segunda-feira, 23 de outubro de 2017

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sábado, 21 de outubro de 2017

ESCOLA DOMINICAL CENTRAL GOSPEL ESBOÇO - Subsídio da Lição 4

Resultado de imagem para revista central gospel nº 52

AULA EM___DE______DE 2017 – LIÇÃO 4
(Revista: Central Gospel - nº 52)

Tema: A Singularidade das Escrituras (Sola Scriptura)

Texto Bíblico Básico:

2 Tm 3.14-17
14 - Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido.
15 - E que, desde a tua meninice, sabes as sagradas letras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus.
16 - Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça,
17 - para que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente instruído para toda boa obra.

Rm 15.1-4
1 - Mas nós que somos fortes devemos suportar as fraquezas dos fracos e não agradar a nós mesmos.
2 - Portanto, cada um de nós agrade ao seu próximo no que é bom para edificação.
3 - Porque também Cristo não agradou a si mesmo, mas, como está escrito: Sobre mim caíram as injúrias dos que te injuriavam.
4 - Porque tudo que dantes foi escrito para nosso ensino foi escrito, para que, pela paciência e consolação das Escrituras, tenhamos esperança.

Texto Áureo: Jo 5.39
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 PALAVRA INTRODUTÓRIA
- Professor(a), nesta lição c
- "centralidade das Escrituras na Reforma", quer dizer, como ela foi o centro da crítica e reformulação da doutrina, tudo foi baseada na Bíblia.
- "os desvios teológicos atuais, que poderiam ser evitados", são desvios patrocinados por novas visões teológicas e modas que vão surgindo. Atualmente há um clamor em alguns setores cristãos evangélicos para uma reforma no nosso cristianismo.  
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1. A TRADIÇÃO CRISTÃ
- "entregar; passar adiante", ou seja, aquilo que nos foi entregue, que foi passado adiante até nós, a isso chamamos de tradição.
- "sempre foi uma autoridade espiritual", quer dizer que as tradições sempre tiveram peso de autoridade, todas as religiões eguem suas tradições, inclusive o cristianismo.
- "corretamente qualificada de oral", ela sempre foi passada de forma falada como Jesus fez com Seus discípulos e eles fizeram aos demais cristãos.

1.1. A tradição oral
“e que a eles foi confiado pelo próprio Cristo", a tradição foi passada de forma oral e depois foi escrito o Novo Testamento. Diferente da Lei que os judeus receberam, primeiramente receberam o texto escrito para cumprirem.
- "testemunho daqueles a quem Jesus deixou a missão", se refere ao testemunho de crescimento e consolidação onde alcançou muitos povos. Esse é um testemunho de que a tradição oral foi eficaz.

1.2. A tradição escrita
- "texto bíblico — produto da tradição oral", isso porque a tradição foi passada primeiro e em cima dela os autores escreveram a tradição escrita, por exemplo, os evangelhos sinóticos foram escritos baseados nas histórias que eram contadas acerca dos feitos e das palavra que Jesus falou.
- "pelos quatro evangelistas e por outros autores", pergunte se os alunos sabem quem foram os quatro evangelistas, ouça e depois confirme: Mateus, Marcos, Lucas e João. Depois pergunte quem foram os outros autores do Novo Testamento, ouça e depois informe: Paulo, Pedro, Judas, Tiago, João e Lucas.

1.3. A posição ocupada pelas Escrituras na Igreja Medieval
- "Isso explica a razão de, nos dias de Lutero, os fiéis terem-se desviado", o motivo é simples, quando a tradição é escrita, ela sofre pouquíssimas variações nos passar do tempo, mas se for oral ela pode mudar muito.
- "instrumentos de manipulação do Clero", isso era feito para que se mantivesse a participação popular e aceitação das doutrinas cristãs, com criou-se muitos dogmas que perduram até hoje.
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2. SOLA SCRIPTURA
- "o que a Igreja de Cristo precisa rejeitar, então?", passe essa pergunta para a classe, e peça para eles citarem exemplos de coisas que prejudicam o Evangelho, como doutrinas novas, unção nova, etc.

2.1. O marco histórico do conceito de sola Scriptura
bulas, declarações, concílios, dentre outros documentos pontifícios", apesar de serem documentos escritos, não foram escritos pelos primeiros escritores da Bíblia e não tem a inspiração divina. O ultimo livro inspirado foi o Apocalipse.
- "marco histórico para o conceito de sola Scriptura", a partir desse evento o grito de revolução passou a ser esse, somente a Escritura.

