quarta-feira, 26 de julho de 2017

ESCOLA DOMINICAL CPAD ADULTOS - Subsídio da Lição 5

EDITANDO

AULA EM 30 DE JULHO DE 2017 – LIÇÃO 5
(Revista: CPAD)

Tema: A Identidade do Espírito Santo

Texto Áureo: 1Co 3.16
  
INTRODUÇÃO
- Professor(a), nesta lição demonstre a deidade do Espírito Santo, conduza os alunos a respeitá-lo como Deus.
“sua consubstancialidade com o Pai e o Filho”, é Sua substância em comum com o Pai e o Filho, ou seja, são iguais.
“suas obras no contexto histórico-salvífico”, são as obras do Espírito Santo na história da salvação humana, desde a promessa do Filho no Éden até a consumação dos séculos.
“só foram definidos depois do Concílio de Niceia”, já estava expressado nas Escrituras, mas nem todos compartilhavam da mesma opinião dentro da Igreja, por isso foi feito o concílio de Nicéia em 325 d.C.
“doutrina pneumatológica”, pneumatológico é tudo que se refere ao Espírito Santo, a mesma raiz da palavra pneumático que se refere a sopro ou ar, pois o Espírito Santo é como um sopro, como o ar. 
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I - O ESPÍRITO SANTO

1. A revelação divina.
“um dos pais da Igreja, foram os primeiros fundadores da Igreja, que defenderam a doutrina e a prática devocional.
“manifestou claramente o Pai e, obscuramente, o Filho”, a presença de Deus no Antigo Testamento era notória e a do Filho era subentendida.
“obscuramente, indicou a divindade do Espírito”, no Novo Testamento a presença do Espírito é que estava subentendida.
“e se dá mais claramente a conhecer", atualmente nós temos o ministério do Espírito Santo na Igreja do Senhor Jesus, atuando, falando e orientando o povo de Deus.

2. O esquecimento.
“esses dados da revelação precisavam ser definidos”, não estava claro para todos, por isso foi necessário chegar a um senso comum sobre a deidade do Espírito Santo.
“nova realidade cultural em que a Igreja vivia”, a Igreja a partir do ano de 313 d.C. passou a ser reconhecida pelo estado romano como uma religião do povo e deveria ser respeitada com isso surge uma nova fase na história da Igreja, uma nova realidade.
“Essa difícil tarefa levou séculos para ser concluída”,  a tarefa de defini a doutrina acerca do Espírito Santo.   

3. O Espírito Santo e os primeiros cristãos.
- “ literatura patrística”, são os escritos dos primeiros padres da igreja católica.
“conheciam mais sobre a identidade do Espírito Santo do que os pais da Igreja”, as experiências ocorridas na igreja do primeiro século demonstraram a pessoa do Espírito Santo, porém depois se agregou no seio da igreja muitas culturas e doutrinas diversas, por isso havia a necessidade se estabelecer o conhecimento sobre Ele.
“só aconteceu a partir de Atanásio”, Atanásio foi bispo de Alexandrie e escritor e defensor do trinitarismo (doutrina da Trindade Santa) contra o arianismo. 
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II - A DIVINDADE DO ESPÍRITO SANTO À LUZ DA BÍBLIA

1. O Verbo de Deus (Jo 1.1).
“é chamado de Senhor nas Escrituras Sagradas, é tratado com a mesma forma de tratamento que se dá ao Pai e ao Filho.
“Não mentiste aos homens, mas a Deus”, Pedro falando a Ananias e Safira sobre a mentira deles, declara que eles mentiram ao Espírito Santo e em seguida afirma que mentiram a Deus. 
“templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós”, constantemente se afirma que somos templo do Espírito e outras se fala que somos templo de Deus, logo, Deus e o Espírito Santo são a mesma pessoa.

                                   EDITANDO

ESCOLA DOMINICAL BETEL ESBOÇO - Subsídio da Lição 5

EDITANDO

AULA EM 30 DE JULHO DE 2017 – LIÇÃO 5
(Revista: Editora Betel)

Tema: A evangelização de grupos específicos
  
Texto Áureo: At 22.21
  
INTRODUÇÃO
- Querido(a) professor(a), nesta lição raciocine com os grupos sociais afastados do convívio social, como os viciados, órfãos e outros, veja ideias que tem dado certo, como oferta de um abraço, tenda de oração, distribuição de alimentos, cobertor, etc. Oriente os alunos a terem mais ideias.
“indicando assim o caráter universal do Evangelho”, ou seja, é para todos e sendo assim devemos jogar por terra tudo aquilo que nos distancia das pessoas de outros grupos sociais.
“não há lugar para preconceito e discriminação.”, o preconceito é um conceito feio antecipadamente, antes de conhecer a pessoa direito, elaboramos conceitos baseados na cor, na classe social, no local onde a pessoa mora, etc. Muitos quando veem um jovem saindo da favela, pensam logo que é vagabundo, se for negro pensam que é assaltante, isso é preconceito.
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1. O inspirador amor de Jesus.
“com pessoas que eram discriminadas, até hoje essas classes são as que mais trabalham na obra de Deus, quando se converte alguém que foi discriminado anteriormente, essa pessoa tende a se dedicar bem mais. Isso se dá pela gratidão da pessoa em relação a Cristo.

