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sábado, 28 de fevereiro de 2015

PEDIDO

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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

ESCOLA DOMINICAL - Lista de Esboços para o 1º Trimestre de 2015


ACESSAR AS LIÇÕES DO 1º TRIMESTRE 2013
ACESSAR AS LIÇÕES DO 2º TRIMESTRE 2013
ACESSAR AS LIÇÕES DO 3º TRIMESTRE 2013
ACESSAR AS LIÇÕES DO 4º TRIMESTRE 2013
ACESSAR AS LIÇÕES DO 1º TRIMESTRE 2014
ACESSAR AS LIÇÕES DO 2º TRIMESTRE 2014
ACESSAR AS LIÇÕES DO 3º TRIMESTRE 2014
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ATUALIDADE GOSPEL - Roberto de Lucena lança campanha pela igreja perseguida

"Vamos clamar pelo Povo da Cruz", pede o deputado evangélico

Após chocar o mundo no penúltimo domingo (15), com a divulgação de um vídeo no qual 21 cristãos egípcios foram decapitados, o Estado Islâmico publicou mais imagens no último final de semana, nas quais outros 21 reféns (desta vez, curdos) aparecem presos em jaulas.

O pastor Roberto de Lucena, que já havia se pronunciado sobre o fato – expressando o seu repúdio ao terrorismo – lançou uma campanha de 40 dias de oração pelos cristãos perseguidos em todo o mundo.

Fato é que a legenda do primeiro vídeo publicado pelo grupo terrorista gerou grande repercussão e uma comoção coletiva. “O Povo da Cruz: Seguidores de uma igreja egípcia hostil”, dizia a inscrição para se referir aos cristãos, representados por aqueles 21 homens ali executados.

A campanha lançada por Lucena tem início marcado para o primeiro dia do próximo mês de março e pode ser aderida por todos os que se dispõem a orar pela igreja perseguida, independente da denominação.

“Eu quero convidar a todos para nos organizarmos e, a partir do dia 1º de março nós possamos fazer uma grande cruzada de oração, durante 40 dias, clamando ao nosso Deus e pedindo a Ele pela igreja perseguida e pelo Povo da Cruz, que está sendo afrontado, perseguido e eliminado de maneira brutal, grotesca”, destacou.

Hashtags como ‪#‎eufaçoparte e ‪#‎opovodacruz‬ têm sido usadas para divulgar a campanha nas mídias sociais.

Parlamento

Além de convidar a todos os cristãos para se juntarem nesta campanha, o deputado também voltou a falar sobre a importância de que o governo brasileiro se posicione de maneira mais firme contra o terrorismo.

Lucena já apresentou um Projeto de Lei no qual o Congresso Nacional autoriza o presidente da República a suspender relações diplomáticas com países que se mostrem tolerantes ou até mesmo de alguma forma aprovem atos terroristas, perseguição religiosa ou qualquer outro tipo de desrespeito aos direitos humanos.

“Eu quebrei o silêncio no Congresso Nacional e agora vamos fazer força para aprovarmos esta proposta legislativa”, disse.

Lembrando de outro grande massacre registrado na história, Lucena destacou que se a comunidade internacional tivesse se mobilizado poderia ter evitado de alguma forma, a morte de 6 milhões de judeus nos campos de concentração de Adolph Hitler.

“A história parece repetir-se e apresentar-se diante de nós. É preciso que nós rompamos com isso. Por isso a minha indignação e o meu desconforto”, alertou.

Além de integrar a Coalizão Internacional de Parlamentares – que defende a liberdade religiosa no mundo como direito fundamental – Lucena também faz parte da Frente Parlamentar em Defesa da Liberdade Religiosa, que será lançada no próximo mês de março, em Brasília.

Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 9 - Revista da Central Gospel



AULA EM___DE______DE 2015 - LIÇÃO 9
(Revista: Central Gospel - nº 41)

Tema: PERDÃO: LIBERDADE PARA A ALMA

Texto Áureo: Marcos 11.25
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 PALAVRA INTRODUTÓRIA
- Professor(a), nesta lição ensine o valor do perdão e confronte os alunos com perguntas do tipo, você tem perdoado? Ou você já perdoou a quem te ofendeu?
- “restauração do clã”, o clã é a família que permanece unida e fechada dentro de uma ideologia, esse clã aqui é a família de Jacó.
- “um cenário bastante afortunado”, se refere ao momento em que José está como governador do Egito e toda a sua família está morando com ele.
- “libertar-nos daquilo (ou daquele) que nos sequestrou”, parece se referir ao sentimento de vingança, que prende a alma da pessoa e não a deixa receber as bênçãos do Senhor.
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1. A ARTE DE TRANSFORMAR TRAGÉDIA EM BENÇÃO
- “mulher que lhe roubara o coração”, Raquel era a mulher que Jacó amava e isso parece ter tido grande influência no amor por José.
- Convém lembrar que todos esses acontecimentos estavam no controle de Deus porque fazia parte de um plano maior de Deus.

