sábado, 10 de dezembro de 2016

Excepcionalmente essa semana não será publicado o esboço da lição 11 da revista da Central Gospel.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

ESCOLA DOMINICAL CPAD ESBOÇO - Subsídio da Liçao 11

EDITANDO

AULA EM 11 DE DEZEMBRO DE 2016 – LIÇÃO 11
(Revista: CPAD)

Tema: O Socorro de Deus para Livrar o seu Povo

Texto Áureo: Sl 34.17
  
INTRODUÇÃO
- Professor(a), nesta lição tente fixar a história de Ester com a história do mundo, esse Assueiro é o Xerxes da história que lutou contra os gregos em Termópilas no ano 480 a.C.
- “porém o Senhor está presente em todas as circunstâncias”, quer dizer que Deus está subentendido no texto, pois é feito sempre alusão a Ele.
- “foi delineada pela providência divina”, Ester é um livro que demonstra a providência de Deus, dando livramento e vingança contra os que queriam mal ao povo de Deus.
- “veremos que Deus age em prol dos que o servem”, muita gente quer ficar rico no evangelho, para esses há pouca providência de Deus, pois não é a intenção Dele que fiquemos ricos financeiramente, mas busquemos o Reino dos Céus em primeiro lugar.
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I - A PROVIDÊNCIA DE DEUS

1. A providência divina na história de Ester. 
- “que Ele faz e vê tudo antecipadamente”, significa especificamente “cuidar antecipadamente”, ou seja, Deus cuida e providencia tudo conhecendo o que vai ocorrer lá na frente.
- “para que mais tarde seu povo fosse salvo”, é Deus providenciando as coisas antes para que tudo dê certo no futuro.
- “Deus está no controle de todas as coisas”, mesmo que algumas coisas pareçam estar dando errado sabemos que tudo está nas mãos do Senhor.
- Ester e Mardoqueu não retornaram com os cativos de Israel para Jerusalém no final do cativeiro, isso nos mostra que algo aparentemente errado pode ser permissão de Deus para o livramento no futuro.

2. A festa do rei.
- “querendo ostentar sua glória...a todos os súditos do império”, Assueiro recebia o título de rei dos reis, por ser chefe de um império, quer dizer uma nação que controla outras nações.
- “Cento e vinte e sete províncias”, eram regiões conquistadas e dominadas pelas forças de Assueiro.
- “Assuero bebeu muito e, já dominado pela embriaguez”, quando a pessoa está sob o efeito do álcool ela deixa de medir consequências de seus atos.

3. A destituição da rainha.
- “recusou ser exibida como objeto naquela festa profana”, há um certo valor na atitude de Vasti, porém devesse ela ser mais prudente em defender suas posições. Poderia talvez falar com o rei em particular depois.
- “Aquele não era o ambiente para uma rainha”, a forma como Vasti recusou-se a comparecer na presença do rei deixou-o em posição de constrangimento, o que na época era uma grave afronta contra o senhor dos reinos.
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II - ESTER NO PALÁCIO DE ASSUERO

1. A busca de uma jovem para o lugar de Vasti.
- “trouxeram candidatas ao palácio de Susã”, não se sabe se essas moças forma de livre e espontânea vontade ou se foram tomadas de suas casas.
- “aos cuidados do eunuco Hegai”, o eunuco era um servo castrado exatamente para se evitar casos de adultério dentro da casa real.
- “logo ganhou a simpatia do eunuco”, enquanto as outras virgens queria ganhar a simpatia do rei, Ester com sua conduta ganhou a simpatia do eunuco do rei.
- “direcionando seus passos, ali no palácio, para algo grande.”, quando deixamos Deus fazer como Ele quer entramos no querer Dele e Ele sempre tem algo grande para nós. Para nos usar.
- “Ainda que você não consiga compreendê-lo”, quase sempre Deus faz coisas que consideramos estranhas e até malucas, mas no final vemos o motivo.

2. Mardoqueu e Ester.
- “ajuda de Mardoqueu, seu primo”, que também era seu cuidador ou tutor.
- “entre os cativos judeus que serviam aos interesses do rei”, essa história se deu depois do retorno de Israel para Jerusalém, por isso entendemos que Mardoqueu não retornou com o povo.´
- “ele não havia perdido o sonho de libertação do seu povo”, o comentarista parece estar se referindo a libertação do cativeiro, na verdade o povo havia sido liberto com os reis Ciro e Dario que foram antes de Assueiro (Xerxes). Havia, porém algumas famílias ainda espalhadas em diversas províncias.
- “serviram para torná-la um instrumento de Deus”, Deus age no meio da obediência e piedade. Ele usa os servos fieis.

                                        EDITANDO

ARTIGO - A Excelência x Mediocridade


Fazer as coisas do jeito que todos fazem, por medo ou preguiça de melhorar, de inovar ou de fazer com excelência é fácil, basta pegar o modelo existente e repetir mudando data e local, mas isso se chama mediocridade.