1.1. O amor que busca o pecador.
- “coletor de impostos para Roma, Roma mantinha coletores nas províncias dominadas, geralmente pessoas da própria população para facilitar a comunicação.
“pela qualidade do serviço que fazia era tratado de maneira discriminada”, o serviço era para Roma e o povo via isso como uma traição.
“era desprezado e odiado pelos homens”, o imposto era calculado pelos próprios publicanos e não havia nenhum serviço de reclamação, assim muitos publicanos superfaturavam o imposto e estorquiam as pessoas.
“e seu coração se encheu de esperança”, essa é uma especulação do comentarista, pois o texto do Evangelho demonstra que Zaqueu jamais teve alguma esperança de que Jesus pudesse fazer alguma coisa por ele. Ele apenas quis ver quem era Jesus.
“vai além do que podemos imaginar”, Zaqueu recebeu mais do que procurava, assim acontece com aqueles que são discriminados pelo mundo, quando encontram Jesus recebem mais do que Jamais sonhou.

1.2. O amor misericordioso.
- “todos os que viram isso murmuraram contra o Mestre, aqueles que se diziam filhos de Abraão, mas jamais estenderiam a mão para um miserável ou pecador, assim Jesus foi criticado pelos religiosos que não faziam e nem deixavam ninguém fazer.
“estavam tão insensíveis às necessidades espirituais de Zaqueu”, asa pessoas só enxergavam os erros dele e estavam prontas a acusar, assim como alguns fazem hoje.
“diversas resoluções para demonstrar sua mudança”, Zaqueu deixou que a sua fé saísse em forma de obras.
“mesmo que por fora venhamos aparentar algo diferente”, Deus viu todo o potencial de Zaqueu, viu o exemplo que ele daria.

1.3. O amor perdoador.
“devemos nos inspirar no amor oferecido por Jesus”, e assim devemos demonstrar o mesmo amor, esse amor conquistará pessoas desses grupos sociais carentes de fé e amor.
“Quem diria que Levi”, esse era Mateus, estava tão carente de Deus que foi uma das conversões mais simples da Bíblia, veja:
“E, depois disto, saiu, e viu um publicano, chamado Levi, assentado na recebedoria, e disse-lhe: Segue-me.
E ele, deixando tudo, levantou-se e o seguiu” Lc 5:27,28
“Existem pessoas que irão muito além do que podemos pensar”, alguém que evangelizamos hoje pode ser um grande missionário a ser enviado para a África amanhã.
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2. Os grupos dos nossos dias
- “contribuirá na contextualização da mensagem”, ou seja, passar a mensagem de acordo com o contexto social deles. Quer dizer que não se pode falar das complexas argumentações de Paulo sobre fé e graça para um viciado em crack.

2.1. Comunidades carentes.
- “além do abandono social, é o abandono imposto pela sociedade, pois as pessoas passam a ver os grupos carentes com desconfiança e preconceito.
“com a baixa moralidade, o uso de drogas ilícitas e o tráfico”, o clima em que vivem as pessoas nessas comunidades torna bem difícil as oportunidades para melhoria de vida, os filhos são aliciados constantemente ao uso de drogas e trabalho no tráfico, além da imoralidade existente onde muitos jovens namorados acabam engravidando muito cedo. 
“Como Igreja, devemos agir urgentemente”, o trabalho de evangelização nessas comunidades carentes deve ser planejado e acompanhado de uma obra assistencial forte. Algumas igrejas organizam eventos com trabalho voluntário de cabeleireiro, consulta médica, manicure, etc.

                                       EDITANDO

terça-feira, 25 de julho de 2017

AVISO - Sequência dos Esboços da Lição 5

POSTAREMOS OS ESBOÇOS NESSA SEMANA NA SEGUINTE ORDEM:

LIÇÃO 5  BETEL CPAD - 3º CENTRAL GOSPEL

SOLICITAMOS QUE O AMADO USUÁRIO CLIQUE NESSA PROPAGANDA ABAIXO! Enquanto isso estamos trabalhando aqui nos esboços!

segunda-feira, 24 de julho de 2017

ESCOLA DOMINICAL CPAD JOVENS - Conteúdo da Lição 5


Ansiedade, a antecipação do tempo
30 de Julho de 2017


Texto do dia.
"Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós." 1 Pe 5.7

Síntese
A nossa fé em Deus nos faz entender que é possível ser feliz hoje, e que o amanhã pertence ao Senhor.

Texto bíblico

Mateus 6.25-34
25 Por isso, vos digo: não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo, mais do que a vestimenta?
26 Olhai para as aves do céu, que não semeiam, nem segam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas?
27 E qual de vós poderá, com todos os seus cuidados, acrescentar um côvado à sua estatura?
28 E, quanto ao vestuário, porque andais solícitos? Olhai para os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham, nem fiam.
29 E eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles.
30 Pois, se Deus assim veste a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada no forno, não vos vestirá muito mais a vós, homens de pequena fé?
31 Não andeis, pois, inquietos, dizendo: Que comeremos ou que beberemos ou com que nos vestiremos?
32 (Porque todas essas coisas os gentios procuram.) Decerto, vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas essas coisas;
33 Mas buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas.
34 Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal.

