ESTUDOS TEOLÓGICOS, INTERPRETAÇÃO DA BÍBLIA, ESBOÇO PARA AULAS DA ESCOLA DOMINICAL, ETC

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terça-feira, 29 de julho de 2014

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 3 - Revista da Central Gospel


AULA EM___DE______DE 2014 - LIÇÃO 3
(Revista: Central Gospel - nº 39)

Tema: JOEL, O PROFRTA DO AVIVAMENTO
  
Texto Áureo: Joel 2.32
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 PALAVRA INTRODUTÓRIA
- Professor(a), nesta lição você poderá ligar a profecia de Joel ao derramar do Espírito Santo no dia de Pentecostes.
- “Joel”, significa: "o Jeová é Deus" ou "o Senhor é Deus".
- “Petuel”, significa: nobre disposição de Deus.
- “pode ter sido um sacerdote também”, as análises pelas quais se chegou a essa conclusão, se chama análises interna do livro. É feita examinando o próprio conteúdo do livro.
- “Reino do Sul”, é o reino composto pelas tribos de Judá e Benjamim, sendo a capital em Jerusalém.
- “seus vaticínios”, significa “profecias”.
- “Reino do Norte”, reino composto pelas dez tribos que seguiram Jeroboão, sendo a capital em Samaria.
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1. AS QUATRO DIVISÕES DO LIVRO
- “encaixes no desenvolvimento da história bíblica”, são situações narradas em Joel que nos mostram onde podemos encaixar o período em que foi escrito na história da Bíblia.
- “praga dos gafanhotos”, há quem acredite que se refira realmente a uma invasão de gafanhotos, mas existe essa outra vertente que afirma que essa praga é somente uma alegoria mostrada ao profeta para se referir às invasões de outros povos.
- “estilo literário”, é a forma de escrever do autor, é observado se ele usa metáforas, linguagem literal, expressões idiomáticas, etc.

1.1. O primeiro período
- “pode ter sido literal”, quer dizer que teria acontecido conforme o relato do livro, interpretando ao pé da letra.
- “parece uma ironia”, a ironia é a figura de linguagem onde se expõe uma ideia contrária para afirmar algo. Se refere às afirmações feitas por Joel em Joel  1.5.

1.2. O derramamento do Espírito Santo
- “esporadicamente”, em ocasiões especiais.
- “apenas sobre algumas pessoas”, e para se cumprir tarefas específicas. Era diferente de hoje em dia, pois agora o Espírito Santo é derramado sobre o povo de Deus, conforme a palavra de Jesus e a profecia do profeta Joel.

1.3. O Grande e terrível dia do Senhor
- “caráter escatológico”, escatologia é a doutrina das últimas coisas. Ter um caráter escatológico é fazer alusões às ultimas coisas que haverão de ocorrer no mundo.
- “Grande Tribulação”, é o período de sete anos em que o anticristo dominará o mundo e fará guerra a Israel.
- “dia do Senhor”, existem vários eventos a que podem se referir esse dia do Senhor, um deles é o arrebatamento, outro é dia em que Jesus ressuscitou e esse que é citado aqui se refere ao dia em que o Senhor livrará Israel dos exércitos do anticristo.

1.4. O descanso no Milênio
- “o futuro de Sião será glorioso”, o Milênio será um período de mil anos em que o Rei Jesus governará soberano em Jerusalém, e as nações da terra se dirigirão a Israel para serem regidas pelo Rei, será o ultimo império na terra.
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2. A INVASÃO DOS INSETOS
- “linguagem poética”, modo em que as ideias são passadas de forma bela e agradável com uso de recursos próprios de poesia, como a rima, a prosa, o trocadilho e outros.
- “poderiam ser evitadas”, essa é a mensagem fundamental da profecia, toda a profecia serve para alertar. O alerta é para que ela seja evitada ou para a pessoa evite ser atingida pelo evento.

2.1. De pai para filho
- “parábola”, a parábola é um recurso semelhante a analogia onde é feito uma comparação de um acontecimento fictício para se explicar algo espiritual.
- “o Senhor envia o castigo” essa verdade é válida somente para o povo de Deus, isso ocorre porque Deus ama Seu povo e o castiga para que não o perder, os ímpios geralmente são deixados de lado.    

2.2. O juízo
- “NTLH”, Nova Tradução na Linguagem de Hoje, é a tradução da Bíblia em uma linguagem mais simples e atual.
- “mensagem de cumprimento duplo”, é a mensagem onde Deus anuncia algo que ocorre a seu tempo e o próprio acontecimento serve para anunciar algo que irá ocorrer num futuro mais distante.
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3. EXPRESSÕES IMPORTANTES NO LIVRO
- “mensagens de cunho escatológico”, essas expressões se acham em outras passagens da Bíblia, principalmente em apocalipse.

3.1. O dia do Senhor
- “Grande tribulação”, releia o texto anterior e acrescente que essa tribulação ocorre logo após o arrebatamento da igreja, de acordo com o apocalipse.
- “profetas veterotestamentários”, são profetas do Antigo Testamento.
- “o dia do acerto de contas”, essa é a forma como Isaias transmite o significado desse dia.

