sábado, 25 de junho de 2016

ESCOLA DOMINICAL BETEL ESBOÇO - Subsídio da Lição 13 - Revista da Betel

EDITANDO

AULA EM 26 DE JUNHO DE 2016 – LIÇÃO 13
(Revista: Editora Betel)

Tema: Temperança: Uma Vida Controlada pelo Espírito

Texto Áureo: Gálatas 5.22
  
INTRODUÇÃO
- Querido(a) professor(a), nessa lição procure entender o que é a temperança ou domínio próprio. É o auto controle, ou seja, a pessoa não se entrega aos desejos carnais com facilidade.
- “nos sentimentos e desejos mais profundos do indivíduo”, são os desejos que muitas vezes querem controlar a pessoa. Mas com essa característica o indivíduo é passa a controlar a si mesmo, por isso em algumas versões aparece o nome de “domínio próprio”.
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1. Vivendo sob o controle do Espírito
- “ao permitir ser completamente controlado pelo Espírito Santo”, quando a pessoa permite o Espírito Santo controlar seu viver, ela consegue se controlar diante dos próprios desejos. É a força que vem do Espírito de Deus.

1.1. Controlando desejos e paixões.
- “começa a controlar os seus desejos”, os desejos do ser humano tendem a controlar o homem carnal devido a corrupção do pecado.
- “daquele que almeja o episcopado”, atualmente a palavra episcopado se refere ao cargo de bispo, mas na época de Paulo se referia ao cargo de presbítero ou pastor.
- “tudo que se espera de um servo fiel”, todas as pessoas tem expectativas quanto aos servos de Cristo, esperam que esses servos tenham as qualidades que Paulo menciona acerca do presbítero.
- “rodeados por testemunhas”, os servos de Cristo são espetáculos para o mundo 1 Co 4.9 ou seja, o mundo nos observa atentamente.

1.2. Ser temperante é uma escolha do homem.
- “Conhecida como livre arbítrio”, a opção de escolher de decidir sobre suas atitudes, mesmo depois de receber Jesus o nosso livre arbítrio ainda é usado, decidimos se vamos à EBD ou ao culto ou aos dois, ainda que essas decisões não interfiram na salvação.
- “um limite estabelecido pelo próprio Deus”, esse é um livre arbítrio cristão, onde decidimos dentro dos parâmetros da vontade do Senhor.
- “ter o homem como um fantoche em Suas mãos”, é a ideia de que não há livre arbítrio sustentada por alguns segmentos evangélicos, porém não haveria coerência em se julgar o ser humano sobre algo para o qual ele tenha sido preparado para fazer.
- “só tem valor se for espontâneo”, algo que acontece naturalmente.
- “viver segundo o padrão divino”, se refere ao padrão mencionado nesse tópico, onde o homem é um adorador e toma suas decisões dentro dos limites estabelecidos por Deus.

1.3. Não andando segundo a carne, mas segundo o Espírito.
- “garantir ao indivíduo uma vida saudável”, das características do fruto do Espírito, a temperança é a que mais colabora para uma vida saudável tanto espiritual como social.
- “temperança ou domínio próprio”, os dois termos tem o mesmo significado.
- “age freando os desejos carnais”, a falta de controle sobre esses desejos pode levar a pessoa a destruição, pode se perder empregos, casamentos ou amizades.
- “andar segundo o Espírito”, é andar segundo a orientação do Espírito Santo.
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2. A tentação não é derrota
- “que nos são apresentadas por meio das infovias”, essas infovias são as redes de tráfego de dados, ou seja, é a internet. Isso porque atualmente a internet tornou a tentação mais fácil de nos alcançar.

2.1. O domínio próprio sufoca os desejos da carne.
- “afastar-se de conteúdos ilícitos e imorais”, não é recomendado aos servos de Cristo o enfrentamento com a tentação carnal, pois ele irá perder, ele deve se desviar do mal, ou seja, identificar a tentação e desviar o caminho.
- “sites da Internet e TV a cabo”, a internet é uma excelente ferramenta nas mãos dos que tem sabedoria, uma arma mortal nas mãos dos que são maus e um carro desgovernado nas mãos dos tolos.
A TV aberta também é um veículo terrível de tentação.
- “O domínio próprio será o responsável por sufocar tais desejos”, por isso o nome é domínio próprio, pois ajuda a pessoa a se controlar diante das tentações.
- “através de uma avaliação racional”, que dizer que vai avaliar pelo julgamento simples da consciência, sem necessidade de visão ou revelação.

