terça-feira, 24 de janeiro de 2017

ESCOLA DOMINICAL CPAD - Conteúdo da Lição 5 - Revista CPAD - JOVENS


Ordenanças da Igreja
29 de Janeiro de 2017




TEXTO DO DIA
“Ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos. Amém!” (Mt 28.20).



SÍNTESE

As ordenanças de Cristo à sua Igreja são práticas que devem perdurar até que Ele volte.


TEXTO BÍBLICO



Mateus 26.20,26-30.

20 — E, chegada a tarde, assentou-se à mesa com os doze.
26 — Enquanto comiam, Jesus tomou o pão, e, abençoando-o, o partiu, e o deu aos discípulos, e disse: Tomai, comei, isto é o meu corpo.
27 — E, tomando o cálice e dando graças, deu-lho, dizendo: Bebei dele todos.
28 — Porque isto é o meu sangue, o sangue do Novo Testamento, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados.
29 — E digo-vos que, desde agora, não beberei deste fruto da vide até àquele Dia em que o beba de novo convosco no Reino de meu Pai.
30 — E, tendo cantado um hino, saíram para o monte das Oliveiras.


INTRODUÇÃO

Jesus deixou diversas ordens para os seus discípulos individualmente, como ensinar todas as pessoas, evangelizar, orar, perdoar inimigos e amar a Deus acima de todas as coisas. No que tange à Igreja, como reunião de discípulos, o Mestre deixou duas específicas: a celebração do Batismo e da Santa Ceia. Ambas as cerimônias possuem objetivos específicos, e sobre eles estudaremos nesta lição.


I. O QUE SÃO ORDENANÇAS?



1. Definindo o termo ordenanças.

A expressão ordenanças traz a ideia de um grupo de mandamentos específicos, que devem ser repetidos reiteradas vezes. No caso das ordenanças de Jesus, o Batismo e a Santa Ceia, devem ser repetidos sempre, para que o povo de Deus, a Igreja, se lembrasse não apenas do sacrifício de Cristo, mas igualmente do seu efeito para conosco.
Ordenanças, no caso do batismo e da Santa Ceia, são rituais que exemplificam para a Igreja os últimos momentos de Jesus com seus discípulos e a ressurreição de nosso Senhor.


2. Uma ordem de Jesus Cristo.
Jesus deixou claro que seus discípulos deveriam ensinar, batizar e celebrar a Ceia do Senhor: “Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mt 28.19). Em relação à Santa Ceia, “E digo-vos que, desde agora, não beberei deste fruto da vide até àquele Dia em que o beba de novo convosco no Reino de meu Pai” (Mt 26.29).


3. O cumprimento das ordenanças confere alguma graça ao crente?
A igreja romana entende que o cumprimento das ordenanças fazem com que o fiel seja contemplado por Deus com uma graça especial, mas a Bíblia não confirma esse ensinamento. Seu cumprimento mostra que somos obedientes e que cremos naquilo que Jesus nos disse; portanto, somos pessoas agraciadas por Deus tendo em vista nossa fé e obediência. As ordenanças, pois, não são um poder mágico que confere alguma bênção especial.


Pense!

As ordenanças que a Igreja segue tem por objetivo cumprir uma ordem dada por Jesus.


Ponto Importante

As Ordenanças servem como um memorial para os crentes de todas as gerações, e por isso, sempre devem ser lembradas e celebradas na comunhão dos santos.


II. O BATISMO

1. O que é o batismo?
Batismo significa literalmente imersão. Essa palavra vem do grego , traduzida como “mergulhar, banhar, imergir”. No Novo Testamento, vemos que João, o batista, batizava pessoas no rio Jordão, e batizou o Senhor Jesus (Mt 3.13-17), que a seguir ordenou que seus discípulos batizassem aqueles que cressem no Evangelho (Mt 28.19). Pedro batizou gentios que ouviram a Palavra na casa de Cornélio (At 10), e Paulo foi batizado, possivelmente por Ananias (At 9). O batismo ordenado por Jesus é por imersão.


2. Jesus foi batizado.
Jesus passou pela experiência do batismo. A Bíblia nos fala em Marcos 1.10 sobre o batismo de Jesus: “logo que saiu da água”, uma referência clara de que Jesus foi batizado por imersão. E o batismo de Jesus foi uma forma de Ele se identificar com os pecadores. Ele não precisava ser batizado, mas o foi, para nos mostrar a importância do ato para a vida cristã e para a compreensão adequada do Evangelho.


3. O batismo infantil.
Há igrejas que batizam utilizando o processo de imersão. Outras utilizam-se do processo de aspersão. De forma geral, as igrejas evangélicas não batizam crianças. A Palavra de Deus nos fala que Jesus foi apresentado no Templo, e não batizado, o que só ocorreu quando Jesus tinha a idade de trinta anos. Outro fator que deve ser levado em conta é que o batismo é apresentado nas Escrituras como um ato daquele que crê na mensagem do Evangelho (At 2.41; 8.12), e isso exige maturidade não apenas para entender a mensagem do Evangelho, mas também para aceitar Jesus e prestar o testemunho público prévio ao batismo. Por esses fatores, não é adequado nem bíblico batizar crianças.