3.2. O remanescente salvo
- “esperança para um remanescente”, remanescente significa “aquilo que restou”, esse remanescente seriam aqueles que restarem da apostasia dos últimos dias. A profecia no capítulo dois segue falando das coisas do fim e conclui dando a ideia de salvação ao remanescente. Joel chama de “sobreviventes” Joel 2.32.
- “encontram eco nos escritos do apostolo Paulo”, é figura de linguagem para afirmar que as palavras de Joel são repetidas por Paulo. Vale a pena ler com os alunos.

3.3. Referência ao sol e a lua
- “não pode ser explicado com exatidão”, existem muitas dúvidas se o profeta relatou o que estava vendo literalmente ou se ele viu algo que não entendia e relatou com suas palavras. Por isso as profecias escatológicas não podem ser traduzidas ao pé da letra.
- “não há porque não admitir a ocorrência desse vaticínio”, não podemos descartar que isso pode ocorrer da forma que é narrada por Joel, devido as palavras de Jesus onde afirma que os poderes do céu serão abalados.
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4. O POVO ARREPENDIDO
- “pano de fundo histórico”, seria o contexto histórico em que vivia a nação.
- “rainha Atalia”, única mulher a governar a não de Israel.

4.1. Ambiente religioso
- “acomodação”, em religião a acomodação é o ato de os líderes não fazerem nada em relação aos problemas que possam surgir na comunidade religiosa.
- “indiferença”, a indiferença é não se importar com os erros, fazendo pouco caso deles. Enquanto o acomodado se lamenta do problema, mas não faz nada, o indiferente nem sequer nota o erro, ou finge que não o nota.
- Cada uma das duas situações podem ser explicadas como exemplo para os dias de hoje, pois existem atualmente líderes acomodados e indiferentes.

4.2. Convocação ao arrependimento
- “tanto os imediatos”, os juízos imediatos são os que foram para aquela época e os escatológicos são para os fins dos tempos.
- “comportamento cíclico”, é o comportamento que obedece a ciclos, onde um momento está de uma forma e outro está de outra, voltando ao estado inicial depois. Assim era a nação de Israel.
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5. O DERRAMAMENTO DO ESPÍRITO
- “advento do Messias”, é a vinda do Messias em carne.

5.1. O dia de Pentecostes
- “pessoas falando outros idiomas”, quando isso aconteceu havia em Jerusalém muitos judeus que moravam em outros países e por isso reconheceram que os judeus não estavam falando línguas emboladas e sim falando línguas dos países onde moravam.
- “crítica de outros”, se refere ao fato de alguns terem afirmado que eles estavam embriagados.

5.2. A explicação de Pedro
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CONCLUSÃO
- “nenhuma é tão bem vinda quanto o derramar do seu Espírito”, a profecia de Joel falava acerca da colheita, veja:

“E as eiras se encherão de trigo, e os lagares trasbordarão de mosto e de azeite.
E restituir-vos-ei os anos que comeu o gafanhoto, a locusta, e o pulgão e a lagarta, o meu grande exército que enviei contra vós.
E comereis abundantemente e vos fartareis, e louvareis o nome do Senhor vosso Deus, que procedeu para convosco maravilhosamente; e o meu povo nunca mais será envergonhado.
E vós sabereis que eu estou no meio de Israel, e que eu sou o Senhor vosso Deus, e que não há outro; e o meu povo nunca mais será envergonhado.
E há de ser que, depois derramarei o meu Espírito sobre toda a carne, e vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos jovens terão visões.
E também sobre os servos e sobre as servas naqueles dias derramarei o meu Espírito.”
Joel 2:24-29
O Pentecostes era a festa da colheita. Por isso o derramar do Espírito Santo é o cumprimento da profecia de Joel acerca da colheita, mas não uma colheita de trigo e sim colheita de almas. LINDO!!!!!!

Boa aula!


Marcos André – professor

segunda-feira, 28 de julho de 2014

ESCOLA DOMINICAL - Conteúdo da Lição 5 - Revista da Editora Betel


O Cuidado com a Família de um Líder
03 de agosto de 2014

TEXTO AUREO
“Ora, se alguém não tem cuidado dos seus e especialmente dos da própria casa, tem negado a fé e é pior do que o descrente”. lTm 5.8


VERDADE APLICADA
Cuidar da família é dever de todos. Sucesso algum será bem vindo se não existe uma família para compartilhar.

TEXTOS DE REFERÊNCIA

lTm 3.2 - Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar;
lTm 3.3 - Não dado ao vinho, não espancador, não cobiçoso de torpe ganância, mas moderado, não contencioso, não avarento;
lTm 3.4 - E que governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito
lTm 3.5 - (pois, se alguém não sabe governar a própria casa, como cuidará da igreja de Deus?);
Tt 1.6 - Alguém que seja irrepreensível, marido de uma só mulher, que tenha filhos crentes que não são acusados de dissolução, nem são insubordinados.

INTRODUÇÃO
Governar bem a própria casa é uma ordenança para qualquer pessoa que almeja o ministério, sem isso, não haverá enquadramento nem chances para liderar. É evidente que não existem famílias perfeitas, mas disciplina e educação fazem da vida exemplos a serem copiados. Observe o perfil de um líder descrito por Tito: “Alguém que seja irrepreensível, marido de uma só mulher, que tenha filhos crentes que não sejam acusados de dissolução, nem sejam insubordinados”. Analisemos alguns cuidados que um líder deve ter em relação a sua família:

1. Cuidados a serem demonstrados
A casa de Deus deve ser uma extensão da casa de um líder cristão. A sua vida doméstica deve ser tão inspiradora que o motivo dele estar exercendo sua liderança na igreja seja o exemplo de seu cuidado dispensado a sua própria família (lTm 3.12). Não é difícil se esquecer de casa por estar comprometido com o ministério. Muitos líderes são reprovados nesse quesito, e, por esse motivo, muitos casamentos também se dissolvem. A ordem de propriedades é esta: Deus, família, trabalho e igreja. Observe que Deus começa e termina essa ordem, por isso não há o que temer. Quando saímos dessa sequência, os problemas certamente irão nos encontrar.