2.2. Em que consiste o conceito de sola Scriptura
- "mitida oralmente aos homens", quer dizer que não estar idolatrando as Escrituras ao ponto de achar que ela veio plenamente do céu e não tenha nada de humano nela.
- "não está minimizando a atuação do Espírito Santo", ou seja, não quer dizer que a pessoa deva somente ler e conhecer a Bíblia, deve se ter a consciência que precisará do Espírito Santo para transformar a sua velha natureza em uma nova.
- "nenhum concílio que contradiga as Escrituras", quer dizer que tudo que for produzido em termo de teologia deve estar de acordo com a Bíblia Sagrada, ninguém pode aparecer com uma visão nova sobre algo que fala contra as Escrituras, por exemplo, alguém afirmar que há uma nova unção para se quebrar maldições, que não basta mais somente o sangue de Cristo sobre a vida da pessoa.

2.3. A base bíblica da doutrina reformada
- "ao menos não como frase declarativa.", quer dizer que não há na Bíblia uma declaração de que ela é Palavra única que deve ser seguida, porém devemos entender que algumas verdades não são expressas na Bíblia por não haver necessidade, pois se parte do pressuposto de que o servo de Deus já saiba, como por exemplo a afirmação de que Deus existe ou que o inferno é real, etc.

2.4. O texto canônico
- "diferença existente entre a Bíblia Romana e a Bíblia Protestante", essa diferença está nos livros apócrifos que existem na Bíblia católica e não há na protestante. São os livros de Tobias, Judite, I e II Macabeus, Sabedoria de Salomão, Eclesiástico, Baruc e algumas porções.
- "ou canônicos de segunda chamada", para os católicos esses livros foram inspirados por Deus em um período posterior ao último profeta do Antigo Testamento, Malaquias, porém os judeus e os protestantes não consideram dessa forma.
- "no Concílio de Trento (1546).", somente nesse concílio foram aceitos os livros apócrifos como inspirados, por que será que eles não são mencionados por Jesus ou por Paulo e os apóstolos? Obviamente não eram considerados.

3. ADVERTÊNCIA À IGREJA REFORMADA: QUEM TEM A RESPOSTA DEFINITIVA?

3.1. O Papa não tem a resposta definitiva
- "a partir do trono de Pedro, fala nas condições ex cathedra", quer dizer que a partir do momento em que o papa está investido da autoridade de Pedro como líder da Igreja ele fala de forma infalível, com a autoridade final para determinar sobre qualquer assunto.

3.2. As denominações protestantes não têm a resposta definitiva
- "a denominação cristã da qual fazemos parte está sempre certa", essas ideias surgiram a partir do momento em que as denominações começaram a questionar a santidade das demais. Já ouvimos em programas de rádio alguns apresentadores e pastores afirmando que determinada denominação havia se desviado da fé e até mesmo com demônios.

CONCLUSÃO
- "qual é a autoridade normativa, segundo a qual a Igreja deve moldar a sua fé?", essa pergunta pode ser formulada assim: qual é a autoridade que tem poder de normatizar, que tem as regras para a Igreja moldar a fé?
- "mas sim o Espírito Santo, que fala na Escritura.", aqui está a resposta, é o Espírito Santo falando por meio da Bíblia, ainda que ouçamos alguém falar como se fosse Deus ou entregar uma revelação, devemos analisar de acordo com a Bíblia. 


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sexta-feira, 20 de outubro de 2017

ESCOLA DOMINICAL CPAD ESBOÇO - Subsídio da Lição 4


AULA EM 22 DE OUTUBRO DE 2017 - LIÇÃO 4
(Revista CPAD)

Tema: Salvação - O Amor e a Misericórdia de Deus

Texto Áureo: 1 Pe 2.10


INTRODUÇÃO
- Professor(a), nesta lição apresente os parâmetros do amor de Deus, expresso na sua obra e no seu favor para com os homens, demonstre para os alunos durante a lição como esse amor é praticado na vida de cada um.
- "amou tanto a humanidade a ponto de dar o seu próprio Filho", essa realidade é melhor entendida por aqueles que amam a família que cultivam algum amor pelos seus, por isso encontramos pessoas que não se importam com essa verdade do Evangelho, pois não entendem o peso dessa atitude de entregar o próprio filho.
- "fazendo deste seu filho por adoção", como alguém que adota um filho assim o Senhor fez para conosco nos adotando, dificilmente alguém adota um filho já grande cheio de vícios e problemas, mas o Senhor nos adotou mesmo assim, com todos os nossos problemas.