1.1. Caminhos percorrido por José
- “ele é preso”, até mesmo na prisão José atraiu responsabilidades, pois o carcereiro chefe entregou os cuidados dos presos nas mãos de José, até na cadeia ele tinha moral de homem de Deus. Gn 39.22,23
- “materiais oníricos”, são sonhos.

1.2. Apesar das dificuldades
- Aonde José passou Deus mostrou Seu poder na vida dele, pois ele sabia ser homem de Deus em todos os lugares. Precisamos viver essa grande lição de José, ser homens e mulheres de Deus em todos os lugares e ambientes.
- Não há registros de José reclamando de sua sorte.

1.3. Perdão: uma insígnia do servo
- “Diante dele duas oportunidades”, o Senhor sempre nos deixa diante dessas possibilidades, de fazer o bem ou fazer o mal, podemos escolher entre amor ou o ódio, entre o perdão ou a vingança.
- “aprisionar pelas cadeias emocionais”, se refere aos sentimentos de angústia, ódio, vingança, rancor e outros, que prendem a mente e coração das pessoas que se entregam a eles.
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2. AFINAL, O QUE É O PERDÃO?
- “como se essa fosse um direito adquirido”, alguns veem dessa forma, como se per terem sido ofendidos eles têm também o direito de ofender. Perdoar é abrir mão desse direito.
- “desemocionalizamos”, seria tirar a emoção das lembranças dos fatos e tratarmos de forma racional.

2.1. O que o perdão não é
- “o não perdoar”, não perdoar pode sair muito caro, aparentemente a pessoa não sente no momento, mas com o passar do tempo a amargura e rancor vai aumentando.

2.2. O caminho do perdão
- “ter cuidado com o que falamos”, para não sermos nós os agressores, é uma advertência ao julgamento precipitado.
- “enfrentamento”, a ideia principal é colocar em panos limpos, chegar ao irmão e falar, se nada for dito, ele provavelmente fará de novo, por não saber ou por não ter conhecimento da gravidade.
- “ter como tônica a brandura”, a repreensão citada aqui não pode ser com arrogância, se traduz em mostrar que a pessoa errou. Uma repreensão com dureza fará mais mal do que bem.
- “sete vezes ao dia”, sete aqui é um número simbólico, ninguém deve contar até completar sete, mas serve para mostrar a instabilidade das emoções humana, quer dizer que alguns irmãos teremos que perdoar muitas vezes.

2.2.1. Setenta vezes sete
- “manter o relacionamento a qualquer custo”, liberar o perdão não é o mesmo que restaurar a confiança. Alguns se acostumam a ofender e a trair, porque não sentem o peso de um relacionamento abalado ou destruído. Todos devem perdoar, mas restaurar a amizade ao ponto que estava leva um tempo, confiança se constrói com anos. Ajudaremos as pessoas a quererem mudança, se mostrarmos para elas que a nossa amizade pode ser abalada com seus erros.

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3. PERDÃO: O LIBERTADOR DA ALMA
- “não pensamos em nos esquivar”, geralmente estamos preparados para se defender contra os agressores, mas quando vem de um amigo, estamos com a guarda baixa, o ferimento e quase mortal.
- “peçonha”, substancia venenosa ou tóxica.
- “limitações impostas pela Queda”, se refere ao pecado de Adão que limitou toda a raça humana.
- “somos capazes de perdoar”, só pela fé no que Cristo fez na cruz podemos conseguir perdoar os entes queridos que erraram contra nós.

3.1. Perdão na família
- “desnudam a vontade do coração”, deixam aparecer qual a real intenção do coração.
- “preocupado em ter a família por perto”, nem sempre teremos perto de nó os nossos familiares, a morte por certo levará alguns deles antes de nós, e não sabemos o momento que isso pode ocorrer, por isso devemos ter em mente que o conjugue, irmão, filho ou pai, pode partir a qualquer momento, então a hora de perdoar é hoje.

3.2. Humildade e reconhecimento da fragilidade humana
- “aceitar a si mesmo com suas falhas”, normalmente buscamos a falha dos outros, por isso temos tanta dificuldade em perdoar. Quando alguém consegue ver suas falhas, consegue também entender as dos outros e dessa forma fica mais inclinado a liberar perdão.
- “erros de dimensões ainda maiores”, se alguém se encher de arrogância e não assumir seus erros enquanto eles são pequenos, cairá em grandes tentações e laços. Não conseguirá se defender do ataque de Satanás que é o maior de todos os soberbos.
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CONCLUSÃO
- “preferem apenas ser ressarcidas”, infelizmente existem crentes que declaram ser assim e não querem mudança, acham que estão bem.
- “caos psíquico”, o perdão além de resolver problemas espirituais livra a pessoa de problemas psicológicos.

Boa aula!