Muitos se contentam em ser medíocres, pois dá um grande trabalho fazer com excelência.

Ser medíocre é mais fácil, mais cômodo, gasta menos e cansa menos, mas nunca seremos lembrado em nossa mediocridade.
Fazer com excelência tira o sono, gasta recursos, cansa e afadiga, porém o resultado será lembrado para sempre.


Pense dessa forma:
"Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças" Ec 9.10a

Significa dizer que Deus espera o melhor de nós, pois Ele nos fez com o que tinha de mais excelente no mundo e colocou em nós o que tinha de mais excelente no céu, Seu Espírito.

Medite nisso!

Pr Marcos André

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

ESCOLA DOMINICAL BETEL ESBOÇO - Subsídio da Lição 11


AULA EM 11 DE DEZEMBRO DE 2016 – LIÇÃO 11
(Revista: Editora Betel)

Tema: Marcas de um verdadeiro adorador

Texto Áureo: Hb 10.22
  
INTRODUÇÃO
- Querido(a) professor(a), nesta lição você poderá atacar diretamente a falsa adoração e enaltecer a verdadeira, faça com cuidado, mas não deixe de fazer.
- “veremos as marcas dos verdadeiros adoradores”, marcas são sinais que nos identifica, pelos quais somos conhecido, são sinais no corpo ou na conduta.
- “retorno ao caminho do quebrantamento”, essas marcas são feitas quando a pessoa se entrega totalmente à adoração, sendo conhecida por sua vida e atitudes de adorador. Porém aqui está se afirmando que a pessoa pode perder essas marcas, por isso a necessidade de um retorno.
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1. A marca da verdade
- “constantemente vasculha o próprio coração”, fiscaliza a si próprio, examina a si mesmo, pois é essa uma conduta que previne muitos problemas.

1.1. Deus conhece a verdade do íntimo.
- “teatralizam o ato da adoração”, adoram como se fosse um teatro, tento mostrar algo para alguém próximo e não para Deus que deve ser o alvo da adoração.
- “posturas técnicas, profissionais, abalam emoções”, isso porque a adoração tem sido usada mais para comércio do que para louvar do Senhor.
- “Muita gente perde a razão e confunde adoração com inovação”, muitos perdem o limite da sensatez em nome da chamada adoração extravagante, fazem coisas absurdas nos templos.
- “a impessoalidade da massa é capaz de ocultar sua verdadeira identidade”, a massa não olha a pessoa, não quer saber se o que conduz a adoração tem sua vida no altar ou se é conhecedor das Escrituras, baseado nisso muitos supostos adoradores são artistas que tem uma vida bem diferente fora dos holofotes.
- “ser quem sou em qualquer lugar: na multidão ou em casa”, essa liberdade está sendo deixada de lado por causa da grande soma de dinheiro que circula nos contratos e eventos gospels.

1.2. A verdade de sua vida é a mesma de sua voz?
- “entre nosso showzinho verbal”, aquilo que é feito em cima dos púlpitos, com o título de adoração, mas que na verdade é um show para o povo e não louvor a Deus.
- “nossa miséria vivencial”, o problema do pecado na vida dessas pessoas que promovem esses shows e dos que o apoiam, são cegos miseráveis e carentes de Deus.
- “Quantos mentem para conseguir uma promoção?”, aqui tem uma sequência de perguntas para mostrar que muitos desses supostos adoradores na verdade são devedores da verdade. Aqui o comentarista está classificando genericamente, porém sabemos que nem todos são ou agem dessa forma.
- “nada podemos contra a verdade, senão pela verdade.”, o apóstolo está afirmando que é inútil lutar contra a verdade e que o melhor é lutar pela verdade.

1.3. Cuidado com as “verdades” que a Bíblia não autorizou.
- “mais bonitos que sejam, são apenas pessoais”, a moda de contar testemunhos em lugar da pregação e ensino da Palavra ainda é forte em muitas igrejas.
- “não podem ser colocados como doutrina”, alguns acreditam erroneamente que algumas coisas devem seguir exatamente do jeito que ocorreu com algum irmão, ignorando que Deus tem uma experiência particular com cada um. Uns são livrados dos tiros dos assassinos e são testemunhos de que Deus livra, enquanto outros são assassinados e são testemunhos de perseverança. Essa semana eu que vos falo, perdi um amigo no leito de morte com câncer e ele acreditou até o fim que Deus o livraria, é um testemunho de fé.
- “Em nome de um “sagrado” muita gente “santifica” suas manias”, muita gente acredita ser um excelente servo de Deus, privilegiado mais que outros com certas revelações e que, por isso, suas atitudes devem ser seguidas como atos santos e de grande poder.
- “interpretações tendenciosas...a fim de corroborar suas práticas”, é a interpretação que leva a pessoa a entender os textos do jeito que eles querem para que ninguém se escandalize com suas atitudes estranhas.
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2. A marca da excelência
- “fazem apenas barulhos sem conteúdo”, alguns pulam, gritam, rodam, se jogam no chão, fazem muita cena, mas sem conteúdo nenhum.
- “A mediocridade não consegue conviver bem”, mediocridade é a característica do que está na média, igual a todo o restante e excelência é a qualidade do que supera a média, o que faz o melhor.