I – O MARAVILHOSO AMOR DE DEUS

1. Deus é amor.
- "o amor da mãe pelos filhos, imagine o amor de Deus", note que o texto mencionado em Isaías é uma comparação entre o amor de Deus e o amor terreno que mais se aproxima dele que é o amor de mãe, uma mãe jamais desiste de seu filho, por mais que este seja rebelde ou mau, peça um aluno para ler:
"Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse dele, contudo eu não me esquecerei de ti. Is 49.15 na comparação o Senhor conclui que ainda que essa mãe se esqueça de seu filho o Senhor não se esquece de nós, ou seja,  amor Dele é maior.
- "ainda que os israelitas se apresentassem indiferentes", no livro de Oseias a nação de Israel é comparada a uma esposa infiel, por isso Deus mandou que Oseias se casasse com uma adultera, veja a ordem do Senhor:
"O princípio da palavra do Senhor por meio de Oséias. Disse, pois, o Senhor a Oséias: Vai, toma uma mulher de prostituições, e filhos de prostituição; porque a terra certamente se prostitui, desviando-se do Senhor." Os 1.2

2. Um amor que não se pode conter.
- "por si mesma, é a prova desse amor divino", isso se refere à forma diferente que o ser humano foi criado em relação ao restante das coisas, por isso ele é chamado de coroa da criação.
- "o amor de Deus pela humanidade é incondicional", ou seja não há condição da parte de Deus para que Ele ame a humanidade, Deus impõe condição para a salvação, mas não para o Seu amor.
"tensão entre o amor de Deus e a sua justiça", a tensão mencionada é a seguinte: o amor de Deus leva a misericórdia beneficiando o ser humano, enquanto que Sua justiça requer uma punição ao homem pecador, isso é difícil de conciliar, mas o Senhor tem a solução para agir com amor e justiça ao mesmo tempo: a entrega de Seu Filho.
- "Assim, o amor e a justiça de Deus se conciliam.", ou seja, para os que escolhem a cruz há misericórdia e justiça, mas para os que escolhem deixar de lado a cruz há somente a justiça.  

3. A certeza do amor de Deus.

- "As relações humanas, infelizmente, implicam trocas", ou seja, para as pessoas no mundo o relacionamento só é interessante quando há a possibilidade de algum ganho. Quando uma pessoa não tem nada para oferecer os amigos somem, ficando somente os verdadeiros, caso haja algum.
- "Pensamos que quando...Ele vira as costas para nós", isso é o que pensamos, mas na verdade o Senhor está sempre atento a nós Ele vira as costas às nossas ações, mas seus ouvidos estão atentos ao clamor de um coração contrito.

II - UM DEUS MISERICORDIOSO

1. O que é misericórdia?
- "aliança de amor estabelecida com a humanidade", essa aliança é a expressada no sangue de Cristo, a mair demonstração de amor que se pode fazer, foi a da cruz de Cristo.
- "torna-se favor imerecido para com o pecador", uma definição para misericórdia é apresentada por alguns ministros como sendo "cordialidade para com o miserável", de onde viria a origem da palavra, porém está errado a etimologia da palavra é de origem latina, sendo formada pela junção de miserere (ter compaixão), e cordis (coração). significando "Ter compaixão do coração"

2. O Pai da misericórdia.
- "demorando a irar-se e não nos tratando segundo as nossas iniquidades", nós constantemente aborrecemos a Deus, se Deus fizesse justiça ao ser humano não sobraria ninguém, felizmente Jesus satisfez a justiça de Deus morrendo em nosso lugar.
- "descansar no perdão e na reconciliação de Deus", significa ter a certeza de que Deus nos reconciliou em Cristo, não quer dizer, porém, que podemos relaxar e cometer pecados.