                                    EDITANDO
ESTÁ SENDO EDITADO O ESBOÇO PARA A LIÇÃO 13 DA REVISTA DA EDITORA BETEL

quarta-feira, 22 de junho de 2016

ESCOLA DOMINICAL CPAD ESBOÇO - Subsídio da Lição 13 - Revista CPAD - ADULTOS


AULA EM 26 DE JUNHO DE 2016 – LIÇÃO 13
(Revista: CPAD)

Tema: O Cultivo das Relações Interpessoais

Texto Áureo: Romanos 16.27
  
INTRODUÇÃO
- Professor(a), nesta lição se lembre de que é a ultima, então ressalte a importância e a alegria para a EBD ter estado com os irmãos todo o trimestre.
- “a monumental obra literária de Paulo”, isso porque a carta aos Romanos é considerada a mais bela obra sobre a graça e a fá, alguns estudiosos a chamam de “o evangelho perfeito”.
- “construção de relacionamentos interpessoais”, interpessoais significa “entre pessoas”. É o relacionamento entre os cristãos salvos.
- “seu estilo literário característico”, é a forma de Paulo escrever que é característica sua, os especialistas usam esse conhecimento para analisar os documentos históricos a fim de determinar a autoria.
- “não deixou que esses nomes caíssem no esquecimento”, o que Paulo está fazendo é algo bem natural, se lembrando de amigos colaboradores que continuaria trabalhando no ministério. Possivelmente Paulo não tinha a noção de que sua carta um dia faria parte do Canon sagrado e seria uma das obras mais lida no mundo.
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I - A IMPORTÂNCIA DAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS

1. Valorizando pessoas, não coisas.
- “Cencreia”, era uma localidade dentro da cidade de Corinto onde tinha o porto de Cencreia, pois foi em Corinto onde Paulo escreveu essa carta.
- “Paulo reconhece o serviço prestado por ela”, embora os irmãos devam aprender a não esperar elogios dos homens, é salutar os líderes reconhecerem diante da igreja os irmão que colaboram com seus serviços e talentos, desde que seja feito com equilíbrio.
- “ajudeis em qualquer coisa que de vós necessitar”, Paulo declara que Febe estava em uma obra missionária e a igreja deveria auxiliá-la no necessário.
- “pôs em evidência a função em vez do ofício”, Paulo não apresenta Febe como uma diaconisa, ele relata que ela servia a igreja de Cencreia e hospedava irmãos em sua casa, ou seja, ele destaca a obra que ela fazia.
- “vale mais hoje são os títulos e os cargos”, alguns líderes enaltecem mais os famosos cantores e pregadores que comparecem ao evento do que os cooperadores que fizeram com que o evento ocorresse.

2. O valor das mulheres.
- “que se destaca mais do que o esposo na causa do Mestre”, existem atualmente ministérios que consagram pastoras e onde algumas pastoras dirigem congregações auxiliadas pelos esposos.
- “Pouco se diz dessa Maria”, isso porque ela provavelmente não tinha uma função de grande relevância, talvez trabalhasse longe das vistas de todos. Existem irmãos que são assim, não estão preocupados com o destaque, mas trabalham nos bastidores para que as coisas aconteçam.
- “Que o Senhor envie mais “Marias” para a sua obra”, muitos obreiros que chegam na obra de Deus vem com grandes sonhos de serem cantores e grandes pregadores de Camburiú, logo desaparecem arrastados pelos holofotes. Obreiros como essa Maria não sonham com posições tão elevadas nessa terra e por isso são mais úteis na obra.

3. Irmandade e companheirismo.
- “peso que tinha a comunidade cristã para Paulo”, ele chegou a declarar na Carta aos Coríntios que o cuidado de todas as igrejas lhe oprimia a cada dia. 2 Co 11.28 Ele tinha grande preocupação com escândalos, divisões, pecados e contendas que pudesse ocorrer no seio das igrejas.
- “importância que tem a fraternidade cristã”, deve haver sempre nas igrejas um clima de irmandade entre os membros, por isso louvores e supostas revelações que incitam a rixa e a desconfianças entre os irmãos devem ser evitados.
- “um modelo de condomínio, onde ninguém conhece ninguém”, isso não ocorria com as igrejas pequenas que existiam no início do cristianismo em nosso país, com o surgimento das grandes igrejas e dos movimentos neopentecostais os crentes se distanciaram mais uns dos outros.
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II - AS AMEAÇAS ÀS RELAÇÕES INTERPESSOAIS

1.  Individualismo.
- “noteis os que promovem dissensões”, notar, era para não passarem desapercebidos, é como se Paulo pedisse para investigar quem são os que fazem tais coisas.
- “desviai-vos deles”, isole-os, quer dizer que quando algum desses vier ter contigo falando mal do pastor, do ministério, dos obreiros, etc, não dê ouvidos, corte o assunto, pois só existe fofoqueiro porque alguém está pronto para ouvir a fofoca.
- “koinonia cristã”, significa comunhão cristã.
- “serviam ao seu próprio estômago ou ventre”, essa era uma forma de falar do Antigo Testamento, se refere a pessoas só pensam em si mesmos.
- “O faccioso geralmente é um indivíduo solitário”, o faccioso é o que promove a “facção”, o grupinho, a divisão.