Marcos André – professor

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Sibsídio da Lição 9 - Revista da CPAD


AULA EM 01 DE MARÇO DE 2015 – LIÇÃO 9
(Revista: CPAD)

Tema: Não aDULTERARÁS

Texto Áureo: Mateus 5.28
  
INTRODUÇÃO
- Querido(a) professor(a), nesta lição se prepare para perguntas acerca de alguns pecados como fornicação e incesto, não seja pego desprevenido.
- “condena o adultério e a impureza sexual”, note que o mandamento só fala de adultérios, mas no texto de Deuteronômio está bem mais especificado.
- “objetivo de proteger a família”, na verdade o objetivo é de proteger toda a sociedade incluindo suas famílias, uma coisa está ligada a outra.
- “santidade dele é inquestionável”, a Bíblia não condena o modo como o casal pratica seu ato sexual, mas é incisiva no que se refere às pessoas que o praticam. Ex.: a Bíblia nunca fala em como deve ser o sexo do homem para com sua esposa, mas ela proíbe esse homem de ter relação com outro homem, com a mulher de outro, com animais, etc. O sexo do casal é santo e deve ser separado, deve ficar entre o casal.
- “e de outra na graça”, Jesus foi quem modificou o modo de vermos a questão do adultério, e também as outras questões.
- “foi resgatado pela graça e adaptado a ela”, na forma da lei o modo de tratar o adultério é incompatível com a graça, umas das coisas que Jesus adicionou ao modo de tratar os casos de adultério foi a liberação do perdão.
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1. O SÉTIMO MANDAMENTO

1. Abrangência.
- “contexto social contaminado pelo pecado”, se refere ao modo como a sociedade encara o sexo e casamento hoje. Os homens traem e não ficam nem com peso na consciência.
- “Sua regulamentação para os israelitas”, a regulamentação é a forma de se aplicar uma lei, pois uma coisa é dizer: “Não adulterarás” e outra é mostrar as situações e especificar os casos.

2. Objetivo.
- “Primeiro aparece a proteção da vida”, se refere a segunda parte dos Dez Mandamentos que começa com o 6º mandamento, “Não matarás” que é uma proteção à vida.
- “em seguida vem a família”, a família é valorizada na ordenança desse mandamento, “Não adulterarás”.
- “expressa de maneira genérica”, genericamente ele diz “Não adulterarás”, mas adulterar pode estar se referindo a muitas coisas, dessa forma a Bíblia vai ensinar o que existem muitos meios de se adulterar.

3. Contexto.
- Esse sub tópico expressa o contexto em que essa lei foi dada, como estava a nação e o mundo naquele momento, para sabermos como eles receberam essa lei, é bom explicar isso aos alunos.
- “sociedade patriarcal”, era a sociedade dos patriarcas Abraão, Isaque e Jacó, mesmo que eles não existissem no tempo de Moisés, o modelo de sociedade ainda era esse.
- “poligamia”, é o casamento com mais de uma esposa ao mesmo tempo.
- “deitar com uma mulher casada”, assim entendemos que naquele tempo não era considerado adultério se o homem fosse casado e a mulher solteira, embora a lei mandasse que em caso de haver relação sexual o homem deveria tomar a mulher por esposa. Dt 22.29
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2. INFIDELIDADE

1.  Adultério.
- “uma infidelidade que destrói a harmonia”, a infidelidade é um conceito mais abrangente do que adultério, o adultério é um tipo de infidelidade.
- “desestabiliza a família”, a família fica sem a base sólida do amor, amizade e fidelidade que une pais e filhos, os filhos deixam de ver seus pais como referenciais e ficam sujeitos a ataques do inimigo.
- “tradição judaico-cristã”, é a tradição que passou do judaísmo para o cristianismo e é compartilhado por essas duas religiões. Muitos de nossos costumes vieram do judaísmo.
- “reputação”, é o conjunto de qualidades que apresentamos à sociedade, pode-se levar anos para ser construída uma boa reputação, mas um único ato de adultério a destrói em questão de segundos.
- “independentemente de sua confissão religiosa”, o “Não adulterarás” é também uma lei escrita nos corações dos homens, por isso qualquer cultura ou religião ele é observado.

2.  Sexo antes do casamento.
- “está muito em voga na sociedade moderna”, voga significa “ênfase”, quer dizer que o sexo antes do casamento é muito enfatizado na sociedade moderna.
Essa prática é aceita, divulgada e até estimulada. Até mesmo nas escolas, com distribuição de camisinhas para os alunos, em novelas como Malhação por exemplo, sempre há um casalzinho jovem que tem relação sexual antes do casamento.
- “nem sempre o casamento deles é a solução”, algumas famílias ainda adotam o sistema mosaico e obrigam os filhos que caíram a se casarem-se. O casamento é uma instituição muito séria e complexa, não deve ser imposta como medida punitiva.