1.1. Cuidado espiritual no lar
O primeiro lugar onde se deve liderar é em casa. O marido deve exercer a prerrogativa de ser o pastor e sacerdote do seu lar (Ef 5.23). É importante que cultivem o culto doméstico com afinco, desenvolvendo um clima agradável e sem cobranças domésticas nesse momento. Dependendo da idade dos filhos, é bom providenciar livros e Bíblia ilustrados para o momento devocional em família. As histórias devem ser contadas com criatividade dando, porém, sempre a entender a realidade delas, e não como contos. Os pais não devem apenas mandar seus filhos para escola dominical, e sim ir com eles (Pv 22.6). Às vezes, não caímos na real para ver que somos líderes de todos da igreja, menos de nossa família. Temos tempo para gabinete e aconselhamento, mas nos falta tempo para observar o que está rondando nossa casa ou se infiltrando em nossos lares. O culto doméstico é uma prática esquecida por muitos, todavia, sendo posto em uso, muitos problemas, e até mesmo, a visão dos filhos em relação aos pais mudaria.

1.2. Cuidado afetivo com a esposa e os filhos
O primeiro e maior presente que o líder cristão deve doar para os seus é ele mesmo. Foi isso que Deus nos fez, doou a si mesmo, Ele é “Deus conosco” (Mt 1.23; Jo 1.14). O vocacionado ao ministério cristão deve ir além do superficial, deve desenvolver um relacionamento de alma profundo. Sua melhor maneira de dar carinho é dando atenção à esposa, passando tempo com ela. Quanto ao diálogo, deve o líder conversar mais que as coisas cotidianas e notícias; devem abrir seus corações, seus sentimentos, falar de suas ansiedades e sonhos. Declarar seu amor (Ct 2.10). Quanto aos filhos, deve ouvir-lhes as histórias mesmo que isso lhe pareça penoso, mostrar real interesse com a forma de olhar e no tom de voz quando fala.

1.3. Cuidado com a disciplina
O amor paterno deve ser demonstrado sempre pela disposição em corrigir os filhos, sem, contudo, irritá-los e desanimá-los (Cl 3.21). Na atualidade, muitos educadores escolares estão sofrendo com a falta de limites demonstrada pelas crianças nas escolas, isso porque os pais estão deixando seus filhos para que as escolas eduquem. A correção deve ser aplicada com amor desde cedo, enquanto a criança está em formação, nessa fase é comum que façam tolices. Mas é nessa época que ainda há esperança. Por isso, o ensino, admoestação, exortação, a presença e o amor se fazem necessários (Pv 19.18; 22.15).

2. Recomendações à esposa do líder
Nos passos de um homem bom sempre estará uma boa mulher, e, é claro, em todo tempo ao seu lado (Sl 128a). A mulher é peça fundamental no ministério do marido, por isso, ela é uma dádiva de Deus para ajudá-lo. Ela deve, de igual modo, estar consciente de sua responsabilidade nessa missão, pois, como esposa, é parte vital para o sucesso ministerial de seu marido. Na primeira carta a Timóteo 3.11, existem três recomendações que comentaremos a seguir:

2.1. Mulheres respeitáveis em tudo
É preciso compreender que a esposa de um líder nem sempre será líder como ele numa organização (lTm 2.13-15). Há casos de mulheres que trabalham em igrejas e são notoriamente mais influentes que seus maridos. Primeiro, porque a elas foi concedido o ministério; segundo, porque alguns maridos não possuem vocação ministerial ou ainda não se converteram. Mas há também líderes que têm esposas que somente os acompanha, porém, por se tratar de ser a esposa de um líder cristão, ela deve ser uma mulher respeitável, digna de consideração, venerável como a Bíblia diz: “a esposa respeite o marido” (Ef 5.33), é dessa forma que ela alcançará respeitabilidade em seu lar e igreja. Respeitável significa: “que se dá ao respeito - não dada a falatórios”. Enfim, uma mulher deve ser respeitável em todas as suas relações, e principalmente, em relação ao seu marido.

2.2. Mulheres não maldizentes
Maldizente é aquela que fala mal dos outros, dada a fazer fofocas (lTm 3.13). A expressão grega usada por Paulo nesse texto é uma advertência para que as esposas não tenham esse adjetivo “me diabolous”, que pode ser traduzida por: “não caluniadoras”. Isto é, que não atribuam falsamente a alguém determinada coisa. Nesse caso, a vítima passa a ter sua imagem desfigurada e sua reputação comprometida até que se descubra a verdade, que mesmo após ser dita, não será suficiente para reparar os danos causados por uma semente tão maligna. E preciso muito cuidado, pois quando essa “fofoca” parte dos lábios da esposa de um líder, a liderança fica minada e prestes a desmoronar-se.


