeito (Ef 4.13).

1.2. Observando a anorexia de perto. Quando percebermos que algum de nossos irmãos está sofrendo com perturbações em relação ao seu peso e estética corporal, não levando em conta os riscos à saúde causados pelo baixo peso, devemos tentar nos aproximar para observar de perto se o mesmo está vivendo um processo anorexia. E necessário informá-lo de que existem tabelas médicas que levam em conta fatores como idade, altura e atividades laborais, que exigem determinadas quantidades de calorias a serem ingeridas. Precisamos estar atentos para intervir junto aos nossos irmãos. A busca pelo tratamento deverá contar com a disponibilidade de quem está sofrendo com a enfermidade, pois sem o seu esforço a cura não será alcançada. É preciso esforço também para cuidar da saúde (Js 1.6).

1.3. Observando comportamentos.Alguns comportamentos, como diminuir a quantidade de comida, cortá-la em pequenos pedaços e empurrá-la para fora do prato, exercitar-se o tempo todo, mesmo com tempo ruim ou com alguma lesão, se recusar a comer perto de alguém e usar comprimidos laxantes e diuréticos, indicam a presença da anorexia. Sintomas físicos também devem ser considerados. Boca seca, sensibilidade exagerada ao frio, pele ressacada e amarelada, perda de resistência óssea e de gordura corporal, desgaste muscular e pensamento lento e confuso sugerem a instalação da enfermidade. O diagnóstico deverá ser feito por uma equipe de especialistas, já que o distúrbio envolve diversas áreas, pois vai do físico ao mental.

2. O QUE É A BULIMIA NERVOSA? A bulimia é um distúrbio alimentar no qual o indivíduo perde o controle em relação à ingestão de alimentos e é levado a episódios de vômito provocado e consumo de medicamentos para controlar o ganho peso. Assim como na anorexia, os que sofrem com a bulimia estão preocupados com a aparência.

2.1. A bulimia e a compulsão alimentar. A bulimia é caracterizada por episódios recorrentes de compulsão alimentar Uma pessoa que em um período de pelo menos duas horas ingira uma quantidade de alimentos acima do normal para este período, com sensação de falta de controle sobre a ingestão, não conseguindo parar de comer ou controlar a quantidade de comida, e que passe a desenvolver comportamentos compensatórios, a fim de impedir o ganho de peso, como vômito autoinduzido, uso indevido de laxantes e diuréticos, exercícios em excesso e jejum, poderá estar vivendo com esta enfermidade. Ao escrever a Gaio, o apóstolo João nos mostra que uma alma saudável sugere uma boa saúde (3 Jo 1-2). Sendo assim, devemos estar atentos ao comportamento de nossos irmãos, para que tenhamos certeza de que tudo está bem.

2.2. Como avaliar? Quando os episódios de compulsão alimentar e os compensatórios ocorrem, no mínimo uma vez por semana e no período de três meses, a situação deve ser avaliada cuidadosamente. A autoavaliação em relação ao corpo feita de maneira indevida, levando em conta o peso e a forma, pode ser vista como um desajuste provocado pela bulimia. Nestes casos, a orientação de um profissional é indispensável. A Bíblia nos orienta quanto a autoavaliação, mostrando que não devemos ser sábios aos nossos próprios olhos, mas temer ao Senhor, pois tais atitudes contribuirão também na qualidade da saúde física e emocional do discípulo de Cristo (Pv. 3.7-8)

2.3. Avaliando a gravidade. A gravidade da bulimia será avaliada de acordo com a quantidade de episódios compensatórios inapropriados (vômito autoinduzido, ingestão de medicamentos) ocorridos em uma semana. Por se tratar de um distúrbio alimentar com muitos fatores envolvidos, somente um profissional poderá determinar o nível de gravidade. Ou seja, ao se perceber o início de comportamentos, como os relacionados nos tópicos anteriores, é importante buscar o devido tratamento.

3. TRANSTORNOS ALIMENTARES: COMO LIDAR? Os transtornos alimentares são caracterizados por perturbações no comportamento alimentar que podem levar ao emagrecimento extremo ou à obesidade. Neste tópico veremos como lidar com estes transtornos.

3.1. Vários estudos realizados. Os transtornos alimentares têm sido amplamente estudados. Alguns estudiosos os associam a síndromes vinculadas à cultura de determinadas sociedades. Essa conclusão se dá pelo fato de os transtornos ocorrerem, na sua maioria, em mulheres jovens de camadas mais privilegiadas do grupo social nos países ocidentais. Fatores biológicos, psicológicos e genéticos não são descartados. Porém aspectos sociais e culturais são os mais comuns observados na instalação da enfermidade. A Igreja de Cristo é um grupo social forte em países ocidentais. Por isso, ela deve exercer seu papel e influenciar para mudar tais comportamentos, auxiliando no tratamento da enfermidade.