3. Misericórdia com o pecador.
- "seu impacto sobre a vida cotidiana do pecador", esse impacto começa na mente e dá resultados em todas as áreas, a pessoa passa a viver uma nova vida mudando seu comportamento e atitudes. Esse impacto transmite uma mensagem ao mundo.
- "cercados e coroados cuidadosamente pelo Todo-Poderoso", nada disso recebemos por sermos bons, mas sim por Deus ser bom e por ser paciente para conosco. Muitos gostam de apregoar que o Senhor está pronto a castigar o pecador, mas a Bíblia mostra que o Senhor está pronto a perdoar o arrependido.

III - AMOR, BONDADE E COMPAIXÃO NA VIDA DO SALVO

1. Amor como adoração a Deus.
- "chegando até mesmo a odiá-lo", alguns por não se sentirem em condições de odiar a Deus passam a odiar tudo que se relaciona a Ele, odeiam os crentes e suas ideias, notamos isso nos acontecimentos dos últimos dias envolvendo o debate acerca da arte e do desrespeito à família.
- "capacitou o salvo a amá-lo", o amor ao Senhor e a tudo que o cerca é produzido dentro do cristão, ninguém recebe a Jesus amando a Deus intensamente, aos poucos o servo de Cristo vai gerando amor por meio do Espírito Santo no seu interior.

2. Amar ao próximo.
- "Esse amor nos constrange a amar o próximo", constranger significa deixar a pessoa sem graça, deixara sem jeito, a pessoa fica sem graça de fazer algo diferente do que Cristo fez, nós pensamos, se Ele amou aos que o crucificaram como eu posso não amar o meu próximo? 
- "quem aparece diante de nós durante a caminhada da vida", ou seja, o meu próximo é aquele a quem tenho condições de ajudar, primeiramente por estar próximo. 
- "evemos amar o outro sem esperar algo em troca", no contexto moderno as pessoas só ajudam aos que podem fazer algo em troca, poucos estendem a mão para aqueles que não possuem nada para recompensar.

3. Amor como serviço diaconal.
- "que deveria caracterizar seus discípulos", onde os discípulos seriam reconhecidos por esse estilo, nós deveríamos ser vistos como pessoas boas que se ajudam mutuamente, mas infelizmente muitos denegriram essa imagem.

CONCLUSÃO
- "estes não seriam capazes de descrever", essa teoria não pode ser explicada somente com palavras, deve ser praticada.
Faça o resumo e corrija o questionário.

PARA REFLETIR

A respeito de salvação, o amor e a misericórdia de Deus, responda:

Como podemos medir e comparar o amor de Deus pela humanidade?
A maior demonstração do amor de Deus pelo mundo foi quando Ele entregou vicariamente o seu amado Filho (Rm 5.8; 2 Co 5.14; Gl 2.20). Logo, o objeto desse amor vai muito além da Criação, pois tem, na humanidade, seu valor monumental (Jo 3.16).

O amor de Deus pode ser modificado pelo homem?
Nesse aspecto, o amor de Deus pela humanidade é incondicional, ou seja, não há nada que o ser humano possa fazer para aumentá-lo ou diminuí-lo.

O que é a misericórdia de Deus?
É a fidelidade de Deus mediante a aliança de amor estabelecida com a humanidade, apesar da infidelidade dela.

Quando Jesus lavou os pés dos discípulos, o que Ele estava ensinando na prática?
Quando Jesus lavou os pés dos discípulos, Ele ensinou, na prática, um estilo de vida que deveria caracterizar seus discípulos (Jo 13.14), ou seja, o de um servir ao outro.

Qual a maneira mais eficaz do crente demonstrar que é seguidor de Jesus?
"Amar uns aos outros" é a maneira mais eficaz de demonstrar ao mundo que somos seguidores de Jesus (Jo 13.34).

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quinta-feira, 19 de outubro de 2017

ESCOLA DOMINICAL BETEL ESBOÇO - Conteúdo da Lição 4


AULA EM 22 DE OUTUBRO DE 2017 - LIÇÃO 4
(Revista Editora Betel)

Tema: Conhecendo o Arrependimento Bíblico e Frutífero

Texto Áureo: Mt 3.8

INTRODUÇÃO
Querido professor(a), para esta lição apresente o que ocorre no processo de arrependimento no interior e exterior da pessoa. Se concentre nas situações práticas.
- "abrange não somente uma mera tristeza pelo pecado", não é a pessoa ficar chorosa ou se lamentando por ter errado, arrependimento leva a deixar de cometer o erro.
- "mudança de pensamento, de propósitos e de novas ações", explique a classe que arrependimento é algo que mexe no profundo do ser humano e provoca mudanças em diversas áreas de sua vida.