Pense!

Não somos batizados para ser salvos. Somos batizados porque já fomos salvos por Cristo.


Ponto Importante

O batismo exige que tenhamos consciência de sua importância, e entendimento para publicamente manifestar nosso testemunho em Cristo Jesus.


III. A SANTA CEIA



1. A origem da Santa Ceia.
A Santa Ceia teve sua origem na noite em que Jesus fez sua última refeição com os seus discípulos, antes de ser crucificado. Em um momento de comunhão, o Senhor com eles, lavou-lhes os pés e transmitiu-lhes as recomendações finais. A Ceia foi o último momento de comunhão do Senhor com seus apóstolos até a crucificação (Mt 26.29).


2. Os propósitos da Santa Ceia. 
A celebração da Santa Ceia traz para nós diversos significados. Em primeiro lugar, ela representa a continuidade da nossa comunhão com o Salvador. À última Ceia estavam presentes Jesus e seus discípulos, o grupo mais próximo do Salvador. Em segundo lugar, ela representa a lembrança do sacrifício de Jesus Cristo por nossos pecados. A Ceia instituída pelo Senhor foi celebrada na Páscoa, quando um cordeiro era sacrificado, e Jesus, o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo, foi sacrificado por nós.
É a celebração de uma nova aliança. Comer e beber juntos traz a ideia de uma aliança feita entre duas partes. Essa Ceia é a imagem de uma nova aliança entre Jesus e os seus seguidores.
É a manifestação da minha fé em Cristo. Quando celebro a Santa Ceia demonstro de forma pública a minha fé em Jesus e a comunhão com Ele, aguardando a sua Segunda Vinda.
É um momento de gratidão. Jesus abençoou o pão e deu graças pelo vinho (Mc 14.22-24). Na Santa Ceia, demonstro minha gratidão pelo que Cristo fez, e agradeço por ter sido alcançado por sua graça.


3. Os elementos da Santa Ceia.
Aqui cabe uma observação. A igreja romana entende que os elementos da Santa ceia, o pão e o vinho, se transformam na carne e no sangue de Jesus. O pão e o vinho não mudam sua forma para se tornarem carne e sangue de verdade, como pensam os católicos. A Bíblia jamais dá a entender essa ideia e a ciência não a respalda a teoria. Jesus não tinha a intenção de nos fazer crer que, por ocasião da Ceia, o pão se tornaria carne e que o vinho se tornaria em sangue. Ele apenas nos orientou a seguir essa ordenança em memória dEle.
A Santa Ceia em Corinto foi alvo de críticas e orientação do apóstolo Paulo. Naquela igreja, marcada por divisões, egoísmo e abuso dos dons espirituais, os membros se reuniam, mas não com o propósito de celebrar a comunhão e relembrar o sacrifício de Cristo, e sim para comerem o que haviam trazido para aquela reunião. Na ocasião de demonstrar comunhão e respeito uns pelos outros, demonstravam seu egoísmo a ponto de uns se embebedarem, e outros passarem fome (1Co 11.21). Por isso, foram duramente repreendidos por Paulo. Mais do que comer juntos, deveriam respeitarem-se uns aos outros e não perder o foco da lembrança do retorno do Senhor.


Pense!

A Santa Ceia é um momento de comunhão importante para os membros do Corpo de Cristo, pois nesse momento, juntos, relembramos o sacrifício de Cristo até que Ele retorne.


Ponto Importante

A vinda de Cristo para buscar a sua Igreja deve ser um dos nossos motivos de celebrar a Santa Ceia, e também a certeza de que nosso tempo aqui está acabando, pois a volta do Senhor está próxima.


CONCLUSÃO

As duas ordenanças de Cristo à sua Igreja são válidas e necessárias para os nossos dias, e a Igreja de Cristo tem o dever não apenas de relembrá-las, mas de cumpri-las periodicamente, dando exemplo às gerações que se sucedem.


QUESTIONÁRIO


1. Defina o termo ordenanças.

A expressão ordenanças traz a ideia de um grupo de mandamentos específicos, que devem ser repetidos reiteradas vezes.


2. Quais são as ordenanças da igreja estabelecidas por Jesus?

O Batismo e a Santa Ceia.


3. O cumprimento das ordenanças confere graça ao crente?

Não. Somos pessoas agraciadas por Deus tendo em vista a nossa fé e obediência.


4. O que é o batismo?

Batismo significa literalmente imersão. Jesus ordenou que os seus discípulos batizassem os que cressem no Evangelho.


5. O batismo infantil é bíblico?

O batismo é apresentado nas Escrituras como um ato daquele que crê na mensagem do Evangelho (At 2.41; 8.12), e isso exige maturidade não apenas para entender a mensagem do Evangelho, mas também para aceitar Jesus e prestar o testemunho público prévio ao batismo. Portanto, o batismo infantil não é bíblico.