2.1. A excelência vem do alto.
- “Se a excelência vem do alto, olhe para lá!”, é o mesmo que dizer, “busque-a de lá!” devemos esperar excelência de Deus, com nossas forças podemos melhorar para os homens, mas não alcançamos o nível que Deus quer.
- “A imagem usada pelo profeta é perfeita: “como águias””, comparando habilidades da águia, dadas por Deus a elas para dizer que aqueles que buscam de Deus serão assim também.
- “a vida fica insossa”, quer dizer sem sal, ou seja, sem algo que a torne agradável.
- “Não precisamos viver copiando”, atualmente, por falta de conhecimento, muitos vivem imitando novas formas de cultuar a Deus, como se Deus buscasse novidades, na verdade o que cada um quer é agradar as pessoas e não ao Senhor.


2.2. O preço da excelência.
- “quando a maioria está satisfeita em misturar-se”, no meio de tanta gente fazendo o errado, alguém que se propõe a fazer o certo acaba sofrendo o boicote, o repúdio e o desprezo.
- “pois isso implica em renúncia, tempo e esforço”, quando se faz do jeito que todos estão fazendo é fácil porque já temos quase tudo pronto é só “copiar e colar”, mas quando fazemos o melhor começamos a nos doar e a gastar recursos em executar com excelência.
- “vai lutar com todas as forças para que seu louvor chegue a Deus”, Aqui está se referindo a adoração, mas se aplica a tudo na vida. Ou vivemos uma vida de mediocridade ou uma vida de excelência.

2.3. Excelência não significa arrogância.
- “excelência que vem do alto é diferente porque é humilde”, a humildade é considerar como igual aos outros é ter consciência das próprias limitações; ser modesto, ter simplicidade, não se autoafirmar melhor que os demais.
- “em nome da excelência, destrói relacionamentos”, ninguém se agrada de estar próximo ao arrogante, o que se acha melhor que os outros, muitos se acham tão excelentes que afastam as pessoas.
- “o pecado já nasceu no coração”, semeado por Satanás, o maior arrogante que existe.
- “fazem uma coreografia evangélica perfeita, mas...”, aqui pode ser acrescentado que alguns cantam bem, ou ministram bem, dão uma excelente aula, etc, porém não são humildes.
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3. A marca da paz

3.1. A paz é uma dádiva de Cristo.
- “não tinha bens nem posses para deixar”, alguns tendenciosos afirmam abertamente que Jesus possuía bens e era muito rico.
- “a minha paz vos dou.”, a paz como a conhecemos é “ausência de guerra.”, mas a paz que Jesus deixou é Dele, por isso não é a mesma do mundo, é a paz com Deus, ou seja, o fim da guerra do homem contra Deus.
- “através de exercícios de controle emocional”, para evitar fazer guerra com as pessoas.
- “não como uma senha eclesiástica de reconhecimento”, quer dizer que o verdadeiro adorador não a transmite para que os outros vejam que ele e servo de Deus por sua calma e tranquilidade.

3.2. A paz na comunidade dos santos.
- “porque estão fazendo o que o Pai faz!”, talvez essa não seja a melhor explicação, pois existem muitas outras coisas que fazemos e que Jesus fez e não somos aclamados como filhos de Deus por isso. O pacificador na verdade faz uma obra que une o povo de Deus, exatamente o que Jesus declarou com lágrimas que tentou fazer em Jerusalém.
“Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que te são enviados! quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintos debaixo das asas, e tu não quiseste!”, Mt 23.37
- “A cruz e a prova cabal disso”, prova cabal é a prova que dispensa todas as outras. Aqui o comentarista afirma que a cruz mostra que tentar fazer a paz pode gerar uma morte como essa.
- “A paz na Igreja deve ser a juíza de todas as decisões”, significa que as pessoas devem pensar em ter paz na igreja quando for tomar satisfação com um irmão, quando for responder a altura, quando for se vingar ou revidar a afronta, etc.

3.3. A paz na guerra das ideologias.
- “escravidão dos pensamentos à obediência de Cristo”, tornar os pensamentos escravos da obediência de Cristo significa não pensar em nada que contradize aos mandamentos do Senhor Jesus.
- “arena pós-moderna das ideologias”, se refere às diferençar ideológicas que entram em conflito em longos e acalorados debates. São nossas ideias contra as ideias seculares e nossas ideias contra de ideia de outros irmãos.
- “uma “nova ideia”, ou mesmo uma nova teologia”, por causa de uma nova interpretação, nova visão espiritual ou uma nova profecia.