3. Fornicação.
- “mas está comprometida em casamento”, seria a traição da noiva ou do noivo. Muitos classificam a fornicação simplesmente como “sexo antes do casamento”, mas de acordo com os dicionários seria o sexo apenas por prazer, sem estarem casados.
- “A pena da lei é a morte por apedrejamento”, a pena da lei era a morte porque a moça já estava comprometida.
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3.  OUTROS PECADOS SEXUAIS
1. Estupro.
- “mas a moça era inocentada”, a lei procurava justiça, mas o problema é que a moça não conseguia mais se casar depois de um fato desse.

2.  Incesto.
- “endogamia”, uma das definições seria: o casamento entre pessoas da mesma família.
- “incesto”, é o ato sexual entre parentes da mesma família, pais com filhos, ou entre irmãos, mesmo sendo adotivo.
- “Quem pratica tal abominação”, e também os que consentem nisso. (Rm 1.32 aplicado de forma abrangente)
- “é levado à esfera espiritual”, na esfera espiritual leva-se em conta que a pessoa deixou-se dominar por Satanás e rejeitou a salvação, dessa forma deve-se perder a comunhão do Corpo de Cristo.
- “restringe à perda da comunhão da Igreja”, qualquer que fazer diferente disso, está deixando de seguir uma doutrina apostólica. Existem hoje em dia uma série de pastores coniventes com muitos erros semelhante a esses nas igrejas.

3. Bestialidade.
- “É uma aberração sexual”, era o ato de ter coito com animal, hoje é chamado de zoofilia. É chamado de confusão.
- “Bestialidade e homossexualismo desonram a Deus”, alteram a natureza que Deus criou, o homossexualismo é uma rebelião contra o Criador.
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4. O ENSINO DE JESUS

1. O sétimo mandamento nos Evangelhos.
- ...

2. O problema dos escribas e fariseus.
- “reduzido o sétimo mandamento ao próprio ato físico”, eles disseminaram que bastava não se deitar, não consumar o ato sexual. Talvez para aquela época isso funcionasse bem, pois as mulheres andavam cobertas dos pés à cabeça, mas para os dias atuais em que o sensualismo impera na sociedade o adultério deve ser aniquilado no campo dos pensamentos.
- “cometer adultério só no pensamento”, Jesus pegou as frias letras da lei e demonstrou a intenção do coração de Deus. Não adianta a pessoa não consumar o ato sexual e ter a mente pervertida. Quem considera as palavras de Cristo e entende os maus pensamentos como adultério jamais cairá em ato sexual ilícito.

3. A concupiscência.
- “O pecado é o olhar concupiscente”, o olhar de desejo, não é pecado admirar a beleza de alguém, desde que isso não ofenda o conjugue e que também não atice a concupiscência carnal.
- “O livro de Cantares de Salomão mostra”, o livro de Cantares parece ter sido colocado na Bíblia exatamente para que o homem pudesse ter a noção dessa face que muitos tabus religiosos tentam combater. O sexo entre o casal é sagrado e não devem se abster deles a não ser por um certo espaço de tempo para a santificação. 1 Co 7.5
- “combatendo a impureza sexual”, lembrando que esses textos e outros, não se atem a forma como o casal pratica o ato sexual, mas sim com quem cada um pratica.
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CONCLUSÃO
- “manual divino do fabricante”, metáfora usada por alguns pregadores comparando o ser humano com um produto feito numa fábrica e a Bíblia seria o seu manual de instruções de uso.
- “não vai além da disciplina da Igreja”, quer dizer que o adultério hoje não é punido com prisão e nem a morte, apenas as punições disciplinares das igrejas são suficientes para se manter a ordem e a decência. Porém se não houver conserto do adúltero então ele perderá a salvação.
- Prepare seu resumo e corrija o questionário.

Marcos André – professor

Boa Aula!

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

ESCOLA DOMINICAL - Esboço Subsídio da Lição 9 - Revista da Editora Betel


AULA EM___DE______DE 2015 - LIÇÃO 9
(Revista: EDITORA BETEL)

Tema: Fidelidade na Aplicação dos Talentos

Texto Áureo: Eclesiastes 9.10
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 PALAVRA INTRODUTÓRIA
- Professor(a), nesta lição encare os talentos como sendo a habilidade em forma de responsabilidade, que nos é dado para o serviço do Reino de Deus.
- “responsabilidade nos negócios do Reino”, esses negócios do Reino são as atividades que envolvem o ganho, edificação e preparo das almas, além da adoração.
- “talento”, na Bíblia se refere à uma unidade de peso que existia desde o tempo dos patriarcas e servia para determinar o peso dos metais preciosos. Um talento na Grécia pesava 26 quilos. Não era uma moeda. No português a palavra “talento” significa habilidade.
- “nossa capacidade no desenvolvimento”, convém notar que na parábola do talento, a capacidade se refere à disposição e condições para trabalhar e não a habilidade que o servo poderia ter em granjear, mas ao traduzir para o português podemos entender que essa capacidade está associada a responsabilidade.
- “terão que trabalhar em sua ausência física”, como Jesus ainda está ausente fisicamente, então a parábola está em vigor para os crentes, transmita isso aos alunos.
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1. Princípio da motivação
- “mas também o porquê fazer”, no Reino de Deus importa sabermos o porque estamos fazendo a obra, isso é analisarmos a cada dia a fim de verificar se nossas intenções são puras diante do Senhor.