INTRODUÇÃO
Deus criou o homem e lhe concedeu o instinto de sobrevivência. Essa tendência natural faz com que venhamos sentir medo diante de uma situação de perigo. Esse tipo de receio é benéfico e ajuda na nossa sobrevivência. Sem esse instinto, nos tornaríamos inconsequentes e colocaríamos nossa saúde e vida em risco. Entretanto, o medo também pode ser um sentimento maléfico que impede nosso crescimento. Certa vez, Jesus contou uma parábola na qual um servo não desenvolveu todo o seu potencial porque teve receio do seu senhor. O seu receio fez com que ele escondesse o talento que havia recebido na terra (Mt 25.24-28). Aprendemos com esta história que o medo pode arruinar nossos sonhos, destronar nossos ideais e apequenar a nossa alma. Precisamos ter cuidado com o medo e a ansiedade, pois estes sentimentos podem fazer adoecer a nossa alma, corpo e espírito.

I - A ANSIEDADE

1. Um discurso sobre a ansiedade.
A vida é um dom de Deus. Por isso, precisamos aproveitar cada oportunidade que Ele nos concede, pois cada momento é único. Não podemos fazer com que o nosso relógio biológico e nem mesmo o tempo voltem atrás. Também não podemos adiantar o tempo. Precisamos viver o hoje. A ansiedade faz com que as pessoas queiram antecipar os acontecimentos futuros (bons ou ruins). Por isso, é o mais irracional dos sentimentos. A ansiedade gera inquietação, enfraquece o coração e rouba a paz. Jesus ensinou que os súditos do seu Reino não deviam se ocupar com o dia de amanhã. O Mestre afirmou: "Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal" (Mt 6.34).

2. Causas.
As causas da ansiedade são diversas, pois vivemos dias maus, tempos trabalhosos. Temos visto e vivido, com pesar, vários conflitos e tensões em nossa nação: é crise na política, na economia, na educação, na saúde, etc. Esses colapsos têm feito aumentar o número de pessoas ansiosas e doentes.
Em nosso dia a dia, inúmeros são os medos que solapam nossas mentes, como foi mencionado pelo apóstolo Paulo em 2 Coríntios 7.5: [...] antes, em tudo fomos atribulados: por fora combates, temores por dentro". Entretanto, os temores não puderam obstruir a visão de Paulo e nem o impediram de realizar a obra que lhe foi confiada pelo Senhor, pois sua confiança estava firmada em Deus.

3. Consequências.
A ansiedade provoca diferentes males a nossa saúde física e mental. Charles Stanley afirma que "a ansiedade é um caminho que normalmente leva a pessoa a um estado de medo e negatividade, sem um minuto de paz sequer." Podemos concluir que viver ansioso é viver de modo contrário ao propósito de Deus para nossas vidas. Quem vive dominado pela ansiedade está vivendo segundo o padrão de pensamento deste mundo. A Palavra de Deus nos exorta a não vivermos segundo a maneira de pensar deste mundo (Rm 12.2).

Pense
Você tem resistido a ansiedade ou tem permitido que ela domine o seu coração?

Ponto Importante
Viva um dia de cada vez. Mas, não deixe de sonhar com o seu futuro. Sonhe, planeje, mas não sofra hoje com as incertezas do amanhã.

II - UM JEITO DE VER A VIDA

1. A filosofia deste mundo.
Andar ansioso é andar segundo a filosofia deste mundo que jaz no maligno. Certa vez, o povo de Deus foi tomado pela ansiedade, pois começaram a acreditar que Moisés estava demorando muito em descer do monte. Primeiro eles ficaram ansiosos e depois construíram um bezerro de ouro para adorar (Êx 32.1-4). A ansiedade também levou Saul ao erro (1 Sm 13.8-15) e fez com que Marta reclamasse com Jesus a respeito de sua irmã (Lc 10.40). Jesus orientou seus discípulos contra esse mal em Mateus 6.25-34. Paulo também orientou a Igreja do Senhor para que ninguém estivesse ansioso por coisa alguma (Fl 4.6), e Pedro ensinou que a ansiedade, como um manto velho, fosse lançada aos cuidados de Deus (1 Pe 5.7).

2. O modo de vida das aves.
É bom observar os passarinhos, pois embora não trabalhem, têm o sustento garantido pelo Criador. Jesus sugeriu que os discípulos observassem as aves, pois elas: não plantam; não colhem; não estocam e, ainda assim nada lhes falta. As aves dependem do Criador. Os pássaros cumprem o propósito para o qual Deus os fez e eles sabem que, com isso, terão provisões diárias. E qual é o papel deles? Equilibrar o ecossistema evitando a proliferação de parasitas e ampliando a disseminação de espécies da flora. Mas a função primordial, sem dúvida, é louvar a Deus! Jesus mostrou que valemos muito mais que os pássaros, por isso não devemos ser ansiosos.