CONCLUSÃO
- “homens e mulheres que tenham o desejo...de serem marcados”, uma marca para serem reconhecidos como adoradores e não para ganhar multidões para si, a fim de ser admirado.
- “caminho bendito da adoração que Deus aceita”, é a adoração de um verdadeiro adorador, somente essa Deus aceita. Jesus disse para que chegaria o tempo em que esses adoradores adorariam o Pai dessa forma, em espírito e em verdade.
- Faça o resumo para a revisão e corrija o questionário.

QUESTIONÁRIO

1. Em que devemos firmar nossas esperanças?
R: No projeto de Deus para termos uma vida frutífera (Jo 15).

2. De onde vem a excelência?
R: Do alto (Is 40.31).

3. O que é paz?
R: É a serenidade que desafia o caos. É um dos conceitos mais profundos da Bíblia e também um dos aspectos do fruto do Espírito Santo (Gl 5.22).

4. O que é proclamar “paz, paz” onde não há paz?
R: É obra dos falsos profetas (Jr 6.14).

5. O que a obediência a Deus através da meditação séria em sua Palavra nos garante?
R: A paz na arena pós-moderna das ideologias (1Co 2.16)

Marcos André – professor

Boa Aula!


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terça-feira, 6 de dezembro de 2016

ATUALIDADE GOSPEL - Fantástico faz campanha pró-aborto em meio a debate no STF

Fantástico faz campanha pró-aborto em meio a debate no STF

Em meio a um grande debate nacional sobre o tema do aborto, o programa Fantástico, exibido pela Rede Globo, fez uma campanha aberta pela legalização da interrupção da gravidez. Dando destaque a uma pesquisa recente, ouviu especialistas e o ministro da saúde. Mas, o que realmente chamou a atenção foram os relatos de uma mulher que realizou o procedimento.

Para o telespectador comum, seria apenas mais uma matéria mostrando a necessidade de se regulamentar o aborto no país. Afinal, somente em 2015, meio milhão de brasileiras teriam feito um aborto ilegal. Ouvido, o Ministro da Saúde, Ricardo Barros, referiu-se à situação como “caso de saúde pública”. Já o criminalista Paulo Freitas diz que “a decisão do Supremo deve influenciar outros juízes na hora de julgar casos de aborto”.

Na próxima quarta-feira (7) o Supremo Tribunal Federal voltará a debater a questão do aborto. Julgará uma Ação Direta de Inconstitucionalidade que descriminaliza o aborto para mulheres infectadas pelo vírus da zika, o que pode causar a microcefalia dos bebês. A tendência é que votam a favor, pois em setembro o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ao STF parecer favorável. Em 2012, o STF havia legislado a favor do aborto nos casos de anencefalia do feto.

O Fantástico dedicou a maior parte do tempo da matéria ouvindo Debora Diniz, do instituto de bioética Anis e da UNB, que são os responsáveis pela pesquisa. Como ainda não foi publicada, nem está disponível no site oficial do Instituto, torna-se impossível uma análise mais detalhada.

Segundo o que foi mostrado na TV:
20% das mulheres brasileiras (entre 19 e 38 anos) teriam feito aborto
67% dessas mulheres já tinham filhos
88% tem religião

Não por acaso, a questão religiosa recebeu grande ênfase. Os apresentadores do programa dominical começaram a reportagem lembrando que o papa Francisco autorizou recentemente os padres a perdoarem as mulheres que praticaram aborto.

Ao dizer que as mulheres entrevistadas eram “cidadãs comuns”, Débora Diniz enfatizou que elas seriam “católicas e evangélicas”. Essa ênfase é relevante uma vez que são os parlamentares da Bancada Evangélica e Católica quem tentam barrar a legalização do aborto e até reverteram a decisão do STF.

Não por acaso, o Fantástico convenientemente ignorou o fato que a antropóloga é uma conhecida ativista pelo aborto, ou como ela prefere dizer, interrupção da gestação. Para ela e seus pares, um feto de até 3 meses não é um ser humano. Defensora da causa, ela escreve sobre o assunto em diversos jornais e liderou o grupo que entrou no Supremo para a descriminalização do aborto de anencéfalos e faz o mesmo para os casos de mães com zika. Dentro da abordagem do programa, não foi apresentado o contraponto, ou seja, alguém que se manifestasse contra.

Hoje, a estátua que representa a justiça e fica em frente ao Supremo Tribunal Federal amanheceu diferente. Ativistas insatisfeitos com a postura da Suprema Corte derramaram tinta vermelha em se colo e colocaram um bebê junto a ela, para simbolizar a decisão.

Segundo uma pesquisa do Datafolha divulgada no ano passado, 67% dos brasileiros são favoráveis à manutenção da lei atual sobre o aborto. Dezesseis por cento acreditam que o aborto deve ser permitido em outros casos e apenas 11% defendem que a prática deve deixar de ser crime em qualquer situação. Ao que parece, a Rede Globo continua empenhada em aumentar os índices de aceitação.