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ESCOLA DOMINICAL CPAD - Conteúdo da Lição 5 - Revista CPAD - ADULTOS


Paz de Deus: Antídoto contra as Inimizades
29 de Janeiro de 2017


TEXTO ÁUREO

"Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize." Jo 14.27



VERDADE PRÁTICA

A paz, como fruto do Espírito, não promove inimizades e dissensões.


LEITURA BÍBLICA EM CLASSE


Efésios 2.11-17
11 - Portanto, lembrai-vos de que vós, noutro tempo, éreis gentios na carne e chamados incircuncisão pelos que, na carne, se chamam circuncisão feita pela mão dos homens;
12 - que, naquele tempo, estáveis sem Cristo, separados da comunidade de Israel e estranhos aos concertos da promessa, não tendo esperança e sem Deus no mundo.
13 - Mas, agora, em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto.
14 - Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; e, derribando a parede de separação que estava no meio,
15 - na sua carne, desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos, que consistia em ordenanças, para criar em si mesmo dos dois um novo homem, fazendo a paz,
16 - e, pela cruz, reconciliar ambos com Deus em um corpo, matando com ela as inimizades.
17 - E, vindo, ele evangelizou a paz a vós que estáveis longe e aos que estavam perto;


INTRODUÇÃO

Na lição de hoje, estudaremos a paz como fruto do Espírito e a inimizade como fruto da carne. O homem guiado pela velha natureza não pode sentir a paz que Jesus Cristo nos oferece. Essa paz não depende de situações e circunstâncias. Mesmo vivendo em uma sociedade violenta, podemos ter paz, pois a serenidade que temos em nossos corações é fruto do Espírito, e não depende das circunstâncias ou dos recursos financeiros (Gl 5.22).


I - A PAZ QUE EXCEDE TODO ENTENDIMENTO



1. Paz.
Podemos definir paz como um estado de tranquilidade e quietude interior que não depende de circunstâncias externas. No grego, o vocábulo paz é eirene e refere-se à unidade e harmonia. Vivemos em uma sociedade onde a violência tem feito muitas vítimas e tirado a tranquilidade das pessoas, fazendo com que as pessoas adoeçam. Ultimamente, temos visto o aumento da chamada Síndrome do Pânico, ou seja, um transtorno da ansiedade que leva a um pavor incontrolável, mesmo que não haja nenhum perigo iminente. A pessoa acometida por essa enfermidade perde a quietude. Quem está sendo acometido por esse mal precisa do acompanhamento de um psiquiatra, terapia e o carinho e a compreensão dos familiares e da igreja.

2. Paz com Deus.
Como podemos estar em paz com Deus? Só existe uma maneira para estarmos em paz com o nosso Criador: mediante a nossa justificação. A justificação ocorre quando nós, pela fé, recebemos Jesus como nosso único e suficiente Salvador. Então, somos declarados justos diante de Deus (Rm 5.1). Quando recebemos Jesus, a inimizade que havia entre nós e Deus é desfeita, somos reconciliados com o Pai e passamos a desfrutar de plena paz e comunhão com Ele (2 Co 5.18-20). A nossa justificação, e reconciliação e a paz com Deus somente são possíveis por meio da morte e ressurreição de Jesus Cristo (Is 53.5; Ef 2.13-17).


3. Promotor da paz.
O crente que já recebeu a paz de Deus, em seu coração precisa partilhar dessa paz com todos os que estão aflitos, tornando-se um embaixador da paz (2 Co 5.20). A paz concedida pelo Espírito não é somente para o nosso bem-estar, mas também para o bem do próximo. Não podemos nos esquecer que amar ao semelhante é um mandamento do Pai (Mt 22.39). Quem já experimentou a justificação e a reconciliação com Deus torna-se um pacificador (Mt 5.9). Ele não vive em brigas e contendas, não divide igrejas e não maltrata as pessoas. Isaque era um verdadeiro pacificador, um homem de paz. Mesmo sendo prejudicado por seus vizinhos que entulharam seus poços, não brigou, mas procurou a reconciliação (Gn 26.19-25). Os conflitos, seja na Igreja ou fora dela, são resultado da natureza adâmica, mas os que vivem segundo o Espírito já crucificaram a sua carne e, agora, procuram viver pacificamente com todos (Rm 12.18).


II - INIMIZADES E CONTENDAS, AUSÊNCIA DE PAZ



1. Três tipos de inimizades.
No grego, a palavra inimizade é echthra. Esse vocábulo serve para identificar três tipos de inimizade. Vejamos: inimizade para com Deus (Rm 8.7), inimizade entre as pessoas (Lc 23.12) e hostilidade entre grupos e pessoas (Ef 2.14-16). Em Gálatas, Paulo apresenta a inimizade, as contendas e as disputas como obras da carne (Gl 5.20). 