2. Sensualismo e antinomismo.
- “mas também promoviam escândalos”, o escândalo é qualquer atitude errada do povo de Deus que se divulgue entre as pessoas trazendo descrédito a fé ou a integridade da igreja.
- “de acordo que Paulo tinha em mente”, esse é um princípio da hermenêutica, saber o que o autor queria dizer quando escreveu determinado assunto.
- “gnosticismo”, era um movimento que misturava a fé cristã a um monte de especulações filosóficas, tirando assim o foco principal do evangelho de Jesus, que é salvar vidas.
- “movimento sectário”, que tem características de seita.
- “antinomismo”, é a teoria de que não há obrigação de se cumprir leis morais, pois Cristo já teria feito isso por nós na cruz salvando o nosso espírito.
- “não tinham apreço pelo corpo”, acreditavam que o que importava para Deus era o espírito do ser humano e por isso podiam fazer o que queriam com o corpo.
- “capacidade de atrair os incautos”, os ensinos antinomistas pregavam uma facilidade para se conseguir a salvação e isso atraía a muitos, pois as pessoas adoram facilidades.
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III - A FONTE DAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS

1. Existe em razão da sabedoria e soberania de Deus.
- “O evangelho da graça faz parte do “mistério”, é o evangelho que ensina algo que a Lei jamais ensinou, a salvação pela graça.
- “mistério, que esteve oculto”, ele esteve oculto na interpretação da Lei, mas Jesus o revelou a nós se entregando na cruz.

2. Existe em razão da graça de Deus.
- “Mas que se manifestou agora”, se referindo a vinda de Jesus em carne. Jesus é a manifestação da graça do Pai a todos os seres humanos.
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CONCLUSÃO
- “incentivando as relações interpessoais saudáveis”, incentivando o crente a saber escolher suas amizades.
- “deveriam ser resistidos energicamente”, deveria haver atitudes firmes contra esse comportamento.
- “lembranças nostálgicas”, são lembranças que causam lamento e tristeza.
- Faça o resumo falando dos pontos tratados na lição.
- Não deixe de corrigir o questionário.

Respostas:
  
Paulo finaliza sua carta primeiramente recomendando a qual membro da igreja de Cencreia?
Paulo finaliza sua carta primeiramente recomendando a irmã Febe.

Cite o nome de algumas irmãs que cooperaram com Paulo.
Febe, Priscila, Áquila, Maria.

Qual era a recomendação de Paulo em relação àqueles que causavam dissensões e escândalos?
A igreja deve observá-lo e afastar-se dele.

Segundo a lição o que era o movimento herético do primeiro século conhecido como gnosticismo?
Era um movimento sectário, que tinha como prática o sensualismo e o antinomismo. Em outras palavras, como viam a matéria como algo ruim, não tinham apreço pelo corpo, já que este era material.

Como Paulo encerra a sua carta?
Paulo encerra a sua Epístola com uma expressão de louvor e adoração.

Pr Marcos André – professor

Boa Aula!


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segunda-feira, 20 de junho de 2016

ESCOLA DOMINICAL BETEL - Conteúdo da Lição 13 - Revista da Editora Betel


Temperança: Uma Vida Controlada pelo Espírito
26 de Junho de 2016


Texto Áureo
“Mas o fruto do Espírito é: caridade, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança”. Gálatas 5.22

Verdade Aplicada
Temperança é a total moderação desenvolvida por aquele que vive sob o domínio do Espírito Santo.

Textos de Referência.

Tito 2.7-8; 2.11-12
7 Em tudo, te dá por exemplo de boas obras; na doutrina, mostra incorrupção, gravidade, sinceridade,
8 Linguagem sã e irrepreensível, para que o adversário se envergonhe, não tendo nenhum mal que dizer de nós.
11 Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens,
12 Ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, e justa, e piamente,

Introdução
A temperança é uma característica do fruto do Espírito que age diretamente nos sentimentos e desejos mais profundos do indivíduo. Através dela, o homem consegue controlar os seus mais fortes impulsos.

1. Vivendo sob o controle do Espírito.
Ao final da apresentação das três seções acerca das nove características do fruto do Espírito, o apóstolo Paulo apresenta a temperança. Esta característica nos mostra como o indivíduo pode ser capaz de viver uma vida abençoada ao permitir ser completamente controlado pelo Espírito Santo. Quando faz esta escolha, o homem aprende a viver e experimentar uma vida melhor (2Tm 1.7).

1.1. Controlando desejos e paixões.
Ao escolher ter uma vida controlada pelo Espírito, o indivíduo começa a controlar os seus desejos e paixões, buscando sempre pureza em seus atos. No primeiro capítulo do livro de Tito, Paulo mostra algumas características naturais do homem sem Deus e também qual deve ser a postura daquele que almeja o episcopado. Neste texto. Paulo destaca a importância da temperança (Tt 1.8). O discurso de Paulo está coerente com tudo que se espera de um servo fiel a Deus. A Igreja e a sociedade observam as ações daquele que se diz temente ao Criador. Afinal estamos rodeados por testemunhas e por isso devemos fugir dos embaraços que nos cercam cada vez mais de perto (Hb 12.1).