3.2. O perigo das pressões culturais. Pressões culturais que exigem um corpo perfeito, seja para atender padrões estéticos ou atender determinadas profissões, como as ligadas à moda e aos esportes, quando associadas a uma baixa autoestima, podem levar o indivíduo a um quadro de anorexia e/ou bulimia. Diante do desafio de viver neste mundo em meio a muitos aspectos culturais em desarmonia com a Palavra de Deus, no que tange ao corpo, o discípulo de Cristo tem na doutrina da mordomia do corpo o contraponto às pressões da cultura vigente, pois revela que o corpo é dádiva de Deus, mas não constitui a plenitude do ser humano, mas uma parte dele. Portanto, devemos servir e glorificar a Deus, também, com o nosso corpo (Rm 12.1; I Co 6.13, 20). Nós, cristãos, sabemos que o nosso corpo pode fraquejar, mas Deus é a nossa fortaleza (Sl 73.26).

3.3. Tratando com equilíbrio. Para tratar os transtornos alimentares, é preciso restaurar o comportamento alimentar e equilibrar o peso ideal, segundo as tabelas médicas. São ações que tem o objetivo de
eliminar o desequilíbrio provocado pelos sintomas da enfermidade. Estes tipos de transtornos são muito complexos, o que exige que o acompanhamento seja feito por uma equipe multiprofissional (psiquiatra, endocrinologista, nutricionista, psicanalista e psicólogo). A Igreja deve exercer a sua função de manter o enfermo em comunhão, fortalecendo a sua fé e apresentando a oração e a Palavra de Deus como recursos eficazes que se encontram à disposição do discípulo de Cristo (Mt 10.8).

CONCLUSÃO O estudo acerca dos transtornos alimentares visa esclarecer a Igreja do Senhor acerca de problemas que são mais comuns do que imaginamos. Estar atento às necessidades de nossos irmãos é uma obrigação de todos, pois a comunhão só é perfeita quando o amor é exercitado (Cl 3.14).

Questionário 

1. O que nos revela o ensino bíblico?
R.: O propósito de Deus de que cada discípulo de Cristo chegue à estatura de varão perfeito (Ef 4.13).

2 . Ao escrever a Gaio, o que o apóstolo João nos mostra?
R.: Que uma alma saldável sugere uma boa saúde (3 Jo 1-2).

3. O que a Bíblia nos orienta quanto à autoavaliação? 
R.: Que não devemos ser sábios aos nossos olhos, mas temer ao Senhor (Pv 3.7-8).

4. Quem é a nossa fortaleza?
R.: Deus (Sl 73.26).

5. Como a Igreja deve apresentar a oração e a Palavra de Deus? 
R.: Como recursos eficazes que se encontram à disposição do discípulo de Cristo (Mt 10.8).

Fonte: Revista Betel

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POESIA - A VERDADEIRA PAZ


A PAZ QUE SEMPRE PROCUREI 
NÃO ESTAVA EM LUGAR NENHUM
NÃO ACHEI NAS PESSOAS
NEM NAS DE MELHORES INTENÇÕES
NÃO ESTAVA NAS SUAS BOAS AÇÕES

ENQUANTO PROCURAVA TUDO DESANDAVA
POIS O MUNDO QUE ONDE JULGUEI ESTAR NÃO TINHA NADA
NÃO TINHA A PAZ QUE EU DESEJAVA

MAS DESCOBRI QUE ELA NÃO ESTAVA NELE
E QUE APESAR DE DESEJADA 
NÃO ERA A PAZ QUE EU PRECISAVA
UMA PAZ QUE NÃO PODIA SER CONQUISTADA
COMO SE FAZ NO MUNDO COM O PODER DE ARMAS.

A PAZ ME ERA ESTENDIDA O TEMPO INTEIRO
SENDO OFERTADA DE GRAÇA
NÃO A QUE EU DESEJAVA, MAS QUE PRECISAVA
DAS MÃOS DO SALVADOR
A PAZ COMIGO MESMO
A PAZ COM MEU CRIADOR