Fonte: Gospel Prime

ESCOLA DOMINICAL CPAD - Conteúdo da Lição 11 - Revista da CPAD - JOVENS


A forma do culto
11 de dezembro de 2016


Texto do dia.
"Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis o vosso corpo em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional." Rm 12.1

Síntese.
Deus criou todas as coisas ordenadamente. Nada veio do caos, tudo que existe tem uma razão de ser; assim também no culto ao Senhor necessitamos de princípios básicos de organização.

Interação.
Caro(a) educador(a), o tema da lição de hoje requer muita atenção devido algumas características específicas: 1) Cuidado para não transformar sua aula numa discussão muito técnica, desinteressante e longe da realidade de seus alunos; 2) Evite expor publicamente qualquer liderança de sua igreja local, ressalte sempre aos educandos que os fundamentos de nossa discussão são gerais e impessoais; 3) Incentive a participação de seus alunos de modo positivo, solicitando-os a sugestão de ações que podem tornar a liturgia de sua igreja algo mais dinâmico e próximo à realidade da comunidade. As sugestões organizadas podem, por exemplo, ser implementadas inicialmente nos cultos ou atividades realizadas sobre a liderança dos jovens. Que ao final de sua aula, os corações de seus educandos estejam voltados a desenvolver estratégias para abençoar efetivamente a igreja local, superando todo tipo de exageros ou desregramentos.

Texto bíblico.

1 Coríntios 14.26-33
26 . Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação.
27. E, se alguém falar língua estranha, faça-se isso por dois ou, quando muito, três, e por sua vez, e haja intérprete.
28. Mas, se não houver intérprete, esteja calado na igreja e fale consigo mesmo e com Deus.
29. E falem dois ou três profetas, e os outros julguem.
30. Mas, se a outro, que estiver assentado, for revelada alguma coisa, cale-se o primeiro.
31. Porque todos podereis profetizar, uns depois dos outros, para que todos aprendam e todos sejam consolados.
32. E os espíritos dos profetas estão sujeitos aos profetas.
33. Porque Deus não é Deus de confusão, senão de paz, como em todas as igrejas dos santos.

INTRODUÇÃO
Nesta lição, estudaremos questões como: existe uma liturgia ideal? Liturgia, formalismo e fanatismo; culto à forma X culto a Deus. Estudaremos a respeito da natureza, necessidade e lógica da liturgia, compreendida como conjunto de procedimentos públicos que orientam o culto a Deus.

I - LITURGIA

1. O que é liturgia?
O termo "liturgia" é derivado de um vocábulo do mundo político da Grécia Antiga, que foi incorporado ao contexto religioso. Definia-se como leiturgía o trabalho que um cidadão exercia em benefício da coletividade. Tal atribuição não era percebida como um encargo, mas com uma honra. Ações como serviço militar, responsabilidade em cargos políticos, construção de bens públicos, todos eram concebidos como leiturgía. Quando introduzida no campo religioso a palavra passou a designar a organização dos elementos cúlticos com a finalidade de prestar adoração e louvor a Deus de forma coletiva e saudável. Em o Novo Testamento textos como 2 Coríntios 9.12; Filipenses 2.17 e Hebreus 8.6, utilizam o termo que é traduzido, respectivamente, como administração, serviço, ministério. Pode-se assim notar que a liturgia não tem um fim em si mesma, mas tem como objetivo contribuir para que cada elemento do culto cumpra seu papel principal, que é colaborar na adoração.

2. Quem precisa de liturgia?
Se vivemos em comunidade é natural que em determinado momento surjam as divergências. Elas não são necessariamente fruto do pecado ou da influência de Satanás, mas produto de nossas singularidades. Essa natureza multifacetada da humanidade repercute no corpo de Cristo, assim como nos ministérios que exercemos nele (Ef 4.11; Rm 12.6-8). Diante dessa condição própria da humanidade, o desenvolvimento de um conjunto de princípios para a organização do culto é absolutamente necessário. Sem um ordenamento mínimo qualquer organização humana torna-se caótica, até mesmo a adoração a Deus. Deste modo, por melhores que sejamos ou mais espirituais que nos achemos, todos necessitamos de limites e sinais que nos apontem até onde podemos ir.

3. Quais os fundamentos de uma liturgia.
O primeiro fundamento da liturgia é o louvor a Deus. Tudo o que acontece no culto deve exaltar e bendizer ao Pai, logo, se algo é realizado sem tal finalidade deve ser suprimido da devoção coletiva. A segunda razão de ser da liturgia é a coletividade, isto é, tudo que envolve o processo de organização do culto deve visar o bem comum, jamais o interesse individual. Por isso, gostos e preferências particulares precisam ser deixados de lado. O culto é organizado para glória de Deus e alegria de todos os adoradores (Sl 32.11; 68.3). O terceiro elemento da liturgia é a organização; a aplicação da liturgia deve permitir que participação no culto seja inteligível a todos. Não há nada indiscernível ou misterioso no culto; tudo o que acontece deve promover uma adoração racional.