1. A necessidade do arrependimento.

1.1. O arrependimento e seu significado.
- "O catecismo de Westminster", veja se alguém sabe o que é esse catecismo, depois informe a classe: o Catecismo de Westminster, formulado pela Assembleia de Westminster, no século XVII, é um catecismo de orientação calvinista, composto de 196 questões acerca das doutrinas cristãs.
- "lançando mão da misericórdia de Deus em Cristo", quer dizer, se utilizando da misericórdia de Deus.
- "propósito de, daí em diante, ser obediente a Deus", essa definição foi dada pela assembleia de Westminster, segunda a visão teológica bíblica, foi assim definida para tornar o sentido no termo completo para o povo de Deus.

1.2. Por que necessitamos de arrependimento?

- "Deus tomou a iniciativa de reconciliar o mundo", o ser humano ainda que quisesse jamais poderia fazer alguma coisa em benefício de si mesmo a não ser o que a Lei previa, o que porém não estava ao alcance de todos.
- "O arrependimento é a reação positiva do homem", uma lei da f´sica diz que para cada ação há uma reação, nesse caso a ação foi de Deus em reconciliar o ser humano na cruz e a reação deve ser do homem assumindo uma atitude de arrependimento.
- "sem arrependimento não seremos alvos", não se arrependendo o ser humano está fazendo pouco caso do esforço de Deus em salvá-lo e assim estará agravando ainda mais a sua situação.

1.3. Os agentes provocadores do arrependimento.

- "Caso as pessoas não creiam em Cristo como seu Salvador", então o dever é crer, ou seja, além de aceitar Jesus como salvador e confessá-lo em público de-se também crer no coração. Rm 10.19
- "Ele faz isto através da pregação do Evangelho", a Palavra é a espada do Espírito, quando se prega para alguém o Espírito Santo vai usar essa Palavra lançado no coração do ímpio e combater contra seu ego e imundícia que o mundo lançou lá.
- "salvação em suas próprias justiças", quer dizer que se depender das pessoas nunca serão salvas, toda ação acaba sendo de Deus.

2. O processo do arrependimento.


2.1. A convicção.

- "a certeza de que algo está errado", quando a pessoa entra em contato com o Espírito Santo ela começa a chegar a conclusão de que necessita cada vez mais de Deus e de que não pode ficar sem Ele.
- "envergonhado", a vergonha pelo pecado cometido é uma consequência dessa aproximação do Espírito Santo e de Sua ministração, notamos algumas pessoas que se sentem bem em contar os feitos no tempo da ignorância, alguns contam com orgulho seus testemunhos terríveis.
- "fazendo com que novos e melhores pensamentos", não quer dizer que os velhos pensamentos jamais passarão pela cabeça dele, mais significa que os velhos pensamentos não habitam mais a mente da pessoa, às vezes ocorrem por acaso e vão logo embora.

2.2. A contrição.
- "Menos pelo receio do castigo", a contrição é um sentimento de tristeza e não de medo, a pessoa passa a se lamentar profundamente, é diferente de remorso onde há um lamento pesaroso pela culpa. Na contrição, ainda que a pessoa seja perdoada, ela sente tristeza por ser tão falha com o Senhor.
- "não há arrependimento frutífero", é o arrependimento que produz resultado, onde a pessoa deixa de prosseguir no erro e o deixa completamente. Se a pessoa não sentir tristeza pelo pecado, jamais o deixará.

2.3. A confissão.
- "produzida pela Palavra de Deus e a ação do Espírito Santo", quando a pessoa se aproxima de Deus, então o Espírito Santo agirá nela e ela se arrependerá, por isso a pessoa não pode esperar se arrepender para se aproximar de Deus, ele deve vir como está e então o Espírito Santo trabalhará no seu coração.
- "atitude do profeta Isaías (Is 6.5) e dos convertidos em Éfeso", aqui estão duas confissões, uma em Isaías que se refere à confissão genérica de ser pecador diante de Deus e a segunda se refere à confissão de pecados específicos, ambas são benéficas para arrependimento.

3. Os frutos do arrependimento.

3.1. Abandono das práticas do velho homem.
- "manifestar uma atitude diferente de comportamento", lembrando que o comportamento deve ser o resultado de uma verdadeira aliança com Deus e não o contrário, a aliança com Deus não é o resultado de bom comportamento.
- "Não podemos colocar a roupa nova por cima da velha", seria como a pessoa parecer limpa e por dentro estar imundo, infelizmente isso tem acontecido no meio do povo de Deus.