2. Inimizade e soberba.
A inimizade, em geral é resultado da soberba. Por isso, o Senhor abomina o coração altivo (Pv 6.16,17). Quando o crente começa acreditar que é superior aos outros, ele torna-se um "semeador" de inimizades e contendas. Na Igreja de Cristo, todos são servos, independente de seus dons e talentos. Paulo mostra que em Jesus Cristo todos são iguais: "Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus" (Gl 3.28). As inimizades e segregações são um "produto" da carne, de uma natureza pecaminosa. Deus proíbe a acepção de pessoas e toda a sorte de inimizades. Logo, os que promovem tais ações não podem agradar a Deus (At 10.34; Tg 2.8,9). O crente que assim age é carnal e precisa arrepender-se dos seus pecados (1 Co 3.3).


3. Inimizade e facção.
As inimizades, muitas vezes, acabam gerando na igreja as facções e divisões. Muitos, não se contentam em não se relacionar bem com as pessoas e acabam fazendo com que os outros também não tenham comunhão entre si. Na igreja de Corinto, os irmãos começaram a se dividir e formar partidos em torno de Paulo, Apolo e Cefas. Uns diziam que pertenciam a Paulo, enquanto outros a Apolo (1 Co 1.12). Paulo dá fim à discussão e às inimizades perguntando aos irmãos: "Está Cristo dividido? Foi Paulo crucificado por vós?" (1 Co 1.13). O apóstolo exorta-os para o fato de que pertencemos unicamente a Cristo. E se pertencemos a Ele não podemos aceitar as inimizades e as facções. A inimizade é obra da carne e seu alvo é destruir a unidade na Igreja do Senhor, mas o crente que tem o fruto do Espírito busca o bem de todos, procurando manter o vínculo da perfeição, estendendo as mãos para ajudar e tratando a todos com amor e respeito (Cl 3.13,14). Que você como Filho de Deus possa se revestir de entranhas de misericórdia e de benignidade como recomenda as Escrituras Sagradas (Cl 3.12).


III - VIVAMOS EM PAZ



1. O favor divino.
Paulo exorta os gentios para que sejam sempre gratos a Deus, pois eram zambujeiros e foram enxertados na oliveira (Rm 11.17). Aos judeus, ele pede que não se esqueçam de que foram colocados por Deus no mundo para abençoar as outras nações (Gn 12.3). O apóstolo estava mostrando que, em Cristo, gentios e judeus são iguais, por isso, devem viver em paz e unidade. Vivamos em paz com todos e jamais venhamos a nos esquecer de que fomos alcançados pela graça divina, pois é esse favor divino que nos leva a amar o próximo e a viver em paz e união (Sl 133.1).


2. A cruz de Cristo.
A cruz é um dos símbolos mais conhecidos do cristianismo, pois, mediante a fé no sacrifício de Jesus, somos reconciliados com Deus. Se Cristo não morresse na cruz pelos nossos pecados estaríamos para sempre separados da presença Deus; não deixaríamos de ser inimigos dEle. Jesus morreu na cruz por amor a nós e mesmo diante de uma morte tão cruel, Ele não abriu a sua boca para reclamar ou dizer palavras ofensivas aos seus algozes (Is 53.7; Jo 3.16). Jesus permaneceu quieto durante seu julgamento e castigo. Ele demonstrou ter paz e equilíbrio emocional mesmo vivendo uma situação tão terrível. Ele sabia o porquê de sua missão e que o seu sacrifício era necessário para que pudéssemos nos reconciliar com Deus.


3. A nossa missão.
Jesus veio ao mundo com uma missão, morrer na cruz pelos nossos pecados. Ao ascender aos céus, Ele também nos deu uma missão (Mt 28.19,20). Para darmos cumprimento a essa missão, precisamos viver em paz com todos. Anunciemos ao mundo que somente Jesus pode nos dar a verdadeira paz, pois Ele é o Príncipe da Paz (Is 9.6).


CONCLUSÃO

A paz de que tratamos nesta lição é fruto do Espírito. Mesmo em meio às adversidades, podemos ter paz, pois é uma quietude interior que vem de Deus. Que você possa ser um pregoeiro da paz de Cristo, seja na Igreja ou fora dela.


QUESTIONÁRIO


Defina paz.

Como podemos estar em paz com Deus?

Quando ocorre a justificação?

O que torna a nossa justificação possível?

De acordo com a lição, quais são os tipos de inimizades?

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ESCOLA DOMINICAL BETEL - Conteúdo da Lição 5 - Revista Betel



Deus Instrui Seu Povo a ser Grato e Fiel
29 de janeiro de 2017


Texto Áureo

“Quando, pois, tiveres comido e fores farto, louvarás ao Senhor, teu Deus, pela boa terra que te deu”. Dt 8.10


Verdade Aplicada
Precisamos estar preparados para receber e desfrutar das bênçãos de Deus para nossas vidas.


Textos de Referência.

Deuteronômio 8.11-14
11 Guarda-te para que te não esqueças do Senhor, teu Deus, não guardando os seus mandamentos, e os seus juízos, e os seus estatutos, que hoje te ordeno;
12 Para que, porventura, havendo tu comido, e estando farto, e havendo edificado boas casas, e habitando-as,
13 E se tiverem aumentado as tuas vacas e as tuas ovelhas, e se acrescentar a prata e o ouro, e se multiplicar tudo quanto tens,
14 Se não eleve o teu coração, e te esqueças do Senhor, teu Deus, que te tirou da terra do Egito, da casa da servidão.