II - O PROBLEMA DO CULTO EM CORINTO

1. Corinto, uma igreja de excessos.
A igreja em Corinto espelhava a comunidade na qual estava inserida: cheia de exageros e imoderação (1 Co 4.8; 5.6). Não que aquela comunidade fosse apenas um reduto de pecados - apesar deles existirem (1 Co 5.1,2; 8.12) -, mas, ao contrário, a graça de Deus fora derramada ali de modo especial (2 Co 7.4; 8.7; 9.8,14). Aquela igreja transbordava em bênçãos de Deus (1 Co 1.7), esse talvez fosse o "bom problema" em Corinto: havia tantos dons, bênçãos, milagres e ministérios, que se iniciou ali um choque de atuações e serviços; enquanto alguns eram abençoados, outros eram atribulados (1 Co 14.17). Foi algo tão sério que a comunidade chegou a partidarizar-se em torno de algumas lideranças - as quais por sua vez possuíam características ministeriais e carismáticas diferentes (1 Co 3.1-6). Diante desse abençoado, mas problemático, excesso de dádivas, o que fazer?

2. A adoção de uma liturgia para edificação coletiva.
Havia muitos talentos entre os coríntios (1 Co 14.26). Por isso, para o desenvolvimento espiritual de todos, era necessário a adoção de um plano litúrgico para que as celebrações em Corinto fossem edificantes para todos. Logo, deveria haver espaço para tudo, do louvor ao falar em línguas, passando pela profecia e pelo discernimento de espírito. Um conceito chave, entretanto, era a ordem, de modo que cada um, a partir de seu próprio relacionamento com Deus e no desenvolvimento de sua adoração, deviam colaborar, individualmente, para o estabelecimento de um bom ambiente de louvor a Deus. A desculpa de que o momento da adoração nos conduz ao descontrole é inválida.

3. O princípio do amor na estruturação da liturgia.
Paulo deixa bastante claro que todas as regras comunitárias, operações sobrenaturais, normas coletivas e manifestações espirituais precisam ser mediadas pelo amor (1 Co 12.31). Nada deve ser feito por revanchismo, sentimento de humilhação do próximo, ou narcisismo (1 Co 14.36). Cada cristão daquela comunidade tinha o privilégio de exercer seus dons e ministérios, desde que levasse em conta que a existência desses era para a glória de Deus e serviço à comunidade. Sem a devida conciliação entre dons/ministérios e amor, a bênção de Deus pode tornar-se inválida (1 Co 14.19,23). Não existe culto sem a manifestação de Deus, as operações espirituais sem a mediação do amor tornam-se puro exibicionismo e espetáculo que somente atrapalham o culto e afastam a glória de Deus.

III - LITURGIA, FORMALISMO E EXIBICIONISMO

1. O culto a Deus X o culto ao culto.
A história é dinâmica, assim como o desenvolvimento do povo de Deus. Durante o curso do desenvolvimento do plano divino sobre a terra, o Senhor vem se utilizando de diversas estratégias para auxiliar o seu povo no louvor: orientou a construção do Tabernáculo e do Templo. Exigiu sacrifícios de animais e agora pede sacrifícios de louvor (Hb 13.15). Se com Israel e a Igreja Primitiva as formas de cultuar a Deus mudaram é natural que em nossas comunidades algo também se altere, sem contudo, a essência ser perdida.

2. Formalismo.
Formalismo é uma observância estrita a regras e formas, e isso em algumas igrejas vem se tornando um problema no momento do culto. Em alguns lugares, o culto é tão mecânico que sua previsibilidade engessa a adoração. Em outros casos, uma pessoa pode até não andar realmente de acordo com os padrões de Deus, mas se ela seguir o formalismo do culto, pode até ministrar a adoração. Isso é errado! Pois, os adoradores verdadeiros, mais do que seguir regras, seguem uma vida de obediência a Deus. Não existe fervor nas orações, que já se tornaram vãs repetições. A forma como o culto é apresentado é muito mais importante que o Deus que se pretende adorar. Ir à igreja tornou-se uma tradição.

3. O perigo da falta de ordem.
Semelhante a comunidade em Corinto, em várias igrejas a abundância de dons, que deveria ser um sinal de bênção, tem se tornado motivo de tribulação. Em alguns lugares há tanto louvor que não é possível ter pregação da Palavra; já em algumas comunidades o momento da oferta tornou-se o centro do culto, ocupando a maior parte do tempo. Como faz falta uma boa e genuína liturgia nestes lugares.
Não existe culto sem a manifestação de Deus, as operações espirituais sem a mediação do amor tornam-se puro exibicionismo e espetáculo que somente atrapalham o culto e afastam a glória de Deus.