3. Os lírios do campo. 
Jesus também sugeriu que os discípulos observassem e meditassem a respeito dos lírios do campo, pois a maneira como vivem tem muito a nos ensinar. Os lírios, diferentemente dos pássaros, vivem poucas horas. Entretanto, Deus lhes concede crescimento e exuberante beleza para enfeitar os campos e exalar uma fragrância agradável. Uma vida curta, porém com propósito. Nessa rápida existência, Deus os veste com uma roupa tão especial, que nem mesmo o rei Salomão os igualava em riqueza e formosura (Mt 6.28,29).

Pense
Por que Jesus pediu às pessoas que olhassem os pássaros e os lírios do campo? O que eles têm a nos ensinar?

Ponto Importante
Deus desejava mostrar, utilizando o exemplo das flores e pássaros, que não precisamos viver ansiosos quanto ao nosso sustento, pois Ele tem cuidado de nós.

III - A TERAPIA DE DEUS

1. Aprendendo a depender do Senhor.
Deus, como um pastor amoroso, cuida de nós suprindo nossas necessidades (Sl 23.1). Ele é a nossa suficiência. Davi, o autor do Salmo 23, um dos mais conhecidos, aprendeu a confiar e a lançar fora toda a sua ansiedade. Durante os anos de sua vida ele pôde experimentar o cuidado e a proteção do Pai Celeste. Aprender a depender de Deus integralmente e nEle confiar é um excelente antídoto contra a ansiedade. O Senhor nunca perde o controle das circunstâncias. Por isso, como Davi, podemos declarar: "Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente às águas tranquilas" (Sl 23.2). Confie no Senhor, dependa dEle e desfrute de paz e tranquilidade. 

2. Enfrentando os temores.
"Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo [....]" (Sl 23.4). A confiança em Deus faz com que os nossos temores sejam enfrentados e extirpados. Aquele que confia não permite que o medo o paralise. A Bíblia não diz, mas talvez Davi, ao lutar contra Golias pode ter sentido algum tipo de temor, mas a sua fé em Deus era maior que o seu medo. A fé nos faz enfrentar os "Golias" da vida com ousadia e sem ansiedade.

3. Surpresas de Deus.
Temos um Pai amoroso que sempre nos surpreende nos momentos de crise e dificuldade. Quando pensamos que vamos sucumbir e que não existe uma saída, Ele nos concede forças e nos surpreende com a sua provisão e vitória. Os israelitas pensaram que iam cair no deserto devido à escassez de alimento e água, mas o Senhor os surpreendeu ao enviar todos os dias, com exceção do sábado, o maná e cordonizes para o sustento deles (Êx 16). Não precisamos viver ansiosos quanto a nossa provisão, pois o Senhor tem cuidado de nós.

Pense
Como você reage diante das situações difíceis da vida? Você permite que o medo e a dúvida o paralisem?

Ponto Importante
Diante da presença de Deus, todo o medo é lançado fora. Assim, para o cristão, enfrentar o medo é vencê-lo.

CONCLUSÃO
A ansiedade é um mal que devemos combater arduamente, pois ela é prejudicial à nossa saúde física, mental e espiritual. O único antídoto capaz de vencer esse terrível mal é a nossa fé. Confie no Pai e deixe de lado toda ansiedade.

Hora da revisão

O que aconteceria conosco se não tivéssemos o instinto do medo?
Tornaríamos-nos inconsequentes e colocaríamos nossa saúde e vida em risco.

Por que o medo também pode ser maléfico?
Porque esse sentimento pode nos paralisar, impedindo o nosso crescimento.

O que a ansiedade nos faz desejar?
Ela nos faz desejar a antecipação do tempo.

O que a ansiedade traz ao nosso coração?
Medo e preocupação.

Qual o antídoto capaz de nos fazer vencer a ansiedade?
A confiança em Deus.

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ESCOLA DOMINICAL CPAD ADULTOS - Conteúdo da Lição 5


A Identidade do Espírito Santo
30 de Julho de 2017


TEXTO ÁUREO

"Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?" 1 Co 3.16

VERDADE PRÁTICA

Cremos que o Espírito Santo é a Terceira Pessoa da Santíssima Trindade, Senhor e Vivificador, que convence o mundo do pecado, da justiça e do juízo, regenera o pecador, e que falou por meio dos profetas.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE


João 14.15-18,26
15 - Se me amardes, guardareis os meus mandamentos.
16 - E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre,
17 - o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê, nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco e estará em vós.
18 - Não vos deixarei órfãos; voltarei para vós.
26 - Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito.

HINOS SUGERIDOS: 85, 101, 551 da Harpa Cristã


INTRODUÇÃO

As Escrituras Sagradas revelam a identidade do Espírito Santo, sua deidade absoluta e sua personalidade, sua consubstancialidade com o Pai e o Filho como Terceira Pessoa da Trindade e suas obras no contexto histórico-salvífico. Todos esses dados da revelação só foram definidos depois do Concílio de Niceia. A formulação da doutrina pneumatológica aconteceu tardiamente na história da Igreja, na segunda metade do século IV. A presente lição pretende explicar e mostrar como tudo isso aconteceu a partir da Bíblia.