2.3. Mulheres temperantes e fiéis
Quando se fala de liderança, fala-se de um conjunto. Embora uma mulher não governe completamente com seu esposo, sua harmonia e compreensão para com o ministério de seu marido são imprescindíveis (Ef 5.22). Uma pessoa pode amar a outra, mas isso não significa que irá acompanhar na mesma visão. Hoje muitos lares estão sofrendo por causa dessa indiferença, pessoas que se casaram com diferentes visões. Os membros de uma igreja não abraçam um líder solitário e mal resolvido sentimentalmente, afinal que espelho seria ele para as famílias? Mesmo tendo um chamado visível, esse será incompleto pela ausência de um cônjuge. Família é a credencial de um líder.

3. Cuidados com os filhos
Os pais devem ter o objetivo de reproduzir seu próprio comportamento em seus filhos (Gn 5.3). Quando Deus criou a humanidade, criou a sua imagem e semelhança (Gn 1.27), de modo a parecer e pensar como Ele, como também carregar suas características e suas qualidades, agindo como Ele. Do mesmo modo, os pais precisam seguir esses mesmos objetivos, semelhantemente, os filhos devem sentir Deus em seus corações. E, em seu cotidiano, responder ao chamado divino da mesma forma que seus pais.

3.1. Filhos bem disciplinados (lTm 3.4)
Criar filhos sem disciplinas, além de ser uma atitude insana, acarretará em problemas para o futuro. Governar a própria casa não é tarefa fácil. Se de fato desejamos um mundo melhor, devemos criar filhos melhores. Não é comum em nossos dias vermos famílias reunidas à mesa (Sl 128.3). Os tempos são outros, os pais trabalham demais para o sustento da família, as mães auxiliam com seus ganhos, e, por isso, quem educa os filhos são as creches e as babás eletrônicas. O resultado é claro, filhos de personalidades mescladas e de difícil comportamento perante os pais. A Bíblia nos ordena ensinar os filhos “no” caminho, isso é tarefa dos pais, não das escolas ou creches. Ela nos diz que se não ensinarmos “no” caminho, eles se desviarão (Pv 22.6). Deus não nos deu filhos para que outros desempenhem nosso papel de pais.

3.2. Filhos respeitosos
Seguido da disciplina, deve vir o respeito, que deve ser manifesto mutuamente pelos membros da família, revelando ordem e as coisas peculiares à fé. Ora, temos nas Escrituras dois exemplos muito bons: positivo, os descendentes dos recabitas, filhos de Jonadabe que honravam a palavra do pai (Jr 35.1-10); o exemplo negativo vem de Hofni e Finéias, filhos de Eli que não honravam a palavra do pai, e nem tampouco as coisas sagradas, por isso, eles sofreram severo juízo (ISm 2.12-16; 2.22-25). Temos dois assuntos muito importantes aqui: honra e desonra. Um traz bênçãos e vida fértil, o outro traz punição e morte. Observemos nossa geração! Muitos filhos hoje não completam maior idade morrendo antes do tempo. E por quê? Desobediência ao pai e à mãe. O mandamento diz que respeito é vida, e desonra é morte antecipada (Ef 6.1-3).

3.3. Filhos fiéis (Tt 1.6)
A versão da Bíblia ARC traduz melhor esse texto, e o faz da seguinte maneira: “que tenha filhos fiéis”. Paulo era homem de visão extraordinária, de ideias amplas, mas sem meios termos. Os filhos deveriam ser fiéis à fé dos pais. Naqueles tempos, quando um chefe de família aceitava uma nova religião, todos da sua casa deveriam acompanhá-lo (At 16.31). Todavia, Paulo está impondo uma condição severa, que não era apenas aceitar a religiosidade do chefe da casa, mas que os outros pudessem ser testemunhas de que ali (no caso de Creta) eram filhos verdadeiros e fiéis nos negócios, nas obrigações sociais e na fé cristã.

CONCLUSÃO
Sendo a casa de Deus uma extensão da casa de um líder cristão, sua vida doméstica deve ser inspiradora. Todavia, os pais devem evitar pôr um fardo pesado demais sobre os filhos. Assim eles devem também lutar com muita sabedoria por seus filhos evitando um legalismo intransigente e a possibilidade de afastamento da fé deles. As cobranças que pesam sobre a família e principalmente sobre os filhos do pastor é muito grande e até injusta muitas vezes. Por isso o líder junto com a sua esposa deverão ter um sério equilíbrio nessa questão.

domingo, 27 de julho de 2014

AGENDA - Evangelista Marcos André

29 Jul 2014 (Terça) - 19:00h Estarei ministrando o estudo de doutrina na igreja Assembleia de Deus Ministério Meritiense - Rua Mauricio de Lacerda, 161, Centro São João de Meriti-RJ (próximo à garagem da Flores)

31 Jul 2014 (Quinta) - 19:00h Estarei Pregando na igreja Pentecostal Arca da Aliança - Vivendo um Milagre - Rua Maria Emília no Centro de São João de Meriti-RJ (próximo ao viaduto sobre a linha do trem)

16 Ago 2014 - (Sábado) 19:00h Estarei pregando na Festividade de Aniversário da Escola Dominical na Assembleia de Deus de Madureira - Uberlândia-MG


23 Ago 2014 - (Sábado) 9:00h Estarei palestrando no retiro de jovens em Teresópolis, promovido pela Assembleia de Deus de Agostinho, São João de Meiriti-RJ