1.1.  Movidos pelo valor dos talentos
- Isso seria ser movimentado e animado a medida que talentos vão sendo agregados, ou seja, se alguém tem alguma habilidade e colocar ela a disposição de Cristo, essa pessoa se motivará e motivará outras.
- “habilidades dadas por Deus, tanto naturais como”, o comentarista aqui está se referindo a habilidades para realizar coisas, as naturais seriam aquelas para as quais temos um pendor e que desenvolvemos, ex.: habilidade nas artes, na música, jardinagem, construção, etc. As habilidades espirituais podem estar associadas aos dons espirituais de nosso chamado.
- “servir aos homens e glorificar a Deus”, essas habilidades nos permitem trabalhar na vida secular e com elas também seremos uteis na casa do Senhor, às vezes a igreja precisa de alguém trabalhe com eletricidade, ou com pintura, isso também glorificar a Deus. Esses que trabalham com seus talentos pessoais devem ser tão enaltecidos quanto os que pregam nas tribunas.
- “Nenhum homem tem qualquer coisa de sua autoria”, até aquilo em que a pessoa tem se esforçado para a prender deve ser reputado como autoria de Deus, pois é Ele quem dá a saúde e disposição para toda a obra.
- “nos motivar a maximizar nossos esforços”, é aumentar ao máximo os nossos esforços nos Reino, se alguém sabe fazer algo e aplica isso ao trabalho da igreja, então todos se esforçarão ao máximo para que essa qualidade seja bem aproveitada.

1.2. Movidos pelo privilégio de servir
- “o Reino que Jesus implantou”, é um Reino espiritual dentro de um reino físico, o Reino de Cristo não é daqui, mas ele existe aqui e todos podem servi-lo aqui.
- “tudo mais se torna pueril”, quer dizer que se torna banal, sem importância, a pessoa passa a ter o Reino de Cristo como a coisa mais importante de sua vida. E esse Reino não compete com a nosso família, porque dá pra colocar a família dentro dele.
- “Não merecíamos participar do planejamento”, quando alguém monta um projeto, só chama para participar dele aqueles que tem qualificações e que vão dar importância ao projeto, mas Deus montou um grandioso projeto e chamou a todos.
- “não deve ser vista como uma obrigação”, muitos irmãos veem a obra de Deus dessa forma, porque foram colocados para trabalhar antes de tomarem essa consciência da grandiosidade do Reino, muitos pastores estão sofrendo porque não ensinam às suas ovelhas o que é esse Reino e qual a sua importância, acabam ficando sozinho na obra.

1.3. Movidos pelos resultados
- É estar animado com aquilo que vemos acontecer com os pessoas que se envolvem no Reino de Deus.
- “causar mudanças temporais na vida”, são mudanças no tempo presente, na vida aqui. Trabalhar no Reino nos possibilita a passar a eternidade com Deus, mas também vai nos abençoando nesse tempo.
- “motivação maior do seu ministério o bem-estar da Igreja”, Paulo em suas cartas sempre demonstra grande alegria em saber que os irmãos estão bem espiritualmente.
- “somos resultados do que os outros fizeram”, o Reino de Deus se move de resultado em resultado, devemos sempre trabalhar para produzir resultado e habilitar esse resultado a produzir outro resultados e etc.
- “marcada pela indiferença com o bem-estar dos outros”, na parábola dos talentos, todos trabalharam na ideia de crescimento, mas o servo inútil estagnou achando que bastava dar ao seu senhor aquilo que dele recebeu.
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2. Princípio da responsabilidade
- “responsabilidade de permanecer fiel”, essa responsabilidade se torna muito mais difícil nos dias atuais, pois a iniquidade tem aumentado a cada dia e tudo a nossa volta nos convida a infidelidade contra Deus, contra a Igreja e contra a família.

2.1. Responsabilidade de acordo com a capacidade
- “dá a cada um segundo suas capacidades”, como eu disse antes o talento é uma unidade de medida de peso, e por isso para a pessoa recebe-lo teria que ter capacidade de carregar e trabalhar com o peso que recebeu, o senhor daqueles servos não daria 50 quilos para quem só aguentava 30, e não daria 60 para quem poderia suportar 100. Assim o Senhor Jesus distribui as responsabilidades entre nós.
- “conforme sua envergadura”, envergadura é usada aqui em sentido figurado para se referir a capacidade física.
- “Ele tão somente requer fidelidade”, não importa se uns tem mais capacidades do que outros, todos devem ter fidelidade no investimento dessa capacidade.