CONCLUSÃO
A importância da liturgia para o desenvolvimento da adoração a Deus é algo que devemos continuamente reconhecer. Todos somos capazes de perceber quando a programação de um culto está mal elaborada ou simplesmente não existe; isto porque essa irresponsabilidade afeta coletivamente o louvor que se pretende apresentar ao Senhor. Busquemos a Deus com fervor, mas sempre numa perfeita organização.

Hora da revisão.

Explique com suas palavras o que é liturgia.
Resposta pessoal. (Sugestão: O conjunto de procedimentos públicos que orientam o culto a Deus).

Por que a organização do culto por meio de uma liturgia se faz tão necessária?
Para que se evite discórdia no momento do culto a Deus, pois somos todos seres únicos e por isso diferentes uns dos outros.

Quais os três fundamentos que justificam a natureza da liturgia?
Adoração, coletividade e organização.

Por que a igreja em Corinto enfrentava problemas se ela era abundante em dons e ministérios?
Porque lhe faltava organização na administração dos dons, isto é, na liturgia.

Que perigos corremos quando não se adota uma liturgia básica para cultuar a Deus?
Exageros e excessos de um lado; manipulação, controle personalista e formalismo do outro.

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segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

ESCOLA DOMINICAL CPAD - Conteúdo da Lição 11 - Revista da CPAD - ADULTOS


O Socorro de Deus para Livrar o seu Povo
11 de Dezembro de 2016



TEXTO ÁUREO

"Os justos clamam, e o SENHOR os ouve e os livra de todas as suas angústias." Sl 34.17

VERDADE PRÁTICA

Deus é fiel no cumprimento de todas as suas alianças e promessas

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE


Ester 5.1-6
1 - Sucedeu, pois, que, ao terceiro dia, Ester se vestiu de suas vestes reais e se pôs no pátio interior da casa do rei, defronte do aposento do rei; e o rei estava assentado sobre o seu trono real, na casa real, defronte da porta do aposento.
2 - E sucedeu que, vendo o rei a rainha Ester, que estava no pátio, ela alcançou graça aos seus olhos; e o rei apontou para Ester com o cetro de ouro, que tinha na sua mão, e Ester chegou e tocou a ponta do cetro.
3 - Então, o rei lhe disse: Que é o que tens, rainha Ester, ou qual é a tua petição? Até metade do reino se te dará.
4 - E disse Ester: Se bem parecer ao rei, venha o rei e Hamã hoje ao banquete que tenho preparado para o rei.
5 - Então, disse o rei: Fazei apressar a Hamã, que cumpra o mandado de Ester. Vindo, pois, o rei e Hamã ao banquete, que Ester tinha preparado,
6 - disse o rei a Ester, no banquete do vinho: Qual é a tua petição? E se te dará. E qual é o teu requerimento? E se fará, ainda até metade do reino.

INTRODUÇÃO

O nome de Deus não aparece no livro de Ester, porém o Senhor está presente em todas as circunstâncias, intervindo em favor do seu povo. Veremos que a história de Ester, Mardoqueu e dos judeus foi delineada pela providência divina. Na lição de hoje, veremos que Deus age em prol dos que o servem.

I - A PROVIDÊNCIA DE DEUS


1. A providência divina na história de Ester.
A palavra providência vem do latim providentia e o prefixo "pro" significa "antes" ou "antecipadamente". O sufixo videntia deriva de videre que significa "ver". Logo, ao tratarmos a respeito da providência divina, dizemos que Ele faz e vê tudo antecipadamente. Deus estava ciente de todos os incidentes ocorridos no Império Persa. O Senhor estaria colocando uma jovem judia no palácio de Assuero para que mais tarde seu povo fosse salvo da destruição. Tal verdade nos mostra que os pensamentos de Deus são mais altos do que os nossos (Is 55.9). Deus está no controle de todas as coisas. Nada em nossa vida acontece por acaso.

2. A festa do rei.
Assuero era vaidoso, e, querendo ostentar sua glória, poder e riqueza a todos os súditos do império, decidiu fazer um grande banquete, que durou muitos dias, onde os convidados podiam comer e beber à vontade. Cento e vinte e sete províncias estavam representadas nesta festa. Assuero bebeu muito e, já dominado pela embriaguez, decidiu exibir a beleza da rainha Vasti para os convidados. 

3. A destituição da rainha.
Vasti recusou ser exibida como objeto naquela festa profana. Não podemos nos esquecer que todos, ali, estavam bêbados. Aquele não era o ambiente para uma rainha. Então, ela contrariou a ordem do rei; defendeu a sua posição, mas pagou caro por isso.