I - O ESPÍRITO SANTO


1. A revelação divina.
A Bíblia mostra que a revelação divina foi progressiva, como disse um dos pais da Igreja no século IV: "O Antigo Testamento manifestou claramente o Pai e, obscuramente, o Filho. O Novo manifestou o Filho e, obscuramente, indicou a divindade do Espírito Santo. Hoje, o Espírito habita entre nós e se dá mais claramente a conhecer" (Gregório de Nazianzo). O Senhor Jesus revelou o Pai (Jo 1.18), e o Espírito Santo é quem revela o Filho (Jo 16.14; 1 Co 12.3).

2. O esquecimento.
Há abundância de detalhes na Bíblia sobre a identidade do Espírito Santo no que diz respeito à sua personalidade e divindade, bem como ao seu relacionamento com o Pai e o Filho. Ele aparece, literalmente, em toda a Bíblia desde o Gênesis, na criação (Gn 1.2), até o Apocalipse (22.17). Mas esses dados da revelação precisavam ser definidos, daí a necessidade de formulações teológicas exigidas pela nova realidade cultural em que a Igreja vivia e pelas demais civilizações em que o evangelho havia penetrado. Essa difícil tarefa levou séculos para ser concluída, e as várias tentativas resultaram também em heresias.

3. O Espírito Santo e os primeiros cristãos.
À luz do Novo Testamento e comparando com a literatura patrística dos séculos II e III, fica claro que os cristãos da Era Apostólica conheciam mais sobre a identidade do Espírito Santo do que os pais da Igreja do referido período. A verdadeira identidade do Espírito Santo, com base bíblica, só aconteceu a partir de Atanásio e dos três grandes capadócios. Antes disso, a conceituação sobre o Espírito Santo era quase sempre inadequada.

II - A DIVINDADE DO ESPÍRITO SANTO À LUZ DA BÍBLIA


1. A divindade declarada.
O Espírito Santo é chamado de Senhor nas Escrituras Sagradas: "Ora, o SENHOR é o Espírito" (2 Co 3.17; ARA). Os nomes "Deus" e "Espírito Santo" aparecem alternadamente na Bíblia: "Por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo, e retivesses parte do preço da herdade? [...] Não mentiste aos homens, mas a Deus" (At 5.3,4b). Deus e o Espírito Santo aqui são uma mesma divindade. O apóstolo Paulo também emprega esse tipo de linguagem: "Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?" (1 Co 3.16). Isso vem desde o Antigo Testamento: "O Espírito do SENHOR falou por mim, e a sua palavra esteve em minha boca. Disse o Deus de Israel, a Rocha de Israel a mim me falou" (2 Sm 23.2,3). É nessa linguagem que a Bíblia diz que o Espírito Santo é Deus.

2. A divindade revelada.
O relacionamento do Espírito Santo com o Pai e com o Filho revela a sua divindade e a sua consubstancialidade com Eles. Isso está claro nas construções tripartidas do Novo Testamento (Mt 28.19, 1 Co 12.4-6; 2 Co 13.13; Ef 4.4-6; 1 Pe 1.2). Em relação ao Pai, o Espírito penetra todas as coisas, até mesmo as profundezas de Deus (1 Co 2.10,11); é igualmente chamado de "Espírito de Deus" (Gn 1.2) e de "o Espírito que provém de Deus" (1 Co 2.12). Concernente ao Filho, Ele é chamado por Jesus de "outro Consolador" (Jo 14.16). O termo grego para "Consolador" aqui é parácleto, que significa "ajudador, advogado" e é aplicado ao Senhor Jesus como Advogado (1 Jo 2.1). Ele é chamado de "Espírito de Jesus" (At 16.7), "Espírito de Cristo" (Rm 8.9) e ainda "Espírito de seu Filho" (Gl 4.6).

3. Obras divinas.
A divindade do Espírito Santo é vista não apenas na declaração direta das Escrituras, nem somente pelo relacionamento dEle com o Pai e o Filho, mas também nas obras de Deus. O Espírito Santo é o Criador do Universo e dos seres humanos (Jó 26.13; 33.4; Sl 104.30). Ele gerou Jesus (Mt 1.20; Lc 1.35) e o ressuscitou dentre os mortos (1 Pe 3.18); e ressuscitará os fiéis (Rm 8.11). Ele é o Senhor da Igreja (At 20.28); autor do novo nascimento (Jo 3.5,6); dá a vida (Ez 37.14), regenera o pecador (Tt 3.5) e distribui os dons espirituais (1 Co 12.7-11). Assim, o Credo Niceno-Constantinopolitano declara: "E no Espírito Santo, o Senhor e Vivificador, o que procede do Pai e do Filho, o que juntamente com o Pai e o Filho é adorado e glorificado, o que falou por meio dos profetas". A confirmação bíblica dessa verdade é abundante (2 Co 3.17; Rm 8.2; Jo 15.26; Fp 3.3; 2 Pe 1.21).