2.2. Responsabilidade no investimento
- “para alegria e “enriquecimento” do Senhor”, o servos tinham que trabalhar para que os bens do senhor deles aumentasse. Assim os talentos que recebemos é para o Reino de Deus cresça.
- “nem para enterrarmos”, parece que a melhor interpretação para o “enterrar o talento” seria: deixar de trabalhar com o habilidade que o Senhor deu por se achar incapaz.
- “creditados fará ampliá-los”, significa que aquele que coloca suas habilidades a serviço do Reino terá ainda mais habilidades.
- “Sementes amontoadas e trancadas em um celeiro não se multiplicam”, linda metáfora para dizer simplesmente que não serve para nada, ter habilidades e não colocar em prática.
- “alastramento do bem”, significa espalhar o bem, quando trabalhamos no Reino com nossas habilidades, estamos espalhando o bem, CADA VICIADO OU MALFEITOR QUE LIBERTAMOS DO MUNDO É MENOS UM PARA NOS ROUBAR OU ROUBAR NOSSOS ENTE QUERIDOS.

2.3. Responsabilidade no tempo confiado
- Esse tempo confiado são as 24 horas que o Senhor nos concede para vivermos e trabalharmos a cada dia.
- “empregado sabiamente seu tempo”, seria dividir adequadamente o tempo, com o cuidado de separar um tempo para as coisas de Deus, estudo, família e lazer.
- “estudante que aplica bem o seu tempo”, os estudantes hoje passam grande parte de seu tempo nas redes sociais, pelo computador ou smartfone devem se preparar para ter uma vida medíocre, pois essas coisas não tiram somente o tempo, mas acabam com a disposição estudar no tempo que restou.
- “O que trabalha com mão remissa empobrece”, remisso significa negligente, indolente. Aqui está falando sobre quem deixa de fazer algo que deve ser feito.
- “afluirá consequências eternas”, vidas podem se perder para sempre se um obreiro for relapso no seu tempo, não aproveitando o dia que o Senhor dá.
- ““remir o tempo” pode significar “comprar””, isso porque um dos significados da palavra remir é “adquirir”. O servo de Deu não deve se prender a nada que tome o seu tempo, como vícios e atividades em excesso.
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3. Princípio das consequências

3.1. O julgamento será inevitável
- “O Senhor há de trazer à tona todas”, é tirar do fundo, onde estava escondido e trazer à vista. A Bíblia afirma que Deus julgará os segredos dos homens Rm 2.16
- “O anonimato”, se refere aos que deveriam aparecer, mas se ocultam, se omitem.
- “insignificância”, é a desvalorização que alguém faz consigo mesmo, por não buscar aprimoramento e nem crescimento.
- “imaturidade”, é o não amadurecimento, deixar de crescer em conhecimento.
- “inevitabilidade do julgamento deve servir como incentivo”, por ser inevitável devemos nos lançar a obra.

3.2. Repreensão e condenação
- “mas também por não fazerem o bem”, muita gente se escora no julgamento que faz dos outros para não fazer nada, acham que alguém que está no erro é justificativa pra ele cruzar os braços. Mas aqui entendemos que aquele que deixa de trabalhar pro Reino será castigado juntamente com o que trabalha estando em pecado.
- “desculpas falsas e caluniosas”, isso porque ele fez uma visão muito dura do seu senhor, e de fato alguns tem a visão de um Deus cruel, diferente do que o Novo Testamento ensina.

3.3. Reconhecimento e aprovação
- “começaram a aplicar os seus talentos”, começaram a usar seus talentos para ganhar mais, trabalharam os talentos.
- “cooperação entre a fé e as obras”, é a pessoa realizar as obras por ter fé.
- “canalizar suas habilidades em fazer o bem”, significa direcioná-las para o serviço do Reino de Deus.
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CONCLUSÃO
- “cresceremos fortes nEle”, o Evangelho só é eficaz para aqueles que trabalham, só adquire força aqueles que estão em atividade.
- “para quem se adequar ao Evangelho”, para quem entra na forma do Evangelho, encontramos muitas pessoas querendo que o Evangelho seja do jeito delas, quando na verdade deve ser o contrário.
- “sobre o muito te colocarei”, essa palavra pode ser entendida como sendo a aquisição de maiores responsabilidades. Aquele que é fiel nas coisas pequenas, pode assumir as grandes.

Boa aula!

Marcos André – Editor
José Evaldo Barbosa - Colaborador

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

ESCOLA DOMINICAL - Conteúdo da Lição 9 - Revista da Editora Betel


Fidelidade na aplicação dos talentos

1º de março de 2015

Texto Áureo
“Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque na sepultura, para onde tu vais, não há obra nem projeto, nem conhecimento, nem sabedoria alguma” Ec 9.10.


Verdade Aplicada

O Senhor não tem nenhum servo desocupado ou inábil. Ele deu talentos a cada um conforme sua capacidade, que devem ser aplicados com sabedoria.