3.2. A novidade de vida.
- "oferece sempre algo que com o tempo perde a graça", geralmente por ser algo material, e como a natureza humana foi corrompida pelo pecado ela nunca está satisfeita com nada. Se uma pessoa adquirir todas as riquezas terrenas em pouco tempo ela estará desejando algo a mais.
- "Somos a novidade de Deus nessa terra", se refere aos crentes, pessoas libertas do domínio do pecado, que vivem no mundo sem pertencerem ao mundo, em dez mil anos de História da humanidade isso é uma grande novidade.

3.3. Diligência.
- "Minha conduta demonstra um cristianismo aprovado, dúbio ou reprovado?", essas são perguntas para auto exame, onde a pessoa passa a examinar as próprias atitudes. Peça para os alunos responderem para si mesmo.
- "interesse pelas Escrituras, EBD, cultos e pela comunhão", essa pergunta trata da parte devocional prática, onde a pessoa se examina da seguinte forma, se ela não dá importância para alguma dessas áreas, então pode há algo que deve ser reparado em sua vida cristã.

Conclusão
- "mensagem de salvação destituída de arrependimento", ele chamou de graça barata pelo fato de ser fácil alguém dizer que é salvo sem produzir fruto de arrependimento.
Faça o resumo e repasse com os alunos os pontos principais.
Corrija o questionário.

Questionário.

1. Qual foi o tema central da mensagem de Jesus?
R: o arrependimento (Mt 4.17).

2. Cite um dos motivos pelos quais devemos nos arrepender.
R: Porque é uma ordenança (At 17.30).

3. O que Davi demonstra ano Salmo 51?
R: Que não apenas estava convicto de seu pecado, mas também quebrantado e contrito (Sl 51.17).

4. O que a confissão expressa?
R: Que reconhecemos e admitimos que somos pecadores (Is 6.5; At 19.18).

5. O que 2 Timóteo 2.15 nos alerta?
R: A sempre nos apresentarmos aprovados diante de Deus e com afinidade na Palavra de Deus (2Tm 2.15).


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ATUALIDADE GOSPEL - Deputado propõe lei com pena de 30 anos de cadeia para quem promover “arte do satanás”

As circunstâncias que formaram os escândalos das exposições “Queermuseu”, patrocinada pelo Banco Santander, e a interação “La Bête”, em que um artista nu era tocado por terceiros, incluindo crianças, levou à formulação de um projeto de lei que pretende transformar em hediondo o crime contra o sentimento religioso.

O responsável pela proposta é o deputado Givaldo Carimbão (PHS-AL), que quer impor um limite ao mau uso dos direitos civis, como a liberdade de expressão, que resultem em ofensa à fé alheia. Outros parlamentares apresentaram ideias ou projetos semelhantes, segundo informações do jornal O Globo.

“[Carimbão] quer que seja considerado hediondo o crime contra o sentimento religioso, para proteger as crenças e os objetos de culto de ofensas e preconceito. Como exemplo, toma as ‘inúmeras manifestações de ‘Paradas LGBTs’ ou ‘Paradas Gay’ que zombam e desrespeitam a fé dos cristãos'”, informa Clarissa Stycer, na coluna de Lauro Jardim, no jornal do Grupo Globo.

Na justificativa, o deputado Carimbão entende que existem exposições de arte “que buscam apenas ofender a fé cristã e destruir as famílias“, o que indicaria haver um movimento coordenado. “Para mim, ‘arte do satanás'”, acrescentou o deputado.

Se a proposta de Carimbão for aceita, o crime contra o sentimento religioso deixaria de ter punição de um mês a um ano de reclusão, ou multa, para ser punido com prisão de 12 a 30 anos, e aplicação de multa. O projeto ainda tem um longo caminho a ser percorrido na Câmara dos Deputados, antes de ser levado a votação.

Fonte: Gospel Prime

terça-feira, 17 de outubro de 2017

AVISO - Sequência dos Esboços da Lição 4

POSTAREMOS OS ESBOÇOS NESSA SEMANA NA SEGUINTE ORDEM:

LIÇÃO 4  BETEL CPAD - 3º CENTRAL GOSPEL

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