23 Ago 2014 - (Sábado) - 19:00h Estarei pregando no culto de varões da igreja Assembleia de Deus Carvalho de Justiça - na Alameda Tambaqui, 21 - Mesquita-RJ (próximo a Via Ligth)

14 Set 2014 - (Domingo) 19:00h Estarei pregando no Culto da Família na Assembleia de Deus em Vila Norma - Rua Reporter Luciano Carneiro, 156, Vila Norma, Nilópolis-RJ (próximo à Via Ligth).  
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Evangelista Marcos André
Contatos: Tel 21 37540312 Cel 21 992791366
Whatsapp: 21 969786830
email: licks1996@gmail.com
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Vídeos de algumas pregações: Clique aqui

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Marcos André

sábado, 26 de julho de 2014

ESCOLA DOMINICAL - Lista de Esboços do 3 Trimestre de 2014



ACESSAR AS LIÇÕES DO 1º TRIMESTRE 2013
ACESSAR AS LIÇÕES DO 2º TRIMESTRE 2013
ACESSAR AS LIÇÕES DO 3º TRIMESTRE 2013
ACESSAR AS LIÇÕES DO 4º TRIMESTRE 2013
ACESSAR AS LIÇÕES DO 1º TRIMESTRE 2014
ACESSAR AS LIÇÕES DO 2º TRIMESTRE 2014

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ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 4


AULA EM 27 DE JULHO DE 2014 – LIÇÃO 4
(Revista: EDITORA BETEL)

O Líder Espiritual é Comprometido com a Oração

Texto Áureo: Efésios 1.1
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 PALAVRA INTRODUTÓRIA
- Professor(a), nesta lição concentre-se em animar seus alunos a orarem mais. E você pode usar a didática do confronto direto para transmitir esta lição, depois eu publicarei um artigo de didática cristã para ensinar essa técnica interessante.
- “incisão na alma”, “incisão” significa corte, aqui está afirmando que a palavra de um homem de oração (conectado a Deus) corta até a alma.
- “qualidade invejável em nossos dias”, hoje em dia há pouca oração tanto nas igrejas como fora delas, o louvor tomou a maioria dos espaços. Atualmente ao começar os cultos os grupos estão preocupados em qual será o louvor, ou se os componentes já chegaram, tudo em prol do louvor. Mas o que menos havia na igreja primitiva era o louvor, eles eram constantes na oração e na Palavra.
- “exige disciplina”, disciplina é a capacidade de seguir regras, obedecer a determinações, e aqui se refere a uma disciplina consciente, onde a pessoa determina para si mesmo: Agora vou orar! Ou: É hora de orar! Para cumprir isso deve-se ter muita disciplina.
- “deve ser sábio e perseverar na oração”, aqui estão mais duas qualidades que um líder deve ter para ser homem de oração: sabedoria e perseverança.
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1.  Algumas forças contrárias à oração
- “a maneira de orar”, não se refere à forma de orar, mas ao costume de orar muito.  Os avivalistas dos tempos passados eram verdadeiros homens de oração.
- “sabe muito bem se ele esteve ou não”, os crentes conseguem identificar a unção espiritual nas palavras do orador. O problema é que a eloquência de alguns tem enganado a muitos.

1.1. A ausência de disciplina
- “conflitam com a devoção”, quer dizer, que luta contra a devoção.
- “falta de compromisso com a prática da oração”, lembrando que compromisso é o envolvimento com prejuízo de tempo, recursos e atenção. A pessoa que está envolvida com a oração, ela pratica somente quando dá, mas aquele que está comprometido ele se desprende de tudo, fazendo daquilo um hábito que lhe faz falta quando ele não consegue oportunidade de fazê-lo. Pergunte aos alunos: Você está envolvido ou comprometido com a oração?
- “está fadado ao fracasso”, realmente ele terá um fracasso espiritual, mas muitos desses líderes passaram a trabalhar a imagem para se mostrarem como homens de oração, quando não são.
- “melhor hora de rendimento”, é a hora em que você hora com mais qualidade, com mais atenção e dedicação. Não adianta orar de madrugada, estando sonolento demais. O importante é ter qualidade e atenção.
- “porque demonstra dedicação ao Senhor”, de fato quando alguém chega em uma festa em que você está e vem falar primeiro contigo, você sentirá que essa pessoa te tem em grande estima, só os amigos chegados fazem isso. Assim também Deus se sente em ralação a nós se ao acordarmos, dedicarmos os primeiros momentos a Ele.

1.2. O ativismo
- “ativistas religiosos”, é aquele que está sempre em atividade, nunca parando para nada e nem para orar.
- “não sobra ao líder energia para o “Senhor da obra””, às vezes sobra o tempo à noite, mas aí já não haverá qualidade porque faltará energia, o líder estará esgotado.
- “um programa previamente elaborado”, seria se programar para essa atividade, colocar na agenda e cumprir fielmente.
- “delegar autoridade, e não centralizar”, um líder que quer resolver tudo sozinho se esgota facilmente e não consegue fazer mais nada. Delegar autoridade é deixar que pessoas capacitadas e fieis possam tomar decisões em seu nome.
- “Nem Jesus trabalhou sozinho (Lc 10.1). Custa entender isso?”, Jesus logo no início de Seu ministério reuniu um grupo de doze homens, depois Ele envia setenta homens delegando-lhes autoridade espiritual. O comentarista faz aqui uma pergunta em tom de desabafo, porque a pessoa lê a Bíblia e não consegue aprender essa lição de liderança com Jesus.