1.2. Ser temperante é uma escolha do homem.
Ao criar o homem, o Criador lhe deu uma opção de escolher como iria caminhar sobre a Terra. Conhecida como livre arbítrio, é cercada por um limite estabelecido pelo próprio Deus. É importante ressaltar que nunca será a intenção dEle invadir este limite, pois se Ele quisesse ter o homem como um fantoche em Suas mãos, assim teria feito. Deus criou o homem para que O louvasse e o louvor só tem valor se for espontâneo (Sl 118.1a). O propósito sempre foi guiar o homem. Sendo assim, Ele providenciou para que recebêssemos o fruto do Espírito. Ao desenvolver a temperança o homem passa a viver segundo o padrão divino.

1.3. Não andando segundo a carne, mas segundo o Espírito.
O amadurecimento do fruto do Espírito Santo tem como objetivo garantir ao indivíduo uma vida saudável. Sendo assim, viver sob a orientação do Espírito irá garantir o amadurecimento da temperança ou domínio próprio. Esta característica do fruto age freando os desejos carnais que nos direcionam no sentido contrário ao propósito de Deus para nossas vidas. Quando começamos a promover o amadurecimento do fruto do Espírito, passamos a andar segundo o Espírito e não mais segundo a carne. Este comprometimento com o padrão divino de viver irá nos livrar de toda e qualquer condenação (Rm 8.1).

2. A tentação não é derrota.
Continuamente, Satanás coloca pedras para que tropecemos. Estas pedras são representadas por velhos sentimentos que sempre se levantarão em nossos corações. Em todo tempo, somos tentados por imagens, atos e intenções que nos são apresentadas por meio das infovias (Tg 1.13).

2.1. O domínio próprio sufoca os desejos da carne.
O servo de Deus deve buscar afastar-se de conteúdos ilícitos e imorais que são veiculados pelos meios de comunicação em massa, como sites da Internet e TV a cabo, para que não se deixe levar em seus desejos contidos. O domínio próprio será o responsável por sufocar tais desejos. O servo fiel deverá escolher o que é do agrado de Deus através de uma avaliação racional do que realmente é o melhor para ele, isto é, uma vida pautada nos padrões exigidos pelo Criador. O cuidado deve ser constante. É necessários estarmos sempre vigilantes, pois o nosso adversário nunca se afasta de nós, sempre aguardando uma oportunidade para nos derrubar (1Pe 5.8).

2.2. Domínio próprio, agente da santificação.
O domínio próprio também é responsável por uma constante vida de santificação, pois, à medida que amadurece, essa característica do fruto do Espírito Santo produz uma vida disciplinada em acordo com o desejo de Deus para Seus filhos. Em Seus planos, o Senhor separou um lugar especial para a humanidade conviver e se relacionar. A Igreja é um local onde o indivíduo irá buscar conhecimentos que lhe darão subsídios de como enfrentar o diabo e se desviar das astutas ciladas do inimigo. A Igreja também representa o reino do céu estabelecido na Terra (Jo 1.29), e no céu o poder do diabo está derrotado.

2.3. O domínio próprio eleva o nosso nível.
O domínio próprio deve ser exercitado em todas as áreas de nossas vidas, pois atinge os cinco sentidos humanos: visão, audição, paladar, tato e olfato; e, ainda, nossos pensamentos, palavras e obras. Sempre estamos nos deparando com apelos midiáticos e tecnológicos que visam nos mostrar como normais coisas contrárias ao que ensina a Palavra de Deus. É por isso que buscar o amadurecimento do domínio próprio é extremamente essencial para que alcancemos um nível onde os padrões divinos continuem sendo valorizados, para que o homem não perca o foco nem a direção do céu (Fp 3.14).

3. Lições práticas.
A mídia está sempre recheada de informações absurdas acerca do comportamento humano. Fatos que chocam até o mais liberal dos homens. Tais fatos são apresentados como naturais e sem aparente motivo para repreensão (Mt 24.12).

3.1. Igrejas temperantes para mudar o mundo.
Notas veiculadas na imprensa valorizam um tipo de comportamento nada ortodoxo de pessoas tidas como celebridades. Casamentos relâmpagos, relacionamentos coletivos, práticas homossexuais, entre outros, são apresentadas como sendo um grito contra o retrocesso, quando, na verdade, visam destruir o que há de mais perfeito na sociedade: a família. A Igreja deve buscar ser temperante para contagiar o mundo em busca de uma mudança de comportamento (Mt 5.13-14).

3.2. Uma Igreja transformada vivendo em meio a uma geração perversa.
O povo de Deus deve se posicionar indo de encontro a todas atrocidades que têm invadido nossas casas, pregando uma conduta modificada pelo amadurecimento da temperança ou domínio próprio. A conduta ideal para o povo de Deus deve ser exatamente contrária à que tem sido pregada através dos apelos midiáticos e tecnológicos. A Igreja deve viver de forma irrepreensível em meio a essa geração corrompida e perversa (Fp 2.15), promovendo um modo de vida transformado pela ação do poder do Espírito Santo.