Textos de referência

Mt 25.16-19
16 E, tendo ele partido, o que recebera cinco talentos negociou com eles e granjeou outros cinco talentos.
17 Da mesma sorte, o que recebera dois granjeou também outros dois.
18 Mas o que recebera um foi, e cavou na terra, e escondeu o dinheiro do seu senhor.
19 E, muito tempo depois, veio o senhor daqueles servos e ajustou contas com eles.

INTRODUÇÃO

A parábola dos talentos nos arremete para a responsabilidade nos negócios do Reino. O talento representa a oportunidade e o aproveitamento de nossa capacidade no desenvolvimento do Reino de Deus (Mt 25.14-30). Ao contar essa parábola, Jesus prepara os discípulos para o momento em que eles terão que trabalhar em sua ausência física, e fazendo-os saber que ao retornar Ele pedirá conta.

1. Princípio da motivação

No Reino de Deus não basta fazer, mas também o porquê fazer. Conforme Provérbios 16.2, Deus observa e conhece os princípios de todas as ações. Ele sabe com precisão as intenções do coração.

1.1 Movidos pelo valor dos talentos

Percebe-se que nada na parábola é irrelevante. Os valores dos talentos nos levam a compreender a importância das habilidades dadas por Deus, tanto naturais como espirituais, com as quais podemos servir aos homens e glorificar a Deus, dando assim continuidade ao Seu Reino. Nenhum homem tem qualquer coisa de sua autoria, exceto seus pecados (RM3.23). Assim sendo, o valor inestimável de nossas capacidades deve nos motivar a maximizar nossos esforços no Reino de Deus, procurando em cada ação e reação dar o nosso melhor (Ec 9.10).

1.2 Movidos pelo privilégio de servir

Não há nada mais grandioso nessa terra do que o Reino que Jesus implantou. Nada merece mais a nossa atenção (Mt 6.33). Servir no Reino de Deus é um dos maiores privilégios que o homem pode ter, pois atrai a atenção até mesmo de anjos (1Pe 1.12). A partir do momento em que o homem se engaja na excelência da obra de Cristo, tudo mais se torna pueril (Fp 3.7-80. Não merecíamos participar do planejamento divino, mas por Sua condescendência fazemos parte desse grande projeto. Fomos chamados pela graça de Deus (Gl 1.15); engajamos em Seu Reino pela graça (1Co 15.10); contribuímos em Seu Reino pela graça (2Co 8.1-4). Portanto, nada merecemos, mas Deus nos abarcou em Sua obra e, por conseguinte, não deve ser vista como uma obrigação ou constrangimento, pelo contrário, deve ser encarada como um privilégio.

1.3 Movidos pelos resultados

AS implicações da desenvoltura de nossos talentos são as mais diversas, vai desde causar mudanças temporais na vida das pessoas, até mesmo a conduzi-las à salvação eterna de suas almas, e isso não tem preço (Sl 49.8). O apóstolo Paulo tinha como motivação maior do seu ministério o bem-estar da Igreja e, nesse sentido ele não media esforços e sacrifícios (2Co 12.15; At 20.24). Não devemos esquecer que somos resultados do que os outros fizeram. Aqueles que se habilitam a trabalhar no Reino que Jesus implantou se envolvem com pessoas procurando melhorar suas vidas, mas a mentalidade do servo inútil é marcada pela indiferença com o bem-estar dos outros. A aplicação dos talentos permite que o melhor homem se torne um homem ainda melhor (Jó 42.5, 6). Portanto devemos dar o nosso melhor para que o que é bom fique ainda melhor.

2. Princípio da responsabilidade

Todos nós temos capacidades e oportunidades diferentes, mas também temos algo em comum: a responsabilidade de permanecer fiel a Deus e à Sua Palavra.

2.1 Responsabilidade de acordo com a capacidade

O Senhor não dá talentos indiscriminadamente, mas dá a cada um segundo suas capacidades (1Co 12.7). É manifesto na parábola que, na distribuição de talentos, o mesmo não foi dado a todos, cada um recebeu conforme sua envergadura (Mt 25.15). O Senhor não comete erros na atribuição de tarefas, tampouco pedirá conta além dos potenciais de cada um. Ele tão somente requer fidelidade (1Co 4.2). Em cada lugar, posição ou situação em que a providência divina nos colocar, nossa fidelidade estará sendo posta à prova (Rm 14.12). Somos responsáveis diante de Deus por todas as nossas capacidades, quer sejam pessoais, produtivas, cognitivas ou relacionais.