1.3. Prepotência e impaciência
- “empecilho à oração é a prepotência”, a prepotência é a pessoa achar que pode fazer algo sem a ajuda ou o apoio de outros.
- “apoiar-se em seu carisma pessoal”, é tentar manter o grupo unido e trabalhando através de suas qualidades de líder e amizade que conquistou. Ele relaxa na oração.
- “paciência para estar só e quieto diante de Deus”, a correria de nossos dias provoca essa inquietação. Se o líder não vigiar ele acaba se moldando a essa inquietação da sociedade moderna.

2.  O grande conflito
- “forças que vão além das pessoas”, nos muitas vezes enfrentamos pessoas que se opõem a obra de Deus que está em nossas mãos, mas devemos saber que na maioria das vezes é Satanás e seus demônios que estão atuando.  

 2.1.  Lutando contra as hostes espirituais
- “antagônica ao sistema mundano”, “antagônico” quer dizer divergente, que faz oposição.
- “ou entramos em seu mundo”, não é possível para o crente se tornar invisível, por isso deve combater no mundo espiritual onde age essas forças.
- “conhecer seu mundo e sua esfera de ação”, é bom lembrar que ninguém precisa passear no mundo para aprender as vulnerabilidades de Satanás. Basta que o crente leia a Bíblia para compreender a forma eficaz de combater.
- “principados, potestades, dominadores, hostes”, essas são classes angelicais, pois os demônios que atuam com o adversário já foram anjos de Deus um dia.

2.2. A preparação de cada dia
- “enfrenta um adversário sem o devido preparo”, quem assume uma função de liderança deve ter sempre em mente que estará entrando em uma luta contra adversários fortes e por isso devemos estar preparados para ele e também a nossa família deverá estar em oração.
- “dias calmos”, são os tempos de paz, nesses dias os crentes devem estar em preparo na oração, treinando para o combate.
- “dias intensos”, seriam momentos em que temos mais dificuldades para esse preparo.
- “o dia mau”, é o tempo do combate, o dia da batalha, nesse dia seremos vitoriosos se tivermos treinado quando estávamos nos dias de paz.
- “dia de vinte quatro horas, e sim, de acontecimentos”, ninguém pode interpretar as Escrituras ao pé da letra. Por mais leigo que um líder possa ser, ele precisa conhecer um pouco dessa homilética. 


2.3.  Dois pontos de convergência da oração
- “para que enviasse ceifeiros”, quer dizer, para que enviasse trabalhadores, isso é, para que mais pessoas com desejo de trabalharem na obra de Deus se convertessem para o Reino.
- “tenham uma vida quieta e sossegada”, para que os governantes não os perseguissem, isso vale nas diversas esferas de autoridades com que nos deparamos. Em uma empresa, por exemplo, se os crentes intercederam por seus chefes, eles poderão conseguir fazer seus minicultos na hora do almoço, com ordem e decência é claro. E se esse patrão sentir que sua vida melhorou depois que abriu oportunidades para os crentes, ele também será alcançado pelo poder de Deus.
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3. Estabelecendo um padrão de oração

3.1. O tempo de oração - “Orando em todo tempo”
- “Orai sem cessar”, trata-se de uma sentença, orar não só quando estamos prostrados, mas também em mente elevando nossos pensamentos ao Céu.
-“expôs a ausência da oração e jejum”, o problema de oração dos discípulos veio a tona quando eles tentaram realizar algo no campo espiritual, assim ocorre com os líderes que não oram, tudo vai bem até o momento em que eles tentam fazer algo na área espiritual.
- “A oração não dá ibope”, esse é um dos motivos pelos quais muitos não oram ou oram muito pouco. Atualmente muitas igrejas tem sido movidas por aquilo que dá fama, ou traz retorno financeiro, ou os dois.
- “Contudo, há um segredo em orar”, de acordo com o contexto aqui, está sendo afirmado que a oração é o segredo para toda a obra que Jesus realizava.
- “não perde o dia tentando resolver com a razão aquilo que só no espírito se vê”, a razão ensina métodos para realização de obras, mas o homem de oração chamado Jesus resolvia certos problemas espirituais com apenas uma palavra.

3.2. A intensidade da oração - “Com toda oração e súplica”
- “não tem nada a ver com a posição da oração”, professor(a), deixe bem claro que aquele que ora com o rosto em terra, não está sendo mais intenso do que aquele que ora de joelhos ou em pé.
- “diz respeito ao fervor”, seria o mesmo que animação, é o envolvimento de todo o ser na prática da oração.
- “intimidade”, seria falar com o Senhor sem lhe esconder nada, como falamos com um amigo intimo.
- “João Bunyan”, escritor e pregador da Inglaterra, escreveu o livro cristão “O Peregrino” livro cristão mais conhecido de todos os tempos, depois da Bíblia é claro.
- “ter um coração sem palavras”, parece se referir àqueles irmãos que oram só com o coração, ou choram sem conseguir nem sequer falar.
- “Palavras sem um coração”, quer dizer que falar bonito ou falar feio, não esta aí o segredo para convencer o Senhor de alguma coisa, mas ter um coração verdadeiro diante dEle, pois não podemos passar a imagem de vítima, mas com toda certeza Ele receberá um coração quebrantado.
- “que são verdadeiros júbilos”, onde a pessoa se expressa de forma alegre com suas emoções afloradas.
- “nunca falte ações de graça nas orações.”, são ações de agradecimento, levantando as mãos ou glorificando, ou simplesmente dizendo: Muito obrigado meu Deus!