3.3. Operando Deus quem impedirá?
Estas três características do fruto do Espírito Santo sugerem que o servo fiel deve sempre estar em consonância com o Criador, agindo de acordo com os mandamentos perpetrados na Palavra de Deus. Uma vida sadia depende em muito do que estamos dispostos a fazer para que ela seja assim. O diabo sempre estará nos apresentando oportunidades diversas para nos fazer cair, mas nunca conseguirá atingir aqueles que estão sob a orientação do espírito Santo (Rm 8.14).

Conclusão.
Os ataques do diabo nunca serão eficazes na tentativa de destruir o projeto de Deus para a humanidade, porque a Igreja será sempre vencedora em Cristo (1Co 10.13) e viverá o amadurecimento do fruto do Espírito Santo em meio aos apelos midiáticos e tecnológicos.

Questionário.

1. O que Paulo destaca em Tito 1.8?

2. O que a Igreja representa?

3. Do que o comprometimento com o padrão divino de viver nos livrará?

4. Como a Igreja deve viver?

5. O que o nosso adversário está aguardando?

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ESCOLA DOMINICAL CPAD - Conteúdo da Lição 13 - Revista da CPAD - JOVENS


A Família no Século XXI
26 de Junho de 2016



TEXTO DO DIA
“E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos se esfriará” Mt 24.12

SÍNTESE
A família do século XXI passa por uma séria crise, mas a Bíblia Sagrada tem a solução para a restauração de todas as coisas.

TEXTO BÍBLICO

Lucas 17.26-30.
26 — E, como aconteceu nos dias de Noé, assim será também nos dias do Filho do Homem.
27 — Comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e veio o dilúvio e consumiu a todos.
28 — Como também da mesma maneira aconteceu nos dias de Ló: comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam.
29 — Mas, no dia em que Ló saiu de Sodoma, choveu do céu fogo e enxofre, consumindo a todos.
30 — Assim será no dia em que o Filho do Homem se há de manifestar.

INTRODUÇÃO
Nunca as pessoas se preocuparam tanto com o conceito de família como nos dias atuais, muitos têm investido fortemente para mudar o padrão tradicional de família que biblicamente, é formada por pai, mãe e filhos. O Poder Judiciário chancelou tal mudança autorizando casamentos entre pessoas do mesmo sexo e até mesmo adoções por casais homossexuais.

I. A ERA DAS CRISES

1. Crise educacional. 
Hoje busca-se construir na sociedade um novo padrão educacional, em homenagem ao relativismo moral. Vários teóricos defendem que, caso as crianças sejam entregues a si mesmas, sem a imposição da educação tradicional com padrões objetivos, espontaneamente se inclinarão ao amor, à abnegação, ao trabalho competente e serão muito mais criativas. Com isso admitem que a natureza humana é essencialmente boa, em contraste com o que diz a Bíblia (Pv 22.15), não precisando, por isso, na visão deles, de ensinamento dos valores morais tradicionais. Nessa esteira, surgiu a teoria educacional do Construtivismo, que se coaduna perfeitamente com a famigerada e tão difundida ideologia de gênero, sendo que ambas são extremamente prejudiciais à família. Um abismo chama outro abismo (Sl 42.7).

2. Crise de autoridade.
A crise de autoridade, observada como fenômeno no mundo moderno, tem-se apresentado como um problema cada vez mais grave, que tem atingido as instituições do Estado, escolas, famílias e igrejas, em todo o mundo. Mas qual a origem de tanta insubmissão em nossos dias? A resposta não é simples, mas há, pelo menos, dois aspectos importantes a serem abordados. A primeira motivação dessa crise é a sociológica, haja vista a forte disseminação do pensamento pós-moderno em nossos dias. Ora, quando não se acredita na existência de uma verdade absoluta, relativiza-se a moral, desconstruindo-se as diretrizes da cosmovisão judaico-cristã, abrindo, dessa maneira, as portas para todos os tipos de males. É nesse contexto que floresce, em solo fértil, a presente crise de autoridade. Entretanto há outro aspecto, e esse é o mais importante: a origem espiritual da crise de autoridade. A insubmissão, que é uma atitude contra a autoridade divina, apresenta-se como a causa primordial de todo e qualquer pecado. Ela nasceu, primeiramente, no coração de Satanás, e se propaga no entendimento daqueles que voltam suas costas para Deus. Sem dúvida, quando o homem se submete à autoridade de Cristo, cumprirá a sua palavra que determinou submissão às autoridades delegadas e aos pais. A origem da crise de autoridade que todas as instituições enfrentam, hoje, tem um forte componente da esfera espiritual — o princípio de rebelião de Satanás.

3. Crise de identidade familiar.
Pais e professores reclamam da dificuldade de estabelecer limites e regras aos mais jovens, que querem impor seu desejo por mais liberdade e autonomia, e o fazem de forma a romper com todos os padrões pré-estabelecidos, comprometendo as regras mais básicas de convivência, a ponto de tornar insustentável o relacionamento familiar e em sala de aula (2Tm 3.2). Muitos pais de meia-idade formam, com nostalgia, a última geração de filhos que respeitava seus genitores e, com tristeza, a primeira geração de pais que têm medo de seus filhos, os quais não podem ser contrariados, pois possuem, como dizem os psicólogos, baixa tolerância à frustração — são indivíduos que, se tiverem seus interesses não concedidos, ficarão ensandecidos e provocarão brigas, com consequências imprevisíveis.