III - OS ATRIBUTOS DA DIVINDADE


1. Alguns atributos incomunicáveis.
A divindade do Espírito Santo é revelada também nos seus atributos divinos. Aqui apresentamos apenas alguns, devido à exiguidade do espaço. O Espírito é onipotente (Rm 15.19) e a fonte de poder e milagres (Mt 12.28; At 2.4; 1 Co 12.9-11). Ele é onipresente, está em toda parte do Universo (Sl 139.7-10); e é onisciente, pois conhece todas as coisas, desde as profundezas de Deus (1 Co 2.10,11), passando pelo coração humano (Ez 11.5), até alcançar as coisas futuras (Lc 2.26; Jo 16.13; 1 Tm 4.1). Assim a Bíblia ensina que o Espírito Santo é eterno (Hb 9.14).

2. Alguns atributos comunicáveis.
A santidade de Deus é o atributo mais solenizado nas Escrituras (Is 6.3; Ap 15.4). O termo "santo" é aplicado ao Espírito como consequência direta de sua natureza e não como resultado de uma fonte externa. Ele é santo em si mesmo; assim, não precisa ser santificado, pois é Ele quem santifica (Rm 15.16; 1 Co 6.11). A bondade é outro atributo divino, por isso, Jesus disse: "Ninguém há bom senão um, que é Deus" (Mc 10.18 e passagens paralelas de Mt 19.17; Lc 18.19); no entanto, a Bíblia ensina que o Espírito Santo é bom (Ne 9.20; Sl 143.10). O Espírito é a verdade (1 Jo 5.6) e sábio (Is 11.2).

3. O Espírito Santo e a Trindade.
O Espírito Santo iguala-se ao Pai e ao Filho, tendo também um nome, pois o Senhor Jesus determinou que os seus discípulos batizassem "em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo" (Mt 28.19). Isso significa ser o Espírito Santo objeto de nossa fé, pois em seu nome somos batizados, indicando reconhecimento igual ao do Pai e do Filho. A expressão "comunhão com o Espírito Santo" (2 Co 13.13) mostra que Ele é não apenas objeto de nossa fé, mas também de nossa oração e adoração. Há uma absoluta igualdade dentro da Trindade e nenhuma das três Pessoas está sujeita à outra, como se houvesse uma hierarquia na substância divina. Existe, sim, uma distinção de serviço, e o Espírito Santo representa os interesses do Pai e do Filho na vida da Igreja na terra (Jo 16.13,14).

IV - PERSONALIDADE DO ESPÍRITO SANTO


1. As faculdades da personalidade. 
A personalidade do Espírito Santo está presente em toda a Bíblia de maneira abundante e inconfundível e tem sido crença da Igreja desde o princípio. Há nEle elementos constitutivos da personalidade, tais como intelecto, pois Ele penetra todas as coisas (1 Co 2.10,11) e inteligência (Rm 8.27). Ele tem emoção, sensibilidade (Rm 15.30; Ef 4.30) e também possui vontade (At 16.7; 1 Co 12.11). As três faculdades intelecto, emoção e vontade caracterizam a personalidade.

2. Reações do Espírito Santo.
Outra prova da personalidade do Espírito Santo é que Ele reage a certos atos praticados pelo ser humano. Pedro obedeceu ao Espírito Santo (At 10.19,21); Ananias mentiu ao Espírito Santo (At 5.3); Estêvão disse que os judeus sempre resistiram ao Espírito Santo (At 7.51); o apóstolo Paulo nos recomenda não entristecer o Espírito Santo (Ef 4.30); os fariseus blasfemaram contra o Espírito Santo (Mt 12.29-31); os cristãos são batizados em nome do Espírito Santo (Mt 28.19).

CONCLUSÃO

A frase que se refere ao Espírito Santo como "terceira Pessoa da Trindade" se deve ao fato de seu nome aparecer depois do Pai e do Filho na fórmula batismal. Não se trata, pois, de hierarquia intratrinitariana, porque o Pai, o Filho e o Espírito Santo são um só Deus que subsiste em três Pessoas distintas.

PARA REFLETIR


Quem revela o Filho?

O que revela o relacionamento do Espírito Santo com o Pai e o Filho?


O que o Credo Niceno-Constantinopolitano declara sobre o Espírito Santo?


O que significa ser batizado em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo?


Quais são os três elementos constitutivos da personalidade no Espírito Santo?


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ESCOLA DOMINICAL BETEL - Conteúdo da Lição 5


A evangelização de grupos específicos

30 de julho de 2017

Texto Áureo
“Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o que se havia perdido”. Lc 19.10

Verdade Aplicada
Ao evangelizar grupos que estavam à margem da sociedade, Jesus não somente nos deu um exemplo, como também nos confiou um legado.

Textos de Referência.