3.3. Vigiando na intercessão, na oração - “Por todos os santos”
- “A oração de um líder nunca é pessoal”, se refere à oração uns pelos outros. Essa afirmação nos revela uma atitude do líder cristão, ele não deve orar somente por si mesmo. É necessário lutar por seus liderados. O líder que ora pouco por seus cooperadores, logo terá poucos deles para o ajudar.
- “jamais deixará fora de sua agenda de oração”, é interessante o crente ter em mente, as necessidades e os seus pedidos de oração, podendo anotar também.
- “Na verdade, não falta motivos para orarmos”, orar é uma atitude de contrição, dependência Divina, uma profunda comunhão com Deus, quando Jesus nos ensina a interceder, Ele nos leva a um grau maior espiritualmente, pois a oração de um justo pode muito em seus efeitos Tg. 5;16,20.
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CONCLUSÃO
- “obstáculos do ativismo”, se certifique de que os alunos se lembram o que é “ativismo”.
- “falta de programa previamente estabelecido”, é interessante o líder estabelecer o seu horário, parar de fazer tudo espontaneamente.
- “um padrão de oração (lTs 5.17)”, que pode ser esse que foi explanado em todo esse tópico 3.
- Faça um resumo com a classe.

Boa aula!

Marcos André – editor
Gustavo Matos – colaborador
Juliane Souza – colaboradora
Luiz Evaldo Barbosa - colaborador

sexta-feira, 25 de julho de 2014

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 4 - Revista da CPAD


AULA EM 27 DE JULHO DE 2014 - LIÇÃO 4
(Revista: CPAD)

Tema: Gerados pela Palavra da Verdade

Texto Áureo: 1 Pedro 1.26
  
INTRODUÇÃO
- Amado(a) professor(a), nesta lição se concentre em explicar os problemas que envolvem os relacionamentos entre as pessoas e suas causas.
- “qualidade relacional da igreja”, se refere à qualidade de relacionamento dos irmãos em Cristo entre si.
- “distorções sociais”, são as distorções que ocorrem no meio da sociedade. Os desrespeito aos pais, a inversão de valores, o anarquismo e diversos outros.
- “Ligados, sobretudo, pelo Evangelho.”, o evangelho é o ponto em comum entre os irmãos em Cristo. Independente das diferenças que há entre nós, devemos ter relacionamentos cristãos com nossos irmãos em Cristo.
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1. A RELAÇÃO ENTRE OS POBRES E OS RICOS DA IGREJA (Tg 1.9-11)

1.   Os pobres na Igreja do primeiro século.
- “a dos pobres e a dos ricos”, é bom lembrar que era muito mais difícil ser pobre na época da igreja apostólica do que atualmente, devido à falta de assistência do estado.
- “eles eram acolhidos pela igreja local”, a igreja em Jerusalém vivia no modelo de comunidade, quando alguém se convertia entrava para a comunidade dos santos e ali, caso tivesse bens, vendia-os e davam para a comunidades e aqueles que nada tinham eram acolhidos nessa comunidade.
Veja:
“E era um o coração e a alma da multidão dos que criam, e ninguém dizia que coisa alguma do que possuía era sua própria, mas todas as coisas lhes eram comuns.
E os apóstolos davam, com grande poder, testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça.
Não havia, pois, entre eles necessitado algum; porque todos os que possuíam herdades ou casas, vendendo-as, traziam o preço do que fora vendido, e o depositavam aos pés dos apóstolos.”
Atos 4:32-34

2.  Os ricos na Igreja Antiga.
- “negligenciavam as obrigações”, aos ricos haviam muitas obrigações no que tange a cuidar dos pobres, na verdade não se deve generalizar, porque nem todos os ricos deixavam de cumprir suas obrigações como cidadãos dessa classe. Alguns ricos que eram bons exemplos: Abraão, Isaque, Jacó, Jó, Ló, Boaz e outros.
- “tendência a desenvolverem a arrogância”, “arrogância” é o contrário de humildade, seria a falta de humildade. A arrogância acumula os outros sentimentos como a inveja, altivez, presunção, vaidade, etc.
- “postura de senhores poderosos”, a postura é um elemento essencial, pois às vezes, o indivíduo não disse nada demais e nem agiu arrogantemente, mas a postura dele pode transmitir a imagem de arrogante.
- “não pode ser comprado por dinheiro algum”, alguns crentes que possuem dízimo elevado acabam pensando que podem viver de qualquer maneira, trazendo escândalo para a igreja.
- “Porém, ele pode encontrar maior dificuldade”, isso é fato, é bem mais difícil para alguém que possui muitos bens, se desprender deles do que aqueles que possuem pouco, a começar pelo cálculo do dízimo.
3.  Perante Deus, pobres e ricos são iguais.
- “ através da salvação em Cristo, independentemente da condição”, Jesus é a razão pela qual todos são aceitos diante de Deus, Seu sacrifício não foi dirigido a uma classe e nem a um povo somente.
- “coerdeiros”, coerdar significa herdar juntamente.
- “saberá biblicamente”, através da Bíblia toda pessoa tem a forma de viver diante dos homens e de Deus. Não adiante buscar nos livros seculares ou ficar simplesmente copiando as outras pessoas de sucesso, é necessário que cada pessoa busque sua orientação na Palavra..
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2. DEUS SÓ FAZ O BEM (Tg 1.16,17)

1.  Não erreis (v.16).
- “meio-irmão”, lembrando que Tiago e Judas eram filhos de Maria com José, por isso são chamados de meio-irmão de Jesus.
- “santidade plena”, seria a natureza santa semelhante a dos anjos.
- “uma vez remido, não mais pecará”, não deve ser confundido com a predestinação fatalista que afirma: “uma vez salvo, salvo para sempre”.
- “concupiscência carnal”, a concupiscência é o desejo exagerado da carne. A concupiscência é a arma que Satanás usa para atacar o ser humano.