Pense!
Por que a sociedade atual não cria mecanismos para se ver livre de tantas crises que corroem a estrutura da família? Por que não há interesse nisso?

Ponto Importante
A maioria dos organismos internacionais, dentre os quais a ONU, tem adotado posicionamentos que corroboram com a desconstrução familiar, o que acentua ainda mais as crises.

II. UMA FAMÍLIA EM CRISE

1. Problemas de relacionamentos.
A família hodierna passa por uma forte crise de relacionamentos. É comum observar na mídia pais que matam filhos pequenos, filhos que planejam a morte de pais e irmãos, pelos motivos mais variados. Há algo muito errado nas famílias dos dias atuais. A resposta, certamente, passa pelo aspecto espiritual: o homem tem-se distanciado do seu Criador. O Senhor Jesus falou que a desagregação familiar seria marcante, a tal ponto que os inimigos do homem seriam seus próprios familiares (Mt 10.21,36; 24.10). Isso é, sem dúvida, realidade em muitos lares. Entretanto o propósito de Deus, desde o princípio, é que as famílias sejam benditas (Gn 12.3), pois com isso a igreja será abençoada e também o mundo. Entretanto, vê-se que a sociedade está, cada vez mais, indo de mal a pior, enganando e sendo enganada.

2. Materialismo.
O materialismo é um dos grandes inimigos das famílias. Ele incute a ideia de que os bens materiais são mais importantes que as riquezas espirituais, como aconteceu com Ló, que agiu por impulso ao ver as belas campinas perto das Cidades de Sodoma e Gomorra (Gn 13.10,11). Ló só queria ser feliz, porém não previa que aquela escolha seria a razão da destruição de sua família. Enquanto a Palavra de Deus estabelece que Deus deve ter a primazia na vida, no materialismo as coisas desta vida ocupam o lugar mais importante. O materialista olha para a vida sem a dimensão da eternidade, obtendo, por isso, uma visão extremamente empobrecida da realidade. A Bíblia diz que o justo pode ver mais além, pois ele vive da fé. Uma sociedade criada sob a orientação materialista tem tudo para apresentar altos índices de criminalidade, corrupção, prostituição, etc.

3. Não respeito ao casamento.
A sociedade atualmente não mais valoriza o casamento, como foi no passado. Por isso, tantas mazelas nas famílias são vistas cada vez mais. É extremamente comum, por exemplo, que rapazes e moças saiam da casa de seus pais para morarem juntos antes do casamento. Isso tudo é reflexo de uma profunda falta de temor a Deus. Mas também é cumprimento de uma profecia de Jesus, quando falou sobre os dias que antecederiam Sua vinda, os quais seriam como os dias de Ló, nos quais os homens comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam (Lc 17.28). Interessante que, no versículo anterior, o Senhor, ao mencionar os dias de Noé, falou sobre a prática do casamento, mas depois excluiu propositalmente o termo, para demonstrar o desprezo da geração dos últimos dias pelo matrimônio. A sacralidade do casamento vem sendo constantemente atacada, inclusive pela aceitação das denominadas uniões homoafetivas.

Pense!
O que fazer para reverter as mazelas da sociedade pós-moderna, tais como a violência nos lares, o materialismo e a dessacralização do casamento?

Ponto Importante
O Cristianismo, como detentor da contracultura mais poderosa, não pode ficar calado. É preciso anunciar as verdades de Deus. O resultado? Só o tempo dirá.

CONCLUSÃO
A bem-aventurada esperança da família cristã é o retorno do Rei ainda nesta geração (Tt 2.13). Não há motivos para crer que a volta de Jesus vai demorar. Preparemo-nos para o grandioso encontro com Ele, o qual nos avisou que, quando essas coisas começassem a acontecer, nossa redenção estaria próxima (Lc 21.28). Está escrito: “Porque ainda um poucochinho de tempo, e o que há de vir virá e não tardará” (Hb 10.37). Maranata!

HORA DA REVISÃO

1. Segundo a lição, a teoria educacional do Construtivismo se coaduna com qual ideologia, que igualmente faz mal às famílias?
Ideologia de gênero.

2. Defina materialismo, segundo a lição.
É a cosmovisão que ensina que os bens materiais são mais importantes que as riquezas espirituais.

3. Quais são os dois aspectos principais da presente crise da autoridade?
O primeiro é sociológico, decorrente da disseminação do pensamento pós-moderno e o segundo é espiritual, em face as impregnação do princípio da rebelião de Satanás, — a insubmissão.

4. A sociedade atualmente valoriza o casamento?
Infelizmente não.

5. Qual o seu conceito de família?
Resposta pessoal.

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ESCOLA DOMINICAL CPAD - Conteúdo da Lição 13 - Revista da CPAD - ADULTOS


O Cultivo das Relações Interpessoais
26 de Junho de 2016



TEXTO ÁUREO
“Ao único Deus, sábio, seja dada glória por Jesus Cristo para todo o sempre. Amém!” Rm 16.27.