Lucas 19.1-5
1 E, tendo Jesus entrado em Jericó, ia passando.
2 E eis que havia ali um varão, chamado Zaqueu; e era este um chefe dos publicanos e era rico.
3 E procurava ver quem era Jesus e não podia, por causa da multidão, pois era de pequena estatura.
4 E, correndo adiante, subiu a uma figueira brava para o ver, porque havia de passar por ali.
5 E, quando Jesus chegou àquele lugar, olhando para cima, viu-o e disse-lhe: Zaqueu, desce depressa, porque, hoje, me convém pousar em tua casa.

Introdução
A graça de Deus que se manifestou trouxe salvação a “todos os homens” (Tt 2.11), indicando assim o caráter universal do Evangelho. Na evangelização, não há lugar para preconceito e discriminação.

1. O inspirador amor de Jesus.
Jesus compartilhou a mensagem do Reino de Deus com pessoas que eram discriminadas, como por exemplo, os publicanos e as meretrizes. O amor do Senhor não via empecilhos, mas oportunidade de pregar-lhes a salvação.

1.1. O amor que busca o pecador.
Zaqueu era um funcionário público, coletor de impostos para Roma. Porém. Era judeu, e pela qualidade do serviço que fazia era tratado de maneira discriminada por seus conterrâneos. Por prestar serviços de arrecadação a uma nação pagã, que fazia o seu povo tributário, era desprezado e odiado pelos homens. Ele ouviu a respeito deste Jesus que acolhia os coletores de impostos e os pecadores, e seu coração se encheu de esperança. Ele se esforçou, desejou ver Jesus e o resultado foi maravilhoso, porque Jesus o chamou pelo nome (Lc 19.5). O amor de Jesus pelos perdidos é inigualável, vai além do que podemos imaginar (Rm 5.8).

1.2. O amor misericordioso.
Zaqueu acolheu Jesus em sua casa alegremente, mas todos os que viram isso murmuraram contra o Mestre. As pessoas estavam tão insensíveis às necessidades espirituais de Zaqueu que não conseguiam vê-lo como um homem carente de salvação. Mas Jesus viu, e, por isso, entrou em sua casa (Lc 19.9; Ap 3.20). O arrependimento de Zaqueu foi instantâneo, e, diante disso, ele tomou diversas resoluções para demonstrar sua mudança. Quando Jesus anunciou que ficaria em sua casa, Zaqueu descobriu que tinha encontrado um amigo novo e maravilhoso. Deus sempre vê o que há no coração humano, mesmo que por fora venhamos aparentar algo diferente. Ele sabe quem somos e como nos alcançar (1Sm 16.7).

1.3. O amor perdoador.
Ainda há muito a se fazer em prol das pessoas carentes de afeição, amizade e de perdão divino. Para isso, devemos nos inspirar no amor oferecido por Jesus aos pecadores. Quem diria que Levi, um cobrador de impostos, viesse a se tornar o escritor do primeiro evangelho? O amor divino enxerga algo precioso naqueles que, aos olhos humanos, são desprezíveis e sem futuro. Existem pessoas que irão muito além do que podemos pensar, por isso, precisamos alcança-las (Is 12.3-4).

2. Os grupos dos nossos dias.
A identificação de diversos grupos sociais contribuirá na contextualização da mensagem do Evangelho e no estabelecimento de estratégias buscando promover ações inclusivas, pois todos os segmentos sociais devem ser alcançados pela evangelização.

2.1. Comunidades carentes.
As comunidades carentes, além do abandono social, sofrem bastante por causa da pressão espiritual. O morador tem que conviver diariamente com a baixa moralidade, o uso de drogas ilícitas e o tráfico. Muito já se foi feito, mas ainda há muito o que se fazer para melhorar as condições de vida e segurança dessas pessoas (Ec 4.1). O tempo não nos espera. Como Igreja, devemos agir urgentemente. Onde houver uma alma, ali há um campo missionário.

2.2. Crianças abandonadas.
No que diz respeito às questões familiares, nunca a sociedade brasileira viveu tempos tão difíceis como os atuais. Além de um número sem fim de casamentos dissolvidos, a sociedade conta ainda com a prostituição infantil e o abandono de crianças (Mt 19.13-14). É muito comum ver crianças vendendo balas, doces e outros produtos para ajudarem seus pais na renda familiar. Isso também acontece nos sinais de trânsito, onde muitas crianças são manipuladas pelos adultos para pedir dinheiro aos motoristas. Essas crianças deveriam estar na escola, ou sendo cuidadas pelos pais, mas, infelizmente, a falta de planejamento familiar, o desemprego e a miséria são a causa dessa tragédia.

2.3. Anciãos.
A Igreja de Cristo deve ser um lugar de acolhimento e de companheirismo para as pessoas idosas (Is 1.17). Há igrejas que reúnem seus idosos para um tipo de culto chamado “culto da terceira idade”, ou “melhor idade”. Muitos anciãos vivem uma terrível solidão dentro de suas casas, por vários motivos: os filhos já casaram; um dos cônjuges faleceu, doenças, etc. Por isso se faz necessário planejar cultos evangelísticos visando alcançar pessoas dessa faixa etária também. Certamente, anciãos da igreja ainda podem cooperar muito no Reino de Deus. 