MARCOS ANDRÉ

"Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá." João 14:27

Publicado no Blog: TEMPO DE PAZ 
https://umtempodepaz.blogspot.com/ 

quarta-feira, 20 de março de 2019

ESCOLA DOMINICAL PALAVRA E VIDA - Conteúdo da Lição 12


Lição 12
Data: ___/___/_____ 


TEMA: MINISTÉRIO: PROFISSÃO OU VOCAÇÃO?
Texto Básico: Mateus 16.13-19


Uma Igreja estava em sucessão pastoral. Num determinado momento, um membro da comissão leu uma carta que recebera de um possível candidato ao ministério pastoral daquela Igreja.
Todos ficaram surpresos, mas resolveram dar atenção àquele procedimento e solicitaram a leitura da carta. A carta dizia mais ou menos assim: “Sabendo que a Igreja está sem pastor, resolvi escrever-lhes esta carta colocando-me à disposição para o ministério da Igreja. Tenho muitas qualificações, sou preparado, tenho sido muito abençoado em minhas pregações e plantações de Igrejas. Também exerço um trabalho como escritor e sou admirado pelo que escrevo e ensino. Alguns crentes, porém, tem algumas coisas contra mim.
Falando francamente, tenho mais de 50 anos, não fico no mesmo lugar, realizo um ministério itinerante, tenho visão de Reino, ajudo outras Igrejas e tive uma experiência no meu ministério em que precisei deixar o pastorado e a cidade porque provoquei problemas, tumultos. Outra coisa que preciso dizer e confessar é que já estive preso algumas vezes. Mas não foi por más ações. Não sou criminoso.
Não tenho boa saúde, mas consigo trabalhar. Minhas experiências são com Igrejas pequenas, quase todas localizadas em grandes cidades. Mas tive conflitos com alguns líderes religiosos dessas ci-dades. Enfim, se vocês desejarem me convidar, realizarei o ministério com muita alegria. Aliás, a alegria tem sido uma tônica em meu ministério, mesmo passando por várias tribulações e lutas”.
Depois da carta lida, foi feita a pergunta: temos interesse nesse candidato a pastor de nossa Igreja? Ouviu-se um não, bem alto e unânime. Esse tipo não serve para a nossa Igreja. Pastor doente, brigão, ex-presidiário, e tudo o mais! Apresentar esse candidato seria uma ofensa à nossa Igreja!
Depois de comentarem a carta, alguém se lembrou e fez a pergunta: Qual o nome desse candidato? Apóstolo Paulo!
Nossos critérios ou os critérios de Deus? Nossa avaliação ou a avaliação de Deus? Pastor, chamado ou oferecido? Pastor, profissão ou vocação? Será que ainda precisamos de ministérios vocacionados? Será que precisamos de pastores? O que de fato diferencia o pastor? Profissão ou vocação?
Qual a expectativa que se tem, ou que se “cria” sobre o pastor. Nesta lição, vamos considerar alguns aspectos relevantes sobre o ministé-rio que precisamos restabelecer ou restaurar.
O que é vocação? E o que é profissão? Vocação significa chamado e profissão é um trabalho. Vocação é um convite especial de Deus. Profissão é o exercício de uma atividade sem compromisso intrínseco com um chamamento. É preciso ter cuidado porque existe o pastor chamado e aquele que simplesmente é chamado pastor.

1 – ENTENDENDO A VONTADE DE DEUS ( 1Timóteo 3.1 )
Esta é a grande crise: como saber a vontade de Deus? Como saber e viver no centro da vontade de Deus? É o que Paulo diz sobre desejar uma excelente obra: “Esta é uma palavra fiel: se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja.” (1Tm 3.1). Existe a vontade soberana de Deus que está relacionada com o seu plano geral e a vontade moral de Deus que se refere às suas diretrizes, normas para a vida e para a nossa fé. Ninguém precisa orar e buscar saber a vontade de Deus quando o assunto é a verdade, pois já está claro em Sua palavra. Faz parte da vontade moral de Deus para a vida do homem.
Mas existe a vontade específica de Deus, o que chamamos de planos pessoais e individuais de Deus para aqueles que querem viver nessa harmonia com a vontade do Senhor. Para descobrir a vontade específica de Deus, é preciso reconhecer que existe uma vontade soberana e também uma vontade moral. Como encontrar a vontade específica, se não cumprimos a vontade moral? Nós só encontramos a vontade específica de Deus para a nossa vida quando colocamos em prática a sabedoria que Deus permite vivermos através do estudo da Palavra de Deus e da oração.
 