VERDADE PRÁTICA
Deus deseja que os crentes, alcançados pela graça, cultivem relacionamentos saudáveis.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Romanos 16.1-16.
1 — Recomendo-vos, pois, Febe, nossa irmã, a qual serve na igreja que está em Cencreia,
2 — para que a recebais no Senhor, como convém aos santos, e a ajudeis em qualquer coisa que de vós necessitar; porque tem hospedado a muitos, como também a mim mesmo.
3 — Saudai a Priscila e a Áquila, meus cooperadores em Cristo Jesus,
4 — os quais pela minha vida expuseram a sua cabeça; o que não só eu lhes agradeço, mas também todas as igrejas dos gentios.
5 — Saudai também a igreja que está em sua casa. Saudai a Epêneto, meu amado, que é as primícias da Ásia em Cristo.
6 — Saudai a Maria, que trabalhou muito por nós.
7 — Saudai a Andrônico e a Júnia, meus parentes e meus companheiros na prisão, os quais se distinguiram entre os apóstolos e que foram antes de mim em Cristo.
8 — Saudai a Amplíato, meu amado no Senhor.
9 — Saudai a Urbano, nosso cooperador em Cristo, e a Estáquis, meu amado.
10 — Saudai a Apeles, aprovado em Cristo. Saudai aos da família de Aristóbulo.
11 — Saudai a Herodião, meu parente. Saudai aos da família de Narciso, os que estão no Senhor.
12 — Saudai a Trifena e a Trifosa, as quais trabalham no Senhor. Saudai à amada Pérside, a qual muito trabalhou no Senhor.
13 — Saudai a Rufo, eleito no Senhor, e a sua mãe e minha.
14 — Saudai a Asíncrito, a Flegonte, a Hermas, a Pátrobas, a Hermes, e aos irmãos que estão com eles.
15 — Saudai a Filólogo e a Júlia, a Nereu e a sua irmã, e a Olimpas, e a todos os santos que com eles estão.
16 — Saudai-vos uns aos outros com santo ósculo. As igrejas de Cristo vos saúdam.

INTRODUÇÃO
Os vinte e sete versículos do capítulo dezesseis da Epístola aos Romanos encerram a monumental obra literária de Paulo. Por toda a obra, o apóstolo discorreu a respeito dos principais temas da fé cristã e deixou-nos princípios fundamentais que são úteis para a construção de relacionamentos interpessoais. De uma maneira informal, mas com o seu estilo literário característico, Paulo traz à lembrança nomes de pessoas que, de uma forma ou de outra, o ajudaram a construir a identidade cristã do primeiro século. Ele não deixou que esses nomes caíssem no esquecimento, e, no final de sua carta envia-lhes saudações, numa demonstração de gratidão a Deus por tudo o que essas significaram para ele.

I. A IMPORTÂNCIA DAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS

1. Valorizando pessoas, não coisas.
Paulo finaliza sua carta primeiramente recomendando a irmã Febe, membro da igreja de Cencreia. Foi através dela que o apóstolo enviou sua epístola à igreja que estava em Roma. A recomendação vem acompanhada de uma observação na qual Paulo reconhece o serviço prestado por ela à igreja de Cencreia: “[...] A qual serve na igreja que está em Cencreia, para que a recebais no Senhor, como convém aos santos, e a ajudeis em qualquer coisa que de vós necessitar; porque tem hospedado a muitos, como também a mim mesmo” (Rm 16.1,2). Ela servia à igreja. O vocábulo servir, usado aqui, traduz o termo grego diakonos, o que tem levado muitos comentaristas a acreditar que ela era uma diaconisa da igreja. O fato é que o apóstolo pôs em evidência a função em vez do ofício. Infelizmente, hoje as coisas estão invertidas. O que vale mais hoje são os títulos e os cargos ao invés do desempenho do serviço cristão.

2. O valor das mulheres.
Paulo fala de Priscila e Áquila, como tendo exposto suas vidas na causa do Evangelho (Rm 16.3). Esse casal era judeu e havia sido expulso de Roma pelo imperador Cláudio. Agora haviam voltado à capital do império. Outras referências ao mesmo casal são encontradas em Atos 18.2,18,26; 1 Coríntios 16.19 e 2 Timóteo 4.19. Duas observações são importantes na vida desse casal. Primeiramente, Paulo sempre cita Priscila em primeiro lugar. Muitos comentaristas concordam que isso tinha uma razão de ser. Priscila se destacava na obra do Senhor, sendo auxiliada por Áquila, seu esposo. Quem não conhece uma irmã em Cristo que se destaca mais do que o esposo na causa do Mestre? Paulo não cita apenas Priscila, mas cita outras mulheres de igual destaque. No versículo 6, ele menciona uma mulher de nome Maria: “Saudai a Maria, que trabalhou muito por nós”. Pouco se diz dessa Maria, e o que se sabe é que ela “trabalhou muito” na obra de Deus. Trabalhar aqui traduz o termo grego kopiao, que significa trabalho voluntário. Maria se deu voluntariamente para a obra de Deus. Precisamos de mais “Marias”. Que o Senhor envie mais “Marias” para a sua obra.