II - ESTER NO PALÁCIO DE ASSUERO


1. A busca de uma jovem para o lugar de Vasti.
Passado algum tempo da destituição de Vasti, alguns servos de Assuero sugeriram que ele buscasse moças virgens e formosas para que uma delas substituísse Vasti. Comissários de todas as províncias trouxeram candidatas ao palácio de Susã. As jovens ficaram aos cuidados do eunuco Hegai, que era guarda das mulheres. Entre todas as moças levadas ao palácio estava uma judia de nome Ester. Essa jovem logo ganhou a simpatia do eunuco do rei (Et 2.9). Ester não estava somente participando de um concurso. O Senhor estava direcionando seus passos, ali no palácio, para algo grande. Ela fazia parte do desígnio de Deus para ajudar o seu povo. Mas talvez não imaginasse isso. Deus tem um plano em sua vida. Ainda que você não consiga compreendê-lo inteiramente, confie no Senhor!

2. Mardoqueu e Ester.
Ester não chegaria ao palácio sem a ajuda de Mardoqueu, seu primo. Mardoqueu era um homem temente a Deus e estava entre os cativos judeus que serviam aos interesses do rei em Susã. Mardoqueu era um homem de fé e de profunda piedade espiritual; ele não havia perdido o sonho de libertação do seu povo e sabia que isto não aconteceria sem uma interferência de Deus. Era um homem que não recuava em seus propósitos ainda que isso lhe custasse a vida (Et 4.1,2). Mardoqueu deu uma excelente educação à Ester, cujos valores morais e espirituais serviram para torná-la um instrumento de Deus na salvação dos judeus.

3. Ester é escolhida para o lugar de Vasti.
Chegou a vez de Ester apresentar-se diante do rei. Ela superou todas as moças que até então haviam sido apresentadas, pois achou graça diante do rei. Com certeza era bela, mas foi o Senhor que fez o coração do rei se inclinar para ela. Mardoqueu orientou Ester para que ela não contasse a ninguém que era judia.

III - A CRISE CHEGA PARA O POVO DE DEUS


1. A trama de Hamã.
Hamã era uma espécie de primeiro-ministro de Assuero. Ele era o segundo homem mais importante do reino. Hamã era mau e enchia-se de ódio quando Mardoqueu não se inclinava perante ele. Por isso, traçou um plano para destruir todos os judeu. Ele persuadiu Assuero a fazer um decreto, ordenando a morte dos judeus. O rei aderiu ao plano de Hamã. Então foi feito um decreto para que todos os judeus fossem mortos e seus despojos saqueados (Et 3.13-15). A crise havia chegado para os judeus, trazendo tristeza e lamento. Mardoqueu vestiu-se de saco e foi para a porta do palácio de Assuero (Et 4.1-6). 

2. Ester toma conhecimento da trama contra seu povo.
Mardoqueu informou Ester acerca do decreto de morte do povo judeu. Ester disse que não poderia fazer nada, pois só lhe era permitido entrar na presença do rei caso fosse convidada. Então, Mardoqueu lembra-lhe de que ela foi colocada, pelo Senhor junto ao rei para aquele momento. Ele deixou claro que se ela não quisesse ajudar, Deus levantaria outra pessoa. A rainha não recusou ajudar seu povo. Ela pediu a Mardoqueu que reunisse todos os judeus a fim de jejuar por ela. Nos momentos de crise, não adianta lamentar e chorar. É preciso orar, jejuar e buscar a face do Pai até que Ele envie o seu socorro. 

3. A estratégia sábia de Ester.
Depois de orar, jejuar e buscar estratégias em Deus, Ester colocou suas vestes reais e foi para o pátio interior da casa do rei. Ao vê-la, o monarca apontou seu cetro e Ester tocou-o na ponta. O rei, deslumbrado pela beleza da rainha, perguntou-lhe: "Que é o que tens, rainha Ester, ou qual é a tua petição? Até a metade do reino se te dará" (Et 5.3). Ester convida o rei e Hamã para um banquete. Ester, então, informou ao rei que havia um plano para matá-la, bem como ao povo judeu e este plano havia sido tramado por Hamã. Isso enfureceu o rei. Ester desmascarou Hamã diante de Assuero. Hamã foi morto na forca que tinha preparado para Mardoqueu. O povo judeu foi salvo graças ao livramento divino e à disposição de Ester. Você está disposto a ajudar o país a sair da crise política e econômica em que se encontra? Então, ore e jejue em favor do Brasil. Peça a ajuda de Deus em favor dos milhares de desempregados e carentes que estão também em perigo, como o povo judeu.

CONCLUSÃO

Aprendemos, por intermédio da história da rainha Ester, que Deus salva o seu povo quando nos dispomos a orar, jejuar e agir. O Senhor colocou Ester no palácio com um propósito definido. Ele também tem abençoado a sua vida com um objetivo: abençoar os que sofrem e correm risco de morrer. Ester cumpriu a sua missão. Então, deixe que os propósitos divinos cumpram-se em sua vida.

QUESTIONÁRIO

Segundo a lição, qual o significado da palavra providência?

Por que Vasti se recusou comparecer ao banquete do rei?
Quem havia criado Ester e a levado até a fortaleza de Susã?

Qual a posição que Hamã possuía no reino de Assuero?

Qual a atitude de Ester ao saber da sentença de morte contra o seu povo?


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