3. Outros grupos a serem evangelizados.
Evangelizar grupos específicos é reflexivo, desafiador e nos conduz a uma vida cristã prática. Se não fizermos algum tipo de trabalho em prol de nosso próximo, tudo mais será perda de tempo.

3.1. Alcoólatras e dependentes químicos.
O álcool e as drogas ilícitas (maconha, cocaína, crack, etc.) têm feito muitas vítimas e destruído muitas famílias ao redor do mundo (2Co 4.4). Algumas igrejas trabalham em conjunto com centros de recuperação e outras já possuem tais centros. É um trabalho que exige amor, paciência e muita determinação, porque pessoas que são dependentes químicos sofrem abstinências e uma série de problemas psíquicos, físicos e espirituais. Existe todo um processo até que possam ser reintegrados à sociedade. Muitos perdem suas famílias, emprego e autoestima. Felizmente, a igreja tem atuado junto a este grupo e realizado um bom trabalho, mas ainda há muito a fazer, porque novas drogas surgem a cada momento e os mais atingidos são os jovens.

3.2. Encarcerados e ex-presidiários.
O número de pessoas presas no Brasil cresceu, intensificando uma tendência que fez o Brasil um dos três países do mundo com maior aumento da população carcerária nas últimas duas décadas (Mt 25.42-43). Essa é outra oportunidade que nos surge para anunciar o Evangelho. No entanto, é preciso se preparar, pois só aqueles que são qualificados em capelania carcerária possuem livre acesso para falar de Cristo nos presídios. Quando a igreja local cumpre o seu papel, ela também ajuda na reestruturação da sociedade (Lc 5.32; 15.4). Essas pessoas precisam voltar à sociedade. Com Cristo em suas vidas, elas se transformarão em agentes a serviço do Reino de Deus.

3.3. A batalha contra o mal.
A evangelização é a tarefa mais importante e urgente da Igreja: “E apiedai-vos de alguns...E salvai alguns, arrebatando-os do fogo...” (Jd 22-23). Existem grupos de famílias desamparadas. Há homossexuais e prostitutas que precisam ser evangelizados. Há várias áreas onde podemos atuar. Cabe à liderança da igreja local, junto com a membresia, orar e buscar em Deus orientação sobre o assunto. Depois, então, traçar metas de evangelização junto a grupos específicos. Não devemos nos deixar levar pela emoção, mas pedir direção a Deus sobre qual grupo (ou grupos) a igreja evangelizará de modo efetivo.

Conclusão.
Busquemos conhecer os diversos grupos sociais que estão presentes na região da igreja local. Apresentamos ao Senhor em oração e peçamos a direção e capacitação necessárias do Espírito Santo, pois todos os segmentos sociais precisam ser alcançados pela mensagem da salvação.

Questionário.

1. Como é o amor de Jesus pelos perdidos?

2. O que a Igreja de Cristo deve ser para as pessoas idosas?

3. O que o álcool e as drogas ilícitas têm feito?

4. Quando a Igreja local cumpre o seu papel, qual é a sua ajuda?

5. Qual é q tarefa mais importante e urgente da Igreja?


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ATUALIDADE GOSPEL - Ser presidente do Brasil é uma missão de Deus, afirma Bolsonaro


Em entrevista dada à Revista Veja, o deputado federal Jair Bolsonaro declarou-se candidato à Presidência da República por um partido ainda não determinado. O político pretende deixar o PSC e encontrar uma sigla que abrace sua ideia de ser o chefe do Executivo nacional.

Questionado pela possível dificuldade de se candidatar por um partido nanico, Jair não mostrou preocupação. “As mídias sociais terão um papel muito forte nessas eleições. E se eu fizer uma campanha com meu dinheiro, sei que não vai ter margem empresarial”, disse.

Em seguida, afirmou que encara a empreitada como um mando divino. “Não estou fazendo isso por obsessão, eu entendo que o que acontece comigo é uma missão de Deus e ponto final. Se for a vontade de Deus, se for a missão dele, estarei pronto para cumpri-la”.

Jair também disse que não se preocupa com as mudanças de cenário caso o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não possa concorrer. “Vejo que a campanha de alguns candidatos é bater no Lula, mas resolveram bater no Lula depois que ele caiu em desgraça”, opinou.

O político também falou sobre suas impressões acerca da maior visibilidade da direita no país. “Até o ano passado, era só palavrão. Eu sempre falei que era de direita. E o que era direita? Era fazer o contrário do que o PT vinha fazendo”.

“Agora, como isso passou a ser bonito, muitas pessoas de partidos e de setores da imprensa botaram o PSC na direita e me colocaram na extrema direita. Chegaram a esse absurdo”, defendeu-se.

Por fim, confessou que pode ter outros planos para 2019, caso não for eleito. “No meu entender, se tivermos em 2019 um governo que seja do PT, do PSDB ou do PMDB, acho que vai ser difícil eu permanecer no Brasil, porque a questão ideológica é tão ou mais grave do que a corrupção”.

Fonte: Gospel Prime