2 – ENTENDENDO O CHAMADO PARA O MINISTÉRIO ( João 15.16 )
Será que existe chamado ainda hoje? Ou o ministério tem sido composto por interesses pessoais?
Escolher qualquer atividade ou escolher um ministério é a mesma coisa? Creio que Deus ainda escolhe e vocaciona pessoas para o ministério. O chamado se evidencia em três situações:
Precisa haver uma convicção pessoal, interior e subjetiva. Algo que envolve o ser. Envolve sentimentos, emoções e convicção interior. Não é uma intuição, e sim convicção. Há um testemunho presente, vivo no coração de quem é vocacionado por Deus: “Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei...” (Jo 15.16a). Paulo disse:
“Ai de mim se não anunciar o Evangelho”. (1Co 9.16).
Outro aspecto que evidencia o chamado é o testemunho da Igreja.
A vocação precisa ser reconhecida pelas pessoas que cercam aquele que se diz ser chamado por Deus.
A Igreja capacita seus membros e reconhece os que possuem vocação especial e específica. Saulo e Barnabé foram chamados pelo Espírito Santo e a Igreja de Antioquia
reconheceu o chamado de ambos:
“... Apartai-me a Barnabé e a Saulo para a obra que os tenho chamado... pondo a mão sobre eles, os despediram. E assim estes, enviados pelo Espírito Santo, desceram a Selêucia e dali navegaram para Chipre.” (At 13.2b-4).
O chamado também precisa ter a confirmação das Escrituras. A pessoa chamada tem maturidade? Tem sua vida pautada pela Palavra. As características prescritas na Palavra estão presentes ou sendo desenvolvidas na vida do vocacionado? Mostra integridade? Tem a Palavra como parâmetro para seu caráter?
O apóstolo Paulo afirma: “Porém em nada considero a vida preciosa para mim mesmo, contanto que complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus para testemunhar
o evangelho da graça de Deus.” (At 20.24).

3 – QUALIFICAÇÕES PARA O MINISTÉRIO ( 1Timóteo 3.2-5 )
O apóstolo Paulo apresenta as qualificações para o ministério, escrevendo a Timóteo. Como dito acima, esses requisitos fazem parte do teste do chamado. Precisa ter maturidade espiritual. Precisa ter
os dons relacionados ao pastoreio.
Precisa ter caráter em conformidade com os valores exarados na Palavra de Deus. Paulo diz ainda que
precisa ser irrepreensível. Que não dê ou não suscite motivo para ser chamado atenção quanto à sua vida moral e ética. Precisa ser ilibado.
Viver o propósito original de Deus quanto à família. Estar atento. Saber vigiar. Moderado em tudo. Não pode ser extravagante. Equilíbrio é essencial para quem exerce liderança. Precisa ser correto com suas coisas pessoais e do Reino de Deus. Integridade é virtude humana e precisa ser encontrada em grau mais elevado na vida do pastor e de qualquer outro líder. Saber acolher as pessoas é a marca de quem é hospitaleiro. Aquele que antes de receber em casa, recebe com o coração. O pastor acima de tudo é o ministro da Palavra. Para tanto, precisa ser competente para ensinar e manejar a Palavra da verdade.

4 – SUSTENTO MINISTERIAL ( 1Timóteo 5.17-18 )
A Igreja precisa encarar com amor e responsabilidade o sustento de seus obreiros, aqueles que são vocacionados e exercem o trabalho de conduzir o povo de Deus, seja na esfera pastoral, musical, educacional, etc. Tratar e falar sobre sustento ministerial é desafiador. Tem sido um assunto pouco considerado pelas Igrejas. O sustento ministerial não é invenção humana e, portanto, não pode ser pautado segundo os caprichos humanos. É preciso ser analisado à luz da Palavra e com a lucidez de uma Igreja que não seja avarenta ou desprezível para com a boa prática do cuidado ministerial.
Paulo diz que o ministério precisa ter um sustento digno: Quem milita à sua própria custa? Quem planta a vinha e não come do seu fruto?
Ou quem apascenta o gado e não se alimenta do leite do gado?...
Se nós vos semeamos as coisas espirituais, será muito que de vós recolhamos as carnais?
(1Co 9.7;11). A generosidade da Igreja deve ser demonstrada também no sustento ministerial: “Os presbíteros que governam bem sejam estimados por dignos de duplicada honra, principalmente os que trabalham na palavra e na doutrina; Porque diz a Escritura:
Não ligarás a boca ao boi que debulha. E: Digno é o obreiro do seu salário.” (1Tm 5.17-18).
O ministério não pode ser de torpe ganância, assim como não pode a Igreja ser avarenta e mesquinha.

PARA PENSAR E AGIR
Vivemos tempos em que muitos aparecem e se dizem chamados para o ministério, o que de alguma
forma é bom. Mas não podemos ser negligentes e não reconhecer o que significa ser vocacionado por Deus.
Vivemos tempos em que aparecem muitos pastores ou líderes, mas continuamos com uma enorme crise de liderança espiritual sadia e comprometida, de fato, com a verdadeira vocação. Clamemos ao Senhor por obreiros para Sua Seara e não nos esqueçamos de averiguar se todos, de fato, são respostas às orações. Ser pastor ou outro tipo de líder não é difícil, mas ser conforme a vontade de Deus, não é fácil.

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