Introdução
Moisés descreve a Terra Prometida como um lugar de bênçãos e fertilidade. A travessia do deserto, com todas as dificuldades que enfrentaram, agora fazia parte do passado dos filhos de Israel.


1. A chegada de um novo ciclo.
A história da humanidade se desenrola em ciclos, independente da vontade ou das ações humanas. Na sucessão de ciclos, alguns fatos se estendem, outros se modificam e outros se adaptam a um novo ciclo. As gerações também são marcadas por ciclos e em cada um deles há um propósito definido. Assim como as pessoas que fazem parte de uma geração de discípulos de Jesus Cristo esperam a ação de Deus, da mesma forma, Ele também espera que cada uma dessas pessoas cumpra o cumprimento da missão cristã.

1.1. Os herdeiros da boa terra.
“Não entrareis na terra, pela qual levantei aminha mão que vos faria habitar nela, salvo Calebe, filho de Jefoné, e Josué, filho de Num” (Nm 14.30). Daquela geração que saiu do Egito, de vinte anos para cima (Nm 14.29), somente Josué e Calebe herdaram a terra Prometida. Por causa da rebeldia e incredulidade, toda a geração morreu no deserto. A próxima geração, seus filhos, que eles disseram que morreriam no deserto, é que conquistaria e herdaria a Terra Prometida.


1.2. Conhecendo o Senhor.
O Senhor teve que tratar os filhos de Israel antes de lhes dar a Terra Prometida (Dt 8.1-3) Deus combateu arduamente a rebeldia e a dureza de coração do povo, pois queria que eles O conhecessem e dependessem unicamente dEle. Todos os milagres e provisão mostravam o que Deus poderia realizar. Deus sempre desejou ser íntimo do Seu povo e falar-lhes abertamente (Êx 20.19).


1.3. Tudo tem um propósito.
A Terra Prometida possuía abundância de águas, era rica em alimento e minérios (Dt 8.7-9). Não havia mais sequidão como no deserto. O maná era apenas uma lembrança. Agora, o cardápio era variado e a comida farta. A nova geração foi instruída a rever conceitos e alertada a não repetir os erros de seus pais. Todavia, nem sempre o sofrimento é sinônimo de uma nova natureza. Se uma pessoa não descobre a razão para a qual existe, poderá viver eternamente fazendo o que lhe convém e nunca o que nasceu para realizar. Poderá ser uma pessoa eternamente frustrada, gastando todo o tempo atrás de um sonho que jamais irá realizar, porque não nasceu para isso (At 17.26-28; Ef 1.3-6).


2. Os níveis da nova terra.
O problema maior dos filhos de Israel não era habitar a Terra Prometida, mas, sim, saber administrá-la. As palavras de Moisés indicavam que eles deveriam saber lidar com três situações. São elas:


2.1. Riqueza.
“Terra em que comerás o pão sem escassez, e nada te faltará nela; quando, pois, tiveres comido e fores farto, louvarás ao Senhor, teu Deus, pela boa terra que te deu” (Dt 8.9-10). Todo grande poder traz em seu bojo grandes responsabilidades. O novo estilo de vida implicava em uma mudança de mentalidade e o caminho para mudar era achegar-se a Deus.


2.2. Crescimento.
“E se tiverem aumentado as tuas vacas e as tuas ovelhas, e se acrescentar a prata e o ouro, e se multiplicar tudo quanto tens” (Dt 8.13). A riqueza produz a fama e o crescimento torna-se algo natural e comum. A Terra Prometida era tão abençoada que os tornaria senhores, algo que eles nunca sequer pensaram, porque desde o nascimento só sabiam o que significava o sofrimento e a escravidão. Eles iriam crescer para todos os lados. Administrar o sucesso não é para qualquer um.


2.3. Esquecimento.
“Guarda-te para que te não esqueças do Senhor, teu Deus” (Dt 8.11). Algo muito comum acontece quando as pessoas chegam ao topo: esquecem-se de quem as fez ser o que são. Muitas pessoas pensam que venceram por si só, ou pela sabedoria e inteligência que galgaram ao longo da vida. Mas, se esquecem que alguém lhes ajudou a adquirir tanto o conhecimento quanto a sabedoria. Qualquer pessoa, antes de se tornar um profissional, seja em qual área for, será conduzida por inúmeros professores, até se qualificar. Todos nós precisamos de alguém. Todos nós somos resultado de um investimento. Obviamente, precisamos nos dedicar, pois sem alvos não iremos a parte alguma. Porém, nunca nos esqueçamos das pessoas que nos ajudaram e, principalmente, do Senhor (Sl 106.13).


3. A grandeza do Deus que cedeu a terra.
Precisamos hoje de pessoas que estejam dispostas a desempenhar seu papel encarando os desafios de sua época. Pessoas capazes de ter uma visão otimista, imaginar grandes triunfos e fazer a diferença. Pessoas que se descartem dos seus interesses egoístas para tornar realidade propósitos eternos. Pessoas que construam um legado para sua posteridade. O triunfo dos filhos de Israel estava atrelado à visão correta do Deus a quem estavam servindo.


3.1. O Deus que nos faz ser grandes.
“Antes, te lembrarás do Senhor, teu Deus que ele é o que te dá força para adquirires poder” (Dt 8.18). Embora o Senhor Deus não condene a riqueza, ser grande na Sua presença não é ser rico, mas, sim desfrutar de um relacionamento íntimo e pessoal com Ele. A ótica do Eterno para o sucesso requer do Seu povo obediência e não sacrifícios (1Sm 15.22). Submeter-se a vontade de Deus é mais importante do que qualquer outra coisa e isto exige de nós uma mudança de mentalidade (Rm 12.1-2). Para que os filhos de Israel se mantivessem de pé e lograssem sucesso em tudo, a obediência era fundamental. A geração passada pereceu por causa da desobediência. Essa nova geração recebeu o mesmo aviso para que fosse prudente e se mantivesse na posição (Dt 28.15).


3.2. O Deus que cumpre alianças.
O Senhor fez questão de destacar dois pontos importantes para a nova geração. Primeiro, Israel não tinha méritos. Deus estava cumprindo uma aliança feita a seus pais. Em segundo lugar, Deus estava lançando fora os ímpios para dar a terra ao povo que havia justificado (Dt 9.5). Deus honra muito uma aliança. Ele jurou a Abraão, Isaque e a Jacó fazer esse povo herdar a Terra Prometida. Agora, diante dos olhos de toda aquela nação, Deus diz que não é pela justiça do povo, mas pela fidelidade de Sua Palavra e pela impiedade das nações que ali habitavam.


3.3. A presença do Deus dos deuses.
“Pois o Senhor, vosso Deus, é o Deus dos deuses e o Senhor dos senhores, o Deus grande, poderoso e terrível, que não faz acepção de pessoas, nem aceita recompensas” (Dt 10.17). Moisés faz uma exposição acerca da grandeza de Deus e da força de Seu poder sobre todas as coisas. Moisés faz a nova geração compreender que não está só. Do mesmo modo como seus pais foram libertos do Egito e seus inimigos foram exterminados, se eles obedecessem e honrassem a Deus, não haveria quem pudesse abatê-los. O discurso revela que a terra que estavam herdando estava sendo tanto observada quanto cuidada pelo Senhor. Ele daria a essa terra fertilidade, fazendo-a produzir todo tipo de riquezas para Seu povo. Na verdade, o próprio Deus estaria presente nessa terra (11.11-15).


Conclusão.
O que o Eterno Senhor Deus espera de cada um de nós? A resposta é muito simples: fidelidade. Essa é a base para um relacionamento saudável e uma vida de bênçãos incontáveis. O nosso Deus tem uma terra fértil e boa para cada filho seu.


Questionário.

1. Da geração que saiu do Egito, de vinte anos para cima, quem herdou a Terra Prometida?

2. O que Deus sempre desejou?

3. O que a Terra Prometida possuía?

4. O que a nova geração recebeu do Senhor?

5. O que Deus honra muito?

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segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

ATUALIDADE GOSPEL - Ciência comprova o dia e a hora que “o sol parou”, como diz a Bíblia

Os pesquisadores afirmam ter identificado a data exata que "o sol parou" - 30 de outubro de 1207 antes de Cristo. A descoberta é mais uma comprovação que dá autoridade histórica ao texto bíblico

Já passou a época em que se acreditava que a fé e a ciência não podiam caminhar juntas. Esse equívoco ultrapassado começou a ganhar cada vez mais força conforme a tecnologia humana foi avançando, e descobertas que até então deveriam banir as religiões, serviram para fundamentar e dar ainda mais autoridade ao que a Bíblia, por exemplo, afirma há milhares de anos. Dessa vez, três cientistas israelenses descobriram que o relato bíblico de que “o sol parou”, de fato, aconteceu.

Com base em dados obtidos da NASA, cientistas da Universidade Ben-Gurion do Neguev, em Berbesá, Israel, descobriram não apenas que o relato bíblico descrito em Josué 10:12-14 realmente aconteceu, como também o dia e a hora exatos do fenômeno. Veja o trecho bíblico:

“No dia em que o Senhor entregou os amorreus aos israelitas, Josué exclamou ao Senhor, na presença de Israel: ‘Sol, pare sobre Gibeom! E você, ó Lua, sobre o vale de Aijalom!’ O Sol parou, e a Lua se deteve, até a nação vingar-se dos seus inimigos, como está escrito no Livro de Jasar. O Sol parou no meio do céu e por quase um dia inteiro não se pôs”.



Um local associado com o Gilgal bíblico, perto de Jericó (RGrobman/Wikipedia)

A equipe de cientistas, chefiada pelo Dr. Hezi Yitzhak, afirmou que o acontecimento se trata de um eclipse, e ele aconteceu exatamente em 30 de outubro de 1207 antes de Cristo, às 16:28 horas da tarde. Com base nos dados obtidos, eles descobriram que apenas um eclipse aconteceu entre os anos 1500 e 1000 a.C, o que coincide com a chegada dos israelitas no local onde ocorreu a batalha descrita na bíblia.
Se o sol parou, não deveria haver luz?

Um pequeno detalhe na tradução do texto bíblico tem confundido os leitores, o que rendeu algumas dúvidas e críticas sobre a descoberta, já que no eclipse a lua bloqueia a luz do sol, trata-se do termo “o sol parou”, ou “se deteve” (depende da tradução). Segundo os cientistas, no texto original a palavra equivalente seria “dowm”, cujo sentido correto é “tornar-se escuro”.

Ou seja, segundo o estudo publicado em uma edição da Beit Mikra: Revista para o Estudo da Bíblia e seu Mundo, o relato bíblico não se refere a um dia iluminado, mas sim escuro. Se essa compreensão for a correta, significa então que os israelitas venceram a batalha favorecidos pela escuridão e não pela claridade do sol.

Fonte: Gospel +

domingo, 22 de janeiro de 2017

AGENDA - Pregação da Palavra de Deus


Neste domingo 22 Jan 2017 - 19:00h - Eu, Pr Marcos André, estarei ministrando a mensagem da Palavra de Deus no culto de adoração na igreja Assembleia de Deus em Honório Gurgel - End.: Rua Ururai nº 771 - Honório Gurgel - Rio de Janeiro - RJ. Pr Eduardo

Se alguém morar nas proximidades vai lá adorar a Deus comigo! 

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sábado, 21 de janeiro de 2017

AVISO - Esboços Publicados

TODOS OS ESBOÇOS DA LIÇÃO 4 ESTÃO PUBLICADOS:

LIÇÃO 4  BETEL 2º CPAD3º CENTRAL GOSPEL

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ESCOLA DOMINICAL CENTRAL GOSPEL ESBOÇO - Subsídio da Lição 4


AULA EM___DE______DE 2017 – LIÇÃO 4
(Revista: Central Gospel - nº 49)

Tema: UM EXEMPLO DE VIDA A SER SEGUIDO

Texto Áureo: Is 40.31a
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 PALAVRA INTRODUTÓRIA
- Professor(a), nesta lição passe o exemplo de Calebe, veja suas qualidades, principalmente seu ânimo, ele tinha um coração animado. Lembre que a terra que ele estava reclamando era a mais difícil de ser conquistada.
- “Seu relato não agradou ao povo”, o que ele falou agradou somente a Deus, porém o que vemos hoje são ministros que querem agradar ao povo e não se importam com Deus.
- “Muitos anos depois...reivindicando”, foram quarenta e cinco anos, Deus não só o preservou em vida, mas o manteve com saúde até aquele dia, pois ele confiava em Deus.
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1. ATITUDES DO POVO E PROMESSAS DIVINAS
- “responsável e maioral (líder)”, ou seja, homens que tivessem credibilidade, que falassem e o povo confiasse na hora de trazer o relatório.
- “dentre os escolhidos estava Calebe”, notemos que Calebe já tinha a virtude da liderança e da confiabilidade, já tinha valores que Deus poderia aproveitar.

1.1. Promessas feitas a Calebe
- “Ao chegarem a planície do Jordão”, quarenta anos depois, o povo deu a volta pelo deserto e entraram pelo outro lado.
- “Moisés relembrou todos os feitos”, é a ocasião em que é escrito o livro de Deuteronômio onde Moisés relembra a Lei e os feitos de Deus. Aquela era uma geração nova e precisava dessas palavras de ânimo e alerta.
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2. FIRMADO NA VERACIDADE DA PALAVRA
- “passados quarenta e cinco anos”, quarenta anos de caminhada até entrarem na Terra Prometida e mais cinco anos lutando para conquistá-la.
- “prometera a Calebe dar-lhe herança na partilha”, a terra seria partida entre as tribos, porém além da parte que seria dada à tribo de Judá, Calebe teria a sua própria porção.

2.1. Confiança na Palavra de Deus
- “alimentou o sonho de alcançar a herança”, a promessa foi de que ele teria a porção de terra onde ele pisou, era um local específico.
- “no tempo certo foi ter com Josué”, não foi antes, pois tinha que lutar na conquista da terra e não foi depois, pois ele mesmo lutaria na conquista da parte que lhe foi prometida.

2.1.1. A Palavra de Deus é verdadeira
- “disso Calebe era testemunha”, assim como os espias que duvidaram, porém Calebe além de ver acreditou, eles viram e não creram é impressionante, mas acontece.

2.1.2. A Palavra de Deus produz fé
- “A palavra é uma arma poderosa”, muitos homens eloquentes conseguem aliciar multidões inteiras, alguns líderes habilidosos na palavra tomam rios de dinheiros do povo de suas igrejas.
- “ao ponto de se rebelar”, jogaram tudo o que Deus fez no lixo, assim alguns crentes procedem, por conta de algo que alguém diz, jogam fora ministérios, amizades e até vão para o mundo.

2.1.3. A Palavra de Deus traz prosperidade
- “e tornou-se um homem próspero”, os dois espias que permaneceram fieis nas promessas de Deus foram Josué e Calebe, sendo Josué da tribo de Efraim e Calebe da tribo de Judá, essas duas tribos foram as mais prósperas de Israel, superaram todas as outras em prosperidade. Com certeza pela influencia desses dois homens de Deus.

2.1.4. A Palavra de Deus protege do pecado
- “para não pecar contra ti”, “esconder no coração” é uma declaração de confiança e crença na Palavra, muitos conhecem o que está escrito na Bíblia, mas nem todos se livram do pecado, somente os que guardam no coração(que acreditam realmente).
- “acidental ou deliberadamente”, “acidental” é o pecado de quem faz sem pensar ou sem querer, esse é o que precisa aumentar sua intimidade com Deus. “deliberadamente” é o pecado de quem fez sabendo o que estava fazendo, planejou fazer, ou seja, é o pecado que joga no inferno.

2.1.5. A Palavra de Deus é penetrante
- “é um instrumento de sondagem do ser humano”, quando alguém ouve a Palavra ele começa a se analisar, involuntariamente ele faz isso, a pessoa começa se medir pelo padrão da Palavra de Deus e isso provoca consequências marcantes.
- “revelar todos os sentimentos, intenções”, a palavra revela para a pessoa mesmo o caráter de suas ações, pois é a pessoa quem tem o poder de tomar a atitude de parar o erro, de se converter e mudar de rumo.

2.1.6. A Palavra de Deus conduz à vida eterna
- “sempre se obrigaram a examinar os preceitos”, na verdade eles só passaram a praticar o estudo da Palavra de Deus após à volta do cativeiro com o advento das sinagogas.
- “muitos resistiram a Palavra viva”, se referindo a Jesus o verbo de Deus, a Palavra viva.
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3. O COMPORTAMENTO DE CALEBE

3.1. Calebe reconhecia a autoridade
- “o filho de Num citou Moisés como testemunha”, parece haver algum erro aqui, quem citou Moisés foi Calebe, filho de Jefoné e não Josué filho de Num.
Calebe solicita citando Moisés como autoridade e reconhecendo agora a autoridade de Josué.

3.2. Calebe era um homem de personalidade firme
- “personalidade firme”, quer dizer que ele não ia pela cabeça dos outros, não falava o que a maioria estava falando, defendia sua convicção.

3.3. Calebe demonstrava consideração pelas pessoas
- “referiu-se aos dez espias como irmãos”, independente do pecado de nossos irmãos em Cristo devemos respeitá-los como nossos irmãos. Ninguém é perfeito, o erro de nosso irmão pode acometer a qualquer um de nós.

3.4. Calebe demonstrava confiança em Deus
- “não somente a vida, mas também o vigor”, após essas palavras Calebe passava a ser um exemplo vivo de como Deus pode renovar as forças de um homem. Precisamos dar palavras que enalteçam a Deus entre os nossos irmãos. Crente que vive reclamando da vida está difamando a Deus.
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4. RESULTADOS NA VIDA DE QUEM ESPERA EM DEUS

4.1. Renovação das forças
- “que se sentia tão forte como a quarenta anos”, na verdade ele havia envelhecido, porém seu coaração era forte e seu ânimo estava em alta, por isso ele vai com toda a confiança e faz essa afirmação. Um coração animado consegue animar todo o corpo e o resto é com Deus, que enche a pessoa de vigor.

4.2. Prontidão para a luta
- “onde habitava os enaquins”, eram os filhos de Anaque, um gigante da antiguidade, seus filhos eram gigantes também. Aquela montanha ainda não havia sido conquistada.
- “a demanda do momento”, a demanda do momento era expulsar aqueles gigantes.

4.3. Conquista das promessas
...

4.3.1 Deus cumpre o que promete
- “estava com oitenta e cinco anos”, todos querem o cumprimento das promessas para imediatamente, mas talvez elas possam se cumprir em tempo semelhante ao de Calebe. Ainda que tarde precisamos estar firmes.

4.3.2. Dimensões da promessa
- “aquelas que foram dirigidas a Israel”, não é bom que tomemos as promessas na dimensão geral a fim de receber na dimensão pessoal. Veja essa promessa:
E o Senhor te porá por cabeça, e não por cauda; e só estarás em cima, e não debaixo, se obedeceres aos mandamentos do Senhor teu Deus, que hoje te ordeno, para os guardar e cumprir.” Dt 28.13 Essa promessa sublinhada foi para a nação, não convém que a tomemos de forma pessoal. Alguns crentes que fazem isso ficam desesperados por bênçãos materiais.

4.3.3. É preciso manter-se perseverante
- “ganho com facilidade”, nós não valorizamos aquilo que vem sem luta, sem esforço, por isso foi necessário Calebe lutar pela terra.
Se alguém não luta por sua família, casamento, ministério, então não valorizará essas coisas. Só valorizamos o que conquistamos com algum esforço.
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CONCLUSÃO  
- Faça a revisão com a classe repassando os pontos mais importantes.
- Corrija o questionário.

Boa aula!

Marcos André – professor

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