2.2 Responsabilidade no investimento

Podemos ser tentados a pensar que os talentos a nós confiados são para nosso próprio benefício e alegria, mas a verdade é que a parábola nos leva a compreender que os talentos são para alegria e “enriquecimento” do Senhor (Mt 25.20-23). O Mestre nos confia uma parcela de Suas riquezas não para gastarmos com nós mesmos, nem para enterrarmos, mas para “negociarmos” com ela. Aprendemos que o uso correto dos talentos a nós creditados fará ampliá-los. O caminho certo para aumentar nossas capacidades em Cristo é o exercício dos talentos que Ele nos deu. Sementes amontoadas e trancadas em um celeiro não se multiplicam (Ec 11.1) Façamos dos desdobramentos de nossos talentos uma espécie de investimento e, como todo investimento, os benefícios advindos desse alastramento do bem serão obtidos no amanhã (Cl 3.23, 24).

2.3 Responsabilidade no tempo confiado

Nenhum homem jamais alcançou lugares ou resultados elevados sem que tenha empregado sabiamente seu tempo. O estudante que aplica bem o seu tempo, o atleta que valoriza cada minuto e o agricultor que prepara o terreno no tempo adequado são mais bem-sucedidos. Isso não pode e nem deve ser diferente na vida do servo de Deus. Qualquer dia que se passe sem abraçar novas compreensões ou sem aproveitar as oportunidades, incorrerá em perdas irreparáveis. Provérbios 10.4 lança uma luz para quem objetiva alcançar êxito no que empreende fazer: “O que trabalha com mão remissa empobrece, mas a mão dos diligentes vem a enriquecer-se”. O trabalho no Senhor não pode esperar, pois afluirá consequências eternas em dar ou não valor ao tempo. Paulo, ao advertir os cristãos de Éfeso e de Colossos sobre a necessidade de remir o tempo, nos faz compreender que o tempo tem seu “preço” (Ef 5.16; Cl 4.5). Ou seja, “remir o tempo” pode significar “comprar” o tempo, ser o dono dele. Portanto, quem se engaja nos “negócios” do Reino de Deus deve aproveitar as oportunidades, pois o Senhor não tem servos desocupados.

3. Princípio das consequências

É certo que haverá o momento da prestação de contas, na qual cada indivíduo será recompensado ou punido, conforme agiu em relação aos talentos confiados. Os homens têm oportunidades e cada um pode agir de modo muito diferente em relação a elas.

3.1 O julgamento será inevitável

Embora possamos perder nossa capacidade de obedecer, Deus jamais perde a habilidade e o direito de comandar e exigir fidelidade de Seus servos (Sl 82.1). O nosso comparecimento diante de Deus para prestação de contas não é uma possibilidade, mas uma certeza (Mt 25.19). O Senhor há de trazer à tona todas as oportunidades aproveitadas ou perdidas. Cada “centavo” de talento será cobrado. O anonimato, a insignificância, a fraqueza, a imaturidade e outras desculpas, tantas vezes usadas como álibi para não assumir responsabilidades aqui, não nos manterão fora da apreciação divina. Portanto, a inevitabilidade do julgamento deve servir como incentivo para nossa diligência na aplicabilidade dos talentos que nos foram confiados.

3.2 Repreensão e condenação

A severa repreensão do Senhor ao servo descuidado (Mt 25.26) é uma evidência de que Deus julgará as pessoas não apenas por fazerem o mal, mas também por não fazerem o bem. Deixar de fazer o bem é uma das facetas do mal (Tg 4.17). A maldade do servo repreendido é demonstrada, não só por sua infidelidade, mas também por suas desculpas falsas e caluniosas (Mt 25.24). É notório que o acerto de contas não haverá como reivindicar a justiça, pois a própria justiça é quem condena. No dia do julgamento, a distinção entre o bem e o mal será rigorosamente desenhada, pois todos os véus e disfarces serão arrancados (Ml 3.18). “Senhor, Senhor”, naquele dia, será um grito de desespero vazio, já que não haverá mais oportunidade de remissão, pois a condenação já estará decretada (Mt 7.21, 23; 25.11, 12).

3.3 Reconhecimento e aprovação

Compreende-se pelo texto que os servos zelosos perceberam suas responsabilidades e logo começaram a aplicar os seus talentos. O desfecho não poderia ser diferente: a aprovação foi imediata (Mt 25.21, 23). Ser admitido à presença do Senhor e participar de Sua alegria é uma honra além da nossa compreensão. Esse reconhecimento de “bom” e “fiel” também pode referir-se à conduta e ao caráter. A cooperação entre a fé e as obras ocasionará o aperfeiçoamento do indivíduo que se habilita a servir no Reino de Deus (Tg 2.22, 26). Cada ser humano imbuído da fé em Jesus que canalizar suas habilidades em fazer o bem incondicionalmente, receberá aprovação e será recompensado (Mt 25.34).

CONCLUSÃO

Aprendemos nessa parábola que trabalhando para Deus cresceremos fortes nEle. O futuro para quem se adequar ao Evangelho e se entregar ao serviço do Reino será de recompensas, pois ouvirá do próprio Jesus Cristo: “Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu Senhor.” (Mt 25.21).