3. Irmandade e companheirismo.
Na saudação seguinte, sentimos o peso que tinha a comunidade cristã para Paulo e o valor do seu companheirismo (Rm 16.7,8). A igreja é o Corpo de Cristo. Ela é uma grande família. Conscientizemo-nos da importância que tem a fraternidade cristã para a saúde da igreja. Infelizmente a nossa espiritualidade segue mais um modelo de condomínio, onde ninguém conhece ninguém, do que de uma casa de família, onde todos se conhecem e se relacionam.

II. AS AMEAÇAS ÀS RELAÇÕES INTERPESSOAIS

1. Individualismo.
No meio das saudações, o apóstolo Paulo, de forma abrupta, põe uma advertência: “E rogo-vos, irmãos, que noteis os que promovem dissensões e escândalos contra a doutrina que aprendestes; desviai-vos deles” (Rm 16.17). Alguns comentaristas acham que esse versículo se encontra deslocado do restante dos demais. Mas, a verdade é que ele está no lugar onde deveria estar. Paulo via como uma ameaça a quebra da koinonia cristã. Portanto, era um perigo às relações interpessoais, o individualismo daqueles que promoviam dissensões. Esse individualismo está caracterizado no fato de que eles serviam ao seu próprio estômago ou ventre. Viviam para si mesmos. O faccioso geralmente é um indivíduo solitário até o momento em que arregimenta outros para compartilhar do seu pensamento doentio. A igreja deve observá-lo e afastar-se dele.

2. Sensualismo e antinomismo.
Esses irmãos facciosos não apenas provocavam dissensões, mas também promoviam escândalos (Rm 16.17). A maioria dos comentaristas são de acordo que Paulo tinha em mente o movimento herético do primeiro século conhecido como gnosticismo. Era um movimento sectário, que tinha como prática o sensualismo e o antinomismo. Em outras palavras, como viam a matéria como algo ruim, não tinham apreço pelo corpo, já que este era material. Isso os conduzia a uma vida sensual. Por outro lado, outra consequência desse entendimento errado, estava na troca da doutrina bíblica por “palavras suaves e lisonjas” (Rm 16.18). Não havia regras para obedecer. Esse ensino de sabor adocicado, porém falso, tinha a capacidade de atrair os incautos.

III. A FONTE DAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS

1. Existe em razão da sabedoria e soberania de Deus.
Paulo queria que os Romanos se certificassem de que ele lhes ensinara o Evangelho de Deus. O evangelho da graça faz parte do “mistério” que Deus deu a conhecer no final dos tempos (Rm 16.25). Esse mistério, que esteve oculto, foi dado a conhecer à Igreja através de revelação do Espírito Santo. Era sobre o desvendar desse mistério que Paulo acabara de escrever. Deus, em sua soberania, permitiu que a sua sabedoria fosse revelada no evangelho da graça. O resultado foi a salvação a todo aquele que crer. A igreja de Roma era fruto disso.

2. Existe em razão da graça de Deus.
Paulo encerra a sua Epístola com uma uma razão de ser, a revelação da graça de Deus, mediante o Evangelho: “Mas que se manifestou agora e se notificou pelas Escrituras dos profetas, segundo o mandamento do Deus eterno, a todas as nações para obediência da fé, ao único Deus, sábio, seja dada glória por Jesus Cristo para todo o sempre. Amém!” (Rm 16.26,27). Essas palavras de adoração nos fazem lembrar outra expressão de louvor do apóstolo: “Porque dele, e por ele, e para ele são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém!” (Rm 11.36).

CONCLUSÃO
Nada mais apropriado do que encerrar uma carta incentivando as relações interpessoais saudáveis. É isso o que Paulo faz no final da carta aos Romanos. Primeiramente vemos o quanto ele valorizou o relacionamento interpessoal saudável, doutrinando a igreja a respeito dos perigos das contendas e divisões. O individualismo, o sensualismo e as heresias deveriam ser resistidos energicamente. Muitos dos nomes que Paulo citou haviam labutado ombro a ombro com ele na edificação do Corpo de Cristo. Não eram lembranças nostálgicas, mas recordações que ajudavam a refrigerar a alma. Por último, não deveriam esquecer de que a fonte e a origem de toda harmonia é Deus. Ele é a fonte de toda a graça dispensada.

QUESTIONÁRIO

Paulo finaliza sua carta primeiramente recomendando a qual membro da igreja de Cencreia?

Cite o nome de algumas irmãs que cooperaram com Paulo.

Qual era a recomendação de Paulo em relação àqueles que causavam dissensões e escândalos?

Segundo a lição o que era o movimento herético do primeiro século conhecido como gnosticismo?

Como Paulo encerra a sua carta?

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sábado, 18 de junho de 2016

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