2.  Todo dom e boa dádiva vêm de Deus.
- “recebido pelo crente através de esforço humano”, lembrando que a sabedoria a que se refere aqui é a espiritual, pois o conhecimento humano para uma sabedoria puramente racional se adquire a base de muito esforço, mas caso você não concorde com isso pode passar simplesmente dessa forma: a sabedoria se consegue sem esforço humano, mas o conhecimento se conquista com muita disciplina e persistência.  
- “ascetismo religioso”, é a ideia de sacrificar a própria natureza em prol de uma posição espiritual mais elevada. Seria a prática demasiada de jejuns, vigílias, montes, etc. Nem o monte, nem o jejum é errado, mas se for feito com exagero pode prejudicar a família e a vida espiritual.
- “tende a tirar o foco da glória de Deus”, muitos acreditam que a espiritualidade vem dessas coisas e passam a buscar isso mais do que a fazer a vontade de Deus. Alguns passam dias no monte, enquanto a Bíblia manda mostrarmos nossas boas obras diante dos homens.
- “tornando o ser humano “digno” do céu”, o ser humano não é digno do céu, é Jesus quem o justifica. Porém quando a pessoa passa a focar mais na prática de obras ela começa a se achar digno devido a seu trabalho árduo.


3. A origem de tudo o que é bom está no Pai das Luzes.
- “Pai das Luzes”, ao que parece somente Tiago se refere a Deus dessa forma, é compreensível por ter sido Deus quem formou a luz.
- “não há momentos de trevas e outros de luzes”, aqui está uma clara comparação entra a natureza humana e a divina. Mostrando que a divina é imutável, enquanto o homem é mutável.
- “uma visão turva de Deus”, turvo é qualidade do que está escurecido, opaco, impedindo a transparência. Assim está a visão de muitos em relação a Deus, eles vêem Deus como um pai cruel que está sempre disposto a disciplinar com rigor os seus filhos.
- “ensinamento joanino”, se refere ao ensinamento do apóstolo João.
outro.
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3. PRIMÍCIAS DE DEUS ENTRE AS CRIATURAS (Tg 1.18)

1  Algo que somente Deus faz.
 - “regeneração”, é a doutrina que firma que a alma humana é regenerada à posição que estava antes da Queda. De acordo com essa doutrina a pessoa se torna uma nova criatura ao aceitar a Cristo de coração e evidencia isso nas obras.
- “é um milagre proveniente do Pai das Luzes”, a regeneração é o grande milagre que Deus opera no homem. Muitas vezes esperamos um grande sinal miraculoso, mas o maior milagre é a salvação de uma alma.
- “implantando-lhe um novo caráter”, caráter é a característica que define a personalidade de alguém, a mudança do caráter humano é o grande diferencial nessa obra de regeneração, pois o homem que antes tinha uma má índole agora passa a ter uma boa índole.

2. A Palavra da Verdade.-
- “primícias do Senhor entre as criaturas”, se refere à colheita dos primeiros frutos. O melhor da terra, e não o resto. Assim Deus vê a Sua Igreja.
- “enxertados pela Palavra”, “enxertado” em agricultura é aplicar um ramo de uma planta em outra, misturando as naturezas. O judeu conhecia muito bem essa terminologia e por isso Tiago afirma que a Palavra foi enxertada em nós, passando a fazer parte da nossa natureza. Paulo afirmava que fomos enxertados na natureza de Cristo. Romanos 11.24

3. O propósito de Deus.
- “a maior bênção de Deus para a humanidade”, muitos ministérios deturparam essa verdade, pregando a aquisição de coisas materiais como sinal de vitória.
- “abençoar o crente com bênçãos materiais”, professor(a), seja enfático e decisivo, se alguém pensa que Deus está querendo deixar seus filhos ricos, está “diabolicamente” enganado.
- “Você faz parte das primícias”, aqui o comentarista está falando diretamente a nós, quer dizer que depois de nós virão muitos outros.
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CONCLUSÃO
- “processo de aperfeiçoamento espiritual”, é o processo no qual vamos melhorando a cada dia, crescendo na graça e no conhecimento.
- “viver o Evangelho em fidelidade”, é viver o Evangelho de forma fiel, não enganando as pessoas se mostrando ser aquilo que não é, e nem se enganando a si mesmo.
- “dominado por relacionamentos distorcidos”, essa é uma característica dos relacionamentos do mundo atual. As pessoas confundem o que é colega ou amizade verdadeira, atualmente todos são contatos.

Marcos André – Superintendente e professor
Gustavo Matos – Cooperador
Juliane Souza – colaboradora

Luiz Evaldo Barbosa - colaborador

